<?xml version='1.0' encoding='UTF-8'?><?xml-stylesheet href="http://www.blogger.com/styles/atom.css" type="text/css"?><feed xmlns='http://www.w3.org/2005/Atom' xmlns:openSearch='http://a9.com/-/spec/opensearchrss/1.0/' xmlns:georss='http://www.georss.org/georss' xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'><id>tag:blogger.com,1999:blog-6979951</id><updated>2011-08-31T13:21:46.647-03:00</updated><title type='text'>IFDBlog</title><subtitle type='html'>No IFDBlog são publicados matérias, artigos, conceitos e podcasts, que são encontrados pela net envolvendo as áreas de Publicidade, Design e Marketing .</subtitle><link rel='http://schemas.google.com/g/2005#feed' type='application/atom+xml' href='http://ifdcom.blogspot.com/feeds/posts/default'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6979951/posts/default?max-results=100'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://ifdcom.blogspot.com/'/><link rel='hub' href='http://pubsubhubbub.appspot.com/'/><link rel='next' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6979951/posts/default?start-index=101&amp;max-results=100'/><author><name>Iris | IFD</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_u6V07yMPncY/TSJ6zwha1mI/AAAAAAAAAnU/ucuRJ_1uzrI/S220/iris_ifd.png'/></author><generator version='7.00' uri='http://www.blogger.com'>Blogger</generator><openSearch:totalResults>368</openSearch:totalResults><openSearch:startIndex>1</openSearch:startIndex><openSearch:itemsPerPage>100</openSearch:itemsPerPage><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6979951.post-116172685020466194</id><published>2006-10-24T18:53:00.000-03:00</published><updated>2007-11-30T16:33:56.558-02:00</updated><title type='text'>NOVO endereço - VOCÊ SERÁ REDIRECIONADO</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;O &lt;a style="font-weight: bold;" href="http://www.ifd.com.br/blog"&gt;IFDBlog&lt;/a&gt; esta em novo endereço, com muito mais novidades e interatividade com o usuário, atualize seus FAVORITOS.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;AGUARDE, DENTRO DE INSTANTES VOCÊ SERÁ REDIRECIONADO.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6979951-116172685020466194?l=ifdcom.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://ifdcom.blogspot.com/feeds/116172685020466194/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6979951&amp;postID=116172685020466194&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6979951/posts/default/116172685020466194'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6979951/posts/default/116172685020466194'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://ifdcom.blogspot.com/2006/10/novo-endereo.html' title='NOVO endereço - VOCÊ SERÁ REDIRECIONADO'/><author><name>Iris | IFD</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_u6V07yMPncY/TSJ6zwha1mI/AAAAAAAAAnU/ucuRJ_1uzrI/S220/iris_ifd.png'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6979951.post-116111554305774568</id><published>2006-10-17T17:04:00.000-03:00</published><updated>2006-10-17T17:07:05.350-03:00</updated><title type='text'>Construindo Relacionamentos Lucrativos</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt; O atendimento ao consumidor é qualquer contato ativo ou passivo entre um Cliente e uma empresa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ao entrar em contato com a empresa, seja qual for o meio, os Clientes têm uma percepção negativa ou positiva a respeito de toda a empresa: um simples cartão de visita, um folheto, uma gravação telefônica, um site na internet, uma recepcionista etc. tudo serve para influenciar a opinião do Cliente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Essa percepção é mais influenciada a partir do momento que suas expectativas são satisfeitas ou não. E o nível de satisfação depende do nível de expectativa que o Cliente tem em relação à empresa. Assim, quanto maior a importância da empresa, maior o nível de expectativa e, portanto, maior a exigência de satisfação do Cliente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por outro lado, a empresa também é capaz de influenciar a expectativa do Cliente. Ao investir em propaganda e outras ações de marketing a fim de engrandecer e valorizar a imagem da empresa, ela interfere nas expectativas do Cliente. Agindo desse modo, uma empresa pode criar expectativas que, na prática, ela não consegue atender e causa frustrações desnecessárias. Em vez de lucrar, a empresa perde.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O atendimento ao consumidor é mais que uma linha telefônica com alguém do outro lado respondendo perguntas e reclamações de Cliente. Também é mais que alguém cumprimentando as pessoas na porta ou resolvendo problemas depois que a compra foi feita.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Atendimento ao consumidor é uma ferramenta que pode ser usada para identificar e conhecer as necessidades dos Clientes. Em uma pequena empresa, é vital ter um bom atendimento ao consumidor devido ao impacto causado pela perda de Clientes.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Todo contato com um Cliente retrata a imagem e reputação da empresa. As expectativas devem ser excedidas para o Cliente não ficar desapontado. Em vez de prometer mais do que oferece, a empresa deve oferecer mais do que promete.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Entendendo as necessidades do Cliente&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Seu Cliente é seu salário. Sem Cliente você não ganha dinheiro.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Então, é importante uma empresa satisfazer o máximo possível seus Clientes. Um modo de satisfazer um Cliente é saber entender as necessidades dele e atendê-las da forma que ele quer. Clientes não querem ouvir desculpas: eles estão interessados em ouvir que você se preocupa pessoalmente com eles e que você satisfará as necessidades deles.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Clientes normalmente têm uma necessidade que é da “maior importância” para eles, independente do que você pensa. Se essas necessidades da “maior importância” são satisfeitas, você vencerá o teste mais duro na difícil missão de atingir a satisfação do Cliente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Todo Cliente tem necessidade de informação básica a respeito do produto ou serviço que ele necessita. Ele precisa ter a importância dele reconhecida e deve ser respeitado por isso. Ele quer merecer confiança, respeito e um contato humano de qualidade. Independente do que o seu Cliente quer e quais são as necessidades dele, qualquer que seja o motivo, você sempre deveria poder dar isso a ele. Ou verdadeiramente você não poderá chamá-lo de Cliente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sabemos que os Clientes insatisfeitos costumam contar suas frustrações para os amigos, e assim as deficiências de sua empresa se tornam cada vez mais conhecidas, neutralizando seus investimentos em propaganda e marketing. Sabemos também que custa mais ganhar Clientes novos que reter os Clientes antigos. Portanto, tente manter seus Clientes felizes satisfazendo as necessidades deles. É muito mais lucrativo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;fonte:&lt;/span&gt; &lt;a href="http://www.carlosmartins.com.br/opiniao.htm"&gt;carlos martins&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&gt;&gt; dentro de uma semana não postarei mais neste endereço - só no &lt;a href="http://www.ifd.com.br/blog/" target="_blank"&gt;http://www.ifd.com.br/blog/&lt;/a&gt;&lt;/span&gt; portanto atualizem seus favoritos ;)&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6979951-116111554305774568?l=ifdcom.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://ifdcom.blogspot.com/feeds/116111554305774568/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6979951&amp;postID=116111554305774568&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6979951/posts/default/116111554305774568'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6979951/posts/default/116111554305774568'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://ifdcom.blogspot.com/2006/10/construindo-relacionamentos-lucrativos.html' title='Construindo Relacionamentos Lucrativos'/><author><name>Iris | IFD</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_u6V07yMPncY/TSJ6zwha1mI/AAAAAAAAAnU/ucuRJ_1uzrI/S220/iris_ifd.png'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6979951.post-116100712758307783</id><published>2006-10-16T10:58:00.000-03:00</published><updated>2006-10-16T10:58:47.586-03:00</updated><title type='text'>O papel da Internet na Economia da Atenção</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;A Era da Informação, impulsionada pelo avanço das telecomunicações e informática, lançou a sociedade pós-industrial num mundo congestionado pelo excesso de informação e conturbado pela escassez de tempo das pessoas, criando um grande desafio para as empresas: como manter e gerenciar a atenção das pessoas? A atenção é atualmente o mais importante valor corrente para os negócios e gerenciar a atenção é uma atividade determinante para o sucesso no atual cenário empresarial. Essa é uma teoria defendia por Thomas H. Daveport em seu livro denominado Attention Economy (Economia da Atenção, ainda não traduzido para o português - www.attentionbook.com).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em seu livro, o diretor da Accenture enfatiza a importância para as empresas em aprender a entender e gerenciar a atenção. Ele apresenta diversos dados e situações que comprovam que o enorme volume de informação disponível atualmente e a falta de tempo das pessoas tornam a atenção um recurso cada vez mais escasso. Ele afirma que o grande desafio para um negócio ser bem sucedido é a sua capacidade em chamar e manter a atenção de seus consumidores, empregados e investidores.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No contexto do marketing é simples perceber a proporção desse desafio. Cada vez mais cresce o número de produtos e serviços ofertados no mercado, saturando de opções o consumidor, que diariamente encontra-se diante da difícil tarefa em conhecer essa avalanche de novidades. Isso exige que as empresas invistam maciçamente em mecanismos para divulgar e chamar a atenção do mercado para seus produtos, influenciando as pessoas a consumi-los. Mas a medida que as empresas precisam divulgar e anunciar todos esses produtos, cresce a oferta de informação e o consumidor fica a mercê de um bombardeio incessante de mensagens de todos os tipos, formatos e meios.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Logo, podemos usar a afirmação de Daveport sobre a crescente escassez de atenção para propor que um grande desafio do marketing no atual cenário mercadológico é manter e gerenciar a atenção do mercado consumidor. Mas como cumprir essa difícil tarefa? Bem, vamos apresentar o papel da Internet no contexto da Economia da Atenção, demonstrando sua importância estratégica na formulação de um planejamento de marketing para gerenciar a atenção dos consumidores.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Segundo o Forrester Research, a Internet será, até 2005, a mais importante ferramenta para gerenciamento de marcas, que é o item primordial no contexto da economia da atenção, pois é a marca quem define a identidade de um produto ou serviço (ou seja, é a sua alma!). Os produtos vão ganhar muito mais atenção e destaque no mercado se existir uma relação de identidade, relevância e paixão entre público alvo e marca, e a Internet está cada vez mais presente no processo de construção da relação de amor entre marca e consumidores.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Outro aspecto importante a ser analisado é o comportamento on demand da Internet. Ao digitar o endereço de seu web site, o consumidor está, de forma espontânea, definindo o que quer ver e por quanto tempo. O volume de visitas ao seu web site, o tempo médio de permanência, as atividades mais realizadas durante a navegação e a periodicidade com que as pessoas retornam ao seu web site são dados que permitem conhecer mais sobre quem está espontaneamente prestando atenção em você, tudo isso em tempo real.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O meio digital está criando cada vez mais grupos virtuais, chamados de comunidades on-line, onde surge a ocorrência do marketing consumer-to-consumer (consumidor para consumidor), onde acontece a tradicional propaganda boca-a-boca. Mas nas comunidades on-line, isso ocorre em larga escala e de forma muito mais dinâmica e rápida. Esse é o ambiente perfeito para conquistar atenção, a partir do momento que exista algum contexto entre sua empresa e a comunidade on-line. Por isso, empresas começam a criar suas próprias comunidades on-line para saber mais sobre seus consumidores, fideliza-los e gerenciar a atenção desse público.&lt;br /&gt;O comércio eletrônico é outro fator determinante numa estratégia de gerenciamento da atenção, pois o processo de venda e pós-venda on-line, quando bem implementado, possibilita gerenciar hábitos de compra mesmo em larga escala de varejo. Estamos falando em dar atenção individual e personalizada a partir do perfil de cada consumidor, podendo oferecer um grande volume de opções de compra com atendimento personalizado, o que pode representar maior volume médio de venda em cada compra, maior índice de recompra e diminuir a periodicidade na compra.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É claro que a Internet não será, por si só, a solução para alinhar seu negócio no novo ambiente de negócios criado pela Economia da Atenção. É preciso pensar (e repensar) diversas práticas, processos, estratégias e atitudes. Mas o fato é que a Internet apresenta ferramentas importantes para compor um conjunto global de estratégias e ações para interagir, conhecer, conquistar e reter consumidores. O futuro ainda apresentará muitas mudanças na forma das empresas fazerem negócios, mas é fundamental estar alinhado desde já com essas novas tendências para que a organização possa preparar-se para aproveitar as oportunidades e minimizar as ameaças neste novo cenário.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;autor:&lt;/span&gt; Gilber Machado&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;fonte:&lt;/span&gt; &lt;a href="http://www.e-brand.com.br/artigo_escolhido.asp?ido=8"&gt;e-brand&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6979951-116100712758307783?l=ifdcom.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://ifdcom.blogspot.com/feeds/116100712758307783/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6979951&amp;postID=116100712758307783&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6979951/posts/default/116100712758307783'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6979951/posts/default/116100712758307783'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://ifdcom.blogspot.com/2006/10/o-papel-da-internet-na-economia-da.html' title='O papel da Internet na Economia da Atenção'/><author><name>Iris | IFD</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_u6V07yMPncY/TSJ6zwha1mI/AAAAAAAAAnU/ucuRJ_1uzrI/S220/iris_ifd.png'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6979951.post-116057719600452929</id><published>2006-10-11T11:32:00.000-03:00</published><updated>2006-10-11T11:33:16.083-03:00</updated><title type='text'>Publicidade Comparativa</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;Como não pode consumir e dispor de todos os bens de consumo que deseja, no processo de escolha, o consumidor tenta se informar sobre o que determinado bem poderá lhe oferecer e por quanto. E é exatamente aqui que a publicidade infiltra-se armazenando informação na mente do consumidor, visando, em última análise, a conquista da lealdade e da fidelidade em relação a uma marca específica.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Se for verdade que somos uma sociedade imersa em símbolos, não será menos verdadeiro afirmar que compramos produtos por causa deles. Desta forma, a aposição de marca em uma determinada mercadoria é um instrumento de atalho, uma vez que faz com que selecionemos o que desejamos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Está comprovado que os produtos novos ou aqueles que vêm a se apresentar num mercado muito concorrido podem vir a não ser percebidos ou lembrados. Por este motivo, utiliza-se da Publicidade Comparativa, que tem como característica principal enfatizar os aspectos positivos da empresa, do produto ou serviço, para despertar o interesse do público para o consumo.&lt;br /&gt;Questionamentos dos mais variados surgem quando se fala em Publicidade Comparativa. Qual direito deve prevalecer: o do proprietário da marca ou do consumidor? Se a Publicidade Comparativa atender aos requisitos específicos do Código de Defesa do Consumidor sendo clara, objetiva, verdadeira, transparente e comprovável, ela será permitida?&lt;br /&gt;Em que pese o direito constitucional do consumidor à informação para o exercício da escolha, será que podemos falar em publicidade sem opiniões subjetivas e parciais, sem subterfúgios?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A Publicidade Comparativa deve respeitar todos os princípios gerais aplicáveis à publicidade comercial, mas, no Brasil, não há uma lei específica que verse sobre a matéria, mas apenas o Código Brasileiro de Auto-Regulamentação Publicitária, que não tem força de lei, mas de orientação; a Lei nº 4.860/65, que dispõe sobre o exercício da profissão de Publicitário e de Agenciador de Propaganda, regulamentada pelo Decreto nº 57.690/66; e a Lei nº 9.279/96 (Lei de Propriedade Industrial - LPI), que reprime, dentre outros crimes, a prática da concorrência desleal.&lt;br /&gt;O referido Decreto estabelece que não é permitido reproduzir temas publicitários, axiomas, marcas, músicas, ilustrações, enredos de rádio, televisão e cinema, salvo consentimento prévio de seus proprietários ou autores. Já a LPI dispõe que o titular da marca tem o direito de zelar por sua integridade material ou reputação e proteger o seu uso em papéis, impressos e propaganda.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No que tange às exceções ao direito de propriedade da marca, a LPI estabelece que o titular não poderá impedir a citação da marca em discurso, obra científica ou literária ou qualquer outra publicação, desde que sem conotação comercial e sem prejuízo para seu caráter distintivo. Ou seja, a LPI confere ao proprietário de marca o direito ao seu uso exclusivo, encontrando como únicas exceções as mencionadas acima. Por tratar de exceções, este artigo deve ser interpretado restritivamente, o que equivale a dizer que, o direito ao uso exclusivo do titular somente deixa de existir se satisfeitas as condições que são: “sem conotação comercial e sem prejuízo para seu caráter distintivo”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em outras palavras, se houver conotação comercial e não houver prejuízo para o caráter distintivo, a exceção não se verifica. Pelo mesmo raciocínio, se não houver conotação comercial e houver prejuízo para o caráter distintivo, a exceção também não se implementará. Não sendo aplicável a exceção, prevalece a regra geral: o titular da marca pode impedir o uso por terceiros.&lt;br /&gt;Em que pese todo o acima exposto, muitas são as discussões que podem advir do uso da Publicidade Comparativa, pois, como mencionado anteriormente, também se está diante de um direito fundamental, o direito à informação. Ademais, não se pode olvidar que a tendência mundial é de admissibilidade de mais esse recurso publicitário, que leva ao consumidor, numa fração de segundos, um volume enorme de informações sobre o anunciante e seu concorrente. Todavia, aquele deve estar imbuído de correção profissional e produzir uma peça publicitária comparativa verdadeira, objetiva, que não denigra o concorrente ou seus produtos e serviços, não criando confusão na mente do consumidor.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;autora:&lt;/b&gt; Daniele Maia Teixeira Coelho&lt;br /&gt;&lt;b&gt;fonte:&lt;/b&gt; &lt;a href="http://www.adonline.com.br/ad2005/artigos_detalhe.asp?id=86" target="_blank"&gt;adonline&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6979951-116057719600452929?l=ifdcom.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://ifdcom.blogspot.com/feeds/116057719600452929/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6979951&amp;postID=116057719600452929&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6979951/posts/default/116057719600452929'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6979951/posts/default/116057719600452929'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://ifdcom.blogspot.com/2006/10/publicidade-comparativa.html' title='Publicidade Comparativa'/><author><name>Iris | IFD</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_u6V07yMPncY/TSJ6zwha1mI/AAAAAAAAAnU/ucuRJ_1uzrI/S220/iris_ifd.png'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6979951.post-116040058392442989</id><published>2006-10-09T10:24:00.000-03:00</published><updated>2006-10-16T16:25:39.953-03:00</updated><title type='text'>Webvertising: promoção em buscadores</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;i&gt;Com resultados reais e facilmente mensuráveis, os serviços de promoção em buscadores começam a ganhar força e a se agigantar. Depois de muito pessimismo e reviravoltas em torno da publicidade na web, o serviço desponta entre um dos formatos de publicidade online que vieram para ficar.&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Universos paralelos&lt;/b&gt; - A internet ainda é uma novidade para muitos. Tanto internautas como profissionais de web ainda estão se adaptando ao meio. O reflexo disso pode ser claramente ilustrado pela explosão da bolha da internet em 2000. Esperava-se muito da web, mas pouco se sabia. A maioria das apostas até este momento concentravam-se na migração de modelos clássicos offline para o meio online. Na prática pudemos observar que as coisas não eram assim tão simples.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A explosão da bolha serviu como um remédio amargo. Aprendemos que para explorar o potencial da web ainda era preciso experimentar muito e encontrar soluções novas com fundamentos e técnicas extraídos da própria internet.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Estudos e pesquisas sobre o comportamento do internauta foram de grande valia neste momento. No mundo offline as coisas funcionam de uma forma, no mundo online de outra. Há uma relação muito forte entre um e outro, mas o comportamento do público é diferente. São universos paralelos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Desde então a web amadureceu bastante. Ainda temos muito chão pela frente, mas já começam a despontar soluções e serviços altamente eficientes que representam esta nova fase da web. Na área de marketing e publicidade podemos citar a usabilidade, os anúncios contextuais e a promoção em buscadores.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Promoção em Buscadores&lt;/b&gt; - Para quem ainda não conhece ou não teve contato, a promoção em buscadores é a promoção de palavras e frases-chave nos resultados de ferramentas de busca (como Yahoo, Google e Radar UOL).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Atualmente existem dois formatos de promoção, a promoção paga, conhecida como PPC (Pay Per Click), e a promoção natural, conhecida como Otimização em Buscadores. No PPC selecionam-se palavras-chave e paga-se uma quantia aos buscadores para que os resultados apareçam numa área especial (conhecida como links patrocinados). A Otimização em Buscadores é mais abrangente. Nela, os sites são otimizados para que seu conteúdo apareça naturalmente nos resultados de todos os buscadores comumente utilizados pelos internautas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ao contrário das dificuldades que os anúncios em banners vêm encontrando, a promoção em buscadores vem se firmando e já se mostra como uma alternativa forte e rentável para a publicidade online - tanto para os anunciantes como para os especialistas do setor. É a relação ganha-ganha que tanto almejamos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ferramentas de busca consagradas como Yahoo e Google já apresentam sinais de equilíbrio e começam a apontar para uma presença altamente rentável no mercado internet. O Yahoo virou notícia no mês passado ao apresentar lucros que superaram as previsões mais otimistas. O Google já entrou arrebentando, em pouco tempo de existência já se tornou um dos maiores xodós da web e vira-e-mexe é notícia (sempre positiva), aqui no Brasil subiu duas posições no competido ranking de posições do Ibope, faturando o sétimo lugar (o Yahoo é quinto).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A força deste segmento pode ser melhor retratada se tomarmos o mercado americano como modelo. Lá já existem centenas de empresas focadas exclusivamente em promoção na web. No começo do ano, enquanto o mercado de publicidade em banners declinava o serviço de promoção em buscadores ascendia a todo o vapor.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para se ter uma idéia, eventos (congressos e workshops) focados no tema mais do que dobraram seu público nos EUA. E o melhor, este público, anteriormente formado quase que 100% por profissionais do ramo, já recebe grande número de inscrições de engravatados do setor de investimento financeiro e de profissionais de marketing e publicidade das maiores empresas offline do mercado mundial.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Mercado brasileiro&lt;/b&gt; - Este tipo de serviço ainda está dando seus primeiros passos no mercado tupiniquim. Este ano já tivemos uma pequena amostra do que está por vir. Em fevereiro, o TeRespondo, empresa que oferece promoção PPC nos buscadores do UOL, BOL e Aonde, injetou US$ 1 milhão em suas operações na América Latina, tendo como foco principal o mercado brasileiro.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por se tratar de um mercado novo, temos mais um motivo para apostar nele: com a concorrência menos acirrada as promoções acabam sendo muito mais fáceis e, conseqüentemente, mais baratas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As oportunidades estão aí para quem souber aproveitá-las. Vai encarar?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;autor:&lt;/b&gt; Alexandre Kavinski&lt;br /&gt;&lt;b&gt;fonte:&lt;/b&gt; &lt;a href="http://allameda.locaweb.com.br/app/site/artigos_detalhes.asp?id=353" target="_blank"&gt;allameda&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6979951-116040058392442989?l=ifdcom.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://ifdcom.blogspot.com/feeds/116040058392442989/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6979951&amp;postID=116040058392442989&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6979951/posts/default/116040058392442989'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6979951/posts/default/116040058392442989'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://ifdcom.blogspot.com/2006/10/webvertising-promoo-em-buscadores.html' title='Webvertising: promoção em buscadores'/><author><name>Iris | IFD</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_u6V07yMPncY/TSJ6zwha1mI/AAAAAAAAAnU/ucuRJ_1uzrI/S220/iris_ifd.png'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6979951.post-116023014886050897</id><published>2006-10-07T11:09:00.000-03:00</published><updated>2006-10-07T11:09:09.086-03:00</updated><title type='text'>Fatores que melhoram (ou não) o pagerank de um site</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;i&gt;Os buscadores vasculham o conte&amp;uacute;do de seu site de tempos em tempos e decidem se ele &amp;eacute; relevante ou n&amp;atilde;o para as palavras que as pessoas digitam nas buscas. Veja algumas coisas que eles levam em considera&amp;ccedil;&amp;atilde;o.&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;SEO (Search Engine Optimization) &amp;eacute; um termo utilizado para designar o trabalho de melhorar o pagerank do site, ou seja, fazer com que um site seja melhor exibido nos dispositivos de busca.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Veremos aqui alguns fatores considerados importantes para melhorar (ou prejudicar) o pagerank de um site. Com o objetivo de aumentar o n&amp;uacute;mero de visitas atrav&amp;eacute;s de dispositivos de busca, os 10 fatores mais importantes seriam:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;    * Tag Title&lt;br /&gt;    * Texto dos links&lt;br /&gt;    * Uso de palavras-chave no documento&lt;br /&gt;    * Acessibilidade do documento&lt;br /&gt;    * Links para p&amp;aacute;ginas internas&lt;br /&gt;    * Assunto principal do documento&lt;br /&gt;    * Links externos&lt;br /&gt;    * Popularidade: links para o site&lt;br /&gt;    * Popularidade global do site&lt;br /&gt;    * Spam de palavras-chave&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Tag Title&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&amp;Eacute; uma das primeiras coisas definidas no HTML. Ser&amp;aacute; esse o t&amp;iacute;tulo do site, o que aparece no topo da janela do navegador, ou na barra inferior. Ele pode ajudar a definir palavras chave para o site de de ele trata. Evite colocar &amp;#8220;lixo&amp;#8221; nessa parte (como caracteres diferentes ou palavras que n&amp;atilde;o t&amp;ecirc;m a ver com o site).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Texto dos links&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os dispositivos de busca conferem se o texto procurado est&amp;aacute; tamb&amp;eacute;m dentro do link. &amp;Eacute; bom que esteja, para dar mais peso. Evite escrever &amp;#8220;clique aqui&amp;#8221; e usar sin&amp;ocirc;nimos.&lt;br /&gt;Uso de palavras-chave do documento&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O uso das palavras que s&amp;atilde;o procuradas no texto (uma olhada nos logs das palavras que mais chegam no site &amp;eacute; uma boa).&lt;br /&gt;Acessibilidade do documento&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Se os spiders n&amp;atilde;o conseguem chegar ao site, n&amp;atilde;o conseguir&amp;atilde;o indexar. Dificuldades na indexa&amp;ccedil;&amp;atilde;o podem acontecer por erros de diversos fatores, como links quebrados, requisi&amp;ccedil;&amp;atilde;o de plugins ou mesmo redirecionamento por url que os spiders n&amp;atilde;o conseguem seguir.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Links para p&amp;aacute;ginas internas&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A import&amp;acirc;ncia de uma p&amp;aacute;gina em toda a arquitetura do site pode ser medida atrav&amp;eacute;s da quantidade de links internos que levam a ela. Uma p&amp;aacute;gina mais linkada internamente &amp;eacute; mais considerada do que outra que quase n&amp;atilde;o tem links.&lt;br /&gt;Assunto principal do site&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Definir bem o nicho do site pode ajudar a ter um ranking melhor. Ao definir seu objetivo principal, as buscas por termos relacionados t&amp;ecirc;m mais chances de chegar ao seu site. Desta forma um site &amp;#8220;pequeno&amp;#8221; pode aparecer antes de sites grandes, mas sem conte&amp;uacute;do principal facilmente definido, como a Wikipedia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Links externos&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sites de fora apontando para o site d&amp;atilde;o mais for&amp;ccedil;a e confiabilidade. Mas a import&amp;acirc;ncia dada a esse fator depende tamb&amp;eacute;m do site que leva ao seu.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Popularidade dos links no nicho pesquisado&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;S&amp;atilde;o formadas comunidades de links, onde um site leva a outro, que leva a outro site, que leva a outro site, que leva ao primeiro. A popularidade do site na comunidade pesquisada tamb&amp;eacute;m conta bastante no pagerank.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Popularidade global do site&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&amp;Eacute; a quantidade de links de sites com pagerank bom (ou n&amp;atilde;o) ao seu site. Quanto melhor o pagerank do site que linka o seu, melhor para voc&amp;ecirc;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Spam de palavras-chave&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Encher de palavras-chave na tentativa de parecer mais &amp;#8220;relevante&amp;#8221; pode causar um ranking ruim.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Outros fatores interessantes s&amp;atilde;o:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Sem&amp;acirc;ntica do documento.&lt;/b&gt; &amp;Eacute; a utiliza&amp;ccedil;&amp;atilde;o correta das tags de t&amp;iacute;tulo (h1), de par&amp;aacute;grafo (p), de subt&amp;iacute;tulos (h2) e assim dando relev&amp;acirc;ncia aos pontos certos do documento, e ao site como um todo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Idade do site.&lt;/b&gt; Calculados com base no tempo em que o primeiro spider chegou at&amp;eacute; o site. Sites mais antigos podem ser considerados mais &amp;#8220;confi&amp;aacute;veis&amp;#8221;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Meta tags. &lt;/b&gt;Tags colocadas entre o (head) e o (/head), por exemplo a de descri&amp;ccedil;&amp;atilde;o do site (meta name=&amp;#8221;Description&amp;#8221; content=&amp;#8221;Descri&amp;ccedil;&amp;atilde;o&amp;#8221;). &amp;Eacute; question&amp;aacute;vel sua influ&amp;ecirc;ncia no geral, pela facilidade de manipula&amp;ccedil;&amp;atilde;o.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Uso de &amp;#8220;Alt&amp;#8221; em tags de imagem.&lt;/b&gt; &amp;Eacute; o uso da propriedade alt na hora de inserir uma tag de imagem (img alt=&amp;#8221;texto a ser exibido&amp;#8221;). Pode ser mais considerada em buscas espec&amp;iacute;ficas por imagens.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Tamanho dos arquivos.&lt;/b&gt; Para alguns dispositivos o tamanho pode influenciar, sempre baseado nas palavras usadas. As vezes um artigo maior (baseado no n&amp;uacute;mero de palavras) pode ser mais relevante, outras vezes algo mais sint&amp;eacute;tico &amp;eacute; melhor.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;H&amp;iacute;fens no nome do dom&amp;iacute;nio.&lt;/b&gt; Em alguns casos, o uso de h&amp;iacute;fens pode sugerir uma qualidade menor, ou mesmo um site de spam.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Exist&amp;ecirc;ncia de mapa do site ou busca no site .&lt;/b&gt; Analisado pelo texto do link. Pode ser entendido como um site mais confi&amp;aacute;vel.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Extens&amp;atilde;o do dom&amp;iacute;nio.&lt;/b&gt; Extens&amp;otilde;es como &amp;#8220;.edu&amp;#8221; , &amp;#8220;.gov&amp;#8221;, &amp;#8220;.mil&amp;#8221; ganham mais relev&amp;acirc;ncia no geral do que &amp;#8220;.com&amp;#8221;, &amp;#8220;.net&amp;#8221;, e outras.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;T&amp;iacute;tulo no link.&lt;/b&gt; Pode ser utilizado para avaliar a relev&amp;acirc;ncia dos links. Pode ser mais importante ainda em casos que n&amp;atilde;o h&amp;aacute; texto no link, ou ele n&amp;atilde;o faz nenhum sentido (como &amp;#8220;clique aqui&amp;#8221;, ou uma seta &amp;#8220;-&gt;&amp;#8221;).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Tamanho da URL.&lt;/b&gt; &amp;Eacute; um componente que se analisa para ponderar a confian&amp;ccedil;a do site. URLs longas podem ser interpretadas como n&amp;atilde;o-us&amp;aacute;veis, ou spam.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Links quebrados.&lt;/b&gt; Os famosos erros 404 t&amp;ecirc;m um impacto negativo para os dispositivos de busca.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Todas os fatores mencionados aqui t&amp;ecirc;m o objetivo de melhorar o ranking de forma l&amp;iacute;cita, sem nenhum tentativa de burlar os sistemas de busca. E vale lembrar que pr&amp;aacute;ticas que procuram enganar os sistemas de busca para melhorar o pagerank resultam em puni&amp;ccedil;&amp;otilde;es muitas vezes graves, como a n&amp;atilde;o indexa&amp;ccedil;&amp;atilde;o das p&amp;aacute;ginas do site, ou seja, o site deixa de aparecer nos resultados de busca.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Recomendo a leitura do artigo &lt;a href="http://www.seomoz.org/articles/search-ranking-factors.php" target="_blank"&gt;Search Engine Ranking Factors (em ingl&amp;ecirc;s&lt;/a&gt;) &lt;img src="http://www.ispag.ch/cmslight/isp/img/external_link.gif" title="" border="0"&gt;, muito completo, onde tamb&amp;eacute;m s&amp;atilde;o abordados muitos pontos vistos aqui. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;autor:&lt;/b&gt; Rochester Oliveira&lt;br /&gt;&lt;b&gt;fonte:&lt;/b&gt; &lt;a href="http://webinsider.uol.com.br/index.php/2006/09/19/fatores-que-melhoram-ou-nao-o-pagerank-de-um-site/" target="_blank"&gt;webinsider&lt;/a&gt; &lt;img src="http://www.ispag.ch/cmslight/isp/img/external_link.gif" title="" border="0"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6979951-116023014886050897?l=ifdcom.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://ifdcom.blogspot.com/feeds/116023014886050897/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6979951&amp;postID=116023014886050897&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6979951/posts/default/116023014886050897'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6979951/posts/default/116023014886050897'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://ifdcom.blogspot.com/2006/10/fatores-que-melhoram-ou-no-o-pagerank.html' title='Fatores que melhoram (ou n&amp;atilde;o) o pagerank de um site'/><author><name>Iris | IFD</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_u6V07yMPncY/TSJ6zwha1mI/AAAAAAAAAnU/ucuRJ_1uzrI/S220/iris_ifd.png'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6979951.post-116014383209721031</id><published>2006-10-06T11:09:00.000-03:00</published><updated>2006-10-23T12:43:50.156-03:00</updated><title type='text'>IFDBlog no COKE Ring</title><content type='html'>&gt;&gt; entre no novo endereço do &lt;a style="font-weight: bold;" href="http://www.ifd.com.br/blog/"&gt;IFDBlog&lt;/a&gt; clicando na imagem acima, lá você encontrará todos os posts que estavam aqui. Obrigada pela compreensão.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6979951-116014383209721031?l=ifdcom.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://ifdcom.blogspot.com/feeds/116014383209721031/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6979951&amp;postID=116014383209721031&amp;isPopup=true' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6979951/posts/default/116014383209721031'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6979951/posts/default/116014383209721031'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://ifdcom.blogspot.com/2006/10/ifdblog-no-coke-ring.html' title='IFDBlog no COKE Ring'/><author><name>Iris | IFD</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_u6V07yMPncY/TSJ6zwha1mI/AAAAAAAAAnU/ucuRJ_1uzrI/S220/iris_ifd.png'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6979951.post-116005169875123728</id><published>2006-10-05T09:34:00.000-03:00</published><updated>2006-10-05T09:34:58.776-03:00</updated><title type='text'>Gerenciar o seu tempo é uma questão de disciplina</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;i&gt;As técnicas de planejamento e organização do trabalho não servem para nada quando a gestão enfrenta a falta de uma competência pessoal: a disciplina. Sua ou dos outros.&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Administrar o tempo para dar conta da imensidão de tarefas e do frenesi causado por demandas de naturezas variadas, com prazo fixado geralmente para “ontem”… Quem não vive situações assim?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Uma boa orientação indicará a adoção das regras de planejamento: defina as tarefas para o período escolhido, fixe os prazos para concluí-las, estabeleça o modo como serão executadas… e mãos à obra. Não se esqueça de fazer o acompanhamento para o devido controle.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Assim como nas incumbências institucionais, o planejamento e a organização na esfera pessoal são indispensáveis. Adote-se as mesmas regras acima descritas, inserindo o atendimento das demandas do estômago (nada de almoçar sanduíche na sala de trabalho), da saúde (nem pensar em desmarcar pela enésima vez aquele médico), etc, etc, etc. Atenção: trate as exceções como exceção; não permita que elas se tornem a regra.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;A prática&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tudo planejado, sem maiores dificuldades, mas os resultados almejados não se concretizam. Onde erramos? O que faltou ser previsto?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A execução esbarrou em alguma coisa. Ou em alguém? Sim. Esbarrou naquele alguém a quem cabia executar e para quem, aliás em parceria com ele mesmo, tudo foi cuidadosamente planejado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ineficiência? Descompromisso? Nem sempre. O que ocorre é um fato também não raro de incapacidade de se manter no caminho traçado, mesmo com a previsão de possíveis desvios.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Essa incapacidade é gerada pela falta de disciplina, uma virtude natural e espontânea, que se traduz na ordem e na harmonia das ações. Se não há o traço da virtude, é preciso desenvolver a competência.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O exercício da disciplina pressupõe o máximo de esforço do indivíduo no serviço de auto-aprimoramento, o que deverá receber o auxílio da capacitação, a partir de um plano de desenvolvimento individual.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Organização e desapego&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Outra barreira que se apresenta é a incapacidade de organização, desde a administração do espaço de trabalho até a priorização de tarefas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As mesas de trabalhos são regidas pelos fantasmas denominados “eu posso precisar um dia …”, permanecendo entulhadas de papéis (anotações inservíveis, cópias de cópias já arquivadas, bilhetes, cartões de visitas de quem nem mais é lembrado) e de apostilas não mais consultadas, causando inconfessável desconforto mental.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É preciso adotar (e exercitar) o desapego.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os fantasmas serão substituídos pela crença e constatação de que há uma infinidade de fontes e de recursos para se obter ou armazenar aquelas “preciosas” informações.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pode parecer caso de um passado bem distante, mas, creia, ele existe e causa sofrimento.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As teorias administrativas se moldam às necessidades de cada tempo. A prática caberá sempre ao ser humano cuja natureza, por si só, encerra deficiências a serem identificadas, consideradas e superadas pelo esforço pessoal e intransferível de aprimoramento.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;autor:&lt;/b&gt; Mércia Sander&lt;br /&gt;&lt;b&gt;fonte:&lt;/b&gt; http://webinsider.uol.com.br/&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6979951-116005169875123728?l=ifdcom.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://ifdcom.blogspot.com/feeds/116005169875123728/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6979951&amp;postID=116005169875123728&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6979951/posts/default/116005169875123728'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6979951/posts/default/116005169875123728'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://ifdcom.blogspot.com/2006/10/gerenciar-o-seu-tempo-uma-questo-de.html' title='Gerenciar o seu tempo é uma questão de disciplina'/><author><name>Iris | IFD</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_u6V07yMPncY/TSJ6zwha1mI/AAAAAAAAAnU/ucuRJ_1uzrI/S220/iris_ifd.png'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6979951.post-115996869906731750</id><published>2006-10-04T10:31:00.000-03:00</published><updated>2006-10-04T10:38:06.806-03:00</updated><title type='text'>Mídia online ganha com a proibição do outdoor?</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;i&gt;Aprovado o projeto de lei que prevê a extinção de outdoors e painéis eletrônicos em São Paulo, resta uma dúvida: os anunciantes vão utilizar mais a web para atingir seus públicos?&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A Câmara Municipal de São Paulo aprovou um projeto de lei que prevê a extinção de outdoors e painéis eletrônicos. O nome do projeto já diz todo o argumento usado para sua aprovação: Cidade limpa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas não é só o outdoor que vai sumir, praticamente toda mídia exterior vai deixar de existir em São Paulo. Outdoors, cartazes, lambe-lambes (cartazes enormes colados em muros), empenas (cartazes gigantescos que ocupam as laterais de prédios), enfim, só restará propaganda em mobiliários públicos como bancos de praça e pontos de ônibus.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Uma cidade mais limpa&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;De fato há um exagero na exploração da mídia exterior em São Paulo. Um dos motivos é que em São Paulo, assim como em outras grandes cidades, o publicitário não precisa pensar na mídia exterior como uma peça que precisa comunicar rápido. Com o trânsito totalmente parado de todos os dias, o paulistano passa horas olhando para os lados. Com tanto carro na rua, a mídia exterior se tornou irresistível.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;De acordo com a prefeitura, há cerca de 20 mil anúncios deste tipo em São Paulo. Realmente não há onde parar os olhos sem ver uma sacadinha interessante, uma foto bonita de alguma marca de moda, ou mesmo um daqueles cartazes que nos fazem torcer o nariz.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Para onde vamos olhar agora?&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sinceramente, eu gosto de outdoor. Quando eu comecei a estudar design, meu sonho era fazer um desses. Agora fico pensando: para onde vou olhar quando estiver parado no trânsito, para os prédios?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Com todo respeito aos arquitetos - profissão prima do design - eu prefiro olhar cartazes como este da Cicarelli seminua para a Hope, cobrindo toda a lateral de um prédio, do que ver a lateral do prédio.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas, deixando de lado a brincadeira, é claro que nem só de Cicarellis vive a propaganda em mídia exterior em São Paulo. Às vezes realmente a poluição visual é mais um elemento para nos tornar os notórios estressados que somos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A verba vai para a mídia online&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Conversamos com Julio Albieri, presidente do SEPEX (Sindicato das Empresas de Publicidade Exterior de São Paulo). De acordo com ele, este mercado movimenta R$ 240 milhões por ano. Para onde vai esta verba?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Muitos dos anunciantes são empresas pequenas, que não têm condições de pagar por um anúncio em televisão e outras mídias mais caras. Verão na web uma alternativa para a comunicação com o público? Poderão se beneficiar da alta capilaridade, da participação do usuário, da interatividade e dos diversos formatos, como texto, áudio e vídeo?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A web tem um poder que o outdoor dificilmente teria: mensurar seus resultados, comprovando o retorno sobre o investimento. Há também os links patrocinados, onde o anunciante só paga pelo clique que o anúncio receber, ou seja, só paga se a campanha der resultado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Haverá realmente um aquecimento do mercado online em São Paulo? O outdoor é realmente um crime contra a beleza da cidade? Outras cidades deveriam seguir o exemplo? Dê sua opinião.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;autor:&lt;/b&gt; Gilberto Alves Jr.&lt;br /&gt;&lt;b&gt;fonte:&lt;/b&gt; &lt;a href="http://webinsider.uol.com.br/index.php/2006/09/29/midia-online-ganha-com-a-proibicao-do-outdoor-em-sao-paulo/" target="_blank"&gt;webinsider&lt;/a&gt; &lt;img src="http://www.ispag.ch/cmslight/isp/img/external_link.gif" title="" border="0" /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6979951-115996869906731750?l=ifdcom.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://ifdcom.blogspot.com/feeds/115996869906731750/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6979951&amp;postID=115996869906731750&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6979951/posts/default/115996869906731750'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6979951/posts/default/115996869906731750'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://ifdcom.blogspot.com/2006/10/mo-do-outdoor.html' title='M&amp;iacute;dia online ganha com a proibi&amp;ccedil;&amp;atilde;o do outdoor?'/><author><name>Iris | IFD</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_u6V07yMPncY/TSJ6zwha1mI/AAAAAAAAAnU/ucuRJ_1uzrI/S220/iris_ifd.png'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6979951.post-115962756160001185</id><published>2006-09-30T11:42:00.000-03:00</published><updated>2006-10-04T10:30:31.553-03:00</updated><title type='text'>Endomarketing nas instituições de saúde</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;A idéia de que a atividade de marketing nas instituições de saúde (sobretudo em hospitais) é responsável somente pela propaganda já está ultrapassada. A área de marketing nos hospitais deve ser atuante e auxiliar no planejamento de todas as ações realizadas pela empresa com o objetivo de atingir o seu público alvo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A responsabilidade do marketing em um hospital é, por exemplo, garantir o melhor encaminhamento visando à solução quanto ao problema básico do paciente mas, também, ampliar a satisfação oferecendo valores adicionais. Dessa maneira, a sutura, o gesso ou a intervenção cirúrgica podem ser aliadas a um conjunto de valores agregados ao paciente como a disponibilidade de acesso a internet, farmácia, bancos e outros serviços. Além disso, podem-se oferecer orientações alimentares, sugerir exercícios e acompanhamento psicológico, tudo isso como forma não só de agradar o paciente mas de facilitar a sua recuperação.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Desse modo, o marketing hospitalar não estará criando necessidades no paciente, muito menos o ludibriando. Estará, sim, trabalhando para a satisfação plena dos seus desejos e necessidades, aspecto fundamental para o crescimento das organizações. Na atualidade o marketing hospitalar não pode ser mais tratado como um detalhe dispensável dentro da instituição. Pelo contrario, deve participar ativamente para que a instituição tenha um comportamento organizacional competitivo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Porém, muito se questiona se as situações citadas não elevariam os custos hospitalares, o que poderia comprometer o seu funcionamento. Entendo que tal questionamento demonstra uma visão míope em relação aos desafios de uma gestão moderna no segmento da saúde, pois se deve ter a consciência de que a satisfação do paciente é um componente fundamental nesta relação de custo-benefício.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O maior desafio do marketing é trabalhar incansavelmente para que a imagem projetada pela organização seja coerente com a sua identidade. Nos momentos em que os pacientes, funcionários e outros segmentos de público interagem com a organização, não pode haver dúvida sobre a filosofia de trabalho daqueles que estão ali empenhados para salvar vidas e dedicar ao paciente a atenção e o conforto necessários à sua recuperação.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por isso, a aplicação do conceito de endomarketing no segmento de saúde tem um importante papel nesse processo, auxiliando no gerenciamento interno das atividades mercadológicas necessárias e garantindo serviços que possam atrair e fidelizar clientes/pacientes potenciais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O endomarketing funciona como um processo gerencial holístico para integrar múltiplas funções da empresa consolidando uma base cultural e o comprometimento com todos os envolvidos no atendimento, visando:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;* Garantir a prática da estratégia de atendimento definido pela empresa&lt;br /&gt;* A manutenção de um clima ideal de valorização e reconhecimento das pessoas envolvidas no atendimento&lt;br /&gt;* A obtenção de índices maiores de produtividade, qualidade e satisfação de clientes/pacientes com conseqüente redução de custos&lt;br /&gt;* O estabelecimento de canais adequados de comunicação pessoal e interpessoal, que permitirão a eliminação de conflitos e insatisfações, que possam afetar o sistema organizacional&lt;br /&gt;* Estabelecimento de ações gerenciais corretivas e preventivas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A premissa do endomarketing é de que uma troca interna entre a organização e as equipes de colaboradores devem funcionar eficazmente antes que a empresa possa ter êxito no alcance de suas metas relativas aos mercados externos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em teoria este conceito é bom. Entretanto, na prática ele é perigoso se não houver uma compreensão ou uma predisposição entre os colaboradores de cumprir de forma adequada o prometido aos clientes/pacientes na garantia do serviço. O risco é que este meio de competição, por si excelente, se tornará, ao contrário, um veículo para o desastre.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;autor:&lt;/span&gt;  Luiz Claudio Zenone&lt;br /&gt;&lt;b&gt;fonte:&lt;/b&gt; &lt;a href="http://allameda.locaweb.com.br/app/site/artigos_detalhes.asp?id=328" target="_blank"&gt;allameda &lt;img src="http://www.ispag.ch/cmslight/isp/img/external_link.gif" title="" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6979951-115962756160001185?l=ifdcom.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://ifdcom.blogspot.com/feeds/115962756160001185/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6979951&amp;postID=115962756160001185&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6979951/posts/default/115962756160001185'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6979951/posts/default/115962756160001185'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://ifdcom.blogspot.com/2006/09/endomarketing-nas-instituies-de-sade.html' title='Endomarketing nas instituições de saúde'/><author><name>Iris | IFD</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_u6V07yMPncY/TSJ6zwha1mI/AAAAAAAAAnU/ucuRJ_1uzrI/S220/iris_ifd.png'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6979951.post-115945466111102785</id><published>2006-09-28T11:44:00.000-03:00</published><updated>2006-09-29T22:01:20.476-03:00</updated><title type='text'>Internet não fez a diferença nesta eleição sem graça</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;i&gt;Os meses que antecederam a eleição foram marcados por prognósticos otimistas em relação a participação da web no pleito. A poucos dias da votação, a promessa ficou no papel.&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O rigor na lei eleitoral após a série de escândalos que varreu o país nos últimos meses fez com que alguns marqueteiros e analistas políticos vislumbrassem na internet um campo fértil para se chegar ao eleitor. Apenas vislumbraram, ao que parece.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Estamos a poucos dias de eleger um novo presidente, governador, senador e novas bancadas estaduais e federais e o que se vê na web é um marasmo quebrado apenas por spams inconvenientes (redundante, né?) e vídeos no You Tube tirando sarro dos políticos mais estranhos, por assim dizer, de nosso cenário político.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O movimento mais marcante, por enquanto, é a briga blogs x Sarney que anda mexendo com os brios do ex-presidente lá pelo Norte do país. Fora isso, quase todos os candidatos, com raríssimas exceções, ignoram a internet e vêem apenas a TV como tábua de salvação para a conquista do voto.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Apesar de poderosa, a internet não faz milagres. Não é de um dia para o outro que um político vai fazer diferença na web. É preciso cativar o leitor/eleitor e esse é um trabalho a ser construído ao longo de anos, que não combina com o imediatismo que anda ao lado do desconhecimento do potencial da web.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Poucos políticos brasileiros mantém sites dignos de nota. Em geral, a maioria trata com descaso suas páginas pessoais. Perdem ali a oportunidade de criar um relacionamento com seu público eleitor. Mante-los fidelizados, cientes de sua atividade parlamentar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A Internet é povoada por formadores de opinião dispostos a contribuir.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Vejamos a participação brasileira no Orkut. Avassaladora, não? Somos campeões de navegação aqui e ali e nossos adolescentes passam horas e mais horas discutindo em sites de relacionamento todo e qualquer assunto, dos mais fúteis aos mais relevantes.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Logo eles, os eleitores das próximas eleições. Logo eles, que pouco ligam para a TV e “blogam” e “fotoblogam” de forma frenética. E os números não me deixam mentir: ao começar o horário eleitoral gratuito, segundo dados publicados por uma revista de circulação nacional, o tráfico na web aumenta em 30%.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Um político não deve desprezar qualquer tipo de mídia. Uma campanha se faz em detalhes. O santinho distribuído na rua é tão importante quanto o e-mail marketing. A tática é não excluir, mas sim integrar: um veículo complementa o outro. A TV ainda é a mais abrangente e muda sim os rumos de uma eleição, mas a web, se não a transforma, a solidifica a longo prazo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Internet não fez diferença&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nesta eleição sem brilho a internet não fez diferença e navegou na onda da mesmice gerada pela cobertura da mídia em geral. Talvez o caso isolado do prefeito da cidade do Rio de Janeiro, que no início da campanha para o governo do estado teve sua caixa postal invadida e não negou ter usado a web para criar rumores e boatos falsos, entre nos livros de história como feito a ser registrado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Foram poucos e quase nulos os efeitos da internet nesta eleição. Blogs de jornalistas e analistas políticos deram o charme e estes, vamos relembrar, entraram nos bookmarks brasileiros a partir da avidez por informação gerada pelo Mensalão. Naquela ocasião, caiu o mito do brasileiro alheio a tudo. E devia ter caído o mito de que a web não influencia a opinião pública.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mais do que uma certa implicância e até preconceito (internet é coisa para poucos!), vejo como causas do “mau” uso da rede o desconhecimento e despreparo de uma dezena de profissionais para lidar com a web. Um desconhecimento que gera uma visão destorcida, porque a internet, se não dita os rumos de uma eleição, ajuda e muito a criar fatos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Citando um famoso sociólogo, que em maio deste ano disse ser a web “uma Bélgica” como veículo de propagação de opiniões na sociedade, com capacidade até de ditar a agenda da mídia, deixo no ar a pergunta: por que a web não decolou como ferramenta de marketing político? Fora os sites de campanhas, acessados quase que exclusivamente por jornalistas, indago porque o chamado marketing de relacionamento é ignorado de forma completa pela classe política brasileira.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;O cenário muda em 2008?&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ficamos na promessa de ver nas próximas eleições um aproveitamento melhor da internet. Até lá, muito será questionado sobre o papel da mídia impressa e suas garantias de sobrevivência no futuro. O mesmo acontecerá com a televisão, meio que atualmente absorve o impacto do You Tube. Até lá (será?), a web deixe de ser uma surpresa para ser tratada de fato como ferramenta e instrumento de relacionamento.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O mensalão deixou exposto a incrível capacidade do público brasileiro de interagir. Qual jornal de grande circulação atualmente não conta com dezenas de blogs cada vez mais segmentados?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Seja suja, seja tirando sarro, seja séria, a campanha na internet tem tudo para pegar. Tomara que nossos candidatos acordem a tempo. Nessa eleição, infelizmente, a internet não fez diferença.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;autora:&lt;/b&gt; Nara Franco&lt;br /&gt;&lt;b&gt;fonte:&lt;/b&gt; &lt;a href="http://webinsider.uol.com.br/index.php/2006/09/28/internet-nao-fez-a-diferenca-nesta-eleicao-sem-graca/"&gt;webinsider&lt;/a&gt; &lt;img src="http://www.ispag.ch/cmslight/isp/img/external_link.gif" title="" border="0" /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6979951-115945466111102785?l=ifdcom.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://ifdcom.blogspot.com/feeds/115945466111102785/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6979951&amp;postID=115945466111102785&amp;isPopup=true' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6979951/posts/default/115945466111102785'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6979951/posts/default/115945466111102785'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://ifdcom.blogspot.com/2006/09/internet-no-fez-diferena-nesta-eleio.html' title='Internet não fez a diferença nesta eleição sem graça'/><author><name>Iris | IFD</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_u6V07yMPncY/TSJ6zwha1mI/AAAAAAAAAnU/ucuRJ_1uzrI/S220/iris_ifd.png'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6979951.post-115936932755426485</id><published>2006-09-27T12:02:00.000-03:00</published><updated>2006-09-27T12:02:08.576-03:00</updated><title type='text'>O importante não é apagar incêndios. O importante é planejar</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;Atualmente, no Brasil, &amp;eacute; impressionante o n&amp;uacute;mero de empresas que aproveitam algum modismo ou oportunismo de mercado existente. Essas empresas esquecem, n&amp;atilde;o sabem ou simplesmente resolvem n&amp;atilde;o aplicar uma das ferramentas mais importantes em qualquer organiza&amp;ccedil;&amp;atilde;o ou empreendimento de sucesso: o planejamento.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A busca desesperadora pelos lucros &amp;eacute; t&amp;atilde;o grande que elas pr&amp;oacute;prias nascem esquecendo ou deixando de lado fatores important&amp;iacute;ssimos. Se a empresa est&amp;aacute; buscando lucros, sobreviv&amp;ecirc;ncia, retorno sobre investimento, metas de crescimento ou participa&amp;ccedil;&amp;atilde;o de mercado, isso deve estar bem definido em qualquer neg&amp;oacute;cio.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O planejamento estrat&amp;eacute;gico &amp;eacute; o processo que realmente mobiliza as pessoas e a empresa para construir e escolher que tipo de futuro deseja. Ele n&amp;atilde;o pode ser ignorado t&amp;atilde;o facilmente como est&amp;aacute; acontecendo hoje.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O estabelecimento da vis&amp;atilde;o do neg&amp;oacute;cio ocorrer&amp;aacute; quando estrat&amp;eacute;gias n&amp;atilde;o convencionais, desconhecidas e contra intuitivas forem consideradas. Exigindo que sejam levados em considera&amp;ccedil;&amp;atilde;o quatro componentes fundamentais de uma boa estrat&amp;eacute;gia : clientes, fornecedores, concorrentes e a empresa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Uma estrat&amp;eacute;gia pr&amp;oacute; ativa frequentemente come&amp;ccedil;a com objetivos de neg&amp;oacute;cio e com requisitos de servi&amp;ccedil;o aos clientes. Cada elo da empresa deve ser planejado e balanceado com todos os outros, em um processo integrado de planejamento. O projeto do sistema de gest&amp;atilde;o e controle dever&amp;aacute; completar o ciclo de planejamento da empresa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Existem v&amp;aacute;rios n&amp;iacute;veis de planejamentos existentes. Por&amp;eacute;m, todos devem ser capazes de responder aos questionamentos de : o qu&amp;ecirc; ? quando ? como ? e onde ? seja no n&amp;iacute;vel estrat&amp;eacute;gico, t&amp;aacute;tico ou operacional.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O planejamento estrat&amp;eacute;gico &amp;eacute; considerado como sendo o planejamento de longo alcance, no qual o horizonte de tempo &amp;eacute; maior do que um ano, sendo muito comum nas empresas brasileiras encontrarmos planejamentos da ordem de cinco anos. Devido ao seu planejamento temporal longo, o planejamento estrat&amp;eacute;gico opera com dados que s&amp;atilde;o frequentemente incompletos e imprecisos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O planejamento t&amp;aacute;tico envolve um horizonte de tempo intermedi&amp;aacute;rio, geralmente um ano ou menos. E o planejamento operacional &amp;eacute; considerado a tomada de decis&amp;atilde;o de curto prazo, frequentemente feita em horas, dias ou semanas. Nesse &amp;uacute;ltimo tipo de planejamento, &amp;eacute; comum encontrarmos dados muito acurados e precisos, e seus m&amp;eacute;todos devem ser capazes de manipular um grande volume de dados.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Portanto, nos pr&amp;oacute;ximos anos, as empresas que n&amp;atilde;o forem capazes de ter um planejamento e vis&amp;atilde;o clara de como diferenciar-se uma das outras e serem &amp;uacute;nicas no que fazem, ser&amp;atilde;o facilmente aniquiladas pelos concorrentes.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Podemos concluir que diante de tantas transforma&amp;ccedil;&amp;otilde;es que est&amp;atilde;o ocorrendo nesses &amp;uacute;ltimos anos, qualquer empresa que deseja ter sucesso, ter&amp;aacute; que ajustar seu perfil e n&amp;atilde;o se esquecer : planejar &amp;eacute; preciso.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;autor:&lt;/b&gt; Cristiano Cecatto&lt;br /&gt;&lt;b&gt;fonte:&lt;/b&gt; &lt;a href="http://allameda.locaweb.com.br/app/site/artigos_detalhes.asp?id=530"&gt;allameda&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6979951-115936932755426485?l=ifdcom.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://ifdcom.blogspot.com/feeds/115936932755426485/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6979951&amp;postID=115936932755426485&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6979951/posts/default/115936932755426485'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6979951/posts/default/115936932755426485'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://ifdcom.blogspot.com/2006/09/o-importante-n-planejar.html' title='O importante n&amp;atilde;o &amp;eacute; apagar inc&amp;ecirc;ndios. O importante &amp;eacute; planejar'/><author><name>Iris | IFD</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_u6V07yMPncY/TSJ6zwha1mI/AAAAAAAAAnU/ucuRJ_1uzrI/S220/iris_ifd.png'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6979951.post-115927729105852668</id><published>2006-09-26T10:26:00.000-03:00</published><updated>2006-09-26T10:28:11.190-03:00</updated><title type='text'>Não fale conosco pelo Fale Conosco, entende?</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;i&gt;Pesquisas confirmam o que você já deve ter sentido na pele: a maioria das empresas ignora os e-mails dos clientes. Veja por que o ‘Fale conosco’ não funciona e como transformá-lo em um verdadeiro canal de comunicação.&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Metade das empresas avaliadas pelo jornal O Globo foi reprovada em um teste do ‘Fale conosco’, conforme matéria recente da seção Defesa do Consumidor. Outras pesquisas comprovam o que a gente já sabe: ou a resposta nunca chega, ou só serve para tirar o bom-humor. Um teste realizado pelo Instituto Qualibest, citado na reportagem, aponta preocupantes 44% de satisfação com o atendimento via internet. Mas, por que tanto descaso?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Aí é que está a pegadinha: o problema não é má vontade. A maioria das empresas tem dificuldades para gerenciar o conteúdo do site e – o mais importante – integrá-lo aos seus processos de atendimento. De um lado, fica o call center, com supervisão, treinamento, roteiros e metas de desempenho; do outro, um site autista, geralmente distante de quem coordena o 0800, com pouco ou nenhum controle de qualidade. O resultado não poderia ser diferente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ora, então por que abrir essa porta para o cliente? Muitas organizações criaram um ‘Fale conosco’ de forma impulsiva, sem planejar a administração das mensagens. É o tentador raciocínio do “nossos concorrentes têm, então nós também devemos ter”. No entanto, o site é apenas a ponta de um processo que, para funcionar, precisa envolver diversas áreas da empresa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Aqui vão alguns exemplos de ações para melhorar a qualidade do atendimento via internet.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Treinamento: além de ser mais sofisticado do que o atendimento telefônico, o e-mail registra formalmente a resposta da empresa. Se os atendentes não forem bem treinados em redação e nas particularidades do negócio, os problemas irão muito além de respostas demoradas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Formulários contextuais: cá entre nós, o cliente muitas vezes tem sua parcela de culpa. Quando envia um e-mail vago e incompleto, ele dá o saque em um irritante pingue-pongue com o SAC da empresa, que não pode fazer nada sem as informações necessárias.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Uma solução eficaz é criar um formulário para cada tipo de solicitação, devidamente categorizado no ‘Fale conosco’. Uma contestação de cobrança, por exemplo, deve incluir obrigatoriamente o código da fatura. Veja um bom exemplo no site da Brasil Telecom.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Conteúdo de qualidade: quanto mais completo e esclarecedor for o site, maiores as chances de o cliente resolver sua dúvida sem precisar entrar em contato. Uma boa gestão de conteúdo não apenas melhora a imagem da empresa, como reduz custos de atendimento e retenção de clientes. Um exemplo legal é a Central de Atendimento do Submarino.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Aliás, o bom e velho FAQ tem sido cada vez integrado ao ‘Fale conosco’. Muitas lojas virtuais, que precisam se manter enxutas para competir, exibem uma lista com perguntas freqüentes antes de encaminhar o cliente ao formulário de contato. Esse conteúdo precisa ser claro, atualizado e bem dividido, com pesquisa por tema, palavra-chave e outros filtros. Nada de listão, que cansa só de olhar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Modelos de resposta: ao criar e atualizar um banco de respostas padrão, a companhia agiliza o trabalho do atendente e uniformiza – dentro do possível – a comunicação. Mas lembre-se: os modelos devem servir de base para a resposta, e não um atalho para o preguiçoso “copiar-e-colar”. Mais uma razão para treinar e monitorar os funcionários do back office.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sinergia com o call center: quem mais capacitado do que a área de atendimento para sugerir novas questões para o FAQ e melhorias nos modelos de resposta? Um representante deve manter contato com o gestor de conteúdo do site para, aos poucos, concretizar essa integração. Não é fácil – principalmente onde os departamentos agem como feudos – mas os resultados compensam todo o esforço e as articulações políticas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pontos focais: não é só o call center que deve entrar no processo de atendimento virtual. As principais áreas da empresa – RH, Marketing, Comunicação, TI e outras – precisam ter um representante, cada uma, para servir de interface com a equipe do ‘Fale conosco’ no caso de dúvidas específicas. Essa figura também deve acompanhar a conclusão dos contatos, já que as respostas são redigidas pelo pessoal do atendimento.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Retirada estratégica: às vezes, a melhor forma de lidar com o ‘Fale conosco’ é não ter um. Nenhuma empresa (salvo exceções, por motivos regulatórios) é obrigada a prestar atendimento via internet, então para que insistir em um canal sem ter condições de mantê-lo?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Essas sugestões só arranham a superfície, para você ter uma idéia de como as empresas precisam investir para atender o cliente decentemente via internet. O ‘Fale conosco’ ainda é o primo pobre do SAC, mas tem tudo para se tornar carro-chefe nos próximos anos. É bom as empresas se prepararem.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;autor:&lt;/b&gt; Daniel Aisenberg&lt;br /&gt;&lt;b&gt;fonte:&lt;/b&gt; &lt;a href="http://webinsider.uol.com.br/index.php/2006/09/26/nao-fale-conosco-pelo-fale-conosco-entende/"&gt;webinsider&lt;/a&gt; &lt;img src="http://www.ispag.ch/cmslight/isp/img/external_link.gif" title="" border="0" /&gt; &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6979951-115927729105852668?l=ifdcom.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://ifdcom.blogspot.com/feeds/115927729105852668/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6979951&amp;postID=115927729105852668&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6979951/posts/default/115927729105852668'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6979951/posts/default/115927729105852668'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://ifdcom.blogspot.com/2006/09/no-fale-conosco-pelo-fale-conosco.html' title='Não fale conosco pelo Fale Conosco, entende?'/><author><name>Iris | IFD</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_u6V07yMPncY/TSJ6zwha1mI/AAAAAAAAAnU/ucuRJ_1uzrI/S220/iris_ifd.png'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6979951.post-115920758366401105</id><published>2006-09-25T15:06:00.000-03:00</published><updated>2006-09-26T10:42:19.486-03:00</updated><title type='text'>Por que e como divulgar minha empresa ?</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;Sem divulgar sua empresa desaparece&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Se o objetivo de toda empresa &amp;eacute; vender seus produtos e servi&amp;ccedil;os quanto mais conhecida melhor. E voc&amp;ecirc; dificilmente alcan&amp;ccedil;ar&amp;aacute; este objetivo se n&amp;atilde;o fizer algum tipo de divulga&amp;ccedil;&amp;atilde;o do seu neg&amp;oacute;cio. E se poss&amp;iacute;vel com o aux&amp;iacute;lio de um publicit&amp;aacute;rio para poder desenvolver boas e eficientes pe&amp;ccedil;as promocionais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os consumidores em potencial s&amp;oacute; v&amp;atilde;o se transformar em clientes de verdade depois de conhecerem o que sua empresa tem a oferecer. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Afinal n&amp;atilde;o adianta voc&amp;ecirc; ter um produto ou servi&amp;ccedil;o excelente, o melhor da regi&amp;atilde;o, se o pessoal que vive nas proximidades n&amp;atilde;o sabe disso. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O objetivo de um bom trabalho de divulga&amp;ccedil;&amp;atilde;o &amp;eacute; estar na mente dos consumidores quando precisarem de um produto ou servi&amp;ccedil;o com o qual trabalhe.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Divulgue seus produtos e servi&amp;ccedil;os com profissionalismo&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Atualmente a concorr&amp;ecirc;ncia est&amp;aacute; bem acirrada. Isto n&amp;atilde;o &amp;eacute; novidade alguma, por&amp;eacute;m, muitos empres&amp;aacute;rios ainda acreditam que podem manter e vender seus neg&amp;oacute;cios sem o aux&amp;iacute;lio de um profissional de marketing e propaganda. &lt;br /&gt;Algumas empresas at&amp;eacute; conseguem superar seus desafios sem uma consultoria. Por&amp;eacute;m o risco &amp;eacute; muito maior. Sem investir em publicidade a empresa pode cair no esquecimento ou gastar fortunas nas tentativas e erros. Sem alcan&amp;ccedil;ar seus objetivos ou mensurar o investimento. Isto &amp;eacute;, sem ter uma n&amp;iacute;tida percep&amp;ccedil;&amp;atilde;o de retorno diante o trabalho promocional.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Como divulgar ?&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Divulgar sua empresa n&amp;atilde;o &amp;eacute; simplesmente fazer an&amp;uacute;ncios em jornais, r&amp;aacute;dio, tv ou mala direta. Ao contr&amp;aacute;rio, &amp;eacute; um processo que requer alguns conhecimentos b&amp;aacute;sicos sobre o cliente, para que seja o mais eficiente poss&amp;iacute;vel sobre a escolha correta do ve&amp;iacute;culo de comunica&amp;ccedil;&amp;atilde;o para a empresa , de forma a atingir seu p&amp;uacute;blico-alvo com maior precis&amp;atilde;o. E por isto que o aux&amp;iacute;lio de um profissional da &amp;aacute;rea &amp;eacute;essencial, principalmente para verificar  as vantagens e desvantagens dos principais ve&amp;iacute;culos, or&amp;ccedil;ar e pesquisar custos x benef&amp;iacute;cios, criar impressos criativos, arte finalizar profissionalmente os impressos, etc.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Investir em publicidade e em  marketing &amp;eacute; mais do que obrigat&amp;oacute;rio para a sa&amp;uacute;de de sua empresa e neg&amp;oacute;cios. Existem muitas d&amp;uacute;vidas perante a real fun&amp;ccedil;&amp;atilde;o da propaganda. &lt;br /&gt;Para qu&amp;ecirc; serve ? O que faz ? &amp;eacute; caro ?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Procurar uma ag&amp;ecirc;ncia de publicidade ou est&amp;uacute;dio n&amp;atilde;o &amp;eacute; gastar. Ao contratar um profissional ou ag&amp;ecirc;ncia,  voc&amp;ecirc; estar&amp;aacute; encarando a divulga&amp;ccedil;&amp;atilde;o e imagem da sua empresa profissionalmente.&lt;br /&gt;Gasto s&amp;atilde;o compras sem retornos. J&amp;aacute; o investimento, &amp;eacute; aplicar em algo e estar sujeito a um retorno igual ou muitas vezes maior do que se foi investido.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Propaganda e publicidade nada mais &amp;eacute; do que a &amp;aacute;rea que cuidar&amp;aacute; da imagem da sua empresa. Divulgando seu servi&amp;ccedil;o ou produto ao p&amp;uacute;blico certo, na hora certa e no local certo. Sempre buscando o melhor custo x benef&amp;iacute;cio. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Fun&amp;ccedil;&amp;otilde;es da propaganda :&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Estabelecer o conceito da empresa&lt;br /&gt;- Manter ou aumentar a freq&amp;uuml;&amp;ecirc;ncia da loja, escola ou estabelecimento&lt;br /&gt;- Efetuar vendas sem aux&amp;iacute;lio de vendedores&lt;br /&gt;- Criar novos mercados e estabilizarem&lt;br /&gt;- Fixar h&amp;aacute;bitos e quebrar preconceitos&lt;br /&gt;- Aproveitar as ocorr&amp;ecirc;ncias sazonais&lt;br /&gt;- Ativar a rota&amp;ccedil;&amp;atilde;o dos estoques&lt;br /&gt;- Garantir apronta aceita&amp;ccedil;&amp;atilde;o de novos produtos&lt;br /&gt;- Manter e/ou aumentar as vendas&lt;br /&gt;- Ensinar novos usos e aumentar o consumo per capit&amp;atilde;&lt;br /&gt;- Descobrir consumidores dif&amp;iacute;cieis de localizar&lt;br /&gt;- Reter os clientes quando o vendedor muda para o concorrente&lt;br /&gt;- Criar prest&amp;iacute;gio e boa vontade&lt;br /&gt;- Estimular compra por impulso&lt;br /&gt;- Conseguir que pe&amp;ccedil;am o produto pelo nome&lt;br /&gt;- Informar aonde o produto / servi&amp;ccedil;o &amp;eacute; vendido&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;&amp;Eacute; caro ?&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;Investir em propaganda e marketing &lt;u&gt;n&amp;atilde;o &amp;eacute;&lt;/u&gt; caro. Devemos analisar que a consultoria em marketing e propaganda serve para manter a sa&amp;uacute;de da sua empresa, portanto &amp;eacute;um trabalho que serve para te auxiliar e conquistar novos clientes. E principalmente, estar atento ao mercado , concorr&amp;ecirc;ncia e m&amp;iacute;dia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Qual a diferen&amp;ccedil;a entre Marketing ,publicidade e  propaganda e Design ?&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;S&amp;atilde;o 3 &amp;aacute;reas importantes e completamente distintas.&lt;br /&gt;O marketing &amp;eacute; a &amp;aacute;rea respons&amp;aacute;vel em analisar o mercado que seu produto e servi&amp;ccedil;o est&amp;aacute; inserido. Oferecer e planejar estrat&amp;eacute;gias para que a sua empresa se destaque e que conquiste seus objetivos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Propaganda &amp;eacute; uma &amp;aacute;rea da publicidade (dentro de publicidade tamb&amp;eacute;m temos : assessoria de imprensa, eventos, promo&amp;ccedil;&amp;otilde;es , endomarketing) . A propaganda &amp;eacute; uma ferramenta de marketing que trabalhar&amp;aacute; a divulga&amp;ccedil;&amp;atilde;o e imagem deseus produtos ou servi&amp;ccedil;o. Atingindo e objetivando os reais objetivos de marketing da sua empresa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Por exemplo:&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;O objetivo de marketing da sua empresa pode ser: &lt;b&gt;Ampliar o mercado de rel&amp;oacute;gios &lt;/b&gt;&lt;br /&gt;J&amp;aacute; o objetivo de comunica&amp;ccedil;&amp;atilde;o (publicidade) baseado no objetivo de marketing (ampliar mercado) cria seu objetivo : &lt;b&gt;Mostrar que rel&amp;oacute;gio tamb&amp;eacute;m serve para crian&amp;ccedil;as.&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;E por &amp;uacute;ltimo o objetivo de propaganda , focalizado no objetivo de comunica&amp;ccedil;&amp;atilde;o conclui que a maneira de mostrar que o rel&amp;oacute;gio tamb&amp;eacute;m serve para crian&amp;ccedil;as &amp;eacute; mostrar um pai dando o rel&amp;oacute;gio para a crian&amp;ccedil;a (o objetivo da propaganda) .&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Isto &amp;eacute; um resumo bem b&amp;aacute;sico de como Marketing e Propaganda trabalha e sua import&amp;acirc;ncia.&lt;br /&gt;J&amp;aacute; o Design , outra &amp;aacute;rea tamb&amp;eacute;m importante, serve para valorizar o produto. Esteticamente e visualmente. Neste caso (o caso do rel&amp;oacute;gio) , seria criar um design chamativo e muito bonito do produto rel&amp;oacute;gio. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Para empres&amp;aacute;rio / empresa o que &amp;eacute; melhor  fee mensal ou job ?&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fee mensal &amp;eacute; um pacote com servi&amp;ccedil;os pagos mensalmente pelo cliente. Neste pacote os custos do trabalho publicit&amp;aacute;rio s&amp;atilde;o dilu&amp;iacute;dos e diminu&amp;iacute;do. O fee mensal &amp;eacute; aconselh&amp;aacute;vel para empresas e produtos que precisam necessariamente serem divulgados sempre. Por causa da enorme concorr&amp;ecirc;ncia, pre&amp;ccedil;o ou local. Por exemplo : An&amp;uacute;ncios , sites que precisam sempre de manuten&amp;ccedil;&amp;atilde;o ou acrescentar informa&amp;ccedil;&amp;otilde;es mensais, consultoria de imagem ou marca , etc.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Job. Um trabalho distinto , pago uma &amp;uacute;nica vez. Indicado para empresas ou produtos que precisam de um trabalho determinado e/ou uma &amp;uacute;nica vez. Por exemplo: Um evento , um estande de feira, um banner espec&amp;iacute;fico, a fachada de uma loja , etc...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Finalizando.&lt;br /&gt;&amp;Eacute; muito importante manter a empresa ou o neg&amp;oacute;cio com o auxilio de um profissional gabaritado de propaganda e marketing. Afinal propaganda n&amp;atilde;o &amp;eacute; apenas criar o layout ou an&amp;uacute;ncio, e sim criar solu&amp;ccedil;&amp;otilde;es, acompanhar os resultados, e principalmente objetivar a melhora constante dos neg&amp;oacute;cios de seus clientes.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E isto &amp;eacute; feito mensalmente, diariamente. Comparo a publicidade como as nossas refei&amp;ccedil;&amp;otilde;es, &amp;eacute; primordial estar sempre atento e investindo em divulga&amp;ccedil;&amp;atilde;o. E a consultoria de um publicit&amp;aacute;rio &amp;eacute; important&amp;iacute;ssimo para a vida &amp;uacute;til de seu neg&amp;oacute;cio.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tamb&amp;eacute;m, al&amp;eacute;m de veicular os seus an&amp;uacute;ncios voc&amp;ecirc; pode utilizar outras formas para divulgar sua empresa. E se a empresa tiver um est&amp;uacute;dio ou ag&amp;ecirc;ncia de propaganda melhor ainda. A ag&amp;ecirc;ncia indicar&amp;aacute; e estudar&amp;aacute; aonde investir. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O est&amp;uacute;dio pode criar pe&amp;ccedil;as para uma promo&amp;ccedil;&amp;atilde;o, participar de ma feira ou de uma exposi&amp;ccedil;&amp;atilde;o, patrocinar um evento cultural ou esportivo. O ideal &amp;eacute; ter um apoio cont&amp;iacute;nuo de uma ag&amp;ecirc;ncia para que lhe auxilie. E com este aux&amp;iacute;lio voc&amp;ecirc; diversifique os seus investimentos, sem concentrar a sua verba de divulga&amp;ccedil;&amp;atilde;o num s&amp;oacute; tipo de a&amp;ccedil;&amp;atilde;o.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Tenho uma pequena empresa. Aonde divulgar sem gastar muito ?&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Atualmente (seja voc&amp;ecirc; funcion&amp;aacute;rio ou propriet&amp;aacute;rio de uma grande, m&amp;eacute;dia ou pequena empresa) o sem gastar muito &amp;eacute; quase que uma regra. Os custos e encargos est&amp;atilde;o alt&amp;iacute;ssimos e com isto ningu&amp;eacute;m quer desperdi&amp;ccedil;ar. &lt;br /&gt;Diria que para pequenas e m&amp;eacute;dias empresas nada mais indicado do que est&amp;uacute;dios e ag&amp;ecirc;ncias voltadas para pequenas e m&amp;eacute;dias empresas. A conclus&amp;atilde;o parece &amp;oacute;bvia, por&amp;eacute;m muitas empresas (de m&amp;eacute;dio porte) ainda procuram grandes ag&amp;ecirc;ncias. Mas a qualidade &amp;eacute; igual, o que difere &amp;eacute; o custo. Uma ag&amp;ecirc;ncia grande precisa cobrar mais pela sua estrutura e folha de pagamento.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E a comunica&amp;ccedil;&amp;atilde;o dirigida &amp;eacute; a a&amp;ccedil;&amp;atilde;o mais indicada para pequenas e m&amp;eacute;dias empresas. Isto &amp;eacute;, comunicar-se com um p&amp;uacute;blico dirigido. E com isto tentar atingir as pessoas certas, de acordo com as suas necessidades. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E para terminar, gostaria de agradecer a aten&amp;ccedil;&amp;atilde;o. Este texto teve como objetivo apenas sanar algumas d&amp;uacute;vidas. Estou a disposi&amp;ccedil;&amp;atilde;o para qualquer d&amp;uacute;vida.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;autor:&lt;/b&gt; Fernando Bem &lt;br /&gt;&lt;b&gt;fonte:&lt;/b&gt; &lt;a href="http://www.sobresites.com/publicidade/artigos.htm"&gt;sobresites&lt;/a&gt; &lt;img src="http://www.ispag.ch/cmslight/isp/img/external_link.gif" title="" border="0"&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;img src="http://www.brumaximus.kit.net/Barrinhas/linha_46.gif" title="" border="0"&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;ps.: uma diquinha no site - sobresites - daonde este texto acima foi retirado tem muita dicas de links interessantes e artigos para baixar - vale a pena navegar pelo sobresites todo.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6979951-115920758366401105?l=ifdcom.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://ifdcom.blogspot.com/feeds/115920758366401105/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6979951&amp;postID=115920758366401105&amp;isPopup=true' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6979951/posts/default/115920758366401105'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6979951/posts/default/115920758366401105'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://ifdcom.blogspot.com/2006/09/por-que-e-como-divulgar-minha-empresa.html' title='Por que e como divulgar minha empresa ?'/><author><name>Iris | IFD</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_u6V07yMPncY/TSJ6zwha1mI/AAAAAAAAAnU/ucuRJ_1uzrI/S220/iris_ifd.png'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6979951.post-115896396396816467</id><published>2006-09-22T19:24:00.000-03:00</published><updated>2006-09-22T19:28:53.300-03:00</updated><title type='text'>Marca, diferenciação em serviços</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt; As relações entre os clientes e as organizações que fazem parte do setor de serviços estão se tornando cada vez mais complexas, em um mundo em que prestar bons serviços são para aqueles cujas estratégias chegam mais perto e tocam mais fundo a pulsação do desejo do público-alvo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É nesse contexto que a marca se torna um diferenciador para as atividades de serviço, muitas vezes uma diferença que faz a diferença. A marca funciona como um nome próprio que indica uma ascendência e origem, funcionando como símbolo dessa origem.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Um serviço é procurado não só pela necessidade básica que atinge, mas pela fantasia que gera na mente do público-alvo. Dessa forma a marca, além de identificar o serviço, adiciona a ele o seu próprio valor.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não é por acaso que o cliente tenha passado não a utilizar apenas os serviços, mas antes disso, a consumir as marcas. Por isso, muito mais do que fazer uma propaganda, a comunicação organizacional visa significar algo que vai além dos serviços: a sua marca.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O universo das marcas não apenas se expandiu para dominar praticamente tudo o que pode ser feito, fornecido ou esperado, mas também reinventou relações até então tradicionais. Sem marca, um serviço é uma coisa - uma atividade apenas. Para a maioria dos serviços, a percepção que o cliente tem de um serviço genérico, sem marca, tende a ser denominada pela condição de coisa do serviço, por seus atributos e benefícios meramente funcionais, desprovendo-se de sua carga emocional.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Do ponto de vista dos clientes, o uso de marcas pode oferecer uma série de vantagens. Entre elas:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; * A marca identifica a origem do serviço e, portanto, protege o cliente.&lt;br /&gt; * A marca facilita o relacionamento e reduz o tempo de decisão.&lt;br /&gt; * A marca oferece status diferenciado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Portanto, cuidar da marca, envolvê-la em ambientações estrategicamente planejadas, revesti-la de modernidade sem perder seus traços de memória distintiva, agregá-la a situações agradáveis, prazerosas, e adequar seu discurso com o público-alvo, talvez seja o caminho para se chegar à diferenciação em um mercado que vem ser tornando cada vez mais competitivo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;autor:&lt;/span&gt; Luiz Claudio Zenone&lt;br /&gt;&lt;b&gt;fonte: &lt;/b&gt; &lt;a href="http://allameda.locaweb.com.br/"&gt;allameda&lt;/a&gt; &lt;img src="http://www.ispag.ch/cmslight/isp/img/external_link.gif" title="" border="0" /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6979951-115896396396816467?l=ifdcom.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://ifdcom.blogspot.com/feeds/115896396396816467/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6979951&amp;postID=115896396396816467&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6979951/posts/default/115896396396816467'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6979951/posts/default/115896396396816467'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://ifdcom.blogspot.com/2006/09/marca-diferenciao-em-servios.html' title='Marca, diferenciação em serviços'/><author><name>Iris | IFD</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_u6V07yMPncY/TSJ6zwha1mI/AAAAAAAAAnU/ucuRJ_1uzrI/S220/iris_ifd.png'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6979951.post-115888635163241535</id><published>2006-09-21T21:52:00.000-03:00</published><updated>2006-10-20T16:20:37.343-03:00</updated><title type='text'>A força da comunicação interna e sua visão estratégica</title><content type='html'>&lt;p class="MsoNormal"&gt;&gt;&gt; entre no novo endereço do &lt;a href="http://www.ifd.com.br/blog/"&gt;&lt;b&gt;IFDBlog&lt;/b&gt;&lt;/a&gt; clicando na imagem acima, lá você encontrará todos os posts que estavam aqui. Obrigada pela compreensão.&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6979951-115888635163241535?l=ifdcom.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://ifdcom.blogspot.com/feeds/115888635163241535/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6979951&amp;postID=115888635163241535&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6979951/posts/default/115888635163241535'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6979951/posts/default/115888635163241535'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://ifdcom.blogspot.com/2006/09/forgica.html' title='A for&amp;ccedil;a da comunica&amp;ccedil;&amp;atilde;o interna e sua vis&amp;atilde;o estrat&amp;eacute;gica'/><author><name>Iris | IFD</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_u6V07yMPncY/TSJ6zwha1mI/AAAAAAAAAnU/ucuRJ_1uzrI/S220/iris_ifd.png'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6979951.post-115880325431168658</id><published>2006-09-20T22:47:00.000-03:00</published><updated>2006-09-20T23:06:21.490-03:00</updated><title type='text'>Sexo na Propaganda</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;div align="justify"&gt;O sexo é um dos temas mais explorados - e procurados - na internet e também aparece com muita freqüência no conteúdo editorial de revistas, matérias jornalísticas e da mídia em geral.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A Propaganda usa o sexo na medida em que o sexo é utilizado pela sociedade. E se as pessoas estão mais abertas, é natural que os anúncios reflitam isso.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Numa análise mais aprofundada verificamos que o uso do sexo na internet, nas revistas, livros, cinema etc ocorre fora das pessoas, como uma liberdade aparente, mas não no interior dos indivíduos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Internamente, o sexo continua a ser reprimido e há uma quantidade de problemas - impotência, frigidez, culpa, delinqüência etc - com os quais a sociedade convive. A Propaganda aparece, assim, como uma das formas de resolver esta repressão, incorporando fantasias aos produtos que quer vender. Poderíamos afirmar que o uso do sexo na Propaganda está relacionado com o nível de repressão sexual do consumidor.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Usar sexo na Propaganda é como comer e dormir. Bem usado, não faz mal nenhum. É uma atividade saudável e pode ser saudável também na Propaganda. Ele é apenas um caminho entre os milhares de caminhos que podemos escolher para anunciar o que quer que seja. Como qualquer outro tema - política, futebol, folclore etc - deve ser analisado particularmente... a dose certa, na hora certa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sexo ajuda a vender tanto como status, auto-estima, necessidade e outros apelos. Não será o uso do sexo na Propaganda que provocará a dissolução dos costumes nem os consumidores são tão ingênuos e imaturos que não possam distinguir entre o bom e o mau uso do sexo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Antes de se pensar em usar sexo gratuito na Propaganda, deve-se atentar contra seu uso em propaganda abusiva, mentirosa, feia, sem criatividade, porque isso é que não vende. Mal usado, o sexo torna-se absolutamente ridículo e grosseiro. Um tiro no pé!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A adequação do uso do sexo na Propaganda está relacionada com a escolha da mídia certa, do veículo certo, do público certo enfim, é uma decisão complexa e delicada, própria para profissionais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A Propaganda deve continuar usando o sexo, a partir do comportamento da comunidade onde ela atua, pois usando o sexo, além de vender o produto, a propaganda cria estímulos para que a comunidade enfrente seus problemas sexuais - como nós estamos fazendo neste momento.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;fonte:&lt;/b&gt; &lt;a href="http://www.carlosmartins.com.br/opiniaosexo.htm"&gt;carlos martins &lt;/a&gt;&lt;img src="http://www.ispag.ch/cmslight/isp/img/external_link.gif" title="" border="0" /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6979951-115880325431168658?l=ifdcom.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://ifdcom.blogspot.com/feeds/115880325431168658/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6979951&amp;postID=115880325431168658&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6979951/posts/default/115880325431168658'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6979951/posts/default/115880325431168658'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://ifdcom.blogspot.com/2006/09/sexo-na-propaganda.html' title='Sexo na Propaganda'/><author><name>Iris | IFD</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_u6V07yMPncY/TSJ6zwha1mI/AAAAAAAAAnU/ucuRJ_1uzrI/S220/iris_ifd.png'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6979951.post-115863689630932573</id><published>2006-09-19T00:34:00.000-03:00</published><updated>2006-09-19T12:01:41.843-03:00</updated><title type='text'>O valor das agências (Parte 1 e 2) - Podcast</title><content type='html'>&lt;img src="http://www.ifd.com.br/blog/slices/selos_ifdblog/ifd_pod.jpg" title="" border="0" /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;escute o programa online clicando no&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-style: italic; color: rgb(74, 90, 168);font-size:85%;" &gt; ícone play&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;, ou clique no ícone&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-style: italic; color: rgb(74, 90, 168);font-size:85%;" &gt; ouça offline&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt; com o botão direito e em "salvar destino como.." e faça o download do podcast.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;A relação                     entre os dois lados do balcão, cliente e agência, o papel de                     cada um e as formas de remuneração são os temas deste instigante                     debate, moderado por &lt;strong&gt;Walter Longo&lt;/strong&gt;, entre os                     presidentes de agência &lt;strong&gt;Paulo Giovanni&lt;/strong&gt; (Giovanni,                     FCB), &lt;strong&gt;Sérgio Amado&lt;/strong&gt; (Ogilvy) e &lt;strong&gt;Dalton                     Pastore&lt;/strong&gt; (Carillo Pastore Euro RSCG) e os diretores                     de marketing dos anunciantes &lt;strong&gt;João Ciaco&lt;/strong&gt; (Fiat)                     e &lt;strong&gt;Marcelo Toledo&lt;/strong&gt; (Kaiser). &lt;strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fonte: &lt;/strong&gt;&lt;a href="http://www.maxipod.com.br" target="_blank"&gt;maxipod&lt;/a&gt;&lt;strong&gt; &lt;a href="http://webinsider.uol.com.br/index.php/2006/02/14/uma-reflexao-sobre-o-design-e-as-empresas-da-vida-real/" target="_blank'"&gt;&lt;img src="http://www.ispag.ch/cmslight/isp/img/external_link.gif" title="" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Duração: &lt;/strong&gt;&lt;em&gt;00:21:08 (9,7MB)&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;object classid="clsid:D27CDB6E-AE6D-11cf-96B8-444553540000" codebase="http://download.macromedia.com/pub /shockwave/cabs/flash/swflash.cab" height="20" width="150"&gt;&lt;br /&gt;&lt;param name="movie" value="http://www.ifd.com.br/blog/podcast_ifd.swf?file=http://www.maxipod.com.br/podcasts/debates/debate_mesa_redonda_p1.mp3&amp;autoStart=false&amp;amp;amp;amp;amp;backColor=000000&amp;frontColor=ffffff&amp;amp;songVolume=90"&gt;&lt;br /&gt;&lt;param name="wmode" value="transparent"&gt;&lt;br /&gt;&lt;embed wmode="transparent" src="http://www.ifd.com.br/blog/podcast_ifd.swf?file=http://www.maxipod.com.br/podcasts/debates/debate_mesa_redonda_p1.mp3&amp;autoStart=false&amp;amp;amp;amp;ampbackColor=000000&amp;frontColor=ffffff&amp;amp;songVolume=90" type="application/x-shockwave-flash" pluginspage="http://www.macromedia.com/go/getflashplayer" height="20" width="150"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/object&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.maxipod.com.br/podcasts/debates/debate_mesa_redonda_p1.mp3"&gt;&lt;img src="http://www.ifd.com.br/blog/slices/bot/offline.jpg" border="0" height="19" width="132" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;img src="http://www.brumaximus.kit.net/Barrinhas/linha_46.gif" title="" border="0" /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Parte2&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Duração:&lt;/b&gt; 00:22:46 (10,6MB)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;object classid="clsid:D27CDB6E-AE6D-11cf-96B8-444553540000" codebase="http://download.macromedia.com/pub /shockwave/cabs/flash/swflash.cab" height="20" width="150"&gt;&lt;br /&gt;&lt;param name="movie" value="http://www.ifd.com.br/blog/podcast_ifd.swf?file=http://www.maxipod.com.br/podcasts/debates/debate_mesa_redonda_p2.mp3&amp;autoStart=false&amp;amp;amp;amp;amp;backColor=000000&amp;frontColor=ffffff&amp;amp;songVolume=90"&gt;&lt;br /&gt;&lt;param name="wmode" value="transparent"&gt;&lt;br /&gt;&lt;embed wmode="transparent" src="http://www.ifd.com.br/blog/podcast_ifd.swf?file=http://www.maxipod.com.br/podcasts/debates/debate_mesa_redonda_p2.mp3&amp;autoStart=false&amp;amp;amp;amp;ampbackColor=000000&amp;frontColor=ffffff&amp;amp;songVolume=90" type="application/x-shockwave-flash" pluginspage="http://www.macromedia.com/go/getflashplayer" height="20" width="150"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/object&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.maxipod.com.br/podcasts/debates/debate_mesa_redonda_p2.mp3"&gt;&lt;img src="http://www.ifd.com.br/blog/slices/bot/offline.jpg" border="0" height="19" width="132" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6979951-115863689630932573?l=ifdcom.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://ifdcom.blogspot.com/feeds/115863689630932573/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6979951&amp;postID=115863689630932573&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6979951/posts/default/115863689630932573'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6979951/posts/default/115863689630932573'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://ifdcom.blogspot.com/2006/09/o-valor-das-agncias-parte-1-e-2.html' title='O valor das ag&amp;ecirc;ncias (Parte 1 e 2) - Podcast'/><author><name>Iris | IFD</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_u6V07yMPncY/TSJ6zwha1mI/AAAAAAAAAnU/ucuRJ_1uzrI/S220/iris_ifd.png'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6979951.post-115862386289653681</id><published>2006-09-18T20:54:00.000-03:00</published><updated>2006-09-18T20:57:42.900-03:00</updated><title type='text'>Segmentar é preciso</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt; Nos tempos atuais, onde o cenário de consumo apresenta-se, normalmente, com maior oferta do que demanda, a busca pelo consumidor mostra-se, mais do que nunca, de vital importância, e, neste sentido, a segmentação de mercados e produtos vem demonstrando auferir resultados mais efetivos. A definição de um foco de atuação é essencial para cativar os clientes e, efetivamente, entender os seus anseios e desejos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Empresas que escolhem atender determinados nichos de mercado apontam para melhores resultados na satisfação de seus clientes bem como ampliam, consideravelmente, os índices de recompra, aumento na identificação de suas marcas na mente dos consumidores, propaganda boca-a-boca em torno dos seus produtos/serviços, entre outros fatores positivos. Com a mente voltada para o sucesso e para a sobrevivência corporativa, definir um foco de atuação e ser um obstinado para alcançar excelência, demonstra ser uma prática fortemente considerada nos dias que correm.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As estatísticas refletem que uma pessoa que passou por uma boa experiência na interação com um serviço ou produto deflagra boas indicações para cerca de quatro pessoas, enquanto que, uma experiência ruim, é espalhada para cerca de onze pessoas. Estes números indicam o tom da importância de um serviço/produto bem realizado. De nada adiantará um produto maravilhoso que não seja suportado por um serviço, igualmente, maravilhoso. Nestes momentos da verdade, é onde uma empresa pode ganhar ou perder definitivamente um cliente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Neste sentido, o atendimento eficaz, a busca pelo entendimento das percepções e satisfações dos clientes, o caminho de oferecer cada vez mais valor agregado (relação custo-benefício) vem demonstrando ser ingredientes fundamentais para a fórmula do sucesso nas vendas e do êxito empresarial.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Realmente, o fator preço já deixou de ser um aspecto de desequilíbrio e de influência considerável nas decisões de compra e consumo. Dependendo do tipo de produto/serviço a sua importância pode ser um pouco maior, como por exemplo, artigos de higiene básica entre outros, onde a percepção da marca não contribui para a escolha, digo, caso não encontre um determinado produto da marca X, o consumidor parte para a marca Y sem problema nenhum e, muitas vezes, a diferença do preço pode influenciar até na busca de outro produto, visto não existir apelo à marca.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em outras categorias, roupas, por exemplo, onde a griffe é fator de destaque, o que é vendido é a “imagem” que o uso daquele produto trará e não, simplesmente, o produto em si. Nessa relação marca-imagem-consumidor, o fator preço desaba perante variáveis intangíveis (status, bem-estar, etc.).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Entender as especificidades e processos decisórios torna-se, então, de fundamental importância para lograr o êxito nas vendas. Percebe-se uma mudança incrível de comportamento entre homens e mulheres, jovens e idosos. Na compra de veículos por exemplo, enquanto os homens abordam por um lado emocional e de imagem, as mulheres mostram-se extremamente racionais, buscando itens de segurança e conforto. Quando comparamos esta “inversão” no processo decisório, salta aos olhos a premência da segmentação e adequação dos produtos e serviços automotivos no sentido de ser direcionado para o seu público alvo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Já se foi o tempo em que os homens escolhiam o modelo e as mulheres (esposas, namoradas e etc.) definiam a cor. Ademais, se o foco é o público feminino, as campanhas publicitárias devem refletir este posicionamento e, para isso, precisa-se conhecer os fatores que influenciam e seduzem determinado grupo de consumidores.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A segmentação e o foco de atuação em determinados mercados (produtos e serviços) é uma fórmula considerável na busca dos clientes, o uso correto dos fatores e ingredientes desta fórmula até aqui mencionados além de tantos outros, trará a satisfação dos clientes e, portanto, a perpetuação do negócio ou o dissabor do encerramento das atividades. Refletir acerca destes tópicos pode trazer respostas importantes para o desenvolvimento de uma organização, no que tange ao seu posicionamento estratégico e de marketing.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;autor:&lt;/span&gt; Antonio Luiz Mendes de Almeida Jr&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;fonte:&lt;/span&gt; &lt;a href="http://pmkt.com.br/desenvolvimento/detalhe_coluna.asp?CDColuna=12" target="_blank&amp;quot;"&gt;pmkt &lt;/a&gt;&lt;a href="http://webinsider.uol.com.br/index.php/2006/02/14/uma-reflexao-sobre-o-design-e-as-empresas-da-vida-real/" target="_blank&amp;quot;"&gt;&lt;img src="http://www.ispag.ch/cmslight/isp/img/external_link.gif" title="" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6979951-115862386289653681?l=ifdcom.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://ifdcom.blogspot.com/feeds/115862386289653681/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6979951&amp;postID=115862386289653681&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6979951/posts/default/115862386289653681'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6979951/posts/default/115862386289653681'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://ifdcom.blogspot.com/2006/09/segmentar-preciso.html' title='Segmentar é preciso'/><author><name>Iris | IFD</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_u6V07yMPncY/TSJ6zwha1mI/AAAAAAAAAnU/ucuRJ_1uzrI/S220/iris_ifd.png'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6979951.post-115832980038338734</id><published>2006-09-15T11:13:00.000-03:00</published><updated>2006-09-15T11:21:43.040-03:00</updated><title type='text'>Uma reflexão sobre o design e as empresas da vida real</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt; O design nasceu da necessidade do mercado, que é vasto e está cheio de clientes que precisam de estratégias que vão além de nosso perfil profissional. O que podemos fazer - por nós, pelo cliente e pelo design?&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Desde a faculdade, há uma certa ‘hipnose’ coletiva. Se perguntarem “quem quer trabalhar na MTV?”, noventa por cento dos alunos levantam a mão. De repente, design “de verdade” é só a produção de vinhetas artísticas e material experimental…&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nesse cenário, é óbvio que quase ninguém pode ganhar. Apenas uns poucos têm realmente a habilidade de produzir vinhetas televisivas. Desses poucos, só alguns, que dão para contar nos dedos, vão realmente conseguir a oportunidade e se dedicar a esse trabalho durante um bom período de suas vidas. E o resto, como fica?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O design nasceu da necessidade de mercado, e a ele serve. É natural que siga suas leis. E uma das leis do mercado é a busca da exclusividade. E que muitos procurem estar nesse ‘mercado de luxo’ e poucos consigam. Um mercado de sonhos, para aqueles que dão rosto aos sonhos de muitos…&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Do outro lado, vemos milhares de empresas “carentes de design”. Negócios que poderiam avançar pela simples adoção de algumas ‘atitudes de design’ (digo atitudes de design, e não apenas design, pois elas vêm antes do design em si). Mas que a princípio não têm verba, não sentem ou não sabem da necessidade de prever verba para esse tipo de comunicação.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Entre os dois, há um enorme mercado médio, uma ‘zona cinza’ do design. São empresas que precisam de peças de comunicação, já são clientes de agências de design, mas não têm o design como principal estratégia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É obvio que a descrição acima é apenas uma aproximação. O mercado é vasto, há milhões de empresas, nos mais diversos segmentos, com suas demandas e necessidades específicas. Diversas culturas diferentes (geográficas e internas, como tipo e estilo de gerenciamento, por exemplo) e níveis de organização e desenvolvimento diferentes, também. Ninguém gosta de observar, mas existem empresas desde as mais bagunçadas, até aquelas com padrão de organização e eficiência internacionais…&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Acredito que o equívoco está em usar a mesma abordagem para todas elas. E tentar alcançar os mesmos resultados, seguindo um código do que seria um ‘bom’ e ‘mau’ design, mesmo com orçamentos e realidades totalmente disparatados. É óbvio que não dá certo, e na maioria dos casos, isso resulta num autêntico ‘trabalho de sobrinho’, quando se tenta atingir um determinado resultado sem condições financeiras e técnicas para tal…&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em outros, casos, só se percebe o erro após o trabalho concluído. Ou a desculpa é aquelas velhas “exigências do cliente”. Ele quer porque quer, aquela animação em 3D super complexa no seu site, mesmo não tendo orçamento para contratar a equipe ou o profissional adequado para fazer – então lá vai o designer multi–uso fazer a peça, mesmo sabendo que o resultado acabará, quando muito, para lá de mediano.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nesses casos, a maioria dos profissionais apenas ‘engaveta o trabalho’ e segue em frente. Em busca de um cliente melhor, que ‘coopere’, para que ele possa criar alguma peça digna de portfólio.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas… a finalidade principal não era resolver o problema do cliente..?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Será que a peça mediana vai gerar o efeito desejado?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em outros casos, o resultado final me lembra a última aula de um curso de decoração que eu fiz. O professor recomendou que os alunos fotografassem a sala decorada por eles, exatamente após a terem terminado. Evitando assim fotografar depois que os moradores bagunçassem tudo, vivendo suas vidas reais ali dentro!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Como o caso do redesign de um grande portal. Resultado estético primoroso, estudos aprofundados, efeitos dinâmicos de última geração. Mas que ficou incólume no ar somente por alguns dias. Logo o menu dinâmico de última geração caiu. Demora no carregamento, incompatibilidade com browsers antigos, dificuldade de manutenção…. Alguns meses depois, o portal, bastante desconstruído, em nada lembrava o visual estupendo da ocasião do lançamento. Provavelmente não havia pessoal gabaritado para dar continuidade ao padrão visual projetado. Culpa do cliente..? Ora, na hora da criação, os projetistas não deveriam ter pensado nisso? Se sim, quem deveria ter pensado? O designer? O diretor de arte? O atendimento? O diretor de projetos…?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E os concursos de propaganda? Com a maioria das peças inscritas criadas a partir de briefings fantasmas, mas com uma arte maravilhosa que o cliente nunca solicitou? E que ainda por cima, nunca funcionariam na vida real? E que, por isso mesmo, só vão ao ar, por exigências do concurso, em algum horário das 3 às 5 da manhã? Se elas ganham prêmios e são admiradas, o que nós estamos admirando..?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Afinal, o que estamos buscando?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A questão é bem ampla, atinge o próprio paradigma do nosso fazer profissional, aquilo que as pessoas acreditam sobre ‘como as coisas devem acontecer’.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em alguns casos, como visto, projeta–se segundo condições ideais e maravilhosas, e não de acordo com a vida real.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Talvez a própria disciplina do design se mostre insuficiente para atender todas as múltiplas configurações de necessidades. Como já foi dito, o design nasceu sob uma ótica e um conjunto de necessidades particular, em relação a determinado mercado crescente, em determinada época da história. E vem evoluindo, nesse caminho estreito e unidirecional, até hoje. (Esse é um capítulo à parte. Uma boa síntese dessa saga pode ser achada no livro “Utopia e Disciplina” do André Villas–Boas)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;O problema do cliente está no design?&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Conheci uma agência que se dedicava a aceitar trabalhos ‘baratinhos’, aqueles pequenos serviços para clientes também pequenos. A agência tinha um apuro técnico admirável. Apesar da apresentação dos sites seguirem o esquema “uma–folha–de–rosto–e–paginas–de–dentro–iguais”, o sistema interno era digno de nota. Um programa gerenciamento de conteúdo criado por eles mesmos, cheio de recursos, fácil de usar e barato para implementar. Tudo ia bem, até que um dia, um perfil de clientes novos começou a aportar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;De repente, os clientes–que–cresceram–muito–mas–não–sabiam–que–cresceram, começaram a chegar. Rede de emissoras de rádio, cadeia de farmácias populares, entidades de classe aportaram em levas. Sinais de que a empresa atingia novos níveis de maturidade em relação ao mercado?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A maioria desses clientes nunca havia formalmente ouvido falar em design, internet, ou nem sequer o presidente já havia aberto um e–mail sozinho na vida. Pedia para a secretária abrir e imprimir para poder ler no final do dia… Exatamente como fazia há décadas, com as correspondências de papel.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em comum, todas elas queriam pegar de novo o ‘bonde da história’, e entrar para a era da internet. Comunicar com seu público de um novo jeito – que eles mesmos só faziam uma vaga idéia. Após um tempo se sentindo intimidados por outras agências grandes – na verdade, pelo nível de preço que eles não estavam acostumados, mas também pelo linguajar técnico muito sofisticado e o visual rebuscado - resolveram procurar uma agência menor, do tamanho deles, segundo acreditavam.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ainda tinham o costume de pensar em si mesmos como pequenos. Entretanto, por exemplo, uma rede de drogarias com uma centena de unidades, que abrange mais de um estado, não tem nada de pequena. O caso é que seu dono era um empreendedor que havia começado praticamente do zero; a cada drogaria adquirida, ele costumava pensar nela isoladamente, como se fosse a primeira…&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Entretanto… um mundo de possibilidades! Imagine o que não daria para fazer… sistema de compras, notícias, canal de relacionamento… só para citar as idéias mais óbvias. Clientes nada inexpressivos em termos de faturamento. Oportunidades. Na hora de fazer negócio, acabaram sendo tratados como clientes pequenos comuns. Apenas o esquema de site institucional, folha de rosto e internas, e só.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O que pensar? Medo de assustar e perder o cliente (um pássaro só na mão…), cultura da empresa (quem aperta focinho de porco, um dia, quando encontra uma tomada…), falta de planejamento (vender o almoço pra comprar o café da manhã…).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Além daquela velha questão da visão unilateral que ainda acomete muitas empresas. De um lado, temos as empresas tecnológicas (como no caso acima), pra quem um site é uma obra de tecnologia que por acaso recebe um design por cima (algo como uma cereja em cima do sundae).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Do outro, vem o pessoal criativo, que jura que um site é muito design (irado), com um sistema rodando por trás. E no meio, o pessoal do marketing e humanidades, dizendo que um site é uma ferramenta de relações humanas, com um design e um aparato tecnológico como suporte.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;De fato, o design pode ser considerado a cereja do bolo, no sentido de que muitas coisas precisam vir e amadurecer antes dele chegar. Como criar um logotipo para alguém ou uma empresa que não tem foco, por exemplo? Um logotipo é a representação gráfica da personalidade de uma empresa. Se esta não sabe ainda quem ela é, o que vai ser representado então? Por incrível que pareça, esse é um caso bastante comum. Geralmente é respondido com alguma ‘firula visual’ à guisa de logotipo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Estou com a publicação “Design gráfico caso a caso: como o designer faz design” da ADG em minhas mãos (edição de março de 2000). Logo nas primeiras páginas, encontro a definição: “Design gráfico é um belo desenho, com um sentido e uma tarefa a cumprir”. Absolutamente correto.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E o que fazer quando o problema do cliente não é absolutamente, ou não é apenas um problema de design gráfico? Como dirigi–lo? Como mostrar isso a ele? Em uma grande quantidade de casos, isso não é discutido com o cliente, e a peça de comunicação acaba sendo entregue, mesmo se sabendo que ela, sozinha, poderá não alcançar os efeitos desejados…&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Briefing incompleto&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para comunicar, precisamos saber quem estamos atingindo. Isso é básico. Mas muitas vezes, ao perguntar qual é o público–alvo do cliente, vamos receber a resposta: “não sei”. Quais suas estratégias de comunicação? “Não temos”. O que vocês esperam com a nova peça de comunicação? “Ah… simplesmente ter um site, um folder, um banner, um folheto, etc.”&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A disciplina para a criação do design é realmente árdua, cheia de idas e vindas, pesquisas e verificações. E nem todos os clientes estão preparados para ela. Em termos financeiros, de tempo, ou até de organização suficiente para responder às demandas desta disciplina. Muitas vezes isso exige um longo tempo de maturação e aculturação para se adquirir o desenvolvimento necessário para se chegar a essa demanda. Dentro deste paradigma, o outro caminho possível são os famigerados briefings incompletos, que estamos carecas de ver.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nesse caso entra em ação a também famigerada figura do designer “rápido”, que o atendimento adora, pois com a menor quantidade de informações possível no briefing, ele já entra em ação - mas quase nunca com um resultado memorável…&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Está ao nosso alcance pensar em algumas possibilidades. Não acredito que possa apontar todas soluções neste artigo. E nem tenho a pretensão de achar que se trata de algo simples.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Levantar alternativas para o cliente mais chato, o ‘caroço’, que tanto arruma problemas para a equipe de design, talvez seja exatamente a maior oportunidade de negócios.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Comunicação padronizada..? Uma hipótese muito criticada e malvista pelos profissionais de design. Mas ainda não explorada a contento de maneira séria.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No caso dos pequenos, talvez as respostas estejam muito além dos enormes esforços para se produzir material gráfico exclusivo (e nos mesmos moldes da comunicação de elite) para clientes de varejo  o que só pode gerar um arremedo de linguagem, insatisfatoriamente remunerado e nada eficaz.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em vez da pressa em vender uma peça de comunicação uma única vez, um planejamento em longo prazo, levando em conta o seu crescimento, mas respeitando o tamanho das pernas do cliente. E assim, indo além do ‘desenho’, resgatar o sentido de ‘projeto’ da palavra design, que andava meio esquecido.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Porque geralmente não vemos a criação de parcerias com outras especialidades, para atacar o problema do cliente como um todo? Talvez seja preciso às vezes ir além do papel ou da tela do monitor, se queremos ajudar realmente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Soluções criativas podem favorecer o desenvolvimento de nichos ainda pouco explorados de maneira profissional. E dar muito trabalho para toda aquela gente bacana do início do artigo. Vejo um vasto panorama à nossa frente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;autor: &lt;/span&gt;Sandro Friedland&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;fonte:&lt;/span&gt; &lt;a href="http://webinsider.uol.com.br/index.php/2006/02/14/uma-reflexao-sobre-o-design-e-as-empresas-da-vida-real/" target="_blank&amp;quot;"&gt;webinsider &lt;img src="http://www.ispag.ch/cmslight/isp/img/external_link.gif" title="" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6979951-115832980038338734?l=ifdcom.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://ifdcom.blogspot.com/feeds/115832980038338734/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6979951&amp;postID=115832980038338734&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6979951/posts/default/115832980038338734'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6979951/posts/default/115832980038338734'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://ifdcom.blogspot.com/2006/09/uma-reflexo-sobre-o-design-e-as.html' title='Uma reflexão sobre o design e as empresas da vida real'/><author><name>Iris | IFD</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_u6V07yMPncY/TSJ6zwha1mI/AAAAAAAAAnU/ucuRJ_1uzrI/S220/iris_ifd.png'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6979951.post-115823928400918728</id><published>2006-09-14T10:07:00.000-03:00</published><updated>2006-10-23T12:42:52.160-03:00</updated><title type='text'>Um método simples para criar anúncios que dão certo</title><content type='html'>&gt;&gt; entre no novo endereço do &lt;a style="font-weight: bold;" href="http://www.ifd.com.br/blog/"&gt;IFDBlog&lt;/a&gt; clicando na imagem acima, lá você encontrará todos os posts que estavam aqui. Obrigada pela compreensão.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6979951-115823928400918728?l=ifdcom.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://ifdcom.blogspot.com/feeds/115823928400918728/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6979951&amp;postID=115823928400918728&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6979951/posts/default/115823928400918728'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6979951/posts/default/115823928400918728'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://ifdcom.blogspot.com/2006/09/um-mtodo-simples-para-criar-anncios.html' title='Um método simples para criar anúncios que dão certo'/><author><name>Iris | IFD</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_u6V07yMPncY/TSJ6zwha1mI/AAAAAAAAAnU/ucuRJ_1uzrI/S220/iris_ifd.png'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6979951.post-115815465219072513</id><published>2006-09-13T10:37:00.000-03:00</published><updated>2006-09-13T10:37:32.530-03:00</updated><title type='text'>Quando a empresa não sabe o que fazer de seu site</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;i&gt;Muitos clientes ainda querem sites apenas institucionais para suas empresas porque n&amp;atilde;o percebem a oportunidade de us&amp;aacute;-los dentro de uma vis&amp;atilde;o estrat&amp;eacute;gica, seja para melhorar processos ou gerar novos neg&amp;oacute;cios.&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A import&amp;acirc;ncia da internet para as empresas &amp;eacute; indiscut&amp;iacute;vel. Aquelas que desejam expandir seus neg&amp;oacute;cios e se relacionar com clientes est&amp;atilde;o na web obrigatoriamente. Existe uma percep&amp;ccedil;&amp;atilde;o de que a internet &amp;eacute; a pr&amp;oacute;xima &amp;#8220;fronteira&amp;#8221; da competitividade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&amp;Eacute; fundamental que a presen&amp;ccedil;a digital seja aperfei&amp;ccedil;oada constantemente, pois o fato de simplesmente &amp;#8220;estar&amp;#8221; na rede, n&amp;atilde;o significa que uma empresa oferece o que deveria. A qualidade, o conte&amp;uacute;do e os servi&amp;ccedil;os oferecidos s&amp;atilde;o decisivos para os usu&amp;aacute;rios.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quando a internet come&amp;ccedil;ou a se popularizar, empresas de todos os setores da economia come&amp;ccedil;aram a desenvolver sites institucionais para atender &amp;agrave; nova demanda dos consumidores. E muitas ficaram com uma falsa sensa&amp;ccedil;&amp;atilde;o de que o problema havia sito resolvido: &amp;#8220;Estamos na internet!&amp;#8221;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Esse tipo de presen&amp;ccedil;a n&amp;atilde;o &amp;eacute; garantia de nada. Assim como existe o boca a boca entre consumidores insatisfeitos com uma loja ou restaurante, &amp;eacute; comum encontrar pessoas que comentam a m&amp;aacute; qualidade de sites corporativos, principalmente entre as empresas prestadoras de servi&amp;ccedil;os, cuja avalia&amp;ccedil;&amp;atilde;o deveria ser muito mais favor&amp;aacute;vel.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ao desenvolver um projeto web, muitas companhias s&amp;atilde;o impulsionadas mais pelo desejo de acompanhar a inova&amp;ccedil;&amp;atilde;o tecnol&amp;oacute;gica e tamb&amp;eacute;m pelos movimentos da concorr&amp;ecirc;ncia, do que por uma vis&amp;atilde;o estrat&amp;eacute;gica sobre como a internet pode melhor seus processos e contribuir para a gera&amp;ccedil;&amp;atilde;o de novos neg&amp;oacute;cios.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As dificuldades com a cultura e a estrutura organizacionais s&amp;atilde;o os maiores entraves para uma percep&amp;ccedil;&amp;atilde;o diferenciada sobre o meio digital, o que indica que as empresas nem sempre est&amp;atilde;o preparadas para a din&amp;acirc;mica existente na web.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As motiva&amp;ccedil;&amp;otilde;es para a presen&amp;ccedil;a na internet s&amp;atilde;o variadas. Muitas empresas buscam o fortalecimento de sua imagem institucional, outras a utilizam como uma nova m&amp;iacute;dia para a melhoria da comunica&amp;ccedil;&amp;atilde;o com clientes.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Infelizmente, &amp;eacute; comum para diversas empresas encararem a presen&amp;ccedil;a na internet como uma obriga&amp;ccedil;&amp;atilde;o corporativa e n&amp;atilde;o um diferencial competitivo. O investimento digital deve ser considerado como pe&amp;ccedil;a fundamental na evolu&amp;ccedil;&amp;atilde;o dos neg&amp;oacute;cios.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Menosprezar a import&amp;acirc;ncia da internet pode ser um erro estrat&amp;eacute;gico, que jogar&amp;aacute; a empresa no limbo das companhias que deixam de ter import&amp;acirc;ncia digitalmente, cuja presen&amp;ccedil;a online n&amp;atilde;o passa de um apanhado de textos e imagens sem valor para os usu&amp;aacute;rios.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&amp;Eacute; preciso planejamento estrat&amp;eacute;gico, investimento e acompanhamento constante, mas inevitavelmente, o retorno vir&amp;aacute;. As empresas que n&amp;atilde;o perceberem isso agora correm o s&amp;eacute;rio risco de perder mercado e prejudicar a percep&amp;ccedil;&amp;atilde;o de seus clientes sobre sua imagem, principalmente entre o p&amp;uacute;blico jovem. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;autor:&lt;/b&gt; Renato Mendes&lt;br /&gt;&lt;b&gt;fonte:&lt;/b&gt; &lt;a href="http://webinsider.uol.com.br/index.php/2006/09/10/quando-a-empresa-nao-sabe-o-que-fazer-de-seu-site/" target="_blank"&gt;webinsider&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;. &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6979951-115815465219072513?l=ifdcom.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://ifdcom.blogspot.com/feeds/115815465219072513/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6979951&amp;postID=115815465219072513&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6979951/posts/default/115815465219072513'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6979951/posts/default/115815465219072513'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://ifdcom.blogspot.com/2006/09/quando-empresa-no-sabe-o-que-fazer-de.html' title='Quando a empresa n&amp;atilde;o sabe o que fazer de seu site'/><author><name>Iris | IFD</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_u6V07yMPncY/TSJ6zwha1mI/AAAAAAAAAnU/ucuRJ_1uzrI/S220/iris_ifd.png'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6979951.post-115807237251097441</id><published>2006-09-12T11:45:00.000-03:00</published><updated>2006-09-15T15:40:06.403-03:00</updated><title type='text'>Marketing viral: investir pouco e ganhar muito</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;i&gt;Campanhas que se propagam espontaneamente são uma evolução da comunicação segmentada e alcançam fortes resultados. Planejamento, surpresa e emoção são alguns segredos.&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Associar investimentos altos em mídia de massa quando se quer alavancar as vendas de determinado produto ou serviço a desperdício de verba chega a ser óbvio.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não se discute mais os benefícios de se trabalhar mídia segmentada, pagando para veicular determinada peça publicitária para um grupo específico de pessoas que comprovadamente faz parte do target. Nada mais do que o bom e velho marketing direto, porém com uma roupagem digital.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas o mundo evolui e, de repente, até mesmo o tradicional conceito de mídia segmentada, que começou a se popularizar faz tão pouco tempo, já começa a ser ultrapassado pela promessa do marketing viral. Por quê? Vamos por partes.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A grande diferença entre a comunicação segmentada e comunicação de massa é justamente a otimização da verba. Ou seja: ao invés de investir milhões em campanhas que atinjam um grande público, do qual apenas um pedaço efetivamente faz parte do target da empresa, investe–se menos, mas no público correto. Se tudo for bem–feito, os resultados finais acabam igualando–se - porém com uma economia obscena da verba publicitária.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas existe ainda um ponto que continua exatamente igual: a credibilidade da mensagem. Afinal, quem está assinando a divulgação continua sendo a própria empresa anunciante - quer ela trabalhe com um público geral ou específico. Continua sendo a essência do conceito tradicional de propaganda: alguém falando bem de si próprio e torcendo para que todos acreditem. E isso às vezes funciona, às vezes não.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas quando a propaganda é feita por outra pessoa, isenta, aí sim a credibilidade aumenta. Bem como os resultados. Estamos falando, claro, do boca–a–boca.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Todos concordam que uma divulgação boca–a–boca é quase mágica. Nada pode ser mais segmentado, pois uma pessoa costuma indicar determinado produto para alguém que ela já sabe, de antemão, que vai se interessar. E nada pode ser mais confiável, pois a divulgação parte de um terceiro, e não da empresa anunciante.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas boca–a–boca pode ser algo lento - e, assim, de alto custo. A não ser que se “industrialize” a sua produção. Isso é possível? Claro.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E os exemplos estão à nossa frente, a começar pelo mega–sucesso digital da Bruxa de Blair, que colocou um grupo de estudantes no centro do mercado cinematográfico mundial. O Google, o site de busca mais acessado do mundo, nunca investiu um dólar em propaganda tradicional; aqui no Brasil, podemos destacar a campanha Eu Prometo, lançada pela Click para a Amil; e quem não viu o vídeo “Sunscreen”, posteriormente capitalizado pela DM9 e que já rodou por incontáveis caixas postais eletrônicas?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Existem algumas linhas que já são vistas como tradicionais para que se gere um efeito boca–a–boca. São elas:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- HEIN?!: Quanto mais curiosidade a peça gerar no usuário, maior será a sua vontade de entendê–la. E, conseguindo entendê–la, ele transmite a mensagem como se estivesse contando uma grande novidade para algum amigo. Vide case Dia das Mães Brastemp, lançado há diversos anos, mas que até hoje é comentado. O texto nos banners dizia: “Publique uma homenagem especial para a SUA mãe na home dos maiores portais do Brasil”. Quem não ficaria interessado em entender uma promessa dessas? A partir daí, basta não decepcionar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- UAU!: Pessoas gostam de surpreender as outras. Então, se alguma peça for realmente inovadora, a possibilidade dela cair na boca do povo é grande. E essa inovação pode ser tanto criativa quanto tecnológica. Quando a MSNBC fez a cobertura da entrada dos EUA na Guerra do Iraque, ela mesclou vídeo com slide–shows com votações online para medir o apoio dos americanos ao governo Bush. O impacto do hotsite The Big Picture foi tão grande que milhares de usuários se indicaram e acompanharam a cobertura jornalística. Um sucesso tamanho que, até hoje, dois anos depois, ela continua no ar sendo acessada por pessoas do mundo todo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- OOOH!: Trabalhar a emoção - uma linha “Sunscreen” - também é um caminho muito interessante. Pessoas também gostam de se comover. E quanto mais “tocante” seja determinada peça, maior o seu impacto e, claro, mais forte fica o impulso de indicação.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Basicamente, essas linhas de campanhas acima são como vírus específicos. E cada uma delas depende da dosagem e da pré–disposição do público–alvo a se deixar abater.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Um trabalho essencialmente de planejamento. Campanhas de marketing viral precisam ser entendidas como tal, criadas para tal. Até mesmos as suas métricas precisam prever as taxas de infecção cruzadas com os resultados finais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas, por mais que demande um trabalho árduo, esse tipo de campanha tem efeitos tão ímpares e multiplicadores que loucos são os que nem ao menos tentarem se aproveitar dele.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;autor:&lt;/b&gt; Ricardo Almeida&lt;br /&gt;&lt;b&gt;fonte:&lt;/b&gt; &lt;a href="http://webinsider.uol.com.br/index.php/2004/06/06/marketing-viral-investir-pouco-e-ganhar-muito/" target="_blank"&gt;webinsider&lt;/a&gt; &lt;img src="http://www.ispag.ch/cmslight/isp/img/external_link.gif" title="" border="0" /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6979951-115807237251097441?l=ifdcom.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://ifdcom.blogspot.com/feeds/115807237251097441/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6979951&amp;postID=115807237251097441&amp;isPopup=true' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6979951/posts/default/115807237251097441'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6979951/posts/default/115807237251097441'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://ifdcom.blogspot.com/2006/09/marketing-viral-investir-pouco-e.html' title='Marketing viral: investir pouco e ganhar muito'/><author><name>Iris | IFD</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_u6V07yMPncY/TSJ6zwha1mI/AAAAAAAAAnU/ucuRJ_1uzrI/S220/iris_ifd.png'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6979951.post-115774413344798478</id><published>2006-09-08T16:35:00.000-03:00</published><updated>2006-09-08T16:35:33.753-03:00</updated><title type='text'>Marketing Direto, Viral ou SPAM?</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;A primeira distor&amp;ccedil;&amp;atilde;o grave do Webmarketing &amp;eacute; classificar SPAM como Marketing Direto. O SPAM incomoda &amp;#8220;diretamente&amp;#8221; o consumidor, mas &amp;eacute; uma iniciativa desfocada e, no m&amp;iacute;nimo, ultrapassada para merecer tal r&amp;oacute;tulo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O SPAM poderia ser compar&amp;aacute;vel &amp;agrave;s primeiras a&amp;ccedil;&amp;otilde;es de Marketing Direto, onde mailings eram comercializados sem muito crit&amp;eacute;rio e as empresas enviavam milhares de malas-diretas para qualquer lugar, esperando um m&amp;iacute;nimo de retorno satisfat&amp;oacute;rio. Entretanto, apesar dessas pr&amp;aacute;ticas ainda serem comuns no mercado, encontram-se em decl&amp;iacute;nio e est&amp;atilde;o, comprovadamente, na contram&amp;atilde;o do Marketing Direto!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Hoje, sabe-se que o retorno de 2%, 3% ou 5% de vendas em uma campanha dessas pode ser muito inferior ao preju&amp;iacute;zo de imagem que a empresa acumula, posicionando-se na mente do consumidor como invasiva e inconveniente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O Marketing Direto que funciona e que deve ser estimulado &amp;eacute; aquele que cadastra os clientes atrav&amp;eacute;s de promo&amp;ccedil;&amp;otilde;es de incentivo, obtendo assim a autoriza&amp;ccedil;&amp;atilde;o para uma comunica&amp;ccedil;&amp;atilde;o peri&amp;oacute;dica.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Comprar mailing e enviar publicidade n&amp;atilde;o autorizada, por mais segmentada que seja, ser&amp;aacute; cada vez mais caro e arriscado, considerando a rela&amp;ccedil;&amp;atilde;o custo-benef&amp;iacute;cio. Existem correntes que defendem essa pr&amp;aacute;tica para uma primeira comunica&amp;ccedil;&amp;atilde;o, mas eu prefiro deixar que a iniciativa seja do pr&amp;oacute;prio cliente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mais importante que realizar uma primeira venda &amp;eacute; n&amp;atilde;o causar uma primeira m&amp;aacute;-impress&amp;atilde;o. Hoje, e cada vez mais, a opini&amp;atilde;o dos clientes satisfeitos (ou insatisfeitos) determinar&amp;aacute; o sucesso de uma empresa. Estamos falando em fidelidade e continuidade!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O SPAM, a mala-direta n&amp;atilde;o autorizada e o telemarketing invasivo s&amp;atilde;o exemplos de estrat&amp;eacute;gias de marketing que obt&amp;ecirc;m retorno imediato e mensur&amp;aacute;vel, mas esgotam rapidamente o solo. S&amp;atilde;o iniciativas que incomodam a maioria dos clientes potenciais, em troca de uma minoria que aceita e realiza os neg&amp;oacute;cios propostos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Analisadas isoladamente, s&amp;atilde;o campanhas bem-sucedidas, pois aumentam as vendas em X% no m&amp;ecirc;s daquela a&amp;ccedil;&amp;atilde;o. Mas tamb&amp;eacute;m aumentam a resist&amp;ecirc;ncia e os custos para a&amp;ccedil;&amp;otilde;es futuras!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Outra distor&amp;ccedil;&amp;atilde;o que est&amp;aacute; se tornando comum &amp;eacute; a confus&amp;atilde;o de SPAM com Marketing Viral. Isso &amp;eacute; criminoso!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Existem empresas que se dizem s&amp;eacute;rias, divulgando SPAM descaradamente, assinando a mensagem com frases do tipo: &amp;#8220;voc&amp;ecirc; est&amp;aacute; recebendo esta mensagem por indica&amp;ccedil;&amp;atilde;o de um amigo.&amp;#8221;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Isso &amp;eacute; SPAM para enganar trouxa, pois amigo que n&amp;atilde;o assina &amp;eacute; amigo-da-on&amp;ccedil;a!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O Marketing Viral &amp;eacute; baseado sim, na divulga&amp;ccedil;&amp;atilde;o boca-a-boca entre amigos, parentes e conhecidos, mas ela pressup&amp;otilde;e a identifica&amp;ccedil;&amp;atilde;o total do remetente e uma afinidade estabelecida entre as partes. Ela s&amp;oacute; &amp;eacute; v&amp;aacute;lida se pega carona na credibilidade e permiss&amp;atilde;o conquistadas por esse amigo indicador ao longo do tempo! Um amigo an&amp;ocirc;nimo n&amp;atilde;o &amp;eacute; amigo de ningu&amp;eacute;m e n&amp;atilde;o t&amp;ecirc;m qualquer credibilidade. Muito menos permiss&amp;atilde;o!!!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O Marketing Viral &amp;eacute; muito poderoso e ser&amp;aacute; cada vez mais influente nos neg&amp;oacute;cios daqui pra frente, pois a Internet viabiliza uma network afiada de contatos, onde todos trocam informa&amp;ccedil;&amp;otilde;es, dicas e coment&amp;aacute;rios sobre tudo. Entretanto, esta mesma network ir&amp;aacute; fiscalizar e delatar os aproveitadores, influenciando um resultado contr&amp;aacute;rio ao esperado pelo spammer.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A divulga&amp;ccedil;&amp;atilde;o boca-a-boca &amp;eacute; muito poderosa, mas &amp;eacute; igualmente sens&amp;iacute;vel. Qualquer sinal de aproveitamento &amp;eacute; caracterizado como ofensa e invas&amp;atilde;o, causando repulsa imediata do receptor!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ningu&amp;eacute;m gosta de se sentir usado ou incomodado. Por isso, nem todos os conhecidos gozam de credibilidade e permiss&amp;atilde;o suficientes para divulgarem um produto e serem bem recebidos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&amp;Eacute; preciso bom senso e qualidade para obter bons resultados em Marketing Viral!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os melhores cases de Marketing Viral foram os espont&amp;acirc;neos ou sutilmente estimulados, com benef&amp;iacute;cios subjetivos. Oferecer brindes, dinheiro ou qualquer outro benef&amp;iacute;cio material ostensivo &amp;eacute; o mesmo que escrever na testa: &amp;#8220;quero usar voc&amp;ecirc;s&amp;#8221;!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os benef&amp;iacute;cios materiais podem at&amp;eacute; existir, mas eles NUNCA podem ser o foco da campanha. O foco sempre deve estar nos benef&amp;iacute;cios que o receptor pode ter ao adquirir aquele produto ou conhecer aquele site. E esses benef&amp;iacute;cios devem ser &amp;oacute;bvios. De prefer&amp;ecirc;ncia, o divulgador deve incluir argumentos pessoais explicando o porqu&amp;ecirc; daquela divulga&amp;ccedil;&amp;atilde;o!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Se um engenheiro divulga o site de uma construtora para um ex-colega de faculdade, informando que lembrou do amigo porque o site tem dicas importantes sobre a profiss&amp;atilde;o etc, soar&amp;aacute; familiar e interessante. Agora, se o mesmo engenheiro divulgar o site de pesca para um amigo que nunca pescou ou manifestou qualquer interesse pelo assunto, para ganhar pontos e concorrer ao sorteio daquela vara de pesca da promo&amp;ccedil;&amp;atilde;o, &amp;#8220;isso &amp;eacute; expulse&amp;#8221;! &amp;Eacute; repugnante!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Dependendo da situa&amp;ccedil;&amp;atilde;o, campanhas como essa podem ser catastr&amp;oacute;ficas, prejudicando a imagem da empresa, as amizades e a credibilidade dos agentes divulgadores.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por isso, o Marketing Viral que funciona &amp;eacute; baseado no testemunho pessoal. Afinal, como acreditar que tal site ou produto &amp;eacute; bom se o pr&amp;oacute;prio divulgador n&amp;atilde;o usa? Como acreditar em uma divulga&amp;ccedil;&amp;atilde;o impessoal, cujo &amp;uacute;nico objetivo claro &amp;eacute; beneficiar o divulgador?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O ICQ &amp;eacute; um grande exemplo de Marketing Viral, pois foi disseminado pela Internet sem que as pessoas tivessem qualquer benef&amp;iacute;cio material para divulg&amp;aacute;-lo. O &amp;uacute;nico benef&amp;iacute;cio era a pr&amp;oacute;pria qualidade do servi&amp;ccedil;o, que simplificaria a comunica&amp;ccedil;&amp;atilde;o entre as pessoas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Yahoo, Amazon, Ebay, Egroups e outros tantos sites mundiais cresceram pelo boca-a-boca natural dos usu&amp;aacute;rios, divulgando servi&amp;ccedil;os de qualidade. Alguns desses sites, sutilmente incluem servi&amp;ccedil;os que estimulam essa divulga&amp;ccedil;&amp;atilde;o, mas nada &amp;eacute; ostensivo ou aproveitador.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sabendo entender e utilizar o Marketing Viral com intelig&amp;ecirc;ncia, &amp;eacute; poss&amp;iacute;vel obter resultados cont&amp;iacute;nuos e crescentes com um investimento muito pequeno em propaganda. Esse &amp;eacute; o futuro!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;J&amp;aacute; o SPAM... &amp;eacute; apenas uma nova forma de fazer o que j&amp;aacute; est&amp;aacute; ultrapassado. &amp;Eacute; o passado do Marketing Direto em formato digital. E ter&amp;aacute; vida curta!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Hoje, a diferen&amp;ccedil;a entre Marketing Direto, Viral ou SPAM ainda n&amp;atilde;o est&amp;aacute; clara para a maioria, mas o amadurecimento das redes servir&amp;aacute; como fator de sele&amp;ccedil;&amp;atilde;o para impedir abusos futuros.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;autor:&lt;/b&gt; Sergio Buaiz&lt;br /&gt;&lt;b&gt;fonte:&lt;/b&gt; &lt;a href="http://www.rhoempreendedor.com.br/materias.asp?ID=755&amp;ID_coluna=54" target="_blank"&gt;rho empreendedor&lt;/a&gt; &lt;img src="http://www.ispag.ch/cmslight/isp/img/external_link.gif" title="" border="0"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6979951-115774413344798478?l=ifdcom.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://ifdcom.blogspot.com/feeds/115774413344798478/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6979951&amp;postID=115774413344798478&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6979951/posts/default/115774413344798478'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6979951/posts/default/115774413344798478'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://ifdcom.blogspot.com/2006/09/marketing-direto-viral-ou-spam.html' title='Marketing Direto, Viral ou SPAM?'/><author><name>Iris | IFD</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_u6V07yMPncY/TSJ6zwha1mI/AAAAAAAAAnU/ucuRJ_1uzrI/S220/iris_ifd.png'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6979951.post-115765391662972129</id><published>2006-09-07T15:30:00.000-03:00</published><updated>2006-09-08T09:07:25.886-03:00</updated><title type='text'>Como um orçamento bem apresentado pode favorecer um contrato</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;i&gt;Descrevemos uma possível estrutura e pontos mais importantes para incluir em um orçamento, junto com alguns conselhos e exemplos que podem nos ajudar a melhorar nossas propostas e ganhar clientes.&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Devido à globalização, os contatos pessoais -cara a cara- e o tradicional trabalho comercial estão perdendo peso e evoluindo em uma nova forma. Agora é muito mais simples se comunicar com um cliente potencial de qualquer parte do mundo e, embora marcar um encontro com ele quase sempre resulta positivo, é muito habitual que, devido às distâncias, esse encontro seja inviável. Neste caso, a página web de nossa empresa é nosso primeiro comercial, nossa imagem de cara ao exterior que vai informar ao cliente de quem somos, todos os serviços que prestamos, etc. Isto não vai suplantar a um bom trabalho comercial, simplesmente vai complementá-lo e dar uma maior capacidade de penetração em mercados até agora impensáveis, exceto com uma grande inversão econômica e de recursos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Um orçamento deve de suprir ao orçamento tradicional + as explicações, ou seja, no caso de mercados externos, nosso contato será principalmente via e-mail, o qual limita a rapidez de resposta às dúvidas e à qualidade das explicações. A solução a isto é a clareza e a objetividade, adiantar às dúvidas do cliente e apresentar tudo no orçamento, de forma que não exista nenhum ponto escuro.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Os pontos mais importantes que deve ter um orçamento são:&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;* Completo: Desde a apresentação de nossa empresa, até a solução que pensamos dar ao projeto do cliente, exemplos de projetos já realizados, orçamento fechado indicando o que inclui e tão importante como isto, o que não inclui.&lt;br /&gt;* Claro: Sempre há que pensar que o cliente não sabe. Se sabe pode pensar que somos muito básicos, mas se não sabe e lhe passamos um orçamento excessivamente técnico, não poderemos fazer chegar nossa idéia de forma que ele possa visualizar o resultado.&lt;br /&gt;* Conciso: Não há que andar por ramificações, para ler literatura, já existem os romances. Para nós nos interessa poder transmitir a maior quantidade de idéias no menor espaço possível. Para isso, é muito recomendável, utilizar tabelas e/ou pontos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Na hora de desenvolver a estrutura de um orçamento, devemos pensar em:&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;* Introdução: Uma pequena introdução a como enfocamos as necessidades do projeto e que motivos nos levaram a decidir que esta solução é a mais conveniente para o projeto.&lt;br /&gt;* Descrição do projeto: A descrição irá em função do tipo de projeto. Se simplesmente é uma hospedagem web, haverá pouco o que contar exceto as características dos servidores e o s serviços que se oferecem.&lt;br /&gt;* Metodologia de trabalho: Explicar ao cliente como vamos fazer as coisas, comentar por exemplo que primeiro vai se desenhar a web ou o banco de dados, que até que não seja aprovado (assinado), na se passará a seguinte fase&lt;br /&gt;* Tempos de execução: Há que cumpri-los. Também há que ajustar muito e indicar quais são as nossas responsabilidades e quais são as suas quanto à entrega de material, validações, etc, e a influência que terá nos tempos, o atraso nas entregas e as aprovações.&lt;br /&gt;* Orçamento detalhado: é muito útil tabular cada uma das seções que vão compor o projeto e decompor seu custo.&lt;br /&gt;* Formas de pagamento: Indicando também os prazos que haverá que cumprir.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Todos estas seções, podem não ter esta ordem, inclusive podem estar misturados, mas é importante ter e transmitir tudo isto claramente ao cliente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;autor:&lt;/b&gt; Diego Pinilla&lt;br /&gt;&lt;b&gt;fonte:&lt;/b&gt; &lt;a href="http://www.criarweb.com" target="_blank"&gt;Criarweb &lt;img src="http://www.ispag.ch/cmslight/isp/img/external_link.gif" title="" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;     &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;br 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href="http://www.publipt.com/pages/index.php?refid=tygra"&gt;&lt;img src="http://www.brumaximus.kit.net/Barrinhas/linha_46.gif" title="" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;br /&gt;&lt;font&gt;&lt;img src="http://www.graphxkingdom.com/graphics/miniature/mini49.gif" title="" border="0" /&gt;Dica:&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="txt"&gt;&lt;/span&gt;&lt;a href="http://ifdcom.blogspot.com/2004/07/modelos-de-contrato-oramento.html"&gt;- Modelos de Contrato / Orçamento&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6979951-115765391662972129?l=ifdcom.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://ifdcom.blogspot.com/feeds/115765391662972129/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6979951&amp;postID=115765391662972129&amp;isPopup=true' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6979951/posts/default/115765391662972129'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6979951/posts/default/115765391662972129'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://ifdcom.blogspot.com/2006/09/como-um-oramento-bem-apresentado-pode.html' title='Como um orçamento bem apresentado pode favorecer um contrato'/><author><name>Iris | IFD</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_u6V07yMPncY/TSJ6zwha1mI/AAAAAAAAAnU/ucuRJ_1uzrI/S220/iris_ifd.png'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6979951.post-115746037034263881</id><published>2006-09-05T09:46:00.000-03:00</published><updated>2006-09-05T09:46:10.576-03:00</updated><title type='text'>Publicidade interativa ganha espaço na rede, à espera da TV digital</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;Interatividade &amp;eacute; a palavra de ordem na publicidade da internet. As ag&amp;ecirc;ncias mapeiam tend&amp;ecirc;ncias em comunidades virtuais, como o Orkut, e criam blogs para verificar o que quer a audi&amp;ecirc;ncia. Criam sites de produtos em que os internautas podem intervir no conte&amp;uacute;do. Divulgam filmes por correio eletr&amp;ocirc;nico, que acabam atraindo audi&amp;ecirc;ncia no site de v&amp;iacute;deos YouTube. Anunciantes marcam presen&amp;ccedil;a no MSN Messenger, servi&amp;ccedil;o de mensagens instant&amp;acirc;neas. E n&amp;atilde;o &amp;eacute; s&amp;oacute; isso. Em breve, toda essa experi&amp;ecirc;ncia ser&amp;aacute; transposta para a TV digital, interativa, com imagem de qualidade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"H&amp;aacute; uma revolu&amp;ccedil;&amp;atilde;o de comportamento em curso, em que a interatividade d&amp;aacute; o tom. E n&amp;atilde;o &amp;eacute; s&amp;oacute; na publicidade", prev&amp;ecirc; Eduardo Fischer, presidente da Fischer Am&amp;eacute;rica, do Grupo Total. "O consumidor deixou de ser passivo e est&amp;aacute; assumindo o papel de produtor de conte&amp;uacute;do, sendo at&amp;eacute; mesmo convidado, atrav&amp;eacute;s da internet, a sugerir finais para campanhas publicit&amp;aacute;rias", completa ele.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;GAMES&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;Buscar ferramentas que facilitem a intera&amp;ccedil;&amp;atilde;o com o p&amp;uacute;blico est&amp;aacute; virando condi&amp;ccedil;&amp;atilde;o necess&amp;aacute;ria para o neg&amp;oacute;cio da comunica&amp;ccedil;&amp;atilde;o. Foi por isso, segundo Fischer, que o Grupo Total acaba de comprar a BG Interativa, uma empresa especializada em projetos de interatividade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"A BG, por exemplo, desenvolveu para uma companhia automobil&amp;iacute;stica a possibilidade de o consumidor fazer um test-drive online. Tudo a partir dos princ&amp;iacute;pios dos games", conta Fischer. O site, feito para o lan&amp;ccedil;amento do novo Honda Civic, recebeu 200 mil visitantes &amp;uacute;nicos no primeiro m&amp;ecirc;s. "O tempo de perman&amp;ecirc;ncia, num site interativo, &amp;eacute; de 10 a 15 vezes maior", diz Araken Le&amp;atilde;o, diretor da BG.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em janeiro deste ano, a BG criou um v&amp;iacute;deo com um personagem dos comerciais da Caixa Econ&amp;ocirc;mica Federal - Monstro, um boneco de p&amp;ecirc;los roxos e dois metros de altura - imitando jogadas do Ronaldinho, mas com um assistente vestido de azul que controlava a bola, para ser apagado depois com efeito de chroma-key. O v&amp;iacute;deo foi distribu&amp;iacute;do por e-mail para cerca de 30 mil pessoas. Quatro ou cinco dias depois, estava no YouTube, sem interven&amp;ccedil;&amp;atilde;o da ag&amp;ecirc;ncia, e chegou a ser assistido por 3 milh&amp;otilde;es de pessoas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fen&amp;ocirc;meno mundial, o YouTube, site em que o internauta pode colocar seus v&amp;iacute;deos, tem um crescimento surpreendente no Brasil. A audi&amp;ecirc;ncia residencial subiu de 57 mil em dezembro de 2005 para 2,654 milh&amp;otilde;es em julho.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"Toda essa experi&amp;ecirc;ncia ser&amp;aacute; aproveitada na TV interativa", afirma Araken. O governo promete que a televis&amp;atilde;o aberta digital, com interatividade, chegar&amp;aacute; a S&amp;atilde;o Paulo em meados do ano que vem. A empresa tem oito pessoas em seu departamento de pesquisas em novas tecnologias, cujo foco principal &amp;eacute; a TV interativa. "Ela vir&amp;aacute; em tr&amp;ecirc;s etapas. Primeiro, o espectador poder&amp;aacute; comprar pela televis&amp;atilde;o. Depois, poder&amp;aacute; interagir com os programas. E, em terceiro, poder&amp;aacute; participar da edi&amp;ccedil;&amp;atilde;o do programas."&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;ANIMA&amp;Ccedil;&amp;Otilde;ES&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;O Brasil tem experi&amp;ecirc;ncias pioneiras em publicidade interativa. No ano passado, a Ag&amp;ecirc;nciaClick criou para a Coca-Cola um theme-pack, pacote de itens personaliz&amp;aacute;veis, para o MSN Messenger, da Microsoft, para ser baixado pela internet. O pacote inclu&amp;iacute;a recursos como fundos de tela, anima&amp;ccedil;&amp;otilde;es e emoticons ("carinhas" usadas no sistema de comunica&amp;ccedil;&amp;atilde;o).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Um exemplo pr&amp;aacute;tico ainda dos prim&amp;oacute;rdios dessa realidade, que agora come&amp;ccedil;a a ganhar musculatura com o avan&amp;ccedil;o da tecnologia, foi desenvolvido pela F/Nazca Saatchi &amp; Saatchi para a marca de cerveja Skol h&amp;aacute; cinco anos. A ag&amp;ecirc;ncia queria incorporar ao seu dia-a-dia uma turma jovem ligada na linguagem da web . E foi dessa turma que partiu a proposta de colocar no ar uma propaganda em cap&amp;iacute;tulos, em que o final seria decidido pelos telespectadores.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Foram inventadas cinco alternativas que, no total da vota&amp;ccedil;&amp;atilde;o feita no site da empresa, receberam 300 mil votos. Chamado Paquera, o an&amp;uacute;ncio exibia uma mo&amp;ccedil;a na praia que convidava, atrav&amp;eacute;s de m&amp;iacute;mica, um rapaz numa ilha pr&amp;oacute;xima para beber com ela. A maioria decidiu colocar no ar a situa&amp;ccedil;&amp;atilde;o de indecis&amp;atilde;o do rapaz, que n&amp;atilde;o conseguia entender o convite da mo&amp;ccedil;a.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Se h&amp;aacute; alguns anos propostas como a da F/Nazca eram casos isolados, agora devem se tornar corriqueiras e cada vez mais incorporar recursos t&amp;eacute;cnicos e participa&amp;ccedil;&amp;atilde;o do p&amp;uacute;blico externa. "Direito autoral e ficha t&amp;eacute;cnica de filme publicit&amp;aacute;rio, t&amp;atilde;o reverenciadas no meio publicit&amp;aacute;rio, v&amp;atilde;o cair em desuso", brinca F&amp;aacute;bio Fernandes, presidente e diretor de cria&amp;ccedil;&amp;atilde;o da ag&amp;ecirc;ncia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;CAMPANHA&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;O reconhecimento de que esse caminho &amp;eacute; uma tend&amp;ecirc;ncia que se confirmou com a premia&amp;ccedil;&amp;atilde;o da campanha do carro ingl&amp;ecirc;s Mini Cooper no Festival Internacional de Cannes. Em 2005, a ag&amp;ecirc;ncia Crispin Porter + Bogusky criou uma campanha que acabou vitoriosa na categoria Titanium Lions. A campanha se baseou na participa&amp;ccedil;&amp;atilde;o dos consumidores apaixonados pelo ve&amp;iacute;culo. Esses f&amp;atilde;s foram chamados a integrar uma comunidade na internet que defendia o Mini de poss&amp;iacute;veis falsifica&amp;ccedil;&amp;otilde;es. Tudo inventado com uma boa dose de humor. A campanha foi sucesso de p&amp;uacute;blico. V&amp;aacute;rias situa&amp;ccedil;&amp;otilde;es engra&amp;ccedil;adas surgiram em que, pelas leitura dos f&amp;atilde;s, outros carros tentavam se transfigurar em Mini.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;autora:&lt;/b&gt; Marili Ribeiro e Renato Cruz&lt;br /&gt;&lt;b&gt;fonte:&lt;/b&gt; &lt;a href="http://txt.estado.com.br/editorias/2006/09/04/eco-1.93.4.20060904.20.1.xml" target="_blank"&gt;Estado de S&amp;atilde;o Paulo&lt;/a&gt; &lt;img src="http://www.ispag.ch/cmslight/isp/img/external_link.gif" title="" border="0"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6979951-115746037034263881?l=ifdcom.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://ifdcom.blogspot.com/feeds/115746037034263881/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6979951&amp;postID=115746037034263881&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6979951/posts/default/115746037034263881'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6979951/posts/default/115746037034263881'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://ifdcom.blogspot.com/2006/09/publicidade-interativa-ganha-espa.html' title='Publicidade interativa ganha espa&amp;ccedil;o na rede, &amp;agrave; espera da TV digital'/><author><name>Iris | IFD</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_u6V07yMPncY/TSJ6zwha1mI/AAAAAAAAAnU/ucuRJ_1uzrI/S220/iris_ifd.png'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6979951.post-115738083038613625</id><published>2006-09-04T11:40:00.000-03:00</published><updated>2006-09-05T01:08:02.306-03:00</updated><title type='text'>O design na fronteira com a arquitetura</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;Para escrever sobre a fronteira do design com a arquitetura, tive que pensar um pouco em como &amp;eacute; o design hoje no Brasil. E n&amp;atilde;o tenho a inten&amp;ccedil;&amp;atilde;o de aqui tra&amp;ccedil;ar uma verdade &amp;uacute;nica, mas espero com esse artigo gerar um debate, para que outros profissionais escrevam sobre nossa profiss&amp;atilde;o e para que seja formada uma massa cr&amp;iacute;tica entre os designers. Essa massa cr&amp;iacute;tica, aliada a uma participa&amp;ccedil;&amp;atilde;o de forma atuante nas associa&amp;ccedil;&amp;otilde;es de design, s&amp;atilde;o os principais canais para a constru&amp;ccedil;&amp;atilde;o de uma identidade profissional.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Opa, quer dizer que o designer n&amp;atilde;o tem uma identidade profissional?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O design ainda &amp;eacute; uma profiss&amp;atilde;o recente no nosso pa&amp;iacute;s. E quando escrevo isso posso ser contextado por muitos, mas a verdade &amp;eacute; que nossa sociedade ainda n&amp;atilde;o tem uma percep&amp;ccedil;&amp;atilde;o clara de qual o trabalho do designer. As pessoas, de um modo geral, ainda n&amp;atilde;o sabem o que um designer faz.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para ilustrar isso, cito um exemplo: imagine duas pessoas que se encontram num ambiente qualquer e uma pergunta para outra: o que voc&amp;ecirc; faz? Se essa pessoa responde &amp;#8220;sou m&amp;eacute;dico&amp;#8221; ou &amp;#8220;sou arquiteto&amp;#8221; ou &amp;#8220;sou advogado&amp;#8221;, o outro j&amp;aacute; imagina o que ela faz no seu trabalho e pode muitas vezes fazer outra pergunta, como para o m&amp;eacute;dico: - qual sua especialidade?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas agora imagine que essa pessoa disse: &amp;#8220;sou designer&amp;#8221;. Muitas vezes, isso interrompe a conversa, porque n&amp;atilde;o existe um entendimento claro do que isso quer dizer. Outras vezes ela pode dizer: - ah, voc&amp;ecirc; trabalha com publicidade; ou, - voc&amp;ecirc; &amp;eacute; um artista; ou ainda, - voc&amp;ecirc; estudou arquitetura? S&amp;atilde;o algumas suposi&amp;ccedil;&amp;otilde;es do que acontece neste nosso mercado onde a sociedade ainda n&amp;atilde;o tem bem claro que profiss&amp;atilde;o &amp;eacute; esta.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Conceito de design&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ent&amp;atilde;o, pra come&amp;ccedil;ar, vou &amp;#8220;botar a cara pra bater&amp;#8221;, ao propor aqui um conceito de design. Conceito este que montei com outros profissionais quando eu era presidente da Apdesign, ap&amp;oacute;s ler v&amp;aacute;rios conceitos e usando um pouco de alguns e muito de outros, com o objetivo de englobar todas as categorias de design.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&amp;#8220;Design &amp;eacute; uma atividade especializada de car&amp;aacute;ter t&amp;eacute;cnico-cient&amp;iacute;fico, criativo e art&amp;iacute;stico, com vistas &amp;agrave; concep&amp;ccedil;&amp;atilde;o e desenvolvimento de projetos de objetos e mensagens visuais que equacionam sistematicamente dados ergon&amp;ocirc;micos, tecnol&amp;oacute;gicos, econ&amp;ocirc;micos, sociais, culturais e est&amp;eacute;ticos que atendam concretamente &amp;agrave;s necessidades humanas.&amp;#8221;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Proponho que, se voc&amp;ecirc; n&amp;atilde;o concorda com esse conceito, crie um pra si e divulgue para seus pares. Somente assim vamos chegar num conceito &amp;uacute;nico. Mas n&amp;atilde;o fique por a&amp;iacute; sem saber definir o que &amp;eacute; design.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Identidade profissional&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Toda a profiss&amp;atilde;o tem fronteiras com outras, assim como ocorre na arquitetura com a engenharia, por exemplo. Mas no caso do design, o problema &amp;eacute; aumentado por n&amp;atilde;o termos claro uma identidade profissional e por isso coloco esse como tema central.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Al&amp;eacute;m da dificuldade de entendimento por parte da sociedade sobre o que &amp;eacute; design, os pr&amp;oacute;prios designers, ao inv&amp;eacute;s de concentrar seus esfor&amp;ccedil;os para tornar as coisas mais claras, por vezes as deixam mais obscuras. &amp;Eacute; claro que o fato de a profiss&amp;atilde;o n&amp;atilde;o ser regulamentada contribui para essa confus&amp;atilde;o, uma vez que existem profissionais provenientes de v&amp;aacute;rias &amp;aacute;reas que atuam em design, al&amp;eacute;m de termos muitos cursos de design ainda bastante recentes.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nossos cursos (falando genericamente) tamb&amp;eacute;m enfrentam alguns problemas. Eles nascem muitas vezes dentro dos departamentos de arquitetura ou de comunica&amp;ccedil;&amp;atilde;o das faculdades e ficam como uma crian&amp;ccedil;a que n&amp;atilde;o sai da casa dos pais, sem identidade pr&amp;oacute;pria.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para piorar isso, os cursos de design s&amp;atilde;o cada vez mais fragmentados. Existe curso de design gr&amp;aacute;fico, de design de m&amp;oacute;veis, de design de cal&amp;ccedil;ados, de design de embalagem, etc. Isso impede que se tenha uma ess&amp;ecirc;ncia &amp;uacute;nica. Vou voltar a analogia com outras profiss&amp;otilde;es:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Um m&amp;eacute;dico, cursa medicina e depois escolhe uma especialidade. O advogado tamb&amp;eacute;m. O arquiteto, o dentista, o economista, todos t&amp;ecirc;m um curso &amp;uacute;nico, que lhes d&amp;aacute; um embasamento geral para depois escolherem uma &amp;aacute;rea de atua&amp;ccedil;&amp;atilde;o mais espec&amp;iacute;fica. O designer j&amp;aacute; come&amp;ccedil;a especialista. E os cursos muitas vezes j&amp;aacute; come&amp;ccedil;am pelo final. Um curso de design gr&amp;aacute;fico, muitas vezes d&amp;aacute; uma tarefa a um aluno de desenhar um logotipo, sem que ele tenha o embasamento necess&amp;aacute;rio para tal. Um m&amp;eacute;dico s&amp;oacute; faz uma cirurgia (como auxiliar) no final do curso. Ok, ele lida com vidas. Mas ent&amp;atilde;o vamos ver o arquiteto: ele n&amp;atilde;o sai fazendo um projeto de uma casa no primeiro semestre da faculdade. &amp;Eacute; preciso primeiro embasamento.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para piorar as coisas, cada vez existem cursos de design mais curtos. J&amp;aacute; existem cursos de design de aproximadamente dois anos, como design de embalagem, design de j&amp;oacute;ias,...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Imaginem agora o seguinte: uma empresa que busca uma assessoria de um designer, muitas vezes est&amp;aacute; buscando (embora por vezes n&amp;atilde;o saiba) um profissional que tenha subs&amp;iacute;dios para enxergar as coisas de outra forma, propor caminhos diferentes, por vezes at&amp;eacute; contrapor o que est&amp;aacute; sendo pedido&amp;#8230;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ser&amp;aacute; que em dois anos um profissional absorve conhecimentos conceituais suficientes (de hist&amp;oacute;ria da arte e do design, de marketing, etc.) para poder exercer a fun&amp;ccedil;&amp;atilde;o da qual o mercado realmente necessita? Ou ser&amp;aacute; que estamos jogando no mercado profissionais t&amp;eacute;cnicos que ser&amp;atilde;o m&amp;aacute;quinas de repetir o que j&amp;aacute; existe? Retornem &amp;agrave;quele conceito que lancei l&amp;aacute; em cima. Ser&amp;aacute; que um profissional n&amp;atilde;o tem que ter uma forma&amp;ccedil;&amp;atilde;o mais gen&amp;eacute;rica de modo a ter uma vis&amp;atilde;o mais ampla antes de entrar no espec&amp;iacute;fico?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Escrevi tudo isso, porque acho que isso explica um pouco porque muitos arquitetos entram no mercado de design. Muitos at&amp;eacute; explicam que design faz parte da arquitetura. Para fazer parte da arquitetura, o arquiteto deveria dominar tudo que o designer domina, o que n&amp;atilde;o acontece.&lt;br /&gt;Mas respeito a opini&amp;atilde;o porque soube recentemente que na It&amp;aacute;lia muitos cursos de arquitetura tem algo como uma especializa&amp;ccedil;&amp;atilde;o em industrial design no seu final. Por isso, a grande maioria dos designers italianos s&amp;atilde;o arquitetos. Esta foi a explica&amp;ccedil;&amp;atilde;o que me deu um &amp;#8220;arquiteto-designer&amp;#8221; (como ele se intitula) italiano.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas vamos voltar ao Brasil: o nosso Minist&amp;eacute;rio da Educa&amp;ccedil;&amp;atilde;o e Cultura (MEC) que deveria nos esclarecer um pouco esse assunto, acaba confundino em alguns pontos. Segundo o &amp;oacute;rg&amp;atilde;o, &amp;eacute; atribui&amp;ccedil;&amp;atilde;o do designer conceber projetos de espa&amp;ccedil;os e de paisagismo, o que cria uma &amp;aacute;rea de atrito com os arquitetos, uma vez que, como j&amp;aacute; &amp;eacute; sabido, tamb&amp;eacute;m &amp;eacute; atribui&amp;ccedil;&amp;atilde;o deste. E os arquitetos podem trabalhar com comunica&amp;ccedil;&amp;atilde;o visual, o que &amp;eacute; uma atribui&amp;ccedil;&amp;atilde;o do designer.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas vamos procurar entender algumas coisas: o arquiteto recebe na faculdade uma forma&amp;ccedil;&amp;atilde;o bastante rica em hist&amp;oacute;ria da arte e pratica bastante a metodologia de projeto, as pesquisas de refer&amp;ecirc;ncias e a forma&amp;ccedil;&amp;atilde;o de um conceito para o seu projeto. Al&amp;eacute;m do que ele aprende a apresentar o seu projeto ao grande grupo e debater com seus colegas e professores, o que vai dando consist&amp;ecirc;ncia conceitual e massa cr&amp;iacute;tica.&lt;br /&gt;Esse profissional acaba por se sentir mais seguro para ingressar em outras &amp;aacute;reas. E se o designer n&amp;atilde;o est&amp;aacute; abastecido do mesmo modo nesses conhecimentos, ele est&amp;aacute; diminuindo a barreira de entrada destes profissionais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para contribuir (ou agravar), vejo muitos designers formados em boas escolas do pa&amp;iacute;s sem o conhecimento necess&amp;aacute;rio para levar a cabo alguns projetos, o que me faz pensar que existe a&amp;iacute; uma falha. H&amp;aacute; algum tempo atr&amp;aacute;s, perguntei a um amigo que coordena a &amp;aacute;rea de projetos em sinaliza&amp;ccedil;&amp;atilde;o de uma das grandes empresas de design do nosso pa&amp;iacute;s qual o tipo de profissional que ele contrata para atuar no seu setor, se um designer gr&amp;aacute;fico ou um arquiteto. A resposta dele foi a seguinte: depende muito mais da sua experi&amp;ecirc;ncia do que da forma&amp;ccedil;&amp;atilde;o. Se voc&amp;ecirc; trabalha na &amp;aacute;rea j&amp;aacute; deve ter entendido do que estou falando. O arquiteto, de um modo geral, n&amp;atilde;o &amp;eacute; bom em comunica&amp;ccedil;&amp;atilde;o visual, n&amp;atilde;o entende de fontes, e tamb&amp;eacute;m n&amp;atilde;o domina algumas regras de sinaliza&amp;ccedil;&amp;atilde;o. O designer gr&amp;aacute;fico, por sua vez, trabalha muito bem com comunica&amp;ccedil;&amp;atilde;o visual, mas na escala 1:1 e no papel, em duas dimens&amp;otilde;es. Costuma ter dificuldades quando tem que projetar algo em escala reduzida e em tr&amp;ecirc;s dimens&amp;otilde;es e dificilmente sabe detalhar um totem ou at&amp;eacute; mesmo uma placa para ser executada. Para falar a verdade, muitas vezes ele n&amp;atilde;o sabe como colocar cotas num desenho.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Entendo que projetos de sinaliza&amp;ccedil;&amp;atilde;o &amp;eacute; uma atribui&amp;ccedil;&amp;atilde;o do designer, mas os cursos de design ainda s&amp;atilde;o muito falhos nesse sentido, deixando brechas para que outros profissionais fa&amp;ccedil;am incurs&amp;otilde;es nessa &amp;aacute;rea.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E os ambientes? Quem s&amp;atilde;o os melhores profissionais para projet&amp;aacute;-los? Entendo que aqui &amp;eacute; o arquiteto, que domina os conceitos estruturais, tridimensionais e a escala. Mas o melhor ainda &amp;eacute; quando podemos contar com uma equipe de profissionais formada por arquitetos e designers de modo que o designer acrescente seus conhecimentos de comunica&amp;ccedil;&amp;atilde;o visual. A contribui&amp;ccedil;&amp;atilde;o de cada um na sua especialidade me parece o melhor caminho.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas para n&amp;atilde;o ficarmos somente nessa briga de profiss&amp;otilde;es, vamos nos voltar ao que interessa: o cliente. O cliente est&amp;aacute; buscando um bom resultado ao seu projeto.&lt;br /&gt;Vamos pegar como exemplo o trabalho que venceu a categoria &amp;#8220;ambienta&amp;ccedil;&amp;atilde;o&amp;#8221; da 6&amp;ordf; Bienal de Design Gr&amp;aacute;fico: Por&amp;otilde;es da Mente, do Flavio Wild. Veja o dom&amp;iacute;nio das cores e de t&amp;eacute;cnicas de reprodu&amp;ccedil;&amp;atilde;o de imagens que este designer teve que ter. Mas tamb&amp;eacute;m como ele tinha que conhecer ilumina&amp;ccedil;&amp;atilde;o, pontos de vista e vis&amp;atilde;o tridimensional.&lt;br /&gt;Ser&amp;aacute; que se todos esses conceitos n&amp;atilde;o estivessem em harmonia este trabalho teria vencido o pr&amp;ecirc;mio?&lt;br /&gt;Numa apresenta&amp;ccedil;&amp;atilde;o do Por&amp;otilde;es da Mente o Flavio foi bastante enf&amp;aacute;tico na import&amp;acirc;ncia que teve a pesquisa realizada por ele no pr&amp;eacute;dio com os habitantes do local para obter o conceito do projeto.&lt;br /&gt;Ou vejam projeto do BCP da Cauduro Martino. Onde come&amp;ccedil;a a arquitetura e onde termina a comunica&amp;ccedil;&amp;atilde;o visual? Ainda acho que, nesses casos, n&amp;atilde;o podemos abdicar de nenhum destes profissionais. O design e a arquitetura andam juntos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;De qualquer modo, vejo como urgente a necessidade de evolu&amp;ccedil;&amp;atilde;o dos cursos e dos profissionais em design. A profiss&amp;atilde;o vive um de seus melhores momentos no mercado, uma vez que o design &amp;eacute; apontado como uma das grandes sa&amp;iacute;das estrat&amp;eacute;gicas para as empresas. E ainda existe um despreparo nos cursos de design que faz com que muitos escrit&amp;oacute;rios de design sejam liderados por profissionais de outras &amp;aacute;reas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;autor:&lt;/b&gt; Alexandre Guedes M&amp;uuml;ssnich&lt;br /&gt;&lt;b&gt;fonte:&lt;/b&gt; &lt;a href="http://www.rgd.org.br/sala_artigos_aberta.asp?idArtigo=11" target="_blank"&gt;rdg&lt;/a&gt; &lt;img src="http://www.ispag.ch/cmslight/isp/img/external_link.gif" title="" border="0"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6979951-115738083038613625?l=ifdcom.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://ifdcom.blogspot.com/feeds/115738083038613625/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6979951&amp;postID=115738083038613625&amp;isPopup=true' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6979951/posts/default/115738083038613625'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6979951/posts/default/115738083038613625'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://ifdcom.blogspot.com/2006/09/o-design-na-fronteira-com-arquitetura.html' title='O design na fronteira com a arquitetura'/><author><name>Iris | IFD</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_u6V07yMPncY/TSJ6zwha1mI/AAAAAAAAAnU/ucuRJ_1uzrI/S220/iris_ifd.png'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6979951.post-115715214226180620</id><published>2006-09-01T20:06:00.000-03:00</published><updated>2006-09-03T12:01:24.260-03:00</updated><title type='text'>Diferenças entre Designer Gráfico e Web Designer</title><content type='html'>&lt;div align="center"&gt;&lt;br /&gt;  &lt;object width="313" height="257"&gt;&lt;br /&gt;    &lt;param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/XPncLlKeums"&gt;&lt;br /&gt;    &lt;/param&gt;&lt;br /&gt;    &lt;embed src="http://www.youtube.com/v/XPncLlKeums" type="application/x-shockwave-flash" width="313" height="257"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;br /&gt;  &lt;/object&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;autor:&lt;/span&gt; donner19&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;fonte:&lt;/span&gt; &lt;a href="http://www.youtube.com/watch?v=XPncLlKeums&amp;mode=related&amp;amp;search=" target="" _blank=""&gt;youtube&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6979951-115715214226180620?l=ifdcom.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://ifdcom.blogspot.com/feeds/115715214226180620/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6979951&amp;postID=115715214226180620&amp;isPopup=true' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6979951/posts/default/115715214226180620'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6979951/posts/default/115715214226180620'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://ifdcom.blogspot.com/2006/09/diferenas-entre-designer-grfico-e-web.html' title='Diferenças entre Designer Gráfico e Web Designer'/><author><name>Iris | IFD</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_u6V07yMPncY/TSJ6zwha1mI/AAAAAAAAAnU/ucuRJ_1uzrI/S220/iris_ifd.png'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6979951.post-115703053321647420</id><published>2006-08-31T10:21:00.000-03:00</published><updated>2006-08-31T10:22:13.220-03:00</updated><title type='text'>O celular e a propaganda que cabe no bolso</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;i&gt;Europa, Ásia e Estados Unidos já criam campanhas publicitárias em vídeo especialmente para celular. No Brasil, as ações de marketing via telefone móvel começam a ser planejadas, mas ainda com pouca imagem, usando mais texto.&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A publicidade via celular já é comum nos países em que os telefones 3G estão difundidos. Os departamentos de criação de grandes marcas planejam desde ações simples, como promoções veiculadas no formato SMS (texto), até comerciais comparáveis aos exibidos na TV. A Mercedes Benz, por exemplo, elaborou no início do ano uma campanha para o lançamento de um novo modelo automobilístico para ser veiculada exclusivamente nos telefones de bolso. O mesmo ocorre na Coréia, no Japão e nos EUA.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No Brasil, como 80% dos aparelhos são do sistema pré-pago e os que suportam o formato MMS (multi midia service, para exibição de vídeo) não são maioria, as ações de marketing via celular ainda são poucas diante do potencial desse mercado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quem explica isso é o diretor da Wellcome Comunicação e Marketing Luciano Bonetti, professor de Propaganda na Universidade Metodista de São Paulo e autor da tese "Telefone celular: a nova mídia de massa a serviço da publicidade segmentada". Ele aponta que quem mais vem utilizando a plataforma por aqui são as próprias operadoras de telefonia móvel, que divulgam suas promoções por mensagens SMS (short message service, textos curtos). Apesar de ainda estar engatinhando, a propaganda via celular tende a crescer no país. "Trata-se de uma mídia com altíssimo retorno, porque interage com o cliente. Abre um canal de relacionamento direto", afirma Bonetti.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O publicitário Arthur Nunes de Carvalho, da “VS ponto com”, braço da agência carioca VS Comunicações, filiada à Abap (Associação Brasileira de Agências de Publicidade), explica que, em conjunto com as operadoras, promoções relâmpago começam a ser divulgadas na nova plataforma de mídia. “O lançamento do filme ‘Os Incríveis’ é um bom exemplo disso. Assinantes da Claro receberam via SMS informações e descontos para o lançamento do filme”, conta.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Legislação&lt;br /&gt;As leis da União Européia são rígidas quanto a essa prática. Em países como a Itália, antes do envio de propaganda, as operadoras têm que mandar uma mensagem pedindo a permissão do usuário. Só então a empresa de telefonia pode liberar a mensagem. Essa autorização é chamada "opt-in".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No Brasil, não há lei que regulamente essa espécie de publicidade, mas tramita na Câmara um Projeto de Lei (757/03), de autoria do deputado José Carlos Martinez (já falecido), que pretende proibir que operadoras divulguem serviços próprios nos aparelhos de seus clientes.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Hoje sob responsabilidade do deputado Milton Monti (PL-SP), o projeto encontra-se parado na Comissão de Ciência e Tecnologia, Comunicação e Informática da Câmara aguardando análise. Depois, deve ser encaminhado para a Comissão de Constituição e Justiça e de Redação. "O projeto prevê multa de R$ 150 por cada mensagem enviada pela operadora", explica o deputado Monti. E, quando o marketing via celular deverá estar regulamentado? "Não se sabe. Aqui as coisas são assim mesmo: demoradas", conclui o parlamentar.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;autor:&lt;/b&gt; Renata Toledo Piza&lt;br /&gt;&lt;b&gt;fonte:&lt;/b&gt; &lt;a href="http://portalimprensa.uol.com.br/new_ultimasnoticias_data_view.asp?code=954" target="_blank"&gt;portal imprensa&lt;/a&gt; &lt;img src="http://www.ispag.ch/cmslight/isp/img/external_link.gif" title="" border="0" /&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6979951-115703053321647420?l=ifdcom.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://ifdcom.blogspot.com/feeds/115703053321647420/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6979951&amp;postID=115703053321647420&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6979951/posts/default/115703053321647420'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6979951/posts/default/115703053321647420'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://ifdcom.blogspot.com/2006/08/o-celular-e-propaganda-que-cabe-no.html' title='O celular e a propaganda que cabe no bolso'/><author><name>Iris | IFD</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_u6V07yMPncY/TSJ6zwha1mI/AAAAAAAAAnU/ucuRJ_1uzrI/S220/iris_ifd.png'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6979951.post-115694959279667648</id><published>2006-08-30T11:52:00.000-03:00</published><updated>2006-08-30T11:53:12.806-03:00</updated><title type='text'>Código de Ética do Marketing Promocional.</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt; O Brasil já tem seu Código de Ética do Marketing Promocional.&lt;br /&gt;Pouquíssimos países o têm.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fruto de laborioso e exaustivo trabalho de todos os membros do Conselho Diretor da entidade, o Código de Ética e seu Regimento Interno cumprem o papel de atender aos objetivos estatutários da AMPRO, funcionando como modelo, guia e padrão de comportamento de todos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Seus princípios norteiam e auto-regulamentam, indistintamente, as relações entre clientes, empresas, agências especializadas ou fornecedores de serviços promocionais, agentes intermediários e consumidores finais. Estabelece diretrizes para funcionamento da Entidade como órgão judicante nos litígios, regulando o processo e o julgamento dos feitos relativos à ética das ações promocionais. Sugere regras de conduta entre as partes, em todos os níveis, autodisciplinando as relações e atuando como instrumento de concórdia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Dispõe sobre o funcionamento do Cadastro de Idéias Promocionais, definindo procedimentos para registro de planos, idéias, sugestões, projetos etc., preservando o direito autoral e criativo. Disserta sobre a política de remuneração sugerindo alternativas e regras éticas, assim como definindo responsabilidades entre promotores, agentes intermediários e fornecedores. Define normas de cooperação com as autoridades e comunidade, no cumprimento das leis que regem as atividades promocionais, contribuindo para a firme obediência dos seus preceitos éticos e morais inclui recomendações gerais para aplicação dos princípios em todas as formas de promoção de vendas, estabelecendo penalidades e sanções aos infratores.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Refletindo a atual voluntária consensualidade de todos os segmentos do Marketing Promocional, os princípios e fundamentos aqui expostos devem ser apregoados com o objetivo de se promover o adequado funcionamento da livre economia de mercado, dentro de parâmetros consentâneos com a modernidade mercantil, cumprindo-se assim o papel de zelar, respeitar e defender todos os direitos dos consumidores.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Selecione os arquivos abaixo que deseja fazer o download, conheça o nosso Código de Ética e mantenha seus negócios sempre muito bem conduzidos.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;img src="http://ndesign-studio.com/images/px_icons/file_type/pdf.gif" title="" border="0" /&gt; &lt;a href="http://www.ampro.com.br/upload/codetica/Introdu%E7%E3o.pdf" target="_blank"&gt;Introdução &lt;img src="http://www.ispag.ch/cmslight/isp/img/external_link.gif" title="" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;img src="http://ndesign-studio.com/images/px_icons/file_type/pdf.gif" title="" border="0" /&gt; &lt;a href="http://www.ampro.com.br/upload/codetica/Princ%EDpios%20Fundamentais.pdf" target="_blank"&gt;Princípios Fundamentais &lt;img src="http://www.ispag.ch/cmslight/isp/img/external_link.gif" title="" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;img src="http://ndesign-studio.com/images/px_icons/file_type/pdf.gif" title="" border="0" /&gt; &lt;a href="http://www.ampro.com.br/upload/codetica/Aplica%E7%F5es.pdf" target="_blank"&gt;Aplicações &lt;img src="http://www.ispag.ch/cmslight/isp/img/external_link.gif" title="" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;img src="http://ndesign-studio.com/images/px_icons/file_type/pdf.gif" title="" border="0" /&gt; &lt;a href="http://www.ampro.com.br/upload/codetica/Defini%E7%F5es,%20normas%20e%20recomenda%E7%F5es%20gerais.pdf" target="_blank"&gt;Definições, normas e recomendações gerais &lt;img src="http://www.ispag.ch/cmslight/isp/img/external_link.gif" title="" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;img src="http://ndesign-studio.com/images/px_icons/file_type/pdf.gif" title="" border="0" /&gt; &lt;a href="http://www.ampro.com.br/upload/codetica/Rela%E7%F5es%20entre%20promotor,%20agente%20intermedi%E1rio%20e%20receptores.pdf" target="_blank"&gt;Relações entre promotor, agente intermediário e receptores &lt;img src="http://www.ispag.ch/cmslight/isp/img/external_link.gif" title="" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;img src="http://ndesign-studio.com/images/px_icons/file_type/pdf.gif" title="" border="0" /&gt; &lt;a href="http://www.ampro.com.br/upload/codetica/Normas%20e%20%20Recomenda%E7%F5es.pdf" target="_blank"&gt;Normas e Recomendações &lt;img src="http://www.ispag.ch/cmslight/isp/img/external_link.gif" title="" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;img src="http://ndesign-studio.com/images/px_icons/file_type/pdf.gif" title="" border="0" /&gt; &lt;a href="http://www.ampro.com.br/upload/codetica/Fiscaliza%E7%E3o%20%C9tica%20-%20Cadastro%20de%20Id%E9ias%20Promocionais.pdf" target="_blank"&gt;Fiscalização Ética - Cadastro de Idéias Promocionais &lt;img src="http://www.ispag.ch/cmslight/isp/img/external_link.gif" title="" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.ampro.com.br/upload/codetica/Fun%E7%F5es%20e%20Pol%EDtica%20de%20Remunera%E7%E3o%20dos%20Servi%E7os%20do%20Agente%20Intermedi%E1rio.pdf" target="_blank"&gt;&lt;img src="http://ndesign-studio.com/images/px_icons/file_type/pdf.gif" title="" border="0" /&gt; Funções e Política de Remuneração dos Serviços do Agente Intermediário &lt;img src="http://www.ispag.ch/cmslight/isp/img/external_link.gif" title="" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;img src="http://ndesign-studio.com/images/px_icons/file_type/pdf.gif" title="" border="0" /&gt; &lt;a href="http://www.ampro.com.br/upload/codetica/Remunera%E7%E3o%20dos%20Servi%E7os%20dos%20Fornecedores%20pelos%20Agentes%20Intermedi%E1rios.pdf" target="_blank"&gt;Remuneração dos Serviços dos Fornecedores pelos Agentes Intermediários &lt;img src="http://www.ispag.ch/cmslight/isp/img/external_link.gif" title="" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;img src="http://ndesign-studio.com/images/px_icons/file_type/pdf.gif" title="" border="0" /&gt; &lt;a href="http://www.ampro.com.br/upload/codetica/Regras%20de%20Conduta%20entre%20Agente%20Intermedi%E1rio%20e%20Receptor.pdf" target="_blank"&gt;Regras de Conduta entre Agente Intermediário e Receptor &lt;img src="http://www.ispag.ch/cmslight/isp/img/external_link.gif" title="" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;img src="http://ndesign-studio.com/images/px_icons/file_type/pdf.gif" title="" border="0" /&gt; &lt;a href="http://www.ampro.com.br/upload/codetica/Responsabilidades.pdf" target="_blank"&gt;Responsabilidades &lt;img src="http://www.ispag.ch/cmslight/isp/img/external_link.gif" title="" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.ampro.com.br/upload/codetica/Recomenda%E7%F5es%20Gerais%20para%20Aplica%E7%E3o%20dos%20Princ%EDpios%20em%20todas%20as%20formas%20de%20Promo%E7%E3o%20de%20%20Vendas.pdf" target="_blank"&gt;&lt;img src="http://ndesign-studio.com/images/px_icons/file_type/pdf.gif" title="" border="0" /&gt; Recomendações Gerais para Aplicação dos Princípios em todas as formas de Promoção de Vendas &lt;img src="http://www.ispag.ch/cmslight/isp/img/external_link.gif" title="" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;img src="http://ndesign-studio.com/images/px_icons/file_type/pdf.gif" title="" border="0" /&gt; &lt;a href="http://www.ampro.com.br/upload/codetica/Penalidades%20e%20%20San%E7%F5es.pdf" target="_blank"&gt;Penalidades e Sanções &lt;img src="http://www.ispag.ch/cmslight/isp/img/external_link.gif" title="" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;img src="http://ndesign-studio.com/images/px_icons/file_type/pdf.gif" title="" border="0" /&gt; &lt;a href="http://www.ampro.com.br/upload/codetica/Disposi%E7%F5es%20Gerais.pdf" target="_blank"&gt;Disposições Gerais &lt;img src="http://www.ispag.ch/cmslight/isp/img/external_link.gif" title="" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;fonte:&lt;/b&gt; &lt;a href="http://www.ampro.com.br/ampro/cod_etica/index.asp" target="_blank"&gt;ampro&lt;/a&gt; &lt;img src="http://www.ispag.ch/cmslight/isp/img/external_link.gif" title="" border="0" /&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6979951-115694959279667648?l=ifdcom.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://ifdcom.blogspot.com/feeds/115694959279667648/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6979951&amp;postID=115694959279667648&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6979951/posts/default/115694959279667648'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6979951/posts/default/115694959279667648'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://ifdcom.blogspot.com/2006/08/cdigo-de-tica-do-marketing-promocional_30.html' title='Código de Ética do Marketing Promocional.'/><author><name>Iris | IFD</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_u6V07yMPncY/TSJ6zwha1mI/AAAAAAAAAnU/ucuRJ_1uzrI/S220/iris_ifd.png'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6979951.post-115687699325523823</id><published>2006-08-29T15:43:00.000-03:00</published><updated>2006-08-29T15:43:13.436-03:00</updated><title type='text'>Sexo e erotismo na publicidade</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;Vivemos um momento na publicidade e nas m&amp;iacute;dias em geral, onde se abusa da erotiza&amp;ccedil;&amp;atilde;o de corpos masculinos e femininos de uma maneira explorativa, abusiva, passando uma id&amp;eacute;ia exagerada de permissividade, numa superexposi&amp;ccedil;&amp;atilde;o de imagens que nem sempre tem como objetivo simplesmente atingir o p&amp;uacute;blico-alvo, mas tamb&amp;eacute;m mexer com complexos do subconsciente humano.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A natureza destes complexos para o p&amp;uacute;blico masculino, faz com que exija-se deste uma posi&amp;ccedil;&amp;atilde;o diante do an&amp;uacute;ncio onde o corpo feminino aparece de uma forma quase irreal, fantasiosa e fetishista, pois quase sempre a imagem deste corpo &amp;eacute; fragmentada em partes, mostrando detalhes em close-ups de formas que atingem diretamente o complexo de castra&amp;ccedil;&amp;atilde;o masculino, onde o homem precisa sempre provar a sua masculinidade, e portanto, tomar uma atitude diante do an&amp;uacute;ncio.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O Complexo de Castra&amp;ccedil;&amp;atilde;o no homem, como estudou Freud, vem desde a sua inf&amp;acirc;ncia, onde ao contr&amp;aacute;rio do que se acredita, a crian&amp;ccedil;a j&amp;aacute; possui uma sexualidade precoce formada por fantasias, quase sempre ligadas aos pais. Para Freud, a crian&amp;ccedil;a durante seu desenvolvimento, passa por tr&amp;ecirc;s fases: a oral, onde ela pensa que faz parte do corpo da m&amp;atilde;e, geralmente acontecendo durante a amamenta&amp;ccedil;&amp;atilde;o, uma fase anal, onde cria-se uma rela&amp;ccedil;&amp;atilde;o da crian&amp;ccedil;a com rela&amp;ccedil;&amp;atilde;o aos seus excrementos e esta come&amp;ccedil;a a perceber que possui um corpo &amp;uacute;nico, diferente ao da m&amp;atilde;e, e finalmente uma fase genital ou f&amp;aacute;lica, na qual a consci&amp;ecirc;ncia dessa crian&amp;ccedil;a estabelece a diferencia&amp;ccedil;&amp;atilde;o entre o seu corpo e o da m&amp;atilde;e.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Durante essa &amp;uacute;ltima fase, ocorre tamb&amp;eacute;m o Complexo de &amp;Eacute;dipo, onde este novo Eu que se cria dentro da crian&amp;ccedil;a estabelecer&amp;aacute; a consci&amp;ecirc;ncia de que o falo ser&amp;aacute; o respons&amp;aacute;vel pela sua identidade sexual, uma cren&amp;ccedil;a infantil de que todo mundo possui p&amp;ecirc;nis, criando-se a&amp;iacute; um simbolismo do poder masculino, e com isso, passa-se a existir uma liga&amp;ccedil;&amp;atilde;o f&amp;iacute;sica do menino com seu pai, e subconscientemente ser&amp;aacute; iniciada uma batalha entre ele e seu progenitor pela conquista da m&amp;atilde;e. Essa batalha far&amp;aacute; com que um medo cres&amp;ccedil;a na mente desta crian&amp;ccedil;a: o medo da castra&amp;ccedil;&amp;atilde;o.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para a crian&amp;ccedil;a, o pai possui o poder de castrar e retirar dela a for&amp;ccedil;a do falo, j&amp;aacute; que com o tempo descobre-se que outras crian&amp;ccedil;as n&amp;atilde;o possuem a mesma semelhan&amp;ccedil;a anat&amp;ocirc;mica. Esse medo da castra&amp;ccedil;&amp;atilde;o for&amp;ccedil;a essa crian&amp;ccedil;a a provar constantemente a sua masculinidade, e com o passar do tempo, esse medo torna-se um problema n&amp;atilde;o resolvido na mente do homem adulto. N&amp;atilde;o que este v&amp;aacute; ainda acreditar que possa ser castrado, mas a prova&amp;ccedil;&amp;atilde;o sexual e social continua lhe sendo exigida, marcando negativamente a rela&amp;ccedil;&amp;atilde;o deste com as mulheres, que n&amp;atilde;o ser&amp;atilde;o nada al&amp;eacute;m de objetos para a prova desse seu poder.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&amp;Eacute; por isso que an&amp;uacute;ncios dirigidos ao p&amp;uacute;blico masculino abusam tanto de corpos femininos, convidativos, como se a mulher no an&amp;uacute;ncio estivesse sempre pronta para saciar essa insaci&amp;aacute;vel e inacab&amp;aacute;vel prova&amp;ccedil;&amp;atilde;o f&amp;aacute;lica da masculinidade do homem.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;H&amp;aacute; finalmente a fragmenta&amp;ccedil;&amp;atilde;o do corpo, para que a percep&amp;ccedil;&amp;atilde;o fetichista do homem nunca forme uma mulher ideal, apenas a mulher objeto, montada com peda&amp;ccedil;os perfeitos, onde h&amp;aacute; sempre um contraste entre o rosto e o corpo, o primeiro quase sempre frio, e o corpo sempre quente, al&amp;eacute;m dos ombros estarem sempre levantados e encolhidos, mostrando um desinteresse afetivo por parte da mulher, ideal para este homem que necessita apenas suprir seu complexo de castra&amp;ccedil;&amp;atilde;o, e provar sua masculinidade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O poder do sexo e do erotismo na publicidade precisa ser levado a s&amp;eacute;rio e n&amp;atilde;o pode ser menosprezado, j&amp;aacute; que est&amp;aacute; ocorrendo de forma abusiva e explorat&amp;oacute;ria. Se n&amp;atilde;o podemos consertar ser humano, pelo menos a propaganda a gente consegue.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;autor: &lt;/b&gt;Fabr&amp;iacute;cio Alves &lt;br /&gt;&lt;b&gt;fonte:&lt;/b&gt; &lt;a href="http://www.duplipensar.net/materias/2003-11-eropublicidade.html" target="_blank"&gt;duplipensar&lt;/a&gt; &lt;img src="http://www.ispag.ch/cmslight/isp/img/external_link.gif" title="" border="0"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6979951-115687699325523823?l=ifdcom.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://ifdcom.blogspot.com/feeds/115687699325523823/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6979951&amp;postID=115687699325523823&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6979951/posts/default/115687699325523823'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6979951/posts/default/115687699325523823'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://ifdcom.blogspot.com/2006/08/sexo-e-erotismo-na-publicidade.html' title='Sexo e erotismo na publicidade'/><author><name>Iris | IFD</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_u6V07yMPncY/TSJ6zwha1mI/AAAAAAAAAnU/ucuRJ_1uzrI/S220/iris_ifd.png'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6979951.post-115679664460605663</id><published>2006-08-28T17:24:00.000-03:00</published><updated>2006-08-28T17:24:04.633-03:00</updated><title type='text'>Você compra preço?</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;Por incr&amp;iacute;vel que pare&amp;ccedil;a nas pesquisas de opini&amp;atilde;o sobre escolhas de produtos, a vari&amp;aacute;vel pre&amp;ccedil;o sempre entra como um forte apelo. Todas as pessoas entrevistadas, quer vendedores ou compradores, v&amp;atilde;o sempre citar esta raz&amp;atilde;o para a n&amp;atilde;o compra.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ent&amp;atilde;o vamos analisar algumas compras efetuadas:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;a) uma tv 29" de uma mesma marca em duas lojas de varejo;&lt;br /&gt;a. uma das lojas tem o menor pre&amp;ccedil;o, por&amp;eacute;m a compra tem que ser feita em at&amp;eacute; tr&amp;ecirc;s vezes - est&amp;atilde;o vendendo juros;&lt;br /&gt;b. outra loja tem pre&amp;ccedil;o maior, por&amp;eacute;m facilita o pagamento em at&amp;eacute; 18 vezes - est&amp;atilde;o vendendo o prazo;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;b) uma lata de coca-cola;&lt;br /&gt;a. Em uma promo&amp;ccedil;&amp;atilde;o de um super a R$ 0,75: est&amp;atilde;o fazendo voc&amp;ecirc; entrar no super para levar pelo menos mais 12 produtos - est&amp;atilde;o vendendo mix;&lt;br /&gt;b. Em uma dancederia a R$ 4,50 - est&amp;atilde;o vendendo o lugar (voc&amp;ecirc; costuma pagar 6 x mais por um produto?);&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;c) Uma pe&amp;ccedil;a de carro;&lt;br /&gt;a. Em uma emerg&amp;ecirc;ncia &amp;agrave;s tr&amp;ecirc;s da manh&amp;atilde; em uma estrada erma, v&amp;atilde;o cobrar o quanto quiserem - est&amp;atilde;o vendendo atendimento;&lt;br /&gt;b. Em uma concession&amp;aacute;ria, v&amp;atilde;o cobrar m&amp;atilde;o-de-obra e a pe&amp;ccedil;a cerca de 30% mais caro que no chamado aftermarket (lojas de pe&amp;ccedil;as e servi&amp;ccedil;os independentes) - est&amp;atilde;o vendendo conhecimento e seguran&amp;ccedil;a;&lt;br /&gt;c. Em uma loja de autope&amp;ccedil;as, v&amp;atilde;o cobrar 30% mais barato do que na concession&amp;aacute;ria (pe&amp;ccedil;as e servi&amp;ccedil;os). Agora, voc&amp;ecirc; entra em uma concession&amp;aacute;ria depois do t&amp;eacute;rmino da garantia do seu carro? Ou voc&amp;ecirc; entra em qualquer oficina? Pois &amp;eacute; - nestas lojas tamb&amp;eacute;m est&amp;atilde;o vendendo confian&amp;ccedil;a a seguran&amp;ccedil;a.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ent&amp;atilde;o &amp;eacute; isto, pense exatamente no nicho que vais querer atingir, a quest&amp;atilde;o de quanto v&amp;atilde;o pagar pelo seu produto ou servi&amp;ccedil;o &amp;eacute; s&amp;oacute; uma quest&amp;atilde;o da avalia&amp;ccedil;&amp;atilde;o de todas as outras vari&amp;aacute;veis envolvidas no processo.&lt;br /&gt;De r&amp;eacute; na contram&amp;atilde;o, para ter um produto com pre&amp;ccedil;o justo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;autor:&lt;/b&gt; Pedro Volkmann&lt;br /&gt;&lt;b&gt;fonte:&lt;/b&gt; &lt;a href="http://www.adonline.com.br/ad2005/artigos_detalhe.asp?id=81" target="_blank"&gt;adonline&lt;/a&gt; &lt;img src="http://www.ispag.ch/cmslight/isp/img/external_link.gif" title="" border="0"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6979951-115679664460605663?l=ifdcom.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://ifdcom.blogspot.com/feeds/115679664460605663/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6979951&amp;postID=115679664460605663&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6979951/posts/default/115679664460605663'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6979951/posts/default/115679664460605663'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://ifdcom.blogspot.com/2006/08/voco.html' title='Voc&amp;ecirc; compra pre&amp;ccedil;o?'/><author><name>Iris | IFD</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_u6V07yMPncY/TSJ6zwha1mI/AAAAAAAAAnU/ucuRJ_1uzrI/S220/iris_ifd.png'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6979951.post-115663877349761662</id><published>2006-08-26T21:32:00.000-03:00</published><updated>2006-09-03T12:16:14.263-03:00</updated><title type='text'>"Roberto Justus, você está demitido da minha vida".</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Não tem como resgatar este momento tão memoravél do programinha O APRENDIZ, que esta se transformando em mais um show patético da TV brasileira. Roberto Jusuts pode até ter achado graça diante das câmeras, mas ver um "subalterno" disposto a trocar de papel com ele em pleno show de TV não é gesto dos mais aprazíveis para ego de publicitário.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Vamos rever este momento tão especial onde finalmente alguém teve o topete de falar pro Justus que ele não é a bolacha mais gostosa do pacote ;)&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;object height="295" width="359"&gt;&lt;br /&gt;&lt;param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/V2FfczqW2_k"&gt;&lt;embed src="http://www.youtube.com/v/V2FfczqW2_k" type="application/x-shockwave-flash" height="295" width="359"&gt;&lt;/object&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;img src="http://www.intelliot.com/blog/images/favicon.jpg" title="" border="0" /&gt; &lt;a href="http://www.orkut.com/Profile.aspx?uid=17878170506159898826" target="_blank"&gt;Perfil de Peter Collins no Orkut &lt;img src="http://www.ispag.ch/cmslight/isp/img/external_link.gif" title="" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 128, 0);"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 128, 0);"&gt;&lt;img src="http://www.brumaximus.kit.net/Barrinhas/linha_46.gif" height="7" width="280" /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 128, 0);"&gt; &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;img src="http://www.graphxkingdom.com/graphics/miniature/mini49.gif" /&gt; &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Dica de Leitura&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;(clique na imagem para ver mais detalhes)&lt;/span&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://submarino.com.br/books_productdetails.asp?Query=ProductPage&amp;ProdTypeId=1&amp;amp;ProdId=1631057&amp;ST=SE&amp;amp;franq=143458" target="_blank"&gt;&lt;img style="width: 76px; height: 105px;" src="http://i.s8.com.br/images/books/cover/img7/1631057.jpg" title="" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt; Construindo uma Vida: Trajetória Profissional, Negócios e o Aprendiz&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;ROBERTO JUSTUS   SERGIO AUGUSTO DE ANDRADE &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6979951-115663877349761662?l=ifdcom.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://ifdcom.blogspot.com/feeds/115663877349761662/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6979951&amp;postID=115663877349761662&amp;isPopup=true' title='4 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6979951/posts/default/115663877349761662'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6979951/posts/default/115663877349761662'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://ifdcom.blogspot.com/2006/08/roberto-justus-voc-demitido-da-minha.html' title='&quot;Roberto Justus, voc&amp;ecirc; est&amp;aacute; demitido da minha vida&quot;.'/><author><name>Iris | IFD</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_u6V07yMPncY/TSJ6zwha1mI/AAAAAAAAAnU/ucuRJ_1uzrI/S220/iris_ifd.png'/></author><thr:total>4</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6979951.post-115651004675334258</id><published>2006-08-25T09:47:00.000-03:00</published><updated>2006-08-25T14:29:34.410-03:00</updated><title type='text'>Por enquanto não...</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;Você já parou para assistir aos programas do horário eleitoral obrigatório? Não? Eu também não. Juro que comecei até a me sentir culpado, afinal, tenho que participar da vida política do meu estado, do meu país. Não posso agir como um alienado, alguém que não está nem ai para o que os candidatos têm a dizer e coisa e tal. Mas sabe de uma coisa? Não tenho mais saco pra isso, de tanto ouvir promessas, planos de governos e blábláblá em geral, meus ouvidos se tornaram moucos, insensíveis à cantilena pré-eleitoral.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Portanto, pra mim, não assistir aos programas eleitorais se tornou uma questão sanitária, porque nenhuma expressão os qualifica melhor do que “gratuitos”, no sentido de que não têm sentido, não têm qualquer nexo com a realidade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os que estão no poder pretendem nos fazer crer que habitamos o melhor dos mundos, que os nossos problemas são apenas uma questão de má-vontade nossa em não ver o quanto já melhoramos, o quanto eles, abnegadamente, já fizeram.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os que aspiram ao poder se e’ntitulam “o novo”, como se o fato de serem novos na política fosse garantia de alguma coisa a não ser da falta de experiência. A sensação que fica, na maioria dos casos, é que só trocaríamos as moscas, mas a m....ficaria a mesma.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ah, e tem as promessas, dezenas, centenas, milhares delas. Quem ainda se ilude com isso?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Penso que estaria na hora dos candidatos pensarem em estratégias novas de comunicação, começando por falarem e agirem honestamente. Mas ai, é pedir demais. Por exemplo, eu adoraria ouvir um candidato dizer: “Gente, a situação é a seguinte, não tem dinheiro para fazer tudo, resolver todos os problemas, por isso vou concentrar as prioridades do meu governo nas áreas da saúde, educação e segurança pública, o resto não esperem muita coisa. Vou resolver esses três problemas e por isso quero ser cobrado.” Pronto, não precisa mais. Não precisa prometer o céu na terra, basta prometer o factível, o essencial. E fazer. Imaginem só um presidente da República que resolvesse apenas esses três problemas. Seria o máximo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ainda não sei em quem vou votar, mas tenho certeza de que minhas dúvidas não serão tiradas nos programas do horário eleitoral obrigatório, pois como já sentenciava a sabedoria do velho Barão de Itararé: da onde a gente menos espera, daí mesmo que não vem nada!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Bom, pode ser que no mês que vem, quando a primavera chegar, eu esteja menos pessimista e consiga antever alguma esperança. Como diz resignado um amigo meu, cuja sogra tem esse nome: a Esperança é a última que morre!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;autor: &lt;/b&gt;Julio Ribeiro&lt;br /&gt;&lt;b&gt;fonte:&lt;/b&gt; &lt;a href="http://www.adonline.com.br/ad2005/colunas_julio08.asp" target="_blank"&gt;adonline&lt;/a&gt; &lt;img src="http://www.ispag.ch/cmslight/isp/img/external_link.gif" title="" border="0" /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6979951-115651004675334258?l=ifdcom.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://ifdcom.blogspot.com/feeds/115651004675334258/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6979951&amp;postID=115651004675334258&amp;isPopup=true' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6979951/posts/default/115651004675334258'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6979951/posts/default/115651004675334258'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://ifdcom.blogspot.com/2006/08/por-enquanto-no.html' title='Por enquanto n&amp;atilde;o...'/><author><name>Iris | IFD</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_u6V07yMPncY/TSJ6zwha1mI/AAAAAAAAAnU/ucuRJ_1uzrI/S220/iris_ifd.png'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6979951.post-115642909094564721</id><published>2006-08-24T11:18:00.000-03:00</published><updated>2006-08-24T14:40:16.380-03:00</updated><title type='text'>A importância da internet no marketing político</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;i&gt;Imagine que seu cliente &amp;eacute; um pol&amp;iacute;tico (honesto, claro, pois voc&amp;ecirc; n&amp;atilde;o trabalharia para um picareta). Voc&amp;ecirc; iria pensar numa estrat&amp;eacute;gia de internet, onde alcan&amp;ccedil;aria um alcance bem razo&amp;aacute;vel a custos menores.&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na guerra da elei&amp;ccedil;&amp;atilde;o, a internet &amp;eacute; uma importante aliada estrat&amp;eacute;gica para as equipes de comunica&amp;ccedil;&amp;atilde;o que trabalham com pol&amp;iacute;ticos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;S&amp;atilde;o profissionais que costumam acompanhar e valorizar bastante a televis&amp;atilde;o. a m&amp;iacute;dia que mais se aproxima do cotidiano das pessoas. Presente em quase 100% dos lares, a televis&amp;atilde;o tem grande alcance e influ&amp;ecirc;ncia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por&amp;eacute;m o custo publicit&amp;aacute;rio da TV &amp;eacute; alto. Atingir milh&amp;otilde;es de pessoas com impacto e freq&amp;uuml;&amp;ecirc;ncia custaria milh&amp;otilde;es de reais. Com verbas pequenas e exig&amp;ecirc;ncia constante de novidades, os publicit&amp;aacute;rios buscam novas m&amp;iacute;dias, fora das tradicionais - TV, r&amp;aacute;dio, revista, jornal, outdoor, pain&amp;eacute;is -, que as pessoas est&amp;atilde;o costumadas a ver diariamente e muitas vezes nem prestam aten&amp;ccedil;&amp;atilde;o.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O marketing pol&amp;iacute;tico tem muito a ganhar com a internet. Sites de candidatos podem ser bem feitos e expor a hist&amp;oacute;ria, o posicionamento, os planos e metas de candidatos. Atuando com &amp;eacute;tica e dentro das normas do TSE, podem convidar pessoas que ap&amp;oacute;iam o partido e abrir um canal para receber mensagens dos eleitores e promover debates. Em &amp;eacute;poca de campanha, pode ser fundamental o candidato ter um canal para usar para falar com seus eleitores e a imprensa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para justificar uma atua&amp;ccedil;&amp;atilde;o mais forte na internet, podemos citar alguns dados: as verbas publicit&amp;aacute;rias destinadas &amp;agrave; internet vem ganhando espa&amp;ccedil;o nos planejamentos; O ano de 2005 fechou com cerca de 33 milh&amp;otilde;es de usu&amp;aacute;rios, sendo 13,2 milh&amp;otilde;es residenciais. A proje&amp;ccedil;&amp;atilde;o &amp;eacute; que no final de 2006 ser&amp;atilde;o cerca de 40 milh&amp;otilde;es de pessoas. Nas classes A e B a internet t&amp;ecirc;m uma penetra&amp;ccedil;&amp;atilde;o de quase 100%, ao passo que as classes C e D possuem juntas, quase 60%. As vendas de PCs aumentaram 112% no 1o trimestre de 2006.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O grande diferencial da internet &amp;eacute; que as pessoas est&amp;atilde;o na frente do computador cerca de 40 a 50 horas por semana e o hor&amp;aacute;rio nobre vai de 10h &amp;agrave;s 23h. Os brasileiros s&amp;atilde;o recordistas mundiais em horas navegadas, 17h em m&amp;eacute;dia por m&amp;ecirc;s. Sites de busca, e&amp;#8211;mail, portais de conte&amp;uacute;do s&amp;atilde;o os mais procurados. Atrav&amp;eacute;s de m&amp;eacute;tricas, &amp;eacute; poss&amp;iacute;vel criar campanhas focadas para o seu p&amp;uacute;blico&amp;#8211;alvo, com grau baixo de dispers&amp;atilde;o.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E o mais interessante: comparada a m&amp;iacute;dias tradicionais em rela&amp;ccedil;&amp;atilde;o ao alto impacto, a internet &amp;eacute; uma m&amp;iacute;dia barata.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para empresas, a internet tem sido muito importante para a constru&amp;ccedil;&amp;atilde;o de marcas, relacionamento, fideliza&amp;ccedil;&amp;atilde;o, mostra de portif&amp;oacute;lio de produtos e vendas. Se usada com sabedoria e perseveran&amp;ccedil;a, pode ser muito &amp;uacute;til tamb&amp;eacute;m ao marketing pol&amp;iacute;tico. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;autor: &lt;/b&gt;Felipe Morais&lt;br /&gt;&lt;b&gt;fonte:&lt;/b&gt; &lt;a href="http://webinsider.uol.com.br/index.php/2006/04/27/a-importancia-da-internet-no-marketing-politico/" target="_blank"&gt;webinsider&lt;/a&gt; &lt;img src="http://www.ispag.ch/cmslight/isp/img/external_link.gif" title="" border="0"&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6979951-115642909094564721?l=ifdcom.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://ifdcom.blogspot.com/feeds/115642909094564721/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6979951&amp;postID=115642909094564721&amp;isPopup=true' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6979951/posts/default/115642909094564721'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6979951/posts/default/115642909094564721'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://ifdcom.blogspot.com/2006/08/importtico.html' title='A import&amp;acirc;ncia da internet no marketing pol&amp;iacute;tico'/><author><name>Iris | IFD</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_u6V07yMPncY/TSJ6zwha1mI/AAAAAAAAAnU/ucuRJ_1uzrI/S220/iris_ifd.png'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6979951.post-115626449243328210</id><published>2006-08-22T13:34:00.000-03:00</published><updated>2006-08-23T13:46:48.570-03:00</updated><title type='text'>Marketing político</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;Marketing Político designa as atividades focadas na promoção de parlamentares (vereadores,  deputados, senadores), membros do poder executivo ( presidentes da República, governadores, ministros) e partidos políticos, tendo em vista situá-los positivamente junto aos seus eleitores, comunidades, públicos especiais (como os jornalistas) e à própria opinião pública. O fim último do Marketing Político é garantir a eleição dos seus clientes ou a manutenção de sua imagem, quando eles estão no exercício de seu mandato.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Esta atividade, altamente profissionalizada em outras realidades, como os Estados Unidos e alguns países europeus, ainda é incipiente no Brasil, não só pelo amadorismo que caracteriza a maioria dos consultores políticos em nosso País, mas, especialmente, pela cultura da classe política brasileira, adepta, em larga escala, da não transparência e de uma conduta ética reprovável, de que resulta uma imagem desfavorável.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Há, inclusive, uma certa incompreensão com respeito a esta atividade porque ela acaba sendo confundida com o estímulo à demagogia e com um processo de " maquilagem" dos candidatos, com o objetivo explícito de iludir os eleitores. Isso se deve porque os próprios consultores políticos (evidentemente, há boas, mas poucas exceções em nossa realidade) trabalham no sentido de valorizar a sua " esperteza" na criação da imagem dos políticos, ainda que muitos destes políticos sejam sabidamente inescrupulosos e socialmente irresponsáveis. Nefastos, como diria apropriadamente, o saudoso e competente político Mário Covas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As denúncias frequentes de corrupção  revelam que a tarefa do consultor político no  Brasil é extremamente ingrata. Costuma-se dizer que ele, muitas vezes, precisa assumir o mesmo papel do advogado profissional que se empenha para salvar da cadeia o seu cliente , embora  saiba que ele é  culpado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Somente a partir do momento em que a classe política pautar a sua conduta por princípios éticos, comprometer-se com o interesse público, o Marketing Político estará livre deste preconceito, porque, a partir daí, a tarefa que lhe cabe será legítima: tornar conhecidos os seus clientes, homens probos, éticos e comprometidos com o desenvolvimento do País.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;fonte:&lt;/b&gt; &lt;a href="http://www.comunicacaoempresarial.com.br/conceitomarketingpolitico.htm" target="_blank"&gt;comunicação empresarial&lt;/a&gt; &lt;img src="http://www.ispag.ch/cmslight/isp/img/external_link.gif" title="" border="0" /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;img src="http://www.brumaximus.kit.net/Barrinhas/linha_46.gif" title="" border="0" /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;img src="http://www.graphxkingdom.com/graphics/miniature/mini49.gif" title="" border="0" /&gt; &lt;b&gt;Dica de matéria:&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://ifdcom.blogspot.com/2006/07/quer-saber-como-se-faz-marketing.html" target="_blank"&gt;Quer saber como se faz marketing político para ganhar uma eleição?&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;img src="http://www.graphxkingdom.com/graphics/miniature/mini49.gif" /&gt; &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Dica de Leitura&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;(clique na imagem para ver mais detalhes)&lt;/span&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://submarino.com.br/books_productdetails.asp?Query=ProductPage&amp;ProdTypeId=1&amp;amp;ProdId=1435205&amp;ST=SE&amp;amp;franq=143458" target="_blank"&gt;&lt;img src="http://i.s8.com.br/images/books/cover/img5/1435205.jpg" title="" border="0" height="95" width="80" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;    Marketing Político e Eleitoral: uma Proposta com Ética e Eficiência&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;DILMA TEIXEIRA&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6979951-115626449243328210?l=ifdcom.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://ifdcom.blogspot.com/feeds/115626449243328210/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6979951&amp;postID=115626449243328210&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6979951/posts/default/115626449243328210'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6979951/posts/default/115626449243328210'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://ifdcom.blogspot.com/2006/08/marketing-poltico.html' title='Marketing pol&amp;iacute;tico'/><author><name>Iris | IFD</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_u6V07yMPncY/TSJ6zwha1mI/AAAAAAAAAnU/ucuRJ_1uzrI/S220/iris_ifd.png'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6979951.post-115617387369504507</id><published>2006-08-21T12:24:00.000-03:00</published><updated>2006-08-21T12:24:33.703-03:00</updated><title type='text'>Os truques do marketing para você comprar o que não pediu</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;Boa imagem no mercado é tudo o que todas as empresas gostariam de ter. Este conceito foi levantado por Ogilvy no início da sua trajetória profissional brilhante e bem sucedida. Com uma boa imagem a empresa está em situação privilegiada para ver bem recebidos todos os seus projetos e todos os seus produtos. O prestígio conseguido e a admiração que desperta são a base para o sucesso de uma empresa. Nem sempre a imagem corporativa corresponde à imagem de seus produtos, porque há casos de um determinado produto ter mais prestígio do que o seu fabricante e vice-versa. Antes das idéias que conceituaram a estratégia do posicionamento, era a imagem o que as empresas queriam para o que produziam.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A teoria de Trout e Ries, defendendo a tese de que o posicionamento de um produto era tudo o que se precisava para o sucesso de uma marca, veio para enfrentar uma dura realidade - a de que metade dos produtos que eram lançados fracassava estrondosamente. Nada do que os dois teóricos americanos ensinaram ajudou a salvar os produtos com erros de lançamento porque a taxa de insucessos continua alta. Mas pelo menos foi uma tentativa de evitar tanto prejuizo para as empresas, racionalizando alguns métodos que deveriam orientar a propaganda numa época de tanta concorrência. O consumidor tem diante de si, num supermercado, um leque cada vez maior de opções e vai ter de escolher apenas uma. Qual a marca de detergente que vai levar para casa? Que sabor de refrigerante? Que dentifrício ou achocolatado, se todos têm a mesma aparência e práticamente o mesmo preço? Claro que as promoções com vantagem de preço ou que ofereçam brindes ajudam na decisão, porque qualquer vantagem extra atrái mais consumidores. Mas nem todo dia, durante todo o ano, é possível lançar novas e maiores vantagens.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A crença de que a propaganda é o que estabelece a diferença no emaranhado de marcas tem ardorosos defensores e é bastante lógica. Mas já ví uma agência ser demitida porque o diretor de planejamento disse para o cliente que o seu produto e os concorrentes eram todos iguais. O que poderia diferenciá-los era a maneira de fazer propaganda. O diretor de planejamento exagerou na metáfora ao dizer que "é tudo a mesma merda", pois nenhum fabricante gostaria de ver o seu produto definido dessa forma. O que o publicitário talvez quisesse dizer e o que lhe faltasse em vocabulário lhe sobrasse em arrogância é que só a propaganda é capaz de posicionar um produto na mente do consumidor. Atividades promocionais podem ajudar mas não constroem um conceito definitivo nem definem a personalidade da marca.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A realidade tem demonstrado que não existe uma chave única para abrir as portas do sucesso para um produto. Os anúncios, por mais criativos e brilhantes, nada conseguem se faltarem outros elementos, que começam na oportunidade para o produto no mercado, passam pela sua composição de preço e pela distribuição e desaguam na qualidade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Existem casos de produtos que nunca fizeram publicidade e chegaram aos seus objetivos e outros que foram lançados com forte cobertura publicitária e simplesmente não deram certo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Vem daí o axioma de que a pior coisa que pode acontecer a um mau produto é uma publicidade bem feita, porque bem mais cedo o consumidor vai entrar em contato com a má qualidade desse produto. E mais cedo ele vai ser expulso do mercado, por rejeição do consumidor.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Casos de má adequação de uma marca a determinado mercado existem em quantidade. Um exemplo foi o lançamento de Peter Stuyvesant no Brasil. Trata-se de um cigarro bem sucedido em diversos outros países e que fracassou no mercado brasileiro. A propaganda pouco ou nada teve a ver com isso. A marca Peter Stuyvesant, com este nome difícil de pronunciar em língua portuguesa, deveria competir num mercado habituado ao sabor dos cigarros da Souza Cruz. Marlboro pressionava do outro lado. Foi lançado nos fins dos anos 70 pela Rothmans, um fabricante que acabou se retirando do mercado brasileiro de cigarros. Pesquisa feita após o lançamento mostrou que em torno de 90 por cento dos fumantes brasileiros chegaram a provar a nova marca e não repetiram a experiência. Isso mostra que a comunicação funcionou mas algo de errado havia no próprio produto: o sabor, estranho ao gosto brasileiro; o nome da marca, que confundia o consumidor; e a distribuição deficiente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A imagem de um grande produto, do princípio da História até o final dos anos 20, era normalmente construida por uma reputação formada pelo uso através dos anos. As pessoas recomendavam umas para as outras e através dos tempos ia se formando um sólido prestígio da marca entre os consumidores. Após o surgimento do mercado de consumo de massa e a consolidação dos veículos de comunicação de massa, a imagem de um produto pode ser construida em poucos meses. O investimento financeiro é alto e a curto prazo mas uma campanha agressiva tornará qualquer produto conhecido e experimentado pelo consumidor em muito pouco tempo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A complexidade dos tempos que correm transformou e acrescentou responsabilidades ao papel de quem lança um produto. Antes, bastava fabricar algo de que as pessoas necessitassem, aproveitar a oportunidade e lançar o produto colocando-o nas mãos dos revendedores. O fabricante raramente pensava no consumidor final daquilo que produzia. Sua missão terminava no momento em que entregava ao atacadista ou diretamente ao varejo o resultado do trabalho da sua fábrica. Hoje, além de produzir o próprio produto, o fabricante tem a necessidade de produzir também a demanda para esse produto. A maior parte das grandes corporações mundiais sequer produzem as mercadorias que lançam no mercado. Encomendam a produção a terceiros, produzem apenas a demanda e constroem suas marcas poderosas. A Nike não possui fábricas. Possui apenas uma marca.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O prazer do homem moderno que vive nas cidades é o prazer de consumir. Os shoppings centers e os hipermercados são as enormes catedrais de consumo da idade contemporânea e os centros de integração das comunidades.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A engenhosa descoberta da divisão da sociedade em segmentos identificou novas necessidades e novas oportunidades para o lançamento de novos produtos. A constatação de que não existe uma única sociedade humana e sim que ela se divide em partes, cada segmento mantendo seu próprio estilo de vida e a sua própria visão do mundo, fez surgir empresas especializadas em produzir apenas para um determinado segmento. E segmentou também as grandes corporações, agora organizadas em divisões treinadas para atender aos mais diferentes desejos ou necessidades de consumo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Desenvolver o produto certo, adequado a um tipo especial de consumidor; estabelecer não o preço que ele vale, mas o preço que o consumidor queira pagar por ele; desenvolver a embalagem correta; escolher o canal de vendas apropriado. A propaganda só será eficiente se esses pontos tiverem sido acertadamente cobertos. E só então começa a guerra para conseguir a atenção do consumidor e fazê-lo experimentar algo que ele não pediu mas do qual certamente vai precisar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;autor:&lt;/b&gt; Celso Japiassu&lt;br /&gt;&lt;b&gt;fonte:&lt;/b&gt; &lt;a href="http://www.umacoisaeoutra.com.br/marketing/truques.htm" target="_blank"&gt;umacoisaeoutra &lt;/a&gt;&lt;img src="http://www.ispag.ch/cmslight/isp/img/external_link.gif" title="" border="0"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6979951-115617387369504507?l=ifdcom.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://ifdcom.blogspot.com/feeds/115617387369504507/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6979951&amp;postID=115617387369504507&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6979951/posts/default/115617387369504507'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6979951/posts/default/115617387369504507'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://ifdcom.blogspot.com/2006/08/os-truques-do-marketing-para-voc.html' title='Os truques do marketing para você comprar o que não pediu'/><author><name>Iris | IFD</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_u6V07yMPncY/TSJ6zwha1mI/AAAAAAAAAnU/ucuRJ_1uzrI/S220/iris_ifd.png'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6979951.post-115583582326792463</id><published>2006-08-17T14:30:00.000-03:00</published><updated>2006-08-19T21:05:28.150-03:00</updated><title type='text'>Sem chance,não existe elevador</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;Existe arte-finalista que sonha um dia virar diretor de arte(eu sonho todo dia). Primeiro passo é virar um assistente. Só que alguns tem mais sorte e trabalham com grandes diretores de arte (é o meu caso). E um belo dia você começa a pensar que já está na hora de subir mais um degrau, cria um anúncio de oportunidade, e é um bom começo. Com um pouco de receio leva até um diretor de arte (aqueles que eu citei acima), ele gosta do anúncio e resolve mostrar para o diretor de criação. Eu sei que você não vai conseguir ficar com os cambitos(as pernas) sem tremer, mas se você quer virar um diretor de arte vai ter que encarar o homem. Ele é o cara, é ele que da a benção. O homem olha por cima dos óculos, e pede para você entrar na sala. Você fica frente a frente com o cara mais ferrado da agência, ele te olha meio desconfiado e gosta. Aí pede para apresentar para o diretor da conta e viixiii! Não é que o atendimento gostou também, e pede um pdf para mandar para o cliente, você sai correndo, não consegue nem pegar no mouse direito, até esquece como se faz um pdf. Mas felizmente consegue lembrar, capricha bastante na resolução... puts! O melhor pdf que já foi feito, bem diferente quando o atendimento pede um para mandar para o cliente. Chegando no cliente, ele disse que ira dar a resposta no dia seguinte, você nem dorme direito, sai mas cedo de casa para não ter problema com o metrozão e chegando na agência sem conseguir segurar a ansiedade e da uma ligadinha para o atendimento, que fala pelo telefone:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O seu anúncio teve que ser mandado para o país(tal) porque quem manda é de lá, e adoraram o anúncio, parabenizaram a agência e pediram para o cliente que tem filial aqui no Brasil veicular o anúncio. Belê! Vou mostrar para minha família inteira o meu primeiro anúncio (não faz mal, contar antes com o ovo no buerinho da galinha) faz parte da nossa vida, quando tivermos mais experiência essa ansiedade desaparece. Chegando a resposta, o cliente achou uma pena mas a grana estava fechada para o mês e não poderiam veícular mais nada, e infelizmente teve que cancelar o pedido. Mas tudo bem, você fica um pouco abatido, mas é só levantar, bater as mãos no seu traseiro para tirar a poeira e partir para outro. Agradeça o diretor de arte, o diretor de criação e o atendimento pela chance que te deram. Esse vai ser o primeiro tijolo do seu degrau. Mas cuidado. Não coloque qualquer coisa para subir. Tem que ser um tijolo por vez para não cair. Não mostre qualquer coisa senão acabam te derrubando. Faça uma base bem sólida com muito trabalho e humildade. E boa sorte para nós. Valeu !&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;autor: &lt;/b&gt;AleCandido&lt;br /&gt;&lt;b&gt;fonte:&lt;/b&gt; &lt;a href="http://www.trampolim.art.br" target="_blank"&gt;trampolin&lt;/a&gt; &lt;img src="http://www.ispag.ch/cmslight/isp/img/external_link.gif" title="" border="0" /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6979951-115583582326792463?l=ifdcom.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://ifdcom.blogspot.com/feeds/115583582326792463/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6979951&amp;postID=115583582326792463&amp;isPopup=true' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6979951/posts/default/115583582326792463'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6979951/posts/default/115583582326792463'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://ifdcom.blogspot.com/2006/08/sem-chanceno-existe-elevador.html' title='Sem chance,n&amp;atilde;o existe elevador'/><author><name>Iris | IFD</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_u6V07yMPncY/TSJ6zwha1mI/AAAAAAAAAnU/ucuRJ_1uzrI/S220/iris_ifd.png'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6979951.post-115576233422934875</id><published>2006-08-16T18:05:00.000-03:00</published><updated>2006-08-16T18:12:40.440-03:00</updated><title type='text'>Marlene Bregman :: Leo Burnett</title><content type='html'>&lt;img src="http://www.ifd.com.br/blog/slices/selos_ifdblog/ifd_pod.jpg" title="" border="0" /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;escute o programa online clicando no&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-style: italic; color: rgb(74, 90, 168);font-size:85%;" &gt; ícone play&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;, ou clique no ícone&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-style: italic; color: rgb(74, 90, 168);font-size:85%;" &gt; ouça offline&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt; com o botão direito e em "salvar destino como.." e faça o download do podcast.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;No estúdio da Pod Casting Brasil, montando especialmente para a cobertura do Marketing Network Brasil, Marlene Bregman conversa com Walter Longo. A vice-presidente de Planejamento da Leo Burnett analisa a mudança de conceitos nas campanhas desenvolvidas pelas agências de Publicidade e Propaganda nos últimos anos. No bate-papo, Bregman destaca, sobretudo, a nova abordagem do conceito de felicidade nas campanhas feitas por sua agência.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Fonte&lt;/b&gt;: &lt;a href="http://www.mnbpod.com.br/programa/agencias/" target="_blank"&gt;mnpod&lt;/a&gt; &lt;img src="http://www.ispag.ch/cmslight/isp/img/external_link.gif" title="" border="0" /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Locutor: &lt;/strong&gt;Walter Longo &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;object classid="clsid:D27CDB6E-AE6D-11cf-96B8-444553540000" codebase="http://download.macromedia.com/pub /shockwave/cabs/flash/swflash.cab" height="20" width="150"&gt;&lt;br /&gt;&lt;param name="movie" value="http://www.ifd.com.br/blog/podcast_ifd.swf?file=http://www.mnbpod.com.br/wp-content/plugins/podpress/web/aHR0cDovL3d3dy5tbmJwb2QuY29tLmJyL3BvZGNhc3RzL21hcmxlbmVfYnJlZ21hbi5tcDM/marlene_bregman.mp3&amp;autoStart=false&amp;amp;amp;amp;amp;backColor=000000&amp;frontColor=ffffff&amp;amp;songVolume=90"&gt;&lt;br /&gt;&lt;param name="wmode" value="transparent"&gt;&lt;br /&gt;&lt;embed wmode="transparent" src="http://www.ifd.com.br/blog/podcast_ifd.swf?file=http://www.mnbpod.com.br/wp-content/plugins/podpress/web/aHR0cDovL3d3dy5tbmJwb2QuY29tLmJyL3BvZGNhc3RzL21hcmxlbmVfYnJlZ21hbi5tcDM/marlene_bregman.mp3&amp;autoStart=false&amp;amp;amp;amp;ampbackColor=000000&amp;frontColor=ffffff&amp;amp;songVolume=90" type="application/x-shockwave-flash" pluginspage="http://www.macromedia.com/go/getflashplayer" height="20" width="150"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/object&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.mnbpod.com.br/wp-content/plugins/podpress/web/aHR0cDovL3d3dy5tbmJwb2QuY29tLmJyL3BvZGNhc3RzL21hcmxlbmVfYnJlZ21hbi5tcDM/marlene_bregman.mp3"&gt;&lt;img src="http://www.ifd.com.br/blog/slices/bot/offline.jpg" border="0" height="19" width="132" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6979951-115576233422934875?l=ifdcom.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://ifdcom.blogspot.com/feeds/115576233422934875/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6979951&amp;postID=115576233422934875&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6979951/posts/default/115576233422934875'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6979951/posts/default/115576233422934875'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://ifdcom.blogspot.com/2006/08/marlene-bregman-leo-burnett.html' title='Marlene Bregman :: Leo Burnett'/><author><name>Iris | IFD</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_u6V07yMPncY/TSJ6zwha1mI/AAAAAAAAAnU/ucuRJ_1uzrI/S220/iris_ifd.png'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6979951.post-115564828257073108</id><published>2006-08-15T10:24:00.000-03:00</published><updated>2006-08-15T10:24:42.806-03:00</updated><title type='text'>Consumidores Misteriosos</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;A utiliza&amp;ccedil;&amp;atilde;o de consumidores misteriosos como ferramenta de avalia&amp;ccedil;&amp;atilde;o&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Agradar e conquistar os consumidores &amp;eacute; uma tarefa cada vez mais dif&amp;iacute;cil. A grande oferta de produtos e servi&amp;ccedil;os no ponto-de-venda tornou o consumidor mais seletivo em suas escolhas. N&amp;atilde;o &amp;eacute; mais necess&amp;aacute;rio se submeter a um determinado produto ou marca por falta de op&amp;ccedil;&amp;atilde;o. Diante da dificuldade de conquistar e fidelizar estes clientes, cada vez mais as empresas buscam por ferramentas que possam persuadir e medir o grau de satisfa&amp;ccedil;&amp;atilde;o, como o consumidor misterioso. Trata-se de um promotor promocional que se comporta como um consumidor comum. Por&amp;eacute;m, na pr&amp;aacute;tica, suas atribui&amp;ccedil;&amp;otilde;es s&amp;atilde;o outras. Ele &amp;eacute; o encarregado, por alguma empresa, para avaliar a qualidade do atendimento prestado e das informa&amp;ccedil;&amp;otilde;es em rela&amp;ccedil;&amp;atilde;o ao produto que s&amp;atilde;o passadas do vendedor ao consumidor.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O consumidor misterioso fica encarregado de observar aspectos particulares da atua&amp;ccedil;&amp;atilde;o de vendedores, posicionamento de produto na g&amp;ocirc;ndola, visibilidade de produto na vitrine, ilhas, exposi&amp;ccedil;&amp;atilde;o de materiais promocionais, conhecimento do vendedor sobre o produto e outros detalhes que s&amp;oacute; podem ser apontados por pessoas preparadas para esta fun&amp;ccedil;&amp;atilde;o. Nos casos em que o consumidor misterioso atua avaliando o atendimento ao cliente, por exemplo, pode identificar problemas de relacionamento dos vendedores com o p&amp;uacute;blico. Isto &amp;eacute; fundamental uma vez que o cliente pode deixar de adquirir um produto, ainda que de sua prefer&amp;ecirc;ncia, devido a um mau atendimento. Experi&amp;ecirc;ncias desagrad&amp;aacute;veis geram no consumidor rea&amp;ccedil;&amp;otilde;es de avers&amp;atilde;o ao produto e &amp;agrave; marca, podendo deixar danos irrepar&amp;aacute;veis, afinal, reconquistar a confian&amp;ccedil;a do cliente &amp;eacute; uma tarefa mais &amp;aacute;rdua do que mant&amp;ecirc;-la. Al&amp;eacute;m disso, o cliente mal atendido dissemina sua insatisfa&amp;ccedil;&amp;atilde;o para outros clientes, a famosa propaganda boca-a-boca, gerando imagem negativa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para cada situa&amp;ccedil;&amp;atilde;o a empresa que quer utilizar o consumidor misterioso na avalia&amp;ccedil;&amp;atilde;o de algum aspecto do produto no PDV, deve selecionar profissionais que tenham o perfil adequado para a fun&amp;ccedil;&amp;atilde;o. Depois de selecionado o protagonista e implantada a a&amp;ccedil;&amp;atilde;o, &amp;eacute; hora de identificar dia-a-dia, PDV a PDV, os pontos negativos da rela&amp;ccedil;&amp;atilde;o produto x vendedor x PDV, e tomar medidas para sua resolu&amp;ccedil;&amp;atilde;o. Todas informa&amp;ccedil;&amp;otilde;es devem ser passadas ao cliente atrav&amp;eacute;s de relat&amp;oacute;rios parciais (di&amp;aacute;rios ou semanais) e final (mais qualitativo do que os parciais), para que ele possa criar um plano de a&amp;ccedil;&amp;otilde;es para cada PDV.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No caso de a&amp;ccedil;&amp;otilde;es promocionais, os itens que podem ser avaliados pelo consumidor misterioso, s&amp;atilde;o a abordagem, o atendimento ao consumidor, a explica&amp;ccedil;&amp;atilde;o da mec&amp;acirc;nica e a premia&amp;ccedil;&amp;atilde;o. Nestes casos, a utiliza&amp;ccedil;&amp;atilde;o de consumidores misteriosos &amp;eacute; uma iniciativa para garantir a a&amp;ccedil;&amp;atilde;o correta das promotoras no ponto-de-venda. Al&amp;eacute;m disso, &amp;eacute; uma forma de incentivar uma atua&amp;ccedil;&amp;atilde;o ainda mais eficiente por parte das profissionais, que podem ser premiados posteriormente pela sua atua&amp;ccedil;&amp;atilde;o. A id&amp;eacute;ia &amp;eacute; que este trabalho sirva como um indicador para uma mudan&amp;ccedil;a de cultura maior da empresa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;autora: &lt;/b&gt;L&amp;iacute;dia de Oliveira &lt;br /&gt;&lt;b&gt;fonte: &lt;/b&gt;&lt;a href="http://www.adonline.com.br/ad2005/artigos_detalhe.asp?id=79" target="_blank"&gt;adonline&lt;/a&gt; &lt;img src="http://www.ispag.ch/cmslight/isp/img/external_link.gif" title="" border="0"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6979951-115564828257073108?l=ifdcom.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://ifdcom.blogspot.com/feeds/115564828257073108/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6979951&amp;postID=115564828257073108&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6979951/posts/default/115564828257073108'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6979951/posts/default/115564828257073108'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://ifdcom.blogspot.com/2006/08/consumidores-misteriosos.html' title='Consumidores Misteriosos'/><author><name>Iris | IFD</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_u6V07yMPncY/TSJ6zwha1mI/AAAAAAAAAnU/ucuRJ_1uzrI/S220/iris_ifd.png'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6979951.post-115526594500708034</id><published>2006-08-11T00:12:00.000-03:00</published><updated>2006-08-11T00:12:25.400-03:00</updated><title type='text'>Trinta boas razões para anunciar na internet</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;i&gt;Se voc&amp;ecirc; est&amp;aacute; pensando em a&amp;ccedil;&amp;otilde;es de propaganda online mas n&amp;atilde;o sabe ainda qual a melhor abordagem, considere algumas destas sugest&amp;otilde;es. S&amp;oacute; n&amp;atilde;o esque&amp;ccedil;a de avaliar o desempenho de cada iniciativa.&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;H&amp;aacute; tantas possibilidades ainda pouco exploradas para a&amp;ccedil;&amp;otilde;es de propaganda e marketing na internet&amp;#8230; Para n&amp;atilde;o perder tempo, vamos logo apresentar uma lista de 30 delas, acompanhadas (muito importante!) de medidas de avalia&amp;ccedil;&amp;atilde;o de desempenho.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;1. Aumentar reconhecimento de marca&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&amp;#8211; Pesquisa pr&amp;eacute;/p&amp;oacute;s&amp;#8211;impress&amp;atilde;o (expostos vs. n&amp;atilde;o&amp;#8211;expostos) de reconhecimento de marca.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;2. Gerar experimenta&amp;ccedil;&amp;atilde;o&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&amp;#8211; Pesquisar aumento do p&amp;uacute;blico alvo &amp;#8211; Identifica&amp;ccedil;&amp;atilde;o de novos compradores.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;3. Aumento de uso da marca&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&amp;#8211; Acompanhamento da frequ&amp;ecirc;ncia de compra do consumidor online e offline&lt;br /&gt;&amp;#8211; Pesquisa com consumidores expostos a a&amp;ccedil;&amp;otilde;es online e offline.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;4. Upgrade de produto ou servi&amp;ccedil;o&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&amp;#8211; Acompanhamento permanente dos h&amp;aacute;bitos de compra (o que foi comprado).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;5. Incentivar aumento do t&amp;iacute;quete&amp;#8211;m&amp;eacute;dio&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&amp;#8211; Acompanhar e comparar t&amp;iacute;quete por compra online e offline.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;6. Melhorar atitude/imagem do consumidor em rela&amp;ccedil;&amp;atilde;o &amp;agrave; marca&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&amp;#8211; Acompanhamento permanente das atitudes do consumidor em rela&amp;ccedil;&amp;atilde;o &amp;agrave; marca, inclusive considera&amp;ccedil;&amp;atilde;o e inten&amp;ccedil;&amp;atilde;o de compra.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;7. Venda de outros produtos da mesma empresa (?cross sell?)&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&amp;#8211; Acompanhar comportamento de compra do consumidor em rela&amp;ccedil;&amp;atilde;o a determinadas marcas&lt;br /&gt;&amp;#8211; Pesquisar efeitos de a&amp;ccedil;&amp;otilde;es cooperadas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;8. Campanhas cooperadas com marcas de outras empresas&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&amp;#8211; Acompanhar comportamento de compra do consumidor em rela&amp;ccedil;&amp;atilde;o a determinadas marcas&lt;br /&gt;&amp;#8211; Pesquisar efeitos de a&amp;ccedil;&amp;otilde;es cooperadas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;9. Aumentar compras do mesmo produto&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&amp;#8211; Acompanhar n&amp;uacute;mero de consumidores comprando o produto mais de uma vez.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;10. Encorajar fidelidade e aumentar envolvimento com a marca&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&amp;#8211; N&amp;uacute;mero de compras repetidas&lt;br /&gt;&amp;#8211; Acompanhar percep&amp;ccedil;&amp;atilde;o e atitude do consumidor entre a marca e suas competidoras&lt;br /&gt;&amp;#8211; Acompanhar inten&amp;ccedil;&amp;atilde;o de compra da marca em rela&amp;ccedil;&amp;atilde;o &amp;agrave;s competidoras.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;11. Fornecer mais informa&amp;ccedil;&amp;otilde;es sobre a marca&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&amp;#8211; Cliques nas pe&amp;ccedil;as publicit&amp;aacute;rias&lt;br /&gt;&amp;#8211; Dura&amp;ccedil;&amp;atilde;o da visita ao site ou hotsite&lt;br /&gt;&amp;#8211; N&amp;uacute;mero de perguntas ou solicita&amp;ccedil;&amp;atilde;o de mais informa&amp;ccedil;&amp;atilde;o por e&amp;#8211;mail.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;12. Demonstra&amp;ccedil;&amp;atilde;o do produto&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&amp;#8211; Cliques na pe&amp;ccedil;a publicit&amp;aacute;ria&lt;br /&gt;&amp;#8211; Dura&amp;ccedil;&amp;atilde;o da visita ao site ou hotsite&lt;br /&gt;&amp;#8211; N&amp;uacute;mero de perguntas ou solicita&amp;ccedil;&amp;atilde;o de informa&amp;ccedil;&amp;atilde;o por e&amp;#8211;mail.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;13. Criar banco de dados pr&amp;oacute;prio de clientes e prospects&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&amp;#8211; Acompanhar evolu&amp;ccedil;&amp;atilde;o e crescimento do banco de dados&lt;br /&gt;&amp;#8211; Acompanhar vendas feitas a membros do banco de dados.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;14. Identificar oportunidades de venda&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&amp;#8211; N&amp;uacute;mero de oportunidades identificadas online vs.offline&lt;br /&gt;&amp;#8211; Qualidade das oportunidades comparadas &amp;agrave;s geradas em outros meios.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;15. Oferecer/melhorar Servi&amp;ccedil;o de Atendimento ao Cliente&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&amp;#8211; Acompanhar n&amp;uacute;mero de visitas online e comparar com solicita&amp;ccedil;&amp;otilde;es offline&lt;br /&gt;&amp;#8211; Pesquisar grau de satisfa&amp;ccedil;&amp;atilde;o dos clientes&lt;br /&gt;&amp;#8211; Comparar custos do servi&amp;ccedil;o online vs. offline.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;16. Desovar estoque excedente ou produtos fora de linha atrav&amp;eacute;s de promo&amp;ccedil;&amp;otilde;es&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&amp;#8211; Acompanhar vendas dos produtos&lt;br /&gt;&amp;#8211; Comparar custos com alternativas offline.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;17. Reduzir custos de marketing&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&amp;#8211; Comparar custos e efic&amp;aacute;cia do canal online com a&amp;ccedil;&amp;otilde;es offline.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;18. Testar diferentes conceitos para a marca&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&amp;#8211; Medir inten&amp;ccedil;&amp;atilde;o de compra(expostos vs. n&amp;atilde;o&amp;#8211;expostos)&lt;br /&gt;&amp;#8211; Pesquisar conceitos da marca (expostos vs. n&amp;atilde;o&amp;#8211;expostos).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;19. Testar diferentes modelos de pre&amp;ccedil;os&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&amp;#8211;Medir inten&amp;ccedil;&amp;atilde;o de compra e/ou volume de vendas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;20. Testar novas op&amp;ccedil;&amp;otilde;es de promo&amp;ccedil;&amp;atilde;o&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&amp;#8211; Medir aumento de vendas e lucros&lt;br /&gt;&amp;#8211; Medir inten&amp;ccedil;&amp;atilde;o de compra.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;21. Testar novos produtos ou servi&amp;ccedil;os&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&amp;#8211; Medir inten&amp;ccedil;&amp;atilde;o de compra&lt;br /&gt;&amp;#8211; Medir atitude e comportamento do consumidor.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;22. Pesquisas&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&amp;#8211; Comparar custos, taxa de retorno e tempo para os resultados em rela&amp;ccedil;&amp;atilde;o &amp;agrave; pesquisa offline.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;23. Gerar vendas online&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&amp;#8211; Faturamento&lt;br /&gt;&amp;#8211; ROI&lt;br /&gt;&amp;#8211; Pesquisar satisfa&amp;ccedil;&amp;atilde;o do consumidor.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;24. Falar com p&amp;uacute;blico alvo n&amp;atilde;o atingido em outros canais&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&amp;#8211; Avaliar aumento do alcance&lt;br /&gt;&amp;#8211; Avaliar aumento da penetra&amp;ccedil;&amp;atilde;o&lt;br /&gt;&amp;#8211; Avaliar dispers&amp;atilde;o&lt;br /&gt;&amp;#8211; Avaliar aumento nas vendas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;25. Otimizar efici&amp;ecirc;ncia do plano de m&amp;iacute;dia&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&amp;#8211; Comparar CPM e resultados entre os meios.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;26. Identificar interesses dos consumidores e tend&amp;ecirc;ncias de mercado&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&amp;#8211; Comparar lan&amp;ccedil;amento de produto, promo&amp;ccedil;&amp;otilde;es e campanhas online e offline.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;27. Fidelizar clientes mais ativos&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&amp;#8211; Avaliar m&amp;eacute;dia de recompra&lt;br /&gt;&amp;#8211; Margem de lucro por consumidor&lt;br /&gt;&amp;#8211; Pesquisar &amp;iacute;ndice de satisfa&amp;ccedil;&amp;atilde;o.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;28. Gerar tr&amp;aacute;fego no site&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&amp;#8211; Taxa de cliques na campanha&lt;br /&gt;&amp;#8211; N&amp;uacute;mero de visitas antes, durante e ap&amp;oacute;s a campanha&lt;br /&gt;&amp;#8211; Tempo de dura&amp;ccedil;&amp;atilde;o das visitas&lt;br /&gt;&amp;#8211; N&amp;uacute;mero de p&amp;aacute;ginas vistas antes, durante e ap&amp;oacute;s a campanha.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;29. Gerar tr&amp;aacute;fego em loja f&amp;iacute;sica&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&amp;#8211; Medir tr&amp;aacute;fego antes, durante e ap&amp;oacute;s a campanha online&lt;br /&gt;&amp;#8211; Consulta da origem informa&amp;ccedil;&amp;atilde;o sobre a loja, produto ou servi&amp;ccedil;o.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;30. Recrutamento de funcion&amp;aacute;rios&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&amp;#8211; Avaliar taxa de redu&amp;ccedil;&amp;atilde;o de custos de identifica&amp;ccedil;&amp;atilde;o de candidatos&lt;br /&gt;&amp;#8211; N&amp;uacute;mero de entrevistas bem&amp;#8211;sucedidas com origem online. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;autor:&lt;/b&gt; Marcelo Sant&amp;acute;Iago&lt;/div&gt; &lt;br /&gt;&lt;b&gt;fonte:&lt;/b&gt;&lt;a href="http://webinsider.com.br/" target="_blank"&gt; Webinsider &lt;/a&gt;&lt;img src="http://www.ispag.ch/cmslight/isp/img/external_link.gif" title="" border="0"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;img src="http://www.brumaximus.kit.net/Barrinhas/linha_46.gif" title="" border="0"&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;img src="http://www.graphxkingdom.com/graphics/miniature/mini49.gif" title="" border="0" /&gt; &lt;span style="color: rgb(74, 90, 168);"&gt;&lt;b&gt;Dica&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Anuncie no &lt;a href="http://www.admarket.com.br/?qry=14.5.3195-1436-CB1A" target="_blank"&gt;Admarket &lt;/a&gt;com a melhor rela&amp;ccedil;&amp;atilde;o custo/benef&amp;iacute;cio utilizando links patrocinados e  diferenciados ve&amp;iacute;culos e formatos de m&amp;iacute;dia. 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Obrigada pela compreensão.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6979951-115522148180134841?l=ifdcom.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://ifdcom.blogspot.com/feeds/115522148180134841/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6979951&amp;postID=115522148180134841&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6979951/posts/default/115522148180134841'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6979951/posts/default/115522148180134841'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://ifdcom.blogspot.com/2006/08/justificando-implantao-de-um-portal.html' title='Justificando a implantação de um portal corporativo'/><author><name>Iris | IFD</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_u6V07yMPncY/TSJ6zwha1mI/AAAAAAAAAnU/ucuRJ_1uzrI/S220/iris_ifd.png'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6979951.post-115504849714512687</id><published>2006-08-08T11:48:00.000-03:00</published><updated>2006-08-08T12:56:38.013-03:00</updated><title type='text'>Direção de Arte</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;Direção de Arte é muito mais do que um nome pomposo, antes de tudo é um ofício. Sim, o ofício de usar todo o seu conhecimento gráfico disponível para tornar algo visualmente agradável" para os olhos. É aliar talento, perspicácia e bom gosto. E isso não é algo que acontece da noite para o dia, nem se aprende somente dentro da sala de aula. Mas para exercer esse laborioso ofício, antes de mais nada é preciso ter paixão (aliás, requisito esse necessário em todas as profissões). Se você quer ser diretor-de-arte por que é um nome que (de fato) impressiona os menos esclarecidos, ou por que você quer se dar uma importância que na verdade nao possui, desista. Apesar de todo o glamour e ba-fá-fá, evite se mirar nas personalidades, concentre-se nos trabalhos. Aprender a ser mala, chique, arrogante, é muito fácil. Difícil mesmo é fazer um bom trabalho...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Baseado nas muitas pastas que olhei/olho e nas dúvidas frequentes, escrevi essa espécie de guia" do diretor-de-arte, falando desde coisas básicas até coisas importantes, como ao mostrar a pasta, por exemplo. Vamos lá.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;1) Estude. Leia. Devore. Pense. Tudo tem um sentido. Seja curioso. Mas por que o Itaú usa sempre as mesmas letras" nos comerciais? "Loc.Off.: A família/tipologia Helvetica pode ser assimilada pela maioria das pessoas (classe A, B, C, Z), sendo elegante e ao mesmo tempo nao-excludente". Preste atenção em tudo: nas capas de livros, embalagens nos supermercados, nos uniformes das aremoças, nos motoristas de táxi, capas de livros, revistas, enfim, respire tudo que for necessário.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;2) Entenda Propaganda. Procure saber o máximo, mas não seja alienado. Tente estar a par de tudo que esteja sendo feito, e também o que foi feito por outras gerações. Se tiver algo novo para aprender, escute. Saber nunca é demais. Mas seja eclético, divida experiências. Falar duas horas sobre física quântica cansa, não é? Com propaganda acontece o mesmo. Não limite seu vocabulário com as coisas que você vê nos anuários. Música (no geral), política, cultura regional, global, etc, tudo isso são ferramentas vitais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;3) Agência Grande x Agência Pequena. Muitos sonham em trabalhar em grandes agência por motivos descabidamente óbvios, mas... Esse nicho (de agências grandes) não tem capacidade de absorver a grande quantidade que se forma a cada ano. Por isso, se tiver uma oportunidade de trabalhar, trabalhe. Se a agência é grande, média, pequena, todas elas tem basicamente a mesma função, e garanto que todas elas tem algo a ensinar. Até mesmo porque criatividade não vem da agência, vem da natureza... Oportunidades aparecem, então é melhor estar preparado. Já pensou se uma agência grande te chama e você nem tem idéia do seja prova de prelo"?...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;4) Seja Profissional. Saiba o que está falando. Não adianta chegar para um fotógrafo e dizer: "-Siguintchi, cê tá ligado, né? Aqui eu pensei uma luz muita louca, e aqui uma coisa meio pã, sabe... Tipo aquele filme... Hmmmm...Daquele cara lá, mó veneno, mano..." Não funciona (muito bem). Saiba nomes, tenha referências, conheça possibilidades estéticas. Este item é um reforço e um exemplo de aplicação do primeiro e segundo parágrafo acima. Sempre que possível, faça cursos de cinema, linguagem visual, desenho, fotografia, photoshop (sim!), flash, animações e outros até de interesse pessoal. Mesmo que se diga mas no Brasil não existem cursos bons de fotografia ou de cinema" (frase comum na boca dos mais chiques), é melhor do que não saber nada. Ou fingir que sabe alguma coisa... Desnecessário dizer que um ingrêis é bem vindo. Mas não vomite vocábulário sofisticado, fora de ocasião isso o torna uma pessoa intragável.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;5) Prêmios. são ótimos, massageia o ego, nada melhor do ter um trabalho merecidamente reconhecido e avaliado pelos melhores profissionais. Mas... não comece pelo fim. Muitos dos profissionais que você (e eu) admira não nasceram da noite pro dia, nem ganharam prêmio no primeiro job. E se de um lado você tem um prêmio, do outro você tem a cobrança: Mas você é bom mesmo ou foi sorte?" Lembre-se que Pelé não fez apenas um, mas muito mais gols. E não ganhar prêmio não significa que você seja um mau-profissional, saiba que muitos (excelentes) trabalhos passam desapercebidos nos julgamentos, e nem por isso deixam de ser ótimos trabalhos. Mas antes de tudo, trabalhe, seja profissional, esteja preparado. Por isso e antes disso vem a...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;6) Pasta. Sua pasta é seu cartão de visita. Ok, eu sei que você já pode ter ouvido isso, mas... Sempre que possível olho pastas, e detectei alguns problemas muito comuns nos trabalhos das pessoas que estão iniciando. Por isso, evite anúncios do tipo: foto do produto (geralmente Diet) e aquela famosa sombrinha (da mulher que fica gostosa); dummie (boneco de crash-test) fazendo ok por que o carro x" é duca; estátua que vira o rosto para olhar carro /ou mulher / ou o tênis; manequim fazendo caras e bocas (ou o famoso sinal de positivo...); anúncios de mouse" (mão do mickey mouse sobre o mouse, mão de manequim sobre o mouse e o famoso www...). Aqueles filmes brilhantes que usam o mesmo velho e bom truque, aí a câmera abre e revela que..." A não ser que vc tenha algo realmente brilhante, senão tire da sua pasta. E evite também a pegadinha Marcas Famosas", do tipo Nike, Audi, Jontex, etc. Se você já trabalhou com essas marcas, tudo bem. Mas se não, onde entra o seu crédito como criativo? É fácil criar em cima de algo já estabelecido. E apesar da Nike (e etcs) ser um dos maiores anunciantes do planeta e ter uma excelente comunicação, lembre-se que propaganda não se resume a essa fórmula. Outra coisa: nem todo cliente tem milhões para fazer uma linda foto. As vezes nem mil reais. Conhece o all-type"? Procure sempre ter um na pasta. O bom profissional (leia-se diretor-de-arte) faz um bom trabalho independente dos recursos. Não existe motivo que justifique um mau trabalho. É fácil por a culpa na viola, mas quem toca é o violeiro.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;7) Ao mostrar a danada... ouvir é mais importante do que falar. Lembre que você está falando com um profissional que talvez não tenha dormido. Ou que talvez tenha acabado de sair de uma reunião de 4 horas com o cliente. Não tenha pressa de mostrar sua pasta por aí, uma hora seu cartucho acaba. Se possível, escolha um profissional que você admira. Mas não seja mala. Não ligue no celular dele nos fins-de-semana, e nem pense em falar com ele como se fosse seu amigo, ou melhor, seu mano de dez anos atrás (a não que ele explicitamente o permita). Outra: você ligou, já havia marcado com aquela pessoa faz uma semana (ou mais) e ele desmarcou... Tenha paciência, tente outra vez. Não apareça de surpresa, nem deixe mil recados. Mas fazem dois meses que minha pasta está lá e até agora nada..." Se você tem pressa em sair por aí mostrando (o que não é bom) ou apareceu outra oportunidade (o que é ótimo), tenha cópias. Aliás, nem apenas por esse motivo, mas por segurança tenha uma de reserva. Além do mais, pode ser que ele tenha esquecido de você, mas é possível que ele também esteja esperando a hora certa de mostrar a sua pasta pra o diretor de criação dele.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;8) Seja humilde, seja versátil. Dê chance para a Sorte. Mala-Direta não tá com nada... Ledo engano. Mala-Direta, folhetos, cartão-de-visita, camiseta, enfim, tudo isso é trabalho. Se você está ansioso por uma oportunidade, não desperdice chances. Muito se aprende com esses trabalhos, e goste ou não são os melhores exercícios, especialmente quando se trata de direção de arte, esse nome bonito, mas difícil de explicar o que é. E são essas experiências que ensinam que não se coloca letra amarela em fundo branco nos outdoors (se você nunca viu um assim, é porque não conseguiu ler). Que é difícil uma combinação entre letra azul com fundo vermelho,ou vice-versa. Que apesar da fama de chato, anúncios classificados são as maiores escolas de diagramação, e atualmente há uns muito bons. Talento também é não ter medo de desafios. Não seja preconceituoso, isso inibe as possibilidades de você ampliar seus horizontes. O mesmo serve quando alguém lhe oferecer o cargo de assistente. Assistente, eu? Mas fulano-de-tal disse que já posso ser diretor-de-arte! Pense bem, pois esse fulano de tal não disse que como assistente você recebe muito mais orientações. Além de receber um salário. Só para ilustrar essa situação, tenho visto muitas pessoas darem o pulo maior que a perna, saindo da escola/faculdade/curso e indo direto para a criação. Resultado: perfil de profissional com performance de amador. É chato ver alguns (mesmo que talentosos) não sabendo montar um mock-up para o próprio layout... Aliás, lembrei-me de um famoso conceito que diz "Power is nothing without control" (Pirelli). O mesmo se aplica ao talento.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;9) Mas quanto ganha um diretor-de-arte? Antes de saber essa resposta, é preciso saber mais sobre fontes com serifa, sem serifa, all-type, travelling, still, pantone, fade in/out, cromalin, cor especial, aplique, finalização, produção, etc.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;10) Bom, espero ter contribuído. Definir uma função tão abrangente em poucas linhas é compreensívelmente impossível. Por isso, dê uma olhada também em outras colunas do Trampolim, e se possível decore o Manual do Estagiário (E.Mohallen). Digo isso não por puxação" (ih, ó, nem conheço o cara...), mas até hoje o manual me serve de lição no dia-a-dia. Além de esmiuçar tb o site do Trampolim, onde tem muita gente boa dando dicas ótimas, de estudantes a profissionais do mercado. Mas antes de tudo, seja honesto e pergunte pra você mesmo: -Será que sou/quero ser um profissional de criação? Ou quero mesmo posar de moderno e ser famoso (fazendo um trabalho meia-boca)?" Se você escolheu a segunda opção, compre uma guitarra, pinte o cabelo, diga frases desconexas e use bastante drogas, mas tente morrer depois de ficar famoso e rico. Ou candidate-se a uma vaga no Big Brother. Mas se você sincera e honestamente escolheu a primeira opção... bem-vindo, caro colega. Temos muito a fazer e a aprender nessa profissão que requer muita paixão e bastante talento.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;autor:&lt;/b&gt; Marco Antonio "Eddie Murphy"&lt;br /&gt;&lt;b&gt;fonte:&lt;/b&gt; &lt;a href="http://www.trampolim.art.br/colunas.asp?cod_mat=111&amp;amp;cod_col=5" target="_blank"&gt;trampolin&lt;/a&gt; &lt;img src="http://www.ispag.ch/cmslight/isp/img/external_link.gif" title="" border="0" /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6979951-115504849714512687?l=ifdcom.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://ifdcom.blogspot.com/feeds/115504849714512687/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6979951&amp;postID=115504849714512687&amp;isPopup=true' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6979951/posts/default/115504849714512687'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6979951/posts/default/115504849714512687'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://ifdcom.blogspot.com/2006/08/direo-de-arte.html' title='Direção de Arte'/><author><name>Iris | IFD</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_u6V07yMPncY/TSJ6zwha1mI/AAAAAAAAAnU/ucuRJ_1uzrI/S220/iris_ifd.png'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6979951.post-115496763579645730</id><published>2006-08-07T13:20:00.000-03:00</published><updated>2006-10-23T12:47:28.483-03:00</updated><title type='text'>Marcas, imagens, formas e personagens gráficos</title><content type='html'>&gt;&gt; entre no novo endereço do &lt;a style="font-weight: bold;" href="http://www.ifd.com.br/blog/"&gt;IFDBlog&lt;/a&gt; clicando na imagem acima, lá você encontrará todos os posts que estavam aqui. Obrigada pela compreensão.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6979951-115496763579645730?l=ifdcom.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://ifdcom.blogspot.com/feeds/115496763579645730/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6979951&amp;postID=115496763579645730&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6979951/posts/default/115496763579645730'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6979951/posts/default/115496763579645730'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://ifdcom.blogspot.com/2006/08/marcas-imagens-formas-e-personagens.html' title='Marcas, imagens, formas e personagens gráficos'/><author><name>Iris | IFD</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_u6V07yMPncY/TSJ6zwha1mI/AAAAAAAAAnU/ucuRJ_1uzrI/S220/iris_ifd.png'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6979951.post-115466163260117982</id><published>2006-08-04T00:20:00.000-03:00</published><updated>2006-08-09T17:04:47.620-03:00</updated><title type='text'>Para que serve um (bom) designer?</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;div align="justify"&gt;Nos &amp;uacute;ltimos meses questionaram-me o motivo pelo qual deveriam contratar um designer. &amp;Eacute; uma pergunta, para nossos ouvidos, que parece j&amp;aacute; ter vinda ao mundo respondida e justificada.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;N&amp;atilde;o &amp;eacute; bem assim fora da nossa estilosa redoma de cristal colorido. Desenhar para quem j&amp;aacute; conhece o poder de um bom projeto de design torna-se excessivamente simples diante da realidade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para todos os outros, &amp;eacute; comum a confus&amp;atilde;o entre designer e algu&amp;eacute;m que sabe operar softwares gr&amp;aacute;ficos. Os computadores est&amp;atilde;o a&amp;iacute;, para quem quiser experimentar, assim como os l&amp;aacute;pis de cor, as tintas, os grafites. Ferramentas que se vestem do repert&amp;oacute;rio de quem as opera.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Esta &amp;eacute; a hora de exercitar alguns fundamentos do design. Desmembrar esta resposta &amp;eacute; tarefa do designer que sabe muito bem o que &amp;eacute; capaz de fazer.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;*Para personificar um produto/servi&amp;ccedil;o&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;Uma lata com um r&amp;oacute;tulo prateado, letras finas e manuscritas, pode lembrar uma bebida light (devido &amp;agrave;s letras suaves) e sofisticada (pela cor da prata). Um r&amp;oacute;tulo preto com texto azul em caixa alta pode indicar um produto energ&amp;eacute;tico e resistente, devido aos elementos associados &amp;agrave; vida noturna. Um logotipo de cimento com excesso de entre letras pode passar a impress&amp;atilde;o de um produto fr&amp;aacute;gil, que n&amp;atilde;o une como deveria. O design tem como objetivo falar com o p&amp;uacute;blico na l&amp;iacute;ngua que ele entende. Algu&amp;eacute;m precisa apresentar quem &amp;eacute; aquele produto e dizer o que ele faz de melhor.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;*Para criar identidade&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;Quando uma empresa contrata um designer para fazer um site ela n&amp;atilde;o est&amp;aacute; pagando por meia d&amp;uacute;zia de desenhos ou pelo tratamento de fotografias. Paga-se pela constru&amp;ccedil;&amp;atilde;o da uma imagem neste meio de comunica&amp;ccedil;&amp;atilde;o. Se a empresa deseja transmitir tecnologia, tradi&amp;ccedil;&amp;atilde;o ou simplicidade, &amp;eacute; baseado nisto que o designer vai come&amp;ccedil;ar a trabalhar. Diferente de muitos servi&amp;ccedil;os, o design costuma ser um trabalho &amp;uacute;nico, pensado exclusivamente para aquele cliente em cima das suas reais necessidades de comunica&amp;ccedil;&amp;atilde;o. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;*Para passar credibilidade&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;Se o principal jornal do pa&amp;iacute;s adotasse tipologia divertida para reportar a crise no Oriente M&amp;eacute;dio, a not&amp;iacute;cia teria certamente outro impacto. N&amp;atilde;o seria levada &amp;agrave; s&amp;eacute;rio.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;*Para equilibrar t&amp;eacute;cnica e est&amp;eacute;tica&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;Designer n&amp;atilde;o &amp;eacute; nem um t&amp;eacute;cnico, nem um artista. &amp;Eacute; ele que equilibra estas duas &amp;aacute;reas para atender algum objetivo, geralmente comercial. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;*Para inspirar confian&amp;ccedil;a&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;Um banco que apresenta seus extratos desorganizados e logotipo sem padr&amp;atilde;o nas suas aplica&amp;ccedil;&amp;otilde;es pode estar dizendo que guarda assim o dinheiro de seus clientes. Um designer pode fazer da apresenta&amp;ccedil;&amp;atilde;o de um banco um exemplo de seguran&amp;ccedil;a, ou uma amostra gratuita de desordem.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;*Para agregar valor&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;Alguns bombons de uma conhecida doceria n&amp;atilde;o teriam o mesmo valor se viessem embalados em simples saquinhos pl&amp;aacute;sticos sem impress&amp;atilde;o. Se eles t&amp;ecirc;m qualidade e tradi&amp;ccedil;&amp;atilde;o, precisam ter tratamento &amp;agrave; altura na embalagem. O mesmo vale para produtos desconhecidos que ainda precisam ser testados. Uma apresenta&amp;ccedil;&amp;atilde;o de qualidade seduz qualquer consumidor &amp;aacute;vido por novidades.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;*Para facilitar a vida&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;J&amp;aacute; reparou como &amp;eacute; simples chegar em algum lugar quando h&amp;aacute; placas indicando o caminho? Sinaliza&amp;ccedil;&amp;atilde;o bem feita usa a tipologia com a melhor leitura &amp;agrave; dist&amp;acirc;ncia em cores que contrastam do ambiente. O mesmo vale para as embalagens que facilitam o uso do produto, como os refrigerantes que aposentaram o abridor de garrafas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;*Para vender&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;Se um projeto de design &amp;eacute; capaz de atender a todos os itens anteriores, vender &amp;eacute; s&amp;oacute; uma conseq&amp;uuml;&amp;ecirc;ncia. Um produto, uma solu&amp;ccedil;&amp;atilde;o, uma id&amp;eacute;ia. Um bom designer serve, entre tantos outros motivos, para realizar o mais &amp;iacute;ntimo desejo da sociedade do consumo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;autora:&lt;/b&gt; Caroline Fulep&lt;br /&gt;&lt;b&gt;fonte:&lt;/b&gt;&lt;a href="http://www.trampolim.art.br" target="_blank"&gt; trampolin &lt;/a&gt;&lt;img src="http://www.ispag.ch/cmslight/isp/img/external_link.gif" title="" border="0"&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6979951-115466163260117982?l=ifdcom.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://ifdcom.blogspot.com/feeds/115466163260117982/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6979951&amp;postID=115466163260117982&amp;isPopup=true' title='5 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6979951/posts/default/115466163260117982'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6979951/posts/default/115466163260117982'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://ifdcom.blogspot.com/2006/08/para-que-serve-um-bom-designer.html' title='Para que serve um (bom) designer?'/><author><name>Iris | IFD</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_u6V07yMPncY/TSJ6zwha1mI/AAAAAAAAAnU/ucuRJ_1uzrI/S220/iris_ifd.png'/></author><thr:total>5</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6979951.post-115457776586738160</id><published>2006-08-03T01:02:00.000-03:00</published><updated>2006-10-23T12:46:50.136-03:00</updated><title type='text'>Vida de Designer</title><content type='html'>&gt;&gt; entre no novo endereço do &lt;a style="font-weight: bold;" href="http://www.ifd.com.br/blog/"&gt;IFDBlog&lt;/a&gt; clicando na imagem acima, lá você encontrará todos os posts que estavam aqui. Obrigada pela compreensão.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6979951-115457776586738160?l=ifdcom.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://ifdcom.blogspot.com/feeds/115457776586738160/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6979951&amp;postID=115457776586738160&amp;isPopup=true' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6979951/posts/default/115457776586738160'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6979951/posts/default/115457776586738160'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://ifdcom.blogspot.com/2006/08/vida-de-designer.html' title='Vida de Designer'/><author><name>Iris | IFD</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_u6V07yMPncY/TSJ6zwha1mI/AAAAAAAAAnU/ucuRJ_1uzrI/S220/iris_ifd.png'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6979951.post-115445408596035375</id><published>2006-08-01T14:41:00.000-03:00</published><updated>2006-10-23T12:43:02.633-03:00</updated><title type='text'>Critérios, pra quê?</title><content type='html'>&gt;&gt; entre no novo endereço do &lt;a style="font-weight: bold;" href="http://www.ifd.com.br/blog/"&gt;IFDBlog&lt;/a&gt; clicando na imagem acima, lá você encontrará todos os posts que estavam aqui. Obrigada pela compreensão.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6979951-115445408596035375?l=ifdcom.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://ifdcom.blogspot.com/feeds/115445408596035375/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6979951&amp;postID=115445408596035375&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6979951/posts/default/115445408596035375'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6979951/posts/default/115445408596035375'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://ifdcom.blogspot.com/2006/08/crit.html' title='Crit&amp;eacute;rios, pra qu&amp;ecirc;?'/><author><name>Iris | IFD</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_u6V07yMPncY/TSJ6zwha1mI/AAAAAAAAAnU/ucuRJ_1uzrI/S220/iris_ifd.png'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6979951.post-115437364494766733</id><published>2006-07-31T16:20:00.000-03:00</published><updated>2006-10-23T12:41:33.396-03:00</updated><title type='text'>A propaganda é o sofá da sala</title><content type='html'>&gt;&gt; entre no novo endereço do &lt;a style="font-weight: bold;" href="http://www.ifd.com.br/blog/"&gt;IFDBlog&lt;/a&gt; clicando na imagem acima, lá você encontrará todos os posts que estavam aqui. Obrigada pela compreensão.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6979951-115437364494766733?l=ifdcom.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://ifdcom.blogspot.com/feeds/115437364494766733/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6979951&amp;postID=115437364494766733&amp;isPopup=true' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6979951/posts/default/115437364494766733'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6979951/posts/default/115437364494766733'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://ifdcom.blogspot.com/2006/07/propaganda-da-sala.html' title='A propaganda &amp;eacute; o sof&amp;aacute; da sala'/><author><name>Iris | IFD</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_u6V07yMPncY/TSJ6zwha1mI/AAAAAAAAAnU/ucuRJ_1uzrI/S220/iris_ifd.png'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6979951.post-115427913349453019</id><published>2006-07-30T14:05:00.000-03:00</published><updated>2006-10-23T12:40:31.560-03:00</updated><title type='text'>A agência de publicidade e a crise ética</title><content type='html'>&gt;&gt; entre no novo endereço do &lt;a style="font-weight: bold;" href="http://www.ifd.com.br/blog/"&gt;IFDBlog&lt;/a&gt; clicando na imagem acima, lá você encontrará todos os posts que estavam aqui. Obrigada pela compreensão.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6979951-115427913349453019?l=ifdcom.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://ifdcom.blogspot.com/feeds/115427913349453019/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6979951&amp;postID=115427913349453019&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6979951/posts/default/115427913349453019'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6979951/posts/default/115427913349453019'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://ifdcom.blogspot.com/2006/07/agtica.html' title='A ag&amp;ecirc;ncia de publicidade e a crise &amp;eacute;tica'/><author><name>Iris | IFD</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_u6V07yMPncY/TSJ6zwha1mI/AAAAAAAAAnU/ucuRJ_1uzrI/S220/iris_ifd.png'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6979951.post-115410665894016979</id><published>2006-07-28T14:10:00.000-03:00</published><updated>2007-06-21T12:39:19.453-03:00</updated><title type='text'>Porquê não concordar com a regulamentação da profissão de designer</title><content type='html'>&gt;&gt; entre no novo endereço do &lt;a style="font-weight: bold;" href="http://www.ifd.com.br/blog/"&gt;IFDBlog&lt;/a&gt; clicando na imagem acima, lá você encontrará todos os posts que estavam aqui. Obrigada pela compreensão.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;!-- Hi-Mídia Brasil : 300 x 250 --&gt;&lt;br /&gt;&lt;iframe src="http://fl01.ct2.comclick.com/aff_frame.ct2?id_regie=3&amp;num_editeur=713&amp;num_site=3&amp;num_emplacement=3" WIDTH="300" HEIGHT="250" marginwidth="0" marginheight="0" hspace="0" vspace="0" frameborder="0" scrolling="no" bordercolor="#000000"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;br /&gt;&lt;!-- FIN TAG --&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6979951-115410665894016979?l=ifdcom.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://ifdcom.blogspot.com/feeds/115410665894016979/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6979951&amp;postID=115410665894016979&amp;isPopup=true' title='7 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6979951/posts/default/115410665894016979'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6979951/posts/default/115410665894016979'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://ifdcom.blogspot.com/2006/07/porqu-no-concordar-com-regulamentao-da.html' title='Porquê não concordar com a regulamentação da profissão de designer'/><author><name>Iris | IFD</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_u6V07yMPncY/TSJ6zwha1mI/AAAAAAAAAnU/ucuRJ_1uzrI/S220/iris_ifd.png'/></author><thr:total>7</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6979951.post-115401242173740354</id><published>2006-07-27T12:00:00.000-03:00</published><updated>2006-10-23T12:39:36.343-03:00</updated><title type='text'>A educação do Design</title><content type='html'>&gt;&gt; entre no novo endereço do &lt;a style="font-weight: bold;" href="http://www.ifd.com.br/blog/"&gt;IFDBlog&lt;/a&gt; clicando na imagem acima, lá você encontrará todos os posts que estavam aqui. Obrigada pela compreensão.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6979951-115401242173740354?l=ifdcom.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://ifdcom.blogspot.com/feeds/115401242173740354/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6979951&amp;postID=115401242173740354&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6979951/posts/default/115401242173740354'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6979951/posts/default/115401242173740354'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://ifdcom.blogspot.com/2006/07/educao-do-design.html' title='A educação do Design'/><author><name>Iris | IFD</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_u6V07yMPncY/TSJ6zwha1mI/AAAAAAAAAnU/ucuRJ_1uzrI/S220/iris_ifd.png'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6979951.post-115393554848169443</id><published>2006-07-26T14:39:00.000-03:00</published><updated>2006-07-26T14:39:08.563-03:00</updated><title type='text'>O novo papel da propaganda</title><content type='html'>&lt;img src="http://www.ifd.com.br/blog/slices/selos_ifdblog/ifd_pod.jpg" title="" border="0" /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: 85%;"&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;escute o programa online clicando no&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-style: italic; color: rgb(74, 90, 168); font-size: 85%;"&gt; ícone play&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: 85%;"&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;, ou clique no ícone&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-style: italic; color: rgb(74, 90, 168); font-size: 85%;"&gt; ouça offline&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: 85%;"&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt; com o botão direito e em "salvar destino como.." e faça o download do podcast.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;A palestra de Joe Cappo sobre o                   novo papel da propaganda rendeu muita polêmica                   entre os profissionais brasileiros presentes ao                   MaxiMídia 2005, como &lt;strong&gt;Daniel                   Barbará&lt;/strong&gt; (DPZ), &lt;strong&gt;Ângelo                   Derenze&lt;/strong&gt; (Editora Abril) e &lt;strong&gt;Ângelo                   de Sá Jr.&lt;/strong&gt; (Editora Globo). Com ironia e                   bom humor, eles analisam a presença do palestrante                   estrangeiro no evento e o significado que isso tem                   para o mercado publicitário brasileiro. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Fonte:&lt;/strong&gt; http://www.maxipod.com.br&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Duração: &lt;/strong&gt;&lt;em&gt;00:17:35 (8,0MB) &lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;object classid="clsid:D27CDB6E-AE6D-11cf-96B8-444553540000" codebase="http://download.macromedia.com/pub /shockwave/cabs/flash/swflash.cab" height="20" width="150"&gt;&lt;br /&gt;&lt;param name="movie" value="http://www.ifd.com.br/blog/podcast_ifd.swf?file=http://www.maxipod.com.br/podcasts/debates/debate_novo_papel_da_propaganda.mp3&amp;amp;autoStart=false&amp;amp;amp;backColor=000000&amp;amp;frontColor=ffffff&amp;amp;songVolume=90"&gt;&lt;br /&gt;&lt;param name="wmode" value="transparent"&gt;&lt;br /&gt;&lt;embed wmode="transparent" src="http://www.ifd.com.br/blog/podcast_ifd.swf?file=http://www.maxipod.com.br/podcasts/debates/debate_novo_papel_da_propaganda.mp3&amp;amp;autoStart=false&amp;amp;ampbackColor=000000&amp;amp;frontColor=ffffff&amp;amp;songVolume=90" type="application/x-shockwave-flash" pluginspage="http://www.macromedia.com/go/getflashplayer" height="20" width="150"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/object&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.maxipod.com.br/podcasts/debates/debate_novo_papel_da_propaganda.mp3"&gt;&lt;img src="http://www.ifd.com.br/blog/slices/bot/offline.jpg" border="0" height="19" width="132" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6979951-115393554848169443?l=ifdcom.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://ifdcom.blogspot.com/feeds/115393554848169443/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6979951&amp;postID=115393554848169443&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6979951/posts/default/115393554848169443'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6979951/posts/default/115393554848169443'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://ifdcom.blogspot.com/2006/07/o-novo-papel-da-propaganda.html' title='O novo papel da propaganda'/><author><name>Iris | IFD</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_u6V07yMPncY/TSJ6zwha1mI/AAAAAAAAAnU/ucuRJ_1uzrI/S220/iris_ifd.png'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6979951.post-115384097468918282</id><published>2006-07-25T12:22:00.000-03:00</published><updated>2006-07-25T12:22:54.726-03:00</updated><title type='text'>Os Irmãos Siameses</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Propaganda e jornalismo são irmãos siameses que nasceram nas praças da cidade antiga. No ambiente populoso da ágora, do mercado, das praças onde a cidade se reunia para comprar, vender e saber das últimas. Ali circulavam as notícias e, junto com elas, os pregões dos vendedores de produtos artesanais ou das safras agrícolas.A notícia passada oralmente, o próprio boato na ausência de fatos, foram as origens do jornalismo. E o exagero dos vendedores, apregoando qualidades que muitas vezes os produtos não tinham, foi a origem da publicidade moderna. Juntos, as notícias e os reclames atravessaram os séculos enquanto aprimoravam suas técnicas e seus veículos, às vezes sua própria ética.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ambos viveram, sempre juntos, as mesmas revoluções: a de Gutenberg, que ampliou os olhos e a inteligência da humanidade; séculos depois, a do Rádio e a da Televisão e, hoje, a revolução da grande rede mundial de computadores – a Internet, uma mídia que surgiu caótica e indisciplinada mas com o poder de alterar os sistemas tradicionais de comunicação e a própria distribuição dos produtos de consumo. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O tipo móvel mudou a face do mundo e criou as condições para a revolução industrial, ampliando o alcance da informação. Os meios eletrônicos e os computadores desempenham papel semelhante numa revolução que não sabemos onde vai terminar e qual o papel que verdadeiramente representa para a sociedade humana unificada na globalização.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As características principais das organizações sociais de hoje são contraditórias. Se de um lado a humanidade se une diminuindo e quase apagando as diferenças nacionais, dando origem a um único mercado mundial para todos os produtos, de outro o indivíduo nunca se isolou tanto. As grandes corporações globais encaram o mundo como uma única praça para seus produtos, porem as marcas que identificam esses produtos procuram influenciar o consumidor com uma comunicação cada vez mais segmentada e pessoal. Ao lado da clássica divisão por sexo, idade e classe social, praticada tradicionalmente pelos institutos de pesquisas, procura-se segmentar o mercado por estilos de vida, grupo familiar, desejos, gostos e ambições. Ou então mirar o próprio indivíduo na sua solidão compartilhada apenas com o computador, que se transformou em sua janela aberta para o mundo. O “marketing de relacionamento”, ferramenta que se encontra na ordem do dia, pretende simplesmente atingir o consumidor de forma direta, na sua própria individualidade, em seu próprio universo pessoal.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O jornalismo segue trilha paralela que a todo momento se confunde com a da publicidade. Os jornais do século passado e do princípio deste, até a Segunda Guerra, opinativos, políticos, provincianos e generalistas, foram substituídos por jornais segmentados, dirigidos a públicos determinados, muito bem identificados. Passaram a ser tratados como produtos e vendidos dentro dos princípios e técnicas do marketing contemporâneo. Os grandes e melhores jornais, antes tão austeros, procuram aumentar suas vendas como sempre fizeram os refrigerantes – lançando mão de promoções, prêmios, brindes e vantagens diversas oferecidas a seus consumidores. Os chamados anabolizantes. George Washington e Líbero Badaró foram definitivamente enterrados.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os irmãos siameses enfrentam os anos de crise inaugurados no princípio dos anos oitenta, quando de repente os consumidores deixaram de comprar tudo o que se produzia e os supermercados estavam lotados de marcas de produtos que não giravam na rapidez desejada.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A crise econômica começou quando terminaram em todo o mundo os dias em que se vendia qualquer coisa. A era de vendas crescentes deu lugar à do marketing atilado que tem de ser eficiente em todos os setores. Tornou-se cada vez mais necessária a habilidade de identificar novas tendências de consumo e desenvolver o mercado apresentando o produto certo, no momento certo, no lugar certo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Cada vez mais e com maior eficiência foi preciso pesquisar o produto e pesquisar o mercado, analisar com inteligência os riscos envolvidos, planejar de forma criativa, fazer testes e promover adequadamente. A propaganda tornou-se elemento crucial do marketing mix, um item muito caro no investimento das marcas para preservar e ampliar sua participaçäo num mercado superlotado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os jornais e, principalmente, as revistas se diversificaram em veículos que representam novas descobertas, nichos propícios, segmentos sociais, novas técnicas de difusão. Buscam aumentar o seu faturamento nas bancas e ampliar a venda dos espaços publicitários, que representa oitenta por cento da sua receita. Do croché aos aviões, passando pelo erótico e o religioso, a quantidade de títulos expostos numa banca de jornal representa o alto grau de segmentação a que as revistas chegaram. O rádio luta pela sobrevivência, quase completamente dominado e sustentado pelo fervor religioso dos humildes ou descobrindo o caminho das redes nacionais, que exigem grandes investimentos para um retorno duvidoso.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A TV, que relativamente dedica pouco tempo ao noticiário, amplia sua participação como entretenimento desenvolvendo linhas de show, filmes e novelas ou então programas que não se sabe exatamente a que gêneros pertencem. Ratinho é jornalismo?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A publicidade também se diversifica. Dos orçamentos publicitários, sobra cada vez menos para a mídia tradicional. As agências se reciclam para oferecerem amplos cardápios de serviços enquanto vêem sua receita diminuir.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os problemas de mercado, que há bem pouco tempo eram resolvidos com campanhas de propaganda em veículos de massa, contam hoje com recursos mais diversificados que competem entre si por maiores porções do investimento publicitário. A promoção do produto no ponto-de-venda cresce sua participação nos orçamentos, assim como a promoção de eventos, o merchandising, o marketing direto, as RP e os diversos recursos da “new media” inaugurada pelos computadores.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os anunciantes clamam pelo que chamam de “mídia criativa”, expressão que pode ser traduzida como o desejo de menor dependência da televisão, que acaba ficando com mais da metade do que se investe em propaganda no Brasil. O que se explica com o baixo preço por mil espectadores que a TV oferece, em face das largas audiências de seus programas .&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os chamados birôs de mídia também vão chegar ao Brasil, apesar da oposição que estão sofrendo. É questão de tempo, porque a opção brasileira pela globalização determina a aceitação das tendências mundiais – as boas ou as muito ruins. A ameaça representada pelos birôs de mídia explica-se porque eles criam a presença dominante do investimento financeiro nos espaços publicitários. A mídia transforma-se numa “commodity”. E, como toda mercadoria, vai ser comercializada nas circunstâncias do mercado, sofrer especulações em mercados futuros e cumprir ciclos de valorização e desvalorização.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Um dependendo do outro para a própria sobrevivência, o jornalismo e a publicidade, como irmãos siameses, estão unidos no mesmo destino, às vezes se odiando, jamais se amando, mas sabendo sempre que se um deles der um passo numa determinada direção o outro será forçado a fazer o mesmo. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;autor:&lt;/span&gt; Celso Japiassu &lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;fonte: &lt;/span&gt;http://www.umacoisaeoutra.com.br&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6979951-115384097468918282?l=ifdcom.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://ifdcom.blogspot.com/feeds/115384097468918282/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6979951&amp;postID=115384097468918282&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6979951/posts/default/115384097468918282'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6979951/posts/default/115384097468918282'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://ifdcom.blogspot.com/2006/07/os-irmos-siameses.html' title='Os Irmãos Siameses'/><author><name>Iris | IFD</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_u6V07yMPncY/TSJ6zwha1mI/AAAAAAAAAnU/ucuRJ_1uzrI/S220/iris_ifd.png'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6979951.post-115376485653715042</id><published>2006-07-24T15:14:00.000-03:00</published><updated>2006-07-25T04:30:29.923-03:00</updated><title type='text'>Porque cliente interno?</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;As pessoas buscam cada vez mais a satisfação dos seus desejos e muitos são os estímulos que as impulsionam a consumir determinado produto ou serviço. Estes estímulos podem ser um sentimento de afeição pela marca ou uma experiência positiva com a empresa, decorrentes de um atendimento personalizado, de um pós-venda eficiente, de um ambiente de consumo agradável, dentre muitos outros fatores.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A aquisição de um produto ou serviço proporciona ao cliente o prazer imediato de ter satisfeito seu desejo, e as ações de marketing podem amplificar este prazer ao possibilitar que diversas outras expectativas sejam atendidas antes, durante e depois da compra propriamente dita. Ações eficazes têm o poder de envolver as pessoas com os valores da empresa, com a identidade da marca, as tornando interessadas em reviver este sentimento de satisfação, gerando fidelidade e oportunidade para que efetuem novas compras.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No entanto, da mesma forma que os clientes buscam satisfação e prazer na aquisição de um produto ou serviço, os funcionários também necessitam de um estado de satisfação superior, capaz de os comprometer com os objetivos da organização. Funcionários que superam as expectativas dos clientes agregam um valor adicional às vendas e à imagem da empresa, influenciando decisivamente nos estímulos futuros que decidirão novas compras.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Assim, ações eficazes de marketing dirigidas ao público interno, têm o poder de comprometer os funcionários com a marca, os tornando leais com a estratégia da empresa, fiéis com seus valores e satisfeitos com o trabalho que desempenham.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Reconhecer o funcionário como sendo o primeiro cliente da organização, desperta nele o sentimento de ser parte fundamental na realização dos objetivos da empresa, aumentando sua valorização pessoal e profissional. Sentimentos desta natureza fazem com que as ações dos funcionários sejam sempre orientadas em benefício do cliente externo. E é neste contexto que o marketing deve ser entendido, ou seja, como um valor intrínseco e presente em todas as atividades organizacionais, interna e externamente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por tal razão, o Marketing Interno deve ser visto como o principal aliado do marketing externo, pois somente clientes internos satisfeitos e comprometidos com o sucesso da empresa são capazes de satisfazer e envolver clientes externos na aquisição de um produto ou serviço.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Esta é a noção de cliente interno que deve permear a cultura organizacional de qualquer empresa, a fim de se obter adesão integral por parte dos funcionários aos conceitos que a empresa quer difundir externamente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;autora:&lt;/span&gt; Marjorie Moojen Canevese&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;fonte: &lt;/span&gt; http://www.adonline.com.br&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6979951-115376485653715042?l=ifdcom.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://ifdcom.blogspot.com/feeds/115376485653715042/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6979951&amp;postID=115376485653715042&amp;isPopup=true' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6979951/posts/default/115376485653715042'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6979951/posts/default/115376485653715042'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://ifdcom.blogspot.com/2006/07/porque-cliente-interno.html' title='Porque cliente interno?'/><author><name>Iris | IFD</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_u6V07yMPncY/TSJ6zwha1mI/AAAAAAAAAnU/ucuRJ_1uzrI/S220/iris_ifd.png'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6979951.post-115353824473979834</id><published>2006-07-22T00:17:00.000-03:00</published><updated>2006-07-22T18:22:32.703-03:00</updated><title type='text'>Qual o melhor formato para e-mail marketing?</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Ao enviar newsletters e peças de marketing por e-mail (com consentimento, claro), você vai ter que fazer uma escolha difícil: enviar em HTML, em texto ou nos dois formatos? Veja prós e contras.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Se a sua empresa pretende dar início a um projeto de e-mail marketing, um fator extremamente importante é o formato no qual o e-mail será enviado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na verdade, a escolha do formato dos e-mails é muito importante para qualquer pessoa que utiliza com freqüência o correio eletrônico, e não apenas aos interessados em e-mail marketing. Portanto, este texto serve a todos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quais são os principais formatos? Por que se preocupar com o formato? E qual o formato que o mercado mais utiliza? Lendo essa matéria você encontrará respostas para estas perguntas.&lt;br /&gt;Os principais formatos de e-mail&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os programas conhecidos como clientes de e-mail (entre os mais comuns estão o Outlook Express da Microsoft, o Thunderbird e o IncrediMail, entre outros) permitem enviar mensagens em três principais formatos:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;    * Texto:&lt;/span&gt; o e-mail no formato texto é o mais aceito. Todos os clientes de e-mail podem exibir a mensagem nesse formato. A desvantagem é que a mensagem não pode conter cores, imagens, negrito, itálico e outros recursos aceitos por outros formatos. É possível inserir tão somente texto.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;    * HTML: &lt;/span&gt;o formato HTML permite um e-mail rico em conteúdo, com imagens, cores, tabelas, anexos, som… No entanto, os diversos clientes de e-mail podem exibir sua mensagem de maneiras diferentes. Podem até deixá-la ilegível.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;    * Texto/HTML:&lt;/span&gt; essa opção inclui ambos formatos (texto e HTML) na mesma mensagem. A vantagem é que de um modo ou de outro o usuário conseguirá visualizar o e-mail. A desvantagem é que o e-mail torna-se duas vezes maior (ou mais pesado, ou mais caro).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Por que escolher o formato HTML?&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Agora que você reconhece os principais formatos de e-mail, qual deles escolher para a sua comunicação com clientes ou leitores? Já adianto a você, leitor, a minha preferência pelo formato HTML. Mas cada caso é único e você deve analisar livremente e fazer a sua escolha.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As justificativas pela escolha do formato HTML são inúmeras. Vou enumerar algumas:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Conteúdo rico: a flexibilidade do formato HTML permite diversos recursos como cores, imagens e som. É um excelente atrativo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Organização do conteúdo: o formato HTML permite uma melhor organização do conteúdo e torna a leitura mais agradável.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Reforça a identidade da empresa: se os documentos que circulam em sua empresa carregam seu logotipo, nada mais indicado do que incluí-lo também em seus e-mails.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Taxa de leitura: é possível, por exemplo, no envio de um e-mail publicitário, saber quantos usuários realmente abriram a mensagem.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Análise de interesse: em um e-mail publicitário é possível saber, por exemplo, em quais produtos os usuários clicaram para obter mais informações.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A flexibilidade que o formato HTML permite é o seu ponto forte. Mas há também o outro lado desse formato, os seus pontos fracos. É isso o que veremos na próxima etapa.&lt;br /&gt;Por que não escolher o formato HTML?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Vimos os pontos fortes do formato HTML e agora precisamos ouvir o lado negativo. Vamos o que dizem os anti-HTML, cujos argumentos também são importantes:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E-mail HTML é mais pesado que texto. Isso é uma verdade e tem muitas implicações. Mas já que temos cada vez menos tempo para ler nossos e-mails pela correria do dia-dia, não seria muito mais fácil capturar a atenção de um leitor através de uma imagem? Em alguns casos vale aquele velho jargão popular: uma imagem vale mais do que mil palavras. Além disso, segundo pesquisas do Ibope/NetRatings, o número de usuário com acesso a internet banda larga tem aumentado de maneira significativa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;HTML nem sempre é exibido corretamente. Uma grande verdade. Se a sua mensagem HTML aparece corretamente em seu cliente de e-mail, não quer dizer que aparecerá corretamente no cliente de e-mail dos seus leitores. É preciso que você teste e se certifique que a mensagem será vista corretamente nos principais clientes de e-mail.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;HTML é reconhecido como spam. Acontece mas não é uma regra. Segundo estudo da ClickZ, apenas 19% dos emails HTML são classificados erroneamente como spam. Além disso há muitos tipos de filtros e a maioria não classifica HTML como propaganda não solicitada. Sem falar que os filtros têm se aperfeiçoado constantemente. (você é novo aqui e não sabe o que é spam? São mensagens eletrônicas, não solicitadas, enviadas em massa, geralmente propaganda, geralmente de produtos ou serviços oferecidos de forma ilegal. Pior do que spam é o phishing, que é uma tentativa de golpe.)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;HTML carrega vírus. Usuários mal intencionados podem enviar mensagens HTML não seguras. Isso é verdade. Mas não é bloqueando mensagens HTML que você impedirá que vírus contaminem seu computador. Além do mais, os clientes de e-mail mais modernos possuem mecanismos de proteção.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Qual formato mais utilizado pelo mercado?&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pesquisa recente publicada pelo Opt-In News mostrou que o formato HTML é o preferido pelos especialistas em suas campanhas de e-mail marketing. De acordo com a pesquisa, 81% das campanhas de e-mail marketing utilizam o formato HTML, enquanto 16% utilizam o formato texto e 3% utilizam outros formatos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os que preferem o formato HTML justificam sua escolha da seguinte maneira:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;    * 28%: HTML permite um layout mais atrativo&lt;br /&gt;    * 24%: permite uso de cor no e-mail&lt;br /&gt;    * 21%: podem ser incluídas imagens&lt;br /&gt;    * 20%: anúncios são mais efetivos no formato HTML do que em texto&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Conclusão&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Então podemos estar certos de que o melhor formato para o envio de nosso e-mail marketing é o HTML? Poderíamos, mas não deveríamos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não se deixe seduzir pelos benefícios do HTML e tê-lo como único formato. Se quiser atingir todos os leitores, desenvolva um e-mail marketing em ambos os formatos. Permita que o usuário escolha a sua preferência. E, uma vez escolhida, honre a escolha do usuário e não imponha a sua própria preferência. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;autor: &lt;/span&gt;Carlos Humberto L. Costa&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;fonte: &lt;/span&gt;http://webinsider.uol.com.br&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6979951-115353824473979834?l=ifdcom.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://ifdcom.blogspot.com/feeds/115353824473979834/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6979951&amp;postID=115353824473979834&amp;isPopup=true' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6979951/posts/default/115353824473979834'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6979951/posts/default/115353824473979834'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://ifdcom.blogspot.com/2006/07/qual-o-melhor-formato-para-e-mail.html' title='Qual o melhor formato para e-mail marketing?'/><author><name>Iris | IFD</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_u6V07yMPncY/TSJ6zwha1mI/AAAAAAAAAnU/ucuRJ_1uzrI/S220/iris_ifd.png'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6979951.post-115345326208357826</id><published>2006-07-21T00:41:00.000-03:00</published><updated>2006-07-21T00:41:02.153-03:00</updated><title type='text'>Quer trabalhar na criação?</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Então não estude propaganda.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Parece estranho, né? Mas é isso mesmo. Não existe nenhum pedaço de papel com a palavra diploma escrita que o transforme em um gênio da criação (se é que isso existe).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O que você precisa ter é muita experiência. Experiência de vida. Tudo que a gente faz em propaganda é mostrar a vida de uma maneira mais interessante e, para fazer isso, nada melhor do que você saber o que é uma vida assim.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Leia muito. Assista a todos os filmes, inclusive os iranianos (se conseguir ficar acordado). Vá a museus, mas preste atenção. Aliás, preste atenção em tudo, desde de um belo decote a uma velhinha jogando migalhas de pão aos patos. Baladas? Caia em várias! Literalmente, pois bons porres são muito bem-vindos. Daí saem histórias maravilhosas. Em resumo: sexo, drogas e rock&amp;amp;roll.&lt;br /&gt;Mais um pequeno detalhe: não se mate. Senão, não vai adiantar nada ter tido essa experiência toda.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Agora, enquanto faz tudo isso, é preciso estudar também. Você não quer ser um rockstar, e sim um criativo; e, quando isso acontecer, acredite: você vai trabalhar pra caralho! Nada de pé na mesa e mulheres maravilhosas massageando suas costas, enquanto você toma um "uisquinho". Diz a lenda que esse tempo já existiu, mas hoje estamos muito distantes.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Bom, finalmente chegamos ao começo. Não estude propaganda. Faça desenho industrial, arquitetura, psicologia, cinema, literatura ou, como eu, administração. Isso vai acrescentar muito mais a sua experiência de vida.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Você deve estar pensando: tudo bem, mas como é que eu acabo na criação? O que você precisa é de um bom portfólio, e para isso não precisa ficar 4 anos em uma faculdade de propaganda. Aliás, se você ficar tanto tempo assim para ter umas 20 idéias legais, siga o conselho do Davi Amarante e desista.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Hoje existem cursos voltados para a criação de portfólios. Cursos que guiam sua criatividade e ensinam todos os segredos do MAC e os programas que você precisa saber. Se tiver a oportunidade, vá fazer um fora do país. Se não tiver, não há problema, aqui também já temos cursos muito bons.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E, se você ainda estiver querendo fazer faculdade de propaganda por causa das festas, pense duas vezes, todo mundo já viu na internet como são as festas da GV. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;autor: &lt;/span&gt;Benjamin Yung Jr.&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;fonte:&lt;/span&gt; &lt;a href="http://www.trampolim.art.br/" target="_blank"&gt;trampolin&lt;/a&gt; &lt;img src="http://www.ispag.ch/cmslight/isp/img/external_link.gif" /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6979951-115345326208357826?l=ifdcom.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://ifdcom.blogspot.com/feeds/115345326208357826/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6979951&amp;postID=115345326208357826&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6979951/posts/default/115345326208357826'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6979951/posts/default/115345326208357826'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://ifdcom.blogspot.com/2006/07/quer-trabalhar-na-criao.html' title='Quer trabalhar na criação?'/><author><name>Iris | IFD</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_u6V07yMPncY/TSJ6zwha1mI/AAAAAAAAAnU/ucuRJ_1uzrI/S220/iris_ifd.png'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6979951.post-115333290315058860</id><published>2006-07-19T15:15:00.000-03:00</published><updated>2006-07-19T17:18:53.176-03:00</updated><title type='text'>Quanto vale um Cliente? </title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Esta é uma daquelas perguntas que de repente, em uma tarde chuvosa de  sexta-feira, nos fazem parar pra pensar e nem percebemos. Dentre os diversos  clientes de uma agência, é natural que façamos certas distinções entre eles.  Existem os clientes... digamos... “vitais”, que de alguma forma contribuem  significativamente para empresa, seja através do montante que se arrecada, da  projeção que seus jobs propiciam ou da influência que ele exerce no mercado, e  os clientes “úteis”... que em conjunto, desempenham um importante papel para  manutenção da agência.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Entre os clientes “úteis”... que são a maioria  dentro de uma agência, ...freqüentemente encontramos uma espécie exótica de  cliente, dotada de hábitos ímpares e no mínimo... curiosos... é o cliente  “Mala”. No caso destes seres únicos... não podemos dizer que eles nos trazem  jobs para serem realizados... é trabalho mesmo. Um “Mala”, costuma julgar a  conta da sua empresa como a conta mais importante da sua agência... e assim... é  muito comum vê-lo tentar exercer pressão psicológica sobre o atendimento,  ameaçar rescindir o contrato, ir trabalhar com a concorrência e por aí vai.  Muitas vezes acabamos nos tornando reféns nas mãos dessa espécie de  cliente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O cliente “Mala”... é a aquele que liga às 2 horas da tarde de  uma sexta-feira... querendo o material pra segunda-feira... ameaçando largar a  sua agência caso ela não entregue o material no prazo. Assim... a equipe pára  tudo... reúne-se... e faz o job em tempo record. Com todas as limitações de  tempo... verba... e as inúmeras alterações do cliente... o trabalho enfim...  fica pronto para produção. O povo da mídia... encontra uma gráfica disposta a  rodar o material no fim de semana para entregá-lo no prazo. Fim de expediente...  você fica um pouco chateado... afinal... com a grande verba que você tinha... o  material vai acabar sendo produzido em papel higiênico... e “impresso” à mão...  com lápis HB mesmo... porque 6B gastava muito rápido e o cliente não tinha grana  pra luxo... mas... fazer o quê? ... você vai pra casa com a sensação de dever  cumprido.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sábado – 11 horas da manhã&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Toca o telefone... é da  gráfica...&lt;br /&gt;Você atende...&lt;br /&gt;- Fala Seu Adolfo... tudo bem com o senhor?&lt;br /&gt;- Bem, bem... não. Sabe aquele material do cliente “Mala”?&lt;br /&gt;- Sei... sei... o  que tem ele?&lt;br /&gt;- Deu um problema aqui na produção... o lápis HB é muito duro...  tá rasgando o papel higiênico...&lt;br /&gt;Você fica visivelmente perturbado... mas  respira fundo... e responde...&lt;br /&gt;- Calma Seu Adolfo... vamos trocar o papel...  faça naquele papel com as fibras mais resistentes.&lt;br /&gt;- Ah! Tá certo então...  pode deixar...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Segunda-feira&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A gráfica conseguiu terminar o  material e entregar no prazo... mas... não teve jeito... o cliente “Mala” liga  pra você dizendo que não gostou do material... reclamando que a agência é  incompetente e que com aquele papel ele está ficando meio...  assado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Moral da história&lt;br /&gt;Você perdeu o fim de semana... estragou o  fim de semana de um monte de gente da gráfica... o rendimento que o job trouxe  pra agência é ridículo perto do stress que ele gerou... o cliente “Mala” não  gostou do material e saiu falando mal da agência... e por fim... o chefe daquela  empresa “vital” que você estava prospectando... viu na rua o material que você  fez... e agora... acha que a sua agência não leva jeito nem no ramo de produtos  de higiene.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Um cliente “Mala” consome os recursos que podem beneficiar um  cliente “Vital”, mas isto não significa que se deve sair por aí dispensando  clientes. Um dos maiores desafios que se pode ter em comunicação é o de  transformar um pequeno cliente em um grande cliente... e... por meio do sucesso  desses clientes, a agência ganhar projeção... afinal... a maior propaganda que  uma agência de publicidade pode fazer de si mesma... é o resultado obtido por  seus clientes. Entretanto, para que o sucesso ocorra, é necessário que haja uma  relação de parceria e confiança entre cliente e agência... é preciso querer  crescer e se permitir crescer. Talvez seja a hora de valorizarmos os clientes  que acreditam em nossas idéias. Quanto vale um cliente? Cada um tem o seu  preço... se o preço é justo... isto é com você. Sucesso.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;autor: &lt;/span&gt;Mário  Slomp Filho&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;fonte:&lt;/span&gt; &lt;a href="http://www.trampolim.art.br/" target="_blank"&gt;trampolin&lt;/a&gt; &lt;img src="http://www.ispag.ch/cmslight/isp/img/external_link.gif" /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6979951-115333290315058860?l=ifdcom.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://ifdcom.blogspot.com/feeds/115333290315058860/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6979951&amp;postID=115333290315058860&amp;isPopup=true' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6979951/posts/default/115333290315058860'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6979951/posts/default/115333290315058860'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://ifdcom.blogspot.com/2006/07/quanto-vale-um-cliente.html' title='Quanto vale um Cliente? '/><author><name>Iris | IFD</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_u6V07yMPncY/TSJ6zwha1mI/AAAAAAAAAnU/ucuRJ_1uzrI/S220/iris_ifd.png'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6979951.post-115314619568550987</id><published>2006-07-17T11:23:00.000-03:00</published><updated>2006-07-17T11:23:15.703-03:00</updated><title type='text'> Max Gehringer :: Mudanças! Mudanças?</title><content type='html'>&lt;img src="http://www.ifd.com.br/blog/slices/selos_ifdblog/ifd_pod.jpg" title="" border="0" /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size: 85%;"&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;escute o programa online clicando no&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-style: italic; color: rgb(74, 90, 168); font-size: 85%;"&gt; ícone play&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: 85%;"&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;, ou clique no ícone&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-style: italic; color: rgb(74, 90, 168); font-size: 85%;"&gt; ouça offline&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: 85%;"&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt; com o botão direito e em "salvar destino como.." e faça o download do podcast.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;Em 1999, ano em que foi eleito como um dos mais cobiçados executivos do mercado, Max Gehringer decidiu abrir mão do poder e das mordomias do mundo corporativo para direcionar seu tempo a escrever livros e fazer palestras sobre este universo. Em palestra realizada durante o evento Marketing Networking Brasil, Gehringer abordou com humor e sensibilidade as mudanças no terreno profissional e a melhor maneira de lidar com elas. Em entrevista a Deborah Izola, o especialista em Marketing e consultor de empresas sintetiza sua palestra para os ouvintes da PodCasting Brasil.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Fonte:&lt;/strong&gt; http://www.mnbpod.com.br&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Locutora: &lt;/strong&gt;Deborah Izola&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;object classid="clsid:D27CDB6E-AE6D-11cf-96B8-444553540000" codebase="http://download.macromedia.com/pub /shockwave/cabs/flash/swflash.cab" height="20" width="150"&gt;&lt;br /&gt;&lt;param name="movie" value="http://www.ifd.com.br/blog/podcast_ifd.swf?file=http://www.mnbpod.com.br/wp-content/plugins/podpress/feed/aHR0cDovL3d3dy5tbmJwb2QuY29tLmJyL3BvZGNhc3RzL3BhbGVzdHJhbnRlX21heF9nZWhyaW5nZXIubXAz/palestrante_max_gehringer.mp3&amp;amp;autoStart=false&amp;amp;amp;backColor=000000&amp;amp;frontColor=ffffff&amp;amp;songVolume=90"&gt;&lt;br /&gt;&lt;param name="wmode" value="transparent"&gt;&lt;br /&gt;&lt;embed wmode="transparent" src="http://www.ifd.com.br/blog/podcast_ifd.swf?file=http://www.mnbpod.com.br/wp-content/plugins/podpress/feed/aHR0cDovL3d3dy5tbmJwb2QuY29tLmJyL3BvZGNhc3RzL3BhbGVzdHJhbnRlX21heF9nZWhyaW5nZXIubXAz/palestrante_max_gehringer.mp3&amp;amp;autoStart=false&amp;amp;ampbackColor=000000&amp;amp;frontColor=ffffff&amp;amp;songVolume=90" type="application/x-shockwave-flash" pluginspage="http://www.macromedia.com/go/getflashplayer" height="20" width="150"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/object&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.mnbpod.com.br/wp-content/plugins/podpress/feed/aHR0cDovL3d3dy5tbmJwb2QuY29tLmJyL3BvZGNhc3RzL3BhbGVzdHJhbnRlX21heF9nZWhyaW5nZXIubXAz/palestrante_max_gehringer.mp3"&gt;&lt;img src="http://www.ifd.com.br/blog/slices/bot/offline.jpg" border="0" height="19" width="132" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6979951-115314619568550987?l=ifdcom.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://ifdcom.blogspot.com/feeds/115314619568550987/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6979951&amp;postID=115314619568550987&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6979951/posts/default/115314619568550987'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6979951/posts/default/115314619568550987'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://ifdcom.blogspot.com/2006/07/max-gehringer-mudanas-mudanas.html' title=' Max Gehringer :: Mudanças! Mudanças?'/><author><name>Iris | IFD</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_u6V07yMPncY/TSJ6zwha1mI/AAAAAAAAAnU/ucuRJ_1uzrI/S220/iris_ifd.png'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6979951.post-115284652797315920</id><published>2006-07-14T00:08:00.000-03:00</published><updated>2006-07-14T15:22:55.466-03:00</updated><title type='text'>Quer saber como se faz marketing político para ganhar uma eleição?</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;    O Marketing Político vem se consolidando cada vez mais como peça fundamental no processo eleitoral. Estes são as técnicas e conceitos mais modernos e eficazes, garantindo uma campanha estruturada, marcante e eficiente.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;   Uma campanha de marketing político&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;  A eleição&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É impossível pensar em eleições, nos dias de hoje, sem pensar numa estrutura de marketing atuando em todos os segmentos do eleitorado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Propaganda eleitoral deixou de ser apenas o ato de imprimir alguns milhares de folhetos coloridos e pichar os muros da cidade com o nome do candidato.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As campanhas eleitorais deixaram de ser intuitivas e se tornaram racionais, os palpites gratúitos cederam lugar à pesquisa; os temas principais, com determinadas palavras-de-ordem, aparentemente corretas mas aleatórias, agora têm origem em slogans com conceito e estratégia. Enfim: a propaganda política deixou para trás o amadorismo para se tornar profissional.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Comparando com campanhas de produtos e serviços: de um lado está o produto/serviço; do outro, o mercado consumidor. Na campanha eleitoral, de um lado o candidato e do outro os eleitores.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;  Existem alguns requisitos básicos para o sucesso de uma campanha eleitoral:&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;1. a existência de planos estratégicos, de orientação geral e detalhamento de atividades, tempo e recursos;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;2. a existência de mão-de-obra especializada em propaganda;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;3. a existência de um monitoramento durante todo o processo&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;    O Marketing Político&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Marketing Político são todos os recursos utilizados na troca de benefícios entre candidatos e eleitores.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Esses benefícios, no sentido candidato-eleitores seriam, essencialmente, as promessas, as vantagens do candidato e a sua linha de comunicação. No sentido oposto, ou seja, eleitores-candidatos, são os votos e as informações necessárias para obtê-los.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Alguns elementos compõem o quadro de planejamento de uma campanha de marketing político:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;1. o &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;meio ambiente&lt;/span&gt; em que se realiza a campanha eleitoral e que vai proporcionar oportunidades e ameaças ao sucesso de um candidato;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;2. a &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;administração da campanha eleitoral&lt;/span&gt;, que é a sua principal força de vendas, formada pelo próprio candidato, o seu partido político e os grupos de interesse alinhados com a sua candidatura;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;3. o &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;conceito de produto,&lt;/span&gt; que é a filosofia política do candidato, a escolha de temas específicos a serem tratados e a definição de suas posições a propósito dos temas. Além da formulação e da adoçäo de um estilo pessoal que conserve e amplie suas qualidades.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;4. &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;canais de comunicação e distribuição&lt;/span&gt;, que envolvem decisões e ações a respeito da utilização de mídia de massa e seletiva, aparições voluntárias, auxílio voluntário e partidário;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;5. &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;segmentos de eleitores&lt;/span&gt; diferenciados;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;6. &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;acompanhamento e revisão&lt;/span&gt; contínua e sistemática de resultados que impliquem em reorientação da campanha.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Além dos eleitores propriamente ditos, há outros grupos que precisam ser estimulados, tais como o partido político, os contribuintes da campanha eleitoral e os grupos de interesse alinhados à candidatura. Para isso, a Assessoria Política da campanha deverá canalizar de maneira adequada o seu potencial em função das necessidades imediatas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;O Candidato&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O candidato obtém preferências com base:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;* no seu nome&lt;br /&gt;* no seu talento pessoal em dar início a uma reação emocional&lt;br /&gt;* na sua habilidade em utilizar a m’dia de massa&lt;br /&gt;* na sua capacidade de se projetar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;1. Além disso, há todo um processo de desenvolvimento pelo qual o candidato deve passar:&lt;br /&gt;2. apresentar uma personalidade bem definida. Como acontece com os produtos, uma imagem de qualidade;&lt;br /&gt;3. ainda na comparação com o marketing de produtos, deve identificar-se com uma instituição que lhe dê apôio e credibilidade: a própria inscrição partidária;&lt;br /&gt;4. definida a personalidade e colocada esta dentro de um contexto de organização (o partido), o candidato deverá impor a sua marca (o seu nome).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt; Em resumo, o candidato deve:&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;1. planejar formalmente a sua estratégia de campanha, sua postura diante dos problemas, sua propaganda, suas aparições, sua base para a obtenção de fundos, sua monitoria da situação, seus objetivos, sua alocação de recursos e o tempo de que dispõe para obter a aprovação dos eleitores;&lt;br /&gt;2. construir uma forte organização de ações, capaz de reforçar, durante todo o processo, as posições assumidas durante a campanha eleitoral, sem que ocorra a perda de campos já conquistados.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;    O candidato e o partido&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A importância do partido político no universo do candidato deve ser medida dentro dos seguintes parâmetros:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;1. o partido está para o candidato como a empresa para o produto. Ele significa um sistema que detém um conjunto de recursos para atingir os eleitores. Assim, como não existe produto sem uma empresa que identifique a sua origem, não existe candidato sem partido.&lt;br /&gt;2. o partido, então, pode ter uma imagem que acrescente ou subtraia. Porisso, é importante saber se o partido agrega imagem positiva ao candidato, assim como o nome de uma empresa de prestígio no mercado acrescenta prestígio a um produto.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt; Os componentes do marketing político&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;    1. A Pesquisa de Mercado&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A pesquisa de mercado procura descobrir o que vai ao encontro dos interesses do eleitor, identificando as suas necessidades, seus desejos e seus valores. Com isso, o candidato pode desenvolver estratégias com uma margem de erro muito menor.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Numa campanha eleitoral, devem ser pesquisados o tamanho do mercado e a sua segmentação, o que qualifica o eleitor, o potencial deste mercado com base em padrões históricos de voto, a opinião dos eleitores em torno de assuntos importantes e sobre posições assumidas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O resultado da pesquisa pode determinar o próprio conteúdo da mensagem do candidato.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;2. O conceito e a estratégia do candidato&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O que vincula um eleitor a um candidato é a imagem deste último.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Esta imagem, mesmo quando já existente, pode ser planejada e trabalhada. Por outro lado, é preciso ficar atento a como o eleitor está percebendo esta mensagem. Isto precisa ser sistematicamente conferido.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A imagem planejada de um candidato deve conceituar adequadamente sua maneira de se vestir, suas maneiras, suas declarações e o conjunto das suas ações. O objetivo é que o candidato tenha uma aparência e um comportamento que correspondam à percepção e aos desejos do eleitor.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para conceituar o candidato e definir sua estratégia:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;* definir, com base em pesquisa de mercado, um tema para o candidato, em torno do qual o interesse do eleitor será construido.&lt;br /&gt;* identificar os principais problemas e a maneira como são encarados e sentidos pelos eleitores;&lt;br /&gt;* excluir os conceitos não desejados em razão da personalidade e dos antecedentes do candidato;&lt;br /&gt;* testar o conceito escolhido através de pesquisas periódicas;&lt;br /&gt;* decidir sobre a adoção de mais de um conceito, sendo um principal e outro, ou outros, secundários, desde que plenamente compatíveis.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;3.Estratégia de Comunicação&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O conceito do candidato é a base para o plano de comunicação da campanha.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para um programa de propaganda paga ou gratúita, devem ser tomadas as seguintes providências:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;1. definir a mensagem básica da campanha&lt;br /&gt;2. definir a melhor maneira de apresentar visualmente o   candidato;&lt;br /&gt;3. definir as pesquisas que serão veiculadas;&lt;br /&gt;4. definir os veículos adequados para a veiculação;&lt;br /&gt;5. elaborar os programas orçamentários de produção e veiculação da campanha, que devem ser detalhados toda semana até a data de realização das eleições.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Paralelamente, deve ser desenvolvido um programa de aparições pessoais do candidato. Este programa deve ser controlado pela Assessoria Política.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É preciso ficar atento, neste programa, para as limitações de tempo do candidato. É bom lembrar que o candidato tem, ainda, a responsabilidade de motivar o partido, seus cabos eleitorais e os eleitores comprometidos com a campanha.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;    4. Programa de Trabalho Voluntário&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Inúmeras pessoas devem ser treinadas para compor grupos de trabalho voluntário na campanha.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Entre as tarefas do trabalho voluntário estão as de preparação de eleitores e auxiliares, a participação como oradores para platéias específicas, o envio de malas-diretas, o levantamento e registro de votos, o transporte e alimentação dos eleitores no dia das eleições, entre muitas outras funções.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;    Para que a Assessoria Política consiga gerenciar bem o trabalho voluntário, deve:&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;1. valorizar o partido como centro de decisões&lt;br /&gt;2. estar sempre motivando os colaboradores;&lt;br /&gt;3. estabelecer objetivos e metas para a equipe voluntária;&lt;br /&gt;4. estabelecer um sistema de controle de realizações;&lt;br /&gt;5. treinar o pessoal e acompanhar de perto o seu trabalho&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;fonte: &lt;/span&gt; &lt;a href="http://www.umacoisaeoutra.com.br" target="_blank"&gt;umacoisaeoutra&lt;/a&gt; &lt;img src="http://www.ispag.ch/cmslight/isp/img/external_link.gif" /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;span class="textocorpo" style=";font-family:verdana;font-size:100%;"  &gt;&lt;span style="color: rgb(0, 128, 0);"&gt;&lt;img src="http://www.brumaximus.kit.net/Barrinhas/linha_46.gif" height="7" width="280" /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;img src="http://www.graphxkingdom.com/graphics/miniature/mini49.gif" /&gt; &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Dica de Leitura&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;(clique na imagem para ver mais detalhes)&lt;/span&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;a href="hhttp://submarino.com.br/books_productdetails.asp?Query=ProductPage&amp;amp;ProdTypeId=1&amp;ProdId=1435205&amp;amp;ST=SF8590&amp;franq=143458" target="_blank"&gt;&lt;img src="http://i.s8.com.br/images/books/cover/img5/1435205.jpg" title="" border="0" height="95" width="80" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt; Marketing Político e Eleitoral: uma Proposta com Ética e Eficiência&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;DILMA TEIXEIRA&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(74, 96, 168);"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6979951-115284652797315920?l=ifdcom.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://ifdcom.blogspot.com/feeds/115284652797315920/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6979951&amp;postID=115284652797315920&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6979951/posts/default/115284652797315920'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6979951/posts/default/115284652797315920'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://ifdcom.blogspot.com/2006/07/quer-saber-como-se-faz-marketing.html' title='Quer saber como se faz marketing político para ganhar uma eleição?'/><author><name>Iris | IFD</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_u6V07yMPncY/TSJ6zwha1mI/AAAAAAAAAnU/ucuRJ_1uzrI/S220/iris_ifd.png'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6979951.post-115280106238864840</id><published>2006-07-13T11:31:00.000-03:00</published><updated>2006-07-13T11:35:26.056-03:00</updated><title type='text'>Onde está a dificuldade do Marketing de Relacionamento?</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Mesmo com toda a evolução tecnológica e a facilidade de acesso às informações, as empresas ainda encontram uma certa dificuldade em estabelecer relações sólidas e produtivas com os seus clientes. De um modo geral, as empresas acreditam que ter acesso às pesquisas de mercado e a um bom conjunto de informações do cliente é suficiente para se estabelecer um relacionamento produtivo com ele.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Imagine a probabilidade de sucesso de uma decisão matrimonial baseada em informações, onde os pretendentes respondem a um questionário e o computador cruza as respostas e indica a melhor alternativa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Temos a tendência de acreditar que essa é uma boa forma de construirmos relacionamentos, mas a prática tem mostrado que a tentativa de se estabelecer relações baseadas somente em informações gera relacionamentos teóricos e fracos. Relacionamentos são construídos com os contatos efetivos que geram experiências, que fazem histórias correndo de boca em boca, que criam marcas e mitos no mercado. Funcionários e clientes precisam ter histórias para contar das empresas com a qual se relacionam, para nutrir suas conversas. Estudos indicam que uma mensagem inserida numa história marca mais do que uma propaganda com efeitos especiais e tem um potencial de propagação muito superior.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A história inusitada do carro GM Pontiac, que não funciona com sorvete de baunilha, foi lida e passada para o mundo todo via e-mail sem qualquer custo para a empresa, tudo porque a empresa tinha uma boa história para contar. As Lojas Renner vêm investindo na idéia de catalogar e divulgar histórias marcantes dos relacionamentos com os clientes com um concurso, onde os funcionários são incentivados através da distribuição de prêmios a relatarem histórias marcantes com o cliente. Histórias como a de uma vendedora das Lojas Renner de Porto Alegre que atendeu ao telefonema de uma senhora de São Paulo para saber se a loja tinha serviço de entrega, pois o seu sobrinho estava completando dois anos naquele dia e ela gostaria de presenteá-lo. A vendedora informou que a loja não tinha o serviço de entrega, mas se ofereceu para levar o presente pessoalmente. A vendedora, utilizando o seu cartão de crédito para efetuar a compra, encheu alguns balões, convidou uma colega, fantasiou-se de "Minnie" e no caminho comprou um cartão de aniversário. Quando as funcionárias das Lojas Renner chegaram na casa, a mãe do aniversariante, emocionada, não acreditou no que estava acontecendo e tirou uma foto. Hoje as duas funcionárias das lojas Renner fazem parte do álbum de fotos daquela família, um privilégio que nenhum outro concorrente tem. Alguns dias depois ela foi ressarcida da compra e presenteada com uma pulseira pelo cliente, além de ganhar um prêmio em dinheiro das Lojas Renner como a melhor historia do mês.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O Comandante Rolim é outro craque em catalogar e divulgar suas histórias com os seus clientes. Esse talento rendeu a ele e à TAM muitas matérias em jornais e revistas e um livro onde são relatadas algumas das suas melhores histórias.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As experiências mais marcantes com os clientes derivam do que Jan Carlzon chamou de “momentos da verdade”. Cada empresa possui seu conjunto de momentos da verdade, mas, normalmente, eles acontecem na hora de uma reclamação, quando o cliente vai conferir uma promoção anunciada ou quando há uma solicitação, só para citarmos alguns casos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Recentemente, a Contatos, uma assessoria especializada em atendimento, fez um trabalho numa instituição da área financeira, onde redesenhou a estrutura de atendimento de tal forma que cada gerente com os seus respectivos auxiliares eram responsáveis por um conjunto de clientes. Foi orientado através de treinamento que eles se aproximassem mais dos clientes, de modo a conhecê-los melhor e, conseqüentemente, encontrar formas de elevar o índice de satisfação dos mesmos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Depois de algum tempo de trabalho, no qual todas as ações eram relatadas em reuniões semanais, foi lançado um desafio que criava um "momento da verdade", onde os funcionários teriam que pedir indicações aos clientes que relataram estar satisfeitos com o atendimento. Os funcionários se mostram receosos e inseguros em enfrentar esse momento da verdade, um receio que tornou-se resistência e que culminou numa lista de justificativas que foram capazes de fazer com que a empresa desistisse da idéia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Conheci a história de um papagaio que tinha a rara habilidade de abrir aquelas bolachas recheadas para comer o recheio. As empresas querem os benefícios do marketing de relacionamento e sonham com as oportunidades que ele pode proporcionar, mas enquanto não se aproximarem de forma efetiva de seus clientes e não tiverem coragem suficiente para enfrentar os momentos da verdade, continuará sendo difícil executar um marketing de relacionamento produtivo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;autor:&lt;/span&gt; Darcio Corrêa&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;fonte:&lt;/span&gt; &lt;a href="http://www.mkt-fieo.hpg.ig" target="_blank"&gt;mkt-fieo &lt;/a&gt;&lt;img src="http://www.ispag.ch/cmslight/isp/img/external_link.gif" /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;span class="textocorpo" style=";font-family:verdana;font-size:100%;"  &gt;&lt;span style="color: rgb(0, 128, 0);"&gt;&lt;img src="http://www.brumaximus.kit.net/Barrinhas/linha_46.gif" height="7" width="280" /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;img src="http://www.graphxkingdom.com/graphics/miniature/mini101.gif" title="" border="0" /&gt; &lt;span style="color: rgb(74, 96, 168);"&gt;&lt;b&gt;Livros Propaganda e Marketing&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="color: rgb(74, 96, 168);"&gt;&lt;b&gt;&lt;a href="http://submarino.com.br/books_speciallist.asp?Query=ProductPage&amp;amp;ProdTypeId=1&amp;Top3rdRowKey=48&amp;amp;PROMOID=8590&amp;franq=143458" target="_blank"&gt;&lt;br /&gt;Seleção de livros da área mais vendidos (clique aqui)&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="textocorpo" style=";font-family:verdana;font-size:100%;"  &gt;&lt;span style="color: rgb(0, 128, 0);"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;img src="http://www.graphxkingdom.com/graphics/miniature/mini49.gif" /&gt; &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Dica de Leitura&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;(clique na imagem para ver mais detalhes)&lt;/span&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;a href="http://submarino.com.br/books_productdetails.asp?Query=ProductPage&amp;amp;ProdTypeId=1&amp;ProdId=41345&amp;amp;ST=SE&amp;franq=143458" target="_blank"&gt;&lt;img src="http://i.s8.com.br/images/books/cover/img5/41345.jpg" title="" border="0" height="95" width="80" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;  Marketing de Relacionamento&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;REGIS MCKENNA &lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;a href="http://submarino.com.br/books_productdetails.asp?Query=ProductPage&amp;amp;amp;amp;amp;amp;amp;ProdTypeId=1&amp;ProdId=254909&amp;amp;ST=SE&amp;franq=143458" target="_blank"&gt;&lt;img src="http://i.s8.com.br/images/books/cover/img9/254909.jpg" title="" border="0" height="95" width="80" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt; Guia de Implementação de Marketing de Relacionamento e CRM&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;ROBERTO MADRUGA   &lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(74, 96, 168);"&gt;&lt;b&gt;&lt;br /&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6979951-115280106238864840?l=ifdcom.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://ifdcom.blogspot.com/feeds/115280106238864840/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6979951&amp;postID=115280106238864840&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6979951/posts/default/115280106238864840'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6979951/posts/default/115280106238864840'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://ifdcom.blogspot.com/2006/07/onde-est-dificuldade-do-ma_115280106238864840.html' title='Onde está a dificuldade do Marketing de Relacionamento?'/><author><name>Iris | IFD</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_u6V07yMPncY/TSJ6zwha1mI/AAAAAAAAAnU/ucuRJ_1uzrI/S220/iris_ifd.png'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6979951.post-115271572692707621</id><published>2006-07-12T11:48:00.000-03:00</published><updated>2006-07-12T11:59:23.926-03:00</updated><title type='text'>TV Digital e mudanças</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;O Brasil está preste a tomar a decisão de qual padrão de Tv Digital irá adotar. Assunto que está passando despercebido para grande parte dos brasileiros. Interessante é que a cobertura realizada pelos meios de comunicação, maiores interessados nessa decisão, não é incisiva. Entretanto, nos bastidores de Brasília, ocorre uma grande movimentação e lobby de poderosos grupos econômicos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O que está por trás dessa decisão é o modelo econômico do meio de comunicação mais popular e lucrativo do país a Televisão. Para os que acham que essa é uma decisão técnica de engenheiros e professores universitários estão redondamente enganados. O que está por baixo da cortina tecnicista da escolha de um padrão de TV Digital é quem irá conquistar a maior parte desse novo mercado, as Redes de Televisão ou as Teles.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As Redes de TV pressionam o governo pelo padrão japonês. Esse modelo privilegia a alta definição e permite que os celulares captem os sinais diretos das antenas de TV sem passar pelas operadoras de celulares. Isso garante que as Redes de TV continuem com o monopólio de transmissão.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Já as Teles preferem o modelo europeu, que permite uma maior oferta de canais, o que poderá aumentar o número de concorrentes. As Teles já anunciaram que querem fazer parte desse bolo e começar a distribuir conteúdo. Através dos multicanais criados por esse padrão seria inclusive possível através da TV Digital ter acesso a banda larga e outros serviços disponibilizados pela teles.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Apesar das Teles possuírem uma força econômica muito maior, faturam cerca de 14 vezes mais que as Redes de Comunicação (cerca de R$ 7 bilhões em 2004), parece que a força política das Redes vão ganhar essa queda de braço. Não podemos esquecer que esse é um ano eleitoral e a Televisão ainda é o principal meio de conquistar votos. Não seria muito prudente para o presidente Lula bater de frente com as Redes nesse momento. Inclusive o Ministro das Comunicações Hélio Costa já se posicionou favorável ao modelo japonês.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Enquanto isso, as agências de publicidade, outras grandes interessadas nessas mudanças, não expõem voz ativa nessa decisão. Em contrapartida, a comissão dos filmes de 30 segundos que são o grande filão das agências, nunca esteve tão ameaçado com essas mudanças.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os hábitos de consumo de mídia, independentemente do padrão que for adotado, estão em mudança. A informação está deixando de ser imposta pelas redes e escolhidas pelo usuário. É a era OnDemand, onde quem escolhe a grade de programação é o telespectador. Poderemos assistir a novela das 8 pela manhã, o Big Brother na hora do almoço e o Globo Esporte à noite.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A TV Digital permitirá a interatividade. Poderemos interagir com o conteúdo da TV, participar de votações, jogos e mandar e-mails. Poderemos escolher com qual câmera queremos assistir aos jogos da Seleção Brasileira. Conseguiremos inclusive fazer compras pela TV. Já imaginou o sucesso de vendas das roupas usadas por atrizes da Globo sendo vendidas por controle remoto durante a Novela?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A Globo.com já é um exemplo de como irá funcionar a TV Digital. A NBA (liga profissional de basquete americano) só pode ser assistida pela Internet. O assinante da Globo.com pode assistir a todos os jogos do campeonato sob demanda. No site do Big Brother você tem acesso a câmeras exclusivas 24 horas por dia. Pode votar nos emparedados, concorrer à promoções e ainda comprar alguns produtos usados pelos participantes da casa, como o famoso edredom.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fica claro que a escolha do padrão de TV Digital irá afetar toda a cadeia produtiva do setor de comunicações. Desde as Redes de Televisão, passando por agências, produtoras, fornecedores e anunciantes, todos sofrerão com as mudanças. O que mostra a importância desta decisão que será tomada nos próximos dias.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Entretanto, independente de qual padrão for escolhido, estamos em um caminho sem volta, em que agências e anunciantes terão que adaptar a propaganda e o marketing para novos hábitos de consumo. Teremos que apreender a vender produtos e serviços com Interatividade e sob demanda.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;autor: &lt;/span&gt;Rafael Andaku&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;fonte: &lt;/span&gt;&lt;a href="http://www.e-brand.com.br" target="_blank"&gt;e-brand&lt;/a&gt;   &lt;img alt="http://www.ispag.ch/cmslight/isp/img/external_link.gif" src="http://www.ispag.ch/cmslight/isp/img/external_link.gif" /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;span class="textocorpo" style=";font-family:verdana;font-size:100%;"  &gt;&lt;span style="color: rgb(0, 128, 0);"&gt;&lt;img src="http://www.brumaximus.kit.net/Barrinhas/linha_46.gif" height="7" width="280" /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="textocorpo" style=";font-family:verdana;font-size:100%;"  &gt;&lt;span style="color: rgb(0, 128, 0);"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;img src="http://www.graphxkingdom.com/graphics/miniature/mini49.gif" /&gt; &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Dica de Leitura&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;(clique na imagem para ver mais detalhes)&lt;/span&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;a href="http://submarino.com.br/books_productdetails.asp?Query=ProductPage&amp;amp;ProdTypeId=1&amp;ProdId=224296&amp;amp;ST=SE&amp;franq=143458" target="_blank"&gt;&lt;img src="http://i.s8.com.br/images/books/cover/img6/224296.jpg" title="" border="0" height="95" width="80" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt; Streaming: Crie Sua Própria Rádio Web e TV Digital &lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;RENATO NOGUEIRA PEREZ AVILA   &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6979951-115271572692707621?l=ifdcom.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://ifdcom.blogspot.com/feeds/115271572692707621/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6979951&amp;postID=115271572692707621&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6979951/posts/default/115271572692707621'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6979951/posts/default/115271572692707621'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://ifdcom.blogspot.com/2006/07/tv-digital-e-mudanas.html' title='TV Digital e mudanças'/><author><name>Iris | IFD</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_u6V07yMPncY/TSJ6zwha1mI/AAAAAAAAAnU/ucuRJ_1uzrI/S220/iris_ifd.png'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6979951.post-115262771035990697</id><published>2006-07-11T11:21:00.000-03:00</published><updated>2006-07-17T17:52:54.150-03:00</updated><title type='text'>Banner</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;COMO OTIMIZAR O USO DO BANNER  &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O Banner é vendido com base na quantidade de exposições da página (page-views). Em tese isso significa a quantidade de  de pessoas que viram o banner com o seu anúncio.  Normalmente, a medida utilizada é o chamado CPM que significa "Custo Por Mil" ou seja, o preço é determinado para cada mil exposições do banner.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; Embora pareça ilógico,  o CPM  varia conforme o site que está expondo o banner. Isso ocorre principalmente porque o perfil do público de cada site é diferente, e possui graus de segmentação variados.  Quanto mais segmentado for o site, maior a chance de haver mais identificação entre o público alvo e o produto oferecido, conseqüentemente,  maior a expectativa de retorno e maior deveria ser o custo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; No Brasil ocorre um fenômeno interessante: os grandes sites e portais, mesmo tendo um público mais diversificado e portanto menos interessante, cobram mais caro pelo CPM.  A partir do momento que houver uma maior distribuição dos investimentos em sites menores, naturalmente haverá uma diminuição nos preços cobrados por banner devido à maior competição pelo anunciante.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; Outro aspecto com relação aos grandes portais, é que não é possível fazer pequenas quantidades de anúncios para se avaliar o retorno. Os custos mínimos nesses sites giram ao redor de  R$ 2 mil reais, o que os torna inviáveis para a maioria dos pequenos anunciantes.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; Para efeito comparativo, o quadro abaixo mostra os preços praticados em diversos sites:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;FORMA DE MENSURAÇÃO DO BANNER &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A forma tradicional de mensuração é a "taxa de click through" que significa  percentual de pessoas que clicaram no Banner.  Uma taxa média varia ao redor de 1% embora isso dependa muito do banner e do produto anunciado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;ACOMPANHAMENTO DO BANNER &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Normalmente os sites disponibilizam relatórios on-line para os anunciantes. Esses relatórios  mostram ao anunciante, dados de desempenho do banner como: quantidade de impressões,  taxas de "click through"  médias  entre outros.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;OBJETIVOS DO BANNER&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Um banner tem basicamente dois grandes objetivos. O primeiro é atrair a atenção do cliente e o segundo, induzir ao clique. Os banners com animação e interativos tem mais chance de atingir esses objetivos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas o clique no banner  é apenas metade do caminho. O site onde o visitante for "catapultado" deverá  ser eficiente para levar o cliente a realizar a ação desejada: fechar  uma compra, preencher um cadastro, assinar uma Newsletter, etc... e isso vai depender de outras variáveis como produto, preço, qualidade do site, entre outros.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;TIPOS DE BANNER &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;    - Banner estático&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;O banner é composto de imagens fixas e foi o primeiro tipo de banner a ser utilizado na Internet. São fáceis de serem criados, mas, com todas as inovações utilizadas parecem envelhecidos, entediantes e ultrapassados. Por isso geram um número inferior de respostas quando comparado aos animados e interativos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;- Banner animado&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;O banner possue algum tipo de ação, tendo mais quadros (frames) consegue veicular muito mais informação e impacto visual do que um banner estático. Geram um número maior de respostas do que os banners estáticos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;    - Banner interativo&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;O banner envolve o internauta e de alguma forma, faz com que haja interação direta,  Ex.: preencher um formulário, responder a uma pergunta, abrir um menu...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;    - Anuncios Pop-up&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;Embora não seja propriamente um banner, os anúncios do tipo pop-up são comuns na Internet. São anúncios que "saltam" na frente do texto, quando da abertura da página, obrigando o internauta a removê-lo para continuar a leitura. São anúncios considerados invasivos e incômodos pela maioria absoluta dos internautas, o que os torna de eficiência duvidosa&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;TAMANHOS OFICIAIS DE BANNERS   (padrão IAB/CASIE)&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;&lt;/span&gt;Full banner (468 x 60)&lt;br /&gt;Half banner (234 X 60)&lt;br /&gt;Button 1 (120 X 90)&lt;br /&gt;Micro bar (88 X 31)&lt;br /&gt;Square button (125 X 125)&lt;br /&gt;Vertical banner (120 X 240)&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;&lt;/span&gt; Existem também alguns novos tipos de banner, gigantescos apelidados de "Sky Scrapers", super banner - que esta na moda agora e entre outros que surgem e alguns ficam &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;BANNERS MAIS CLICADOS&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;&lt;/span&gt;Algumas das formas utilizadas para potencializar a taxa de click through ce um banner são as seguintes:  Formular perguntas, comunicar oferta grátis, uso de lay-out e cores iguais as do navegador, uso de recursos apelativos, como erotismo e até mesmo de conotação sexual.  Isso não é recomendável, na medida em que qualquer artifício que iluda o visitante com relação ao produto, tem efeito negativo em termos de ação desejada, ou seja você traz mais visitantes, mas terá mais dificuldades em transformá-los em clientes.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;fonte: &lt;/span&gt;&lt;a href="http://www.e-commerce.org.br/" target="_blank"&gt;e-commerce.org&lt;/a&gt;  &lt;img alt="http://www.ispag.ch/cmslight/isp/img/external_link.gif" src="http://www.ispag.ch/cmslight/isp/img/external_link.gif" /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;p&gt;&lt;a href="http://submarino.com.br/software_speciallist.asp?query=productpage&amp;amp;prodtypeid=10&amp;top3rdrowkey=807&amp;amp;promoid=4252&amp;ST=4715nd_home1&amp;amp;franq=143458" target="_blank"&gt;&lt;img alt="" src="http://i.s8.com.br/images/software/br/box_monitores_0707.gif" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6979951-115262771035990697?l=ifdcom.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://ifdcom.blogspot.com/feeds/115262771035990697/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6979951&amp;postID=115262771035990697&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6979951/posts/default/115262771035990697'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6979951/posts/default/115262771035990697'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://ifdcom.blogspot.com/2006/07/banner.html' title='Banner'/><author><name>Iris | IFD</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_u6V07yMPncY/TSJ6zwha1mI/AAAAAAAAAnU/ucuRJ_1uzrI/S220/iris_ifd.png'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6979951.post-115254613422935765</id><published>2006-07-10T12:42:00.000-03:00</published><updated>2006-07-11T22:52:50.226-03:00</updated><title type='text'>Blogs corporativos</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;O fenômeno dos blogs invadiu a internet nos últimos anos. Se você não acompanhou, é melhor começar a entender sobre eles e manter seus olhos abertos. Por quê? Porque os blogs começam a chegar ao mundo corporativo e esta é uma realidade que nenhuma empresa pode se dar ao luxo de ignorar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas afinal, o que é um blog? E o que é um blog corporativo?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para entender o segundo, é preciso entender o primeiro:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Blogs (weblogs) são comumente descritos como diários eletrônicos publicados na web. Esta descrição é restrita e esconde o real potencial e a real importância dos blogs. Existem muitos tipos de blogs, desde diários pessoais, onde a interação se limita a um pequeno número de pessoas, a blogs escritos por formadores de opinião, especialistas em determinadas áreas, jornalistas, blogs com finalidades educacionais, etc. A força dos blogs está em possibilitar que qualquer pessoa, sem nenhum conhecimento técnico, publique suas idéias e opiniões na web e que milhões de outras pessoas publiquem comentários sobre o que foi escrito, criando um grande debate aberto a todos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Antes dos blogs, a web era descrita como uma biblioteca. Os websites publicavam informações que podiam ser consultadas por qualquer pessoa com acesso a uma conexão de internet. O boom dos blogs deu à web um caráter mais dinâmico, trazendo uma mudança fundamental: ela deixa de ser apenas uma biblioteca para se transformar numa grande e ativa conversação global. Com o crescente número de pessoas lendo, escrevendo e comentando, vamos ampliando a interação entre aqueles que passam a ter uma voz ativa através dos blogs. Aos poucos deixamos de ser passivos consumidores de informação e passamos a interagir ativamente. É um fenômeno de democratização ao acesso e publicação de informações. Nunca nenhuma mídia ofereceu tanto espaço e visibilidade a pessoas comuns e, por si só, este fenômeno sem precedentes não pode ser ignorado. Os impactos diversos já são sentidos em diferentes áreas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Esta explosão dos blogs é confirmada em números através de relatórios postados pela empresa Technorati – que rastreia o que está sendo publicado na blogosfera (“mundo dos blogs”) e acompanha o crescimento dos blogs no mundo todo. Em um relatório de fevereiro de 2006, a empresa afirma que:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;* Rastreia hoje mais de 27.2 milhões de blogs, 1.2 milhões de posts diários;&lt;br /&gt;* aproximadamente 50.000 por hora;&lt;br /&gt;* A blogosfera dobra de tamanho a cada 5 meses e meio;&lt;br /&gt;* A blogosfera é hoje 60 vezes maior do que era há 3 anos;&lt;br /&gt;* Em media, um blog é criado a cada segundo do dia;&lt;br /&gt;* 13.7 milhões de bloggers continuam postando 3 meses depois da criação de seus blogs.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As conversas, idéias e opiniões que se dão através dos blogs podem facilmente se tornar virais e atingir um enorme número de pessoas em um curto espaço de tempo. São milhões de “blogueiros” opinando sobre notícias, acontecimentos, produtos e serviços, entretenimento, etc. Eles podem estar falando sobre sua empresa, interagindo com seus funcionários, discutindo sobre seus produtos e avaliando seu atendimento, relatando experiências pessoais boas ou ruins, contando suas frustrações ou elogiando sua área de atendimento ao cliente. Estas opiniões certamente atingem a imagem que os leitores formam sobre sua empresa e seus produtos e influencia decisões de compra, no melhor estilo “boca-a-boca” virtual – com força e um alto nível de credibilidade. E este é apenas um aspecto da importância dos blogs e seu impacto no mundo corporativo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Todas estas vozes podem ser encaradas como um problema ou como oportunidades. Desde que você esteja atento a elas, não as ignore, porque elas certamente não irão embora de repente. É uma nova realidade que veio para ficar e, com ela, a necessidade das empresas se adaptarem.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E o que é um blog corporativo?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quando se fala em blogs corporativos, pensamos logo na definição padrão: é um canal que a empresa abre aos seus consumidores para ter uma conversa bilateral e mais informal com eles. Mas é só isso? Não. No mundo corporativo esta ferramenta pode ser explorada de diversas formas diferentes. Do ponto de vista de negócios, há potencialmente inúmeras razões para se ter um – ou vários blogs.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Embora não haja nenhuma classificação formal, pode-se dizer que, basicamente, blogs corporativos podem ser divididos entre externos ou internos:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Blogs externos são aqueles que a empresa publica para acesso de qualquer pessoa na internet. Estes blogs têm propósitos de interação externa, seja como canal de comunicação, como iniciativa de reforço de marca, feedback para desenvolvimento de produtos, gerenciamento de crises, relações públicas e relacionamento com a mídia, posicionamento estratégico e assim por diante.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Blogs internos são aqueles que a empresa utiliza como ferramenta de interação entre os funcionários, como por exemplo: comunicação interna, base e gerenciamento de conhecimento, acompanhamento de projetos e colaboração interna, integração e reforço de iniciativas de recursos humanos, etc.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para o propósito deste artigo, vamos abordar os blogs externos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Definir sua estratégia ou o tipo de blog de que sua empresa mais poderá se beneficiar, depende da definição dos seus objetivos. Isso é fundamental. Nenhuma empresa deve criar um blog somente porque alguém disse que blogs são o novo “hype”. Entrar neste universo desconhecido pode ser difícil sem a assessoria adequada. Contar com o expertise de uma empresa especializada pode fazer toda a diferença, não só na definição de metas e estratégias, mas também na implementação, manutenção e mensuração de resultados do seu blog.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A criação de um blog pressupõe comprometimentos por parte da empresa. A definição de quem – ou qual departamento - será responsável pela publicação e manutenção do blog é crítica. Lentamente as empresas estão começando a criar cargos e/ou departamentos exclusivamente para este propósito. E este é um bom investimento. Se sua empresa terá um blog, é importante que as pessoas responsáveis por ele saibam o que estão fazendo e conheçam sua empresa e seus objetivos o suficiente para falar em seu nome. Que compreendam a dinâmica da “blogosfera” e estejam preparadas para lidar com o dia-a-dia de um blog, mostrando segurança, transparência e conhecimento.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na prática, o dia-a-dia de um blog é um crescente aprendizado. A cada dia que passa, torna-se mais palpável a localização dos assuntos que trazem mais retorno, que promovem mais – e melhores – discussões, que têm maior impacto nos seus objetivos. O termômetro destes resultados não é somente a quantidade e a qualidade dos comentários deixados no blog. São também as citações, referências e links que vão aparecer na blogosfera em resposta ao que é postado no seu blog. Monitorar e mensurar este retorno é também uma parte fundamental de se ter blog corporativo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Também parte importante desta atividade é definir os assuntos que serão abordados, a linguagem que será utilizada (por definição, blogs usam uma linguagem informal), políticas sobre como responder aos comentários (e se serão ou não moderados), como abordar e lidar com as coisas que serão escritas sobre sua empresa. Todas estas definições podem ser feitas com a ajuda da empresa que estiver lhe assessorando.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Esteja sempre aberto às infinitas possibilidades que um blog corporativo pode lhe oferecer. E fique atento, seus concorrentes logo estarão conversando com o seu mercado. Agora que você já sabe o que é um blog corporativo, o quanto antes acordar para esta nova realidade, mais cedo você poderá se beneficiar deles.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;autora:&lt;/span&gt; Patricia Muller&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;fonte:&lt;/span&gt; &lt;a href="http://www.sinestesia.co.uk" target = "_blank"&gt;http://www.sinestesia.co.uk&lt;/a&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt; &lt;img alt="http://www.ispag.ch/cmslight/isp/img/external_link.gif" src="http://www.ispag.ch/cmslight/isp/img/external_link.gif" /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;span class="textocorpo" style=";font-family:verdana;font-size:100%;"  &gt;&lt;span style="color: rgb(0, 128, 0);"&gt;&lt;img src="http://www.brumaximus.kit.net/Barrinhas/linha_46.gif" height="7" width="280" /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="textocorpo" style=";font-family:verdana;font-size:100%;"  &gt;&lt;span style="color: rgb(0, 128, 0);"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;img src="http://www.graphxkingdom.com/graphics/miniature/mini49.gif" /&gt; &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Dica de Leitura&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;font&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;(clique na imagem para ver mais detalhes)&lt;/span&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;a href="http://www.submarino.com.br/books_productdetails.asp?Query=ProductPage&amp;amp;ProdTypeId=1&amp;ProdId=1510594&amp;amp;franq=143458" target="_blank"&gt;&lt;img src="http://i.s8.com.br/images/books/cover/img4/1510594.jpg" title="" border="0" height="95" width="80" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Blog Corporativo&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;FABIO CIPRIANI&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6979951-115254613422935765?l=ifdcom.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://ifdcom.blogspot.com/feeds/115254613422935765/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6979951&amp;postID=115254613422935765&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6979951/posts/default/115254613422935765'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6979951/posts/default/115254613422935765'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://ifdcom.blogspot.com/2006/07/blogs-corporativos.html' title='Blogs corporativos'/><author><name>Iris | IFD</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_u6V07yMPncY/TSJ6zwha1mI/AAAAAAAAAnU/ucuRJ_1uzrI/S220/iris_ifd.png'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6979951.post-115224146009857325</id><published>2006-07-07T00:04:00.000-03:00</published><updated>2006-07-11T22:55:01.980-03:00</updated><title type='text'>Os 10 Erros na campanha Coke Ring</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Discuti com vários amigos da área se seria inteligente da minha parte escrever sobre os erros na campanha Coke Ring. Não pela análise em si: a maioria concordou que ela estava legal e acertada. O problema, dizem eles, é que esta “consultoria” poderia ajudar muita gente e, o pior, eu não levaria um centavo pelo trabalho.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Primeiro uma explicação: o que eu chamo de Efeito Katilce, os publicitários engraçadinhos chamam de Campanha Viral. É uma forma de usar a opinião dos usuários de orkuts, blogs, afins, para promover produtos. Começou quando internautas americanos se uniram para criar um site para denunciar produtos ruins. Eles conseguiram que as vendas deles caíssem muito.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Aí um publicitário engraçadinho chegou à brilhante conclusão: se dá para denegrir uma marca, por que não promovê-la? A Katilce é apenas um exemplo da força da informação.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas o mundo da publicidade brasileira é um saco porque, em 99,9% dos casos, não há espaço para a criatividade. Tudo se resume a favores pessoais e cópias de campanhas antigas ou estrangeiras. No duro! Mas a razão para publicar os 10 Erros na Campanha Coke Ring não é arranjar emprego. Pelo contrário. Eu quero é ver gente da Agência Click sendo demitida. Estagiário no olho da rua. O dono dando pito em subalterno. Eu quero provocar uma reestruturação na empresa. Eu não tenho boas intenções.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas se dois ou três funcionários ficarem chateados comigo, já está de bom tamanho.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;img src="http://www.agenciaclick.com.br/upload/empresa/noticias/cokeringselo_115x115.jpg" /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;span style="font-weight: bold;font-size:130%;" &gt;Os 10 Erros da Campanha Coke Ring&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;Eu não tenho idéia de qual é o orçamento disponível para a campanha da Coca-Cola. Mas se tratando de uma multinacional desse porte, pouco não é. A Agência Click lançou a campanha logo após o fenômeno Katilce. Até mesmo a campanha do Copo Vermelho, feita pela agência Espalhe (pertence ao dono do Cocadaboa, Wagner Martins) entrou na onda, e também completamente atrapalhada. Tanto um como o outro não conseguiu o efeito esperado. Erro na aplicação, não da idéia (que, aliás, é tão velha…). A campanha da Coca exemplifica melhor o problema. Mas as considerações valem tanto pra ambas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;10 - A primeira fase: informar com anúncios em blogs mais visitados&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A Coke Ring apareceu em banners dos blogueiros brasileiros mais famosos (na opinião das agências). Eles pagaram pelo espaço, é claro. Mas isso não deu maior credibilidade à promoção. A tentativa foi boa, mas internautas detestam ser coagidos a clicar em links. Ninguém obrigou fulano ou sicrano a ir no perfil da Katilce. Existem outros meios de convencer alguém a fazer alguma coisa, desde que você não quebre a magia da fascinação.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Explico: fascinação é um sentimento ilusório curto e intenso. Assim que as marcas entram na nossa cabeça. A primeiríssima regra do mágico, da publicidade e de alguns médiuns é: não traga o cliente para a realidade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A Antártica fez besteira desse tipo: colocou um comercial na TV onde o casal fazia a brincadeira do champanhe (derrama e lambe) com a cerveja. Qualquer um sabe que cerveja no corpo fede. É horrível. Ninguém gosta. Quem iria comprar a idéia do comercial? Tiraram do ar rapidinho.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E outro ponto: a maioria dos meus leitores é formada por pessoas que não gostam de mim. Acho que a regra é válida para a maioria dos blogueiros. Como convencer uma pessoa que não gosta do dono do blog a clicar no nosso anúncio?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ninguém pensou nisso.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;9 - Site em flash&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pessoal, pouca gente usa internet banda larga no Brasil. Sites muito grandes em bytes demoram horrores para carregar em conexão discada. Onde vocês estavam com a cabeça?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Além do que a maioria das pessoas tem seu navegador prejudicado por má-configuração, falta de atualização, barras, trojans, spywares. Nesses casos, o flash costuma travar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas como todo mundo acha que é culpa de do site, nem voltam.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;8 - Site confuso e de difícil navegação&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Primeira lei da usabilidade e dos hackers: um clique é o caminho preferível se você quer que o internauta faça alguma coisa. O site da coke-ring está dentro do site principal. Não tem exclusividade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A primeira página é dividida em 6 partes. Cada uma carrega outro flash medonho e é subdivida em outras tantas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não dá pra dificultar mais a nossa vida? Coloca uma placa de “vá embora e nunca volte” que funcionará melhor.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;7 - A burrice do limite de idade&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nas primeiras semanas, só pessoas de 12 a 24 anos podiam se cadastrar. Bom, se alguém clicou no anúncio nos blogs, chegou até lá, carregou o flash, tentou se achar nas sessões e viu essa informação que impedia a sua participação (nossa, até eu cansei agora), certamente não voltou até hoje e nem falou da campanha no site deles.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Se a agência estava a fim de espalhar a informação que nem o endereço da Katilce, se ferrou.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;6 - Não tem propaganda na televisão&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Eu não vi vinheta na MTV. Tudo bem que a Globo cobra caro, mas a MTV faz qualquer negócio. Seria bom avisar a galera jovem sobre a promoção também na MTV, ao menos por uns dias.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A melhor forma de fazer isso eu sei, e também é bem barata. Mas isso eu não falo. Só se me derem moedinhas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;5 - Eles esqueceram do Orkut!!!&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Essa foi uma das piores falhas. O orkut foi completamente esquecido. O cúmulo foi o de eu ter criado a primeira comunidade coke-ring. Têm noção do desastre? E ela ainda é a que tem mais membros: 33. Nem vou me estender nessa bizarrice. O um milhão de scraps que a Katilce teve em um dia fala por mim.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;4 - O que o blogueiro ganha com isso?&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A idéia é boa: pegar um blogueiro qualquer para indicar os 10 participantes da semana. Destes, um será escolhido para indicar os próximos dez.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Eu pergunto: e daí?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ninguém sabe dessa promoção, ninguém. Se sou escolhido para o TOP 10, eu ganho o direito de colocar o selo no site (eles mudaram isso agora). Mas novamente, e daí? O selo demora horrores para carregar também.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Blogueiro quer mais visitantes e mais comentários. Ser o top 10 não ajuda em nada.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Blogueiros perseguem a fama: dêem isso a eles.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Comentar no perfil da Katilce não dava visibilidade só pra ela. Muita gente aparecia. Isso também se seguiu nas comunidades. Mais gente te conheceu, e você conheceu muita gente. Não seria o caso do editor aparecer em um programa da MTV? Aquele do futebol (já que a Coca-Cola também tem interesse na copa do mundo).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas nem um link permanente no site da Coca o blogueiro recebe.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;3 - A forma de ganhar&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Bom, se depender de visitação, da popularidade, a maioria dos blogs deixa a desejar. Por isso o seu dono já desiste antes mesmo de ter a remota esperança de vencer. Como já disse acima, muitos estão à caça da fama.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tanto para editor, top 10 e o vencedor da promoção: Popularidade não vale. É jogo viciado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mandar mais inscritos também não funciona. Tem gente que cria scripts para enganar o povo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Uma melhor forma seria usar um jogo de detetive para cada perfil de blog. Em cada top 10, o selinho daria uma pista de forma aleatória. Qualquer um poderia ganhar e, pelo menos, cada site conseguiria alguns novos leitores.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Aviso: se algum publicitário espertinho de merda usar essa idéia sem me dar as minhas moedinhas, eu lhe jogo um baita processo judicial nas costas. Já há jurisprudência nesses casos aqui no Brasil.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;2 - Promoção muito longa&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É quase um ano até o vencedor ser conhecido. Um ano com o selinho da coca-cola no blog? Paciência tem limite, e promoções também deveriam ter. Não abusem da boa vontade.&lt;br /&gt;1- Prêmio medíocre: O que é um reles iPod? Se quiser eu compro um&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Eu conheço um blog de um alemão que anuncia: quem achar um apartamento para ele alugar em Estocolmo ganha um iPOD vídeo. Não é empresa não, é apenas um cara que quer uma ajuda.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Portanto, o que vale um simples iPod?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Além do mais, o que deu fama à Katilce foi o show do U2. Deixem de ser muquiranas. Abram o bolso ou não vão levar nada. Você até pode querer economizar numa campanha, mas não no prêmio.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Olha que slogan legal:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; “…e você poderá ganhar um maravilhoso iPOD Vídeo [aí, pensa o leitor: graaaaande bosta] e para acompanhar, um lindo iMAC para transferir suas músicas prediletas e para poder, no SEU NOVO SITE totalmente desenvolvido pela equipe da Coke Ring, blogar como foi seu dia ao lado da ESCOLHA O NOME DA BANDA MUNDIALMENTE FAMOSA QUE FARÁ UM SHOW NO BRASIL”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas como eu disse, quem sabe eles tem um problema de orçamento com uma conta da…. COCA-COLA&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;autor: &lt;/span&gt;Lefebvre de Saboya&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;fonte:&lt;/span&gt; &lt;a href="http://saboya.org" target="_blank"&gt;saboya.org&lt;/a&gt;   &lt;img alt="http://www.ispag.ch/cmslight/isp/img/external_link.gif" src="http://www.ispag.ch/cmslight/isp/img/external_link.gif" /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6979951-115224146009857325?l=ifdcom.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://ifdcom.blogspot.com/feeds/115224146009857325/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6979951&amp;postID=115224146009857325&amp;isPopup=true' title='3 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6979951/posts/default/115224146009857325'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6979951/posts/default/115224146009857325'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://ifdcom.blogspot.com/2006/07/os-10-erros-na-campanha-coke-ring.html' title='Os 10 Erros na campanha Coke Ring'/><author><name>Iris | IFD</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_u6V07yMPncY/TSJ6zwha1mI/AAAAAAAAAnU/ucuRJ_1uzrI/S220/iris_ifd.png'/></author><thr:total>3</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6979951.post-115219846632372125</id><published>2006-07-06T12:07:00.000-03:00</published><updated>2006-07-11T22:38:46.826-03:00</updated><title type='text'>Me engana que eu gosto</title><content type='html'>&lt;img src="http://www.ifd.com.br/blog/slices/selos_ifdblog/ifd_pod.jpg" title="" border="0" /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;escute o programa online clicando no&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-style: italic; color: rgb(74, 90, 168);font-size:85%;" &gt; ícone play&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;, ou clique no ícone&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-style: italic; color: rgb(74, 90, 168);font-size:85%;" &gt; ouça offline&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt; com o botão direito e em "salvar destino como.." e faça o download do podcast.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;Walter Longo discute o poder de manipulação da mídia que é cada vez maior em virtude da enorme credulidade da opinião pública.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Fonte:&lt;/strong&gt; &lt;a href="http://www.podbr.com" target="_blank"&gt;podbr&lt;/a&gt; &lt;img alt="http://www.ispag.ch/cmslight/isp/img/external_link.gif" src="http://www.ispag.ch/cmslight/isp/img/external_link.gif" /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Locutor: &lt;/strong&gt;Walter Longo&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;object classid="clsid:D27CDB6E-AE6D-11cf-96B8-444553540000" codebase="http://download.macromedia.com/pub /shockwave/cabs/flash/swflash.cab" height="20" width="150"&gt;&lt;br /&gt;&lt;param name="movie" value="http://www.ifd.com.br/blog/podcast_ifd.swf?file=http://www.podbr.com/wp/podpress_trac/web/174/0/me_engana_que_eu_gosto.mp3&amp;autoStart=false&amp;amp;amp;amp;amp;amp;backColor=000000&amp;frontColor=ffffff&amp;amp;songVolume=90"&gt;&lt;br /&gt;&lt;param name="wmode" value="transparent"&gt;&lt;br /&gt;&lt;embed wmode="transparent" src="http://www.ifd.com.br/blog/podcast_ifd.swf?file=http://www.podbr.com/wp/podpress_trac/web/174/0/me_engana_que_eu_gosto.mp3&amp;autoStart=false&amp;amp;amp;amp;amp;ampbackColor=000000&amp;frontColor=ffffff&amp;amp;songVolume=90" type="application/x-shockwave-flash" pluginspage="http://www.macromedia.com/go/getflashplayer" height="20" width="150"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/object&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.podbr.com/wp/podpress_trac/web/174/0/me_engana_que_eu_gosto.mp3"&gt;&lt;img src="http://www.ifd.com.br/blog/slices/bot/offline.jpg" border="0" height="19" width="132" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6979951-115219846632372125?l=ifdcom.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://ifdcom.blogspot.com/feeds/115219846632372125/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6979951&amp;postID=115219846632372125&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6979951/posts/default/115219846632372125'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6979951/posts/default/115219846632372125'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://ifdcom.blogspot.com/2006/07/me-engana-que-eu-gosto_06.html' title='Me engana que eu gosto'/><author><name>Iris | IFD</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_u6V07yMPncY/TSJ6zwha1mI/AAAAAAAAAnU/ucuRJ_1uzrI/S220/iris_ifd.png'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6979951.post-115213387640163906</id><published>2006-07-05T18:11:00.000-03:00</published><updated>2006-08-07T15:08:21.413-03:00</updated><title type='text'>Skype para o trabalho</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Estou fazendo este post pq estou vendo o quanto o &lt;a href="http://share.skype.com/in/45/269030" target="_blank"&gt; skype&lt;/a&gt; pode ajudar o pessoal que trabalha em home office como eu ;) pra quem não conhece o &lt;a href="http://share.skype.com/in/45/269030"&gt; &lt;/a&gt;&lt;a href="http://share.skype.com/in/45/269030" target="_blank"&gt;skype&lt;/a&gt;  é um programa gratuito que usa a mais atualizada tecnologia ponto a ponto com a finalidade de proporcionar comunicações por voz acessíveis e de alta quailidade a pessoas do mundo todo. E bota alta qualidade nisso - uso o &lt;a href="http://share.skype.com/in/45/269030" target="_blank"&gt; skype&lt;/a&gt; para discutir com o programador que mora no sul do Brasil sobre determinados projetos e até com um cliente meu que esta na Espanha sobre alguns layouts que estou fazendo pra ele, o &lt;a href="http://share.skype.com/in/45/269030" target="_blank"&gt;skype&lt;/a&gt;  é otimo pra isso, a voz é clara e não interrompe nunca como outros comunicadores ai da vida ;) vocês sabem o quanto as vezes é problemático você fazer um layout e a pessoa estar longee tentar te explicar o que ela quer escrevendo - e é ai que o &lt;a href="http://share.skype.com/in/45/269030"&gt; skype&lt;/a&gt; entra.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Com o &lt;a href="http://share.skype.com/in/45/269030" target="_blank"&gt;skype&lt;/a&gt;  você pode fazer chamadas para telefones fixos ou celulares - logicamente pagando mas comparado com um telefonema normal o custo da ligação com o skype é MUITO menor, e agora o &lt;a href="http://share.skype.com/in/45/269030" target="_blank"&gt;skype&lt;/a&gt;  esta vindo com o SKYPECAST é uma nova ferramenta que é possível você criar um grupo de discussão com até 100 pessoas e tendo um moderador, facilitando tudo e ainda pode criar um podcast em tempo real com todos os ouvintes ;) - agora alie isso com seu trabalho ai no seu home office - imagine fazer um brainstorm de um projeto com sua equipe, onde um mora em cada canto do Brasil ;) ou mesmo uma reunião com seus clientes.&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://share.skype.com/in/369/269030" target="_blank"&gt;&lt;br /&gt;&lt;img src="http://share.skype.com/show/image/?id=369" border="0" /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;O &lt;a href="http://share.skype.com/in/45/269030" target="_blank"&gt;skype&lt;/a&gt;  também possibilita encaminhar chamadas, é isso mesmo, você recebe uma chamada pelo &lt;a href="http://share.skype.com/in/45/269030" target="_blank"&gt;skype&lt;/a&gt;  ele pode encaminhar para outro nome do &lt;a href="http://share.skype.com/in/45/269030" target="_blank"&gt;skype&lt;/a&gt;  ou mesmo pra um telefone fixo ou celular, então mesmo estando longe sua equipe de trabalho poderão fazer ligações de graça pra você no &lt;a href="http://share.skype.com/in/45/269030" target="_blank"&gt;skype&lt;/a&gt;  (E você só paga a  &lt;a href="http://www.skype.com/intl/pt/products/skypeout/rates/"&gt;tarifa do SkypeOut&lt;/a&gt;  pela ligação, que é bem mais barata por sinal.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E tudo isso aliado a segurança, bom nem preciso falar mais quem ainda não tem o &lt;a href="http://share.skype.com/in/45/269030" target="_blank"&gt;skype&lt;/a&gt;  vale a pena instalar. Um detalhe: ligações &lt;a href="http://share.skype.com/in/45/269030" target="_blank"&gt;skype&lt;/a&gt;  para &lt;a href="http://share.skype.com/in/45/269030" target="_blank"&gt; skype&lt;/a&gt;  nao tem custo algum ;) &lt;a href="http://share.skype.com/in/45/269030"&gt;faça o dowloand do skype experimente garanto que não vai se arrepender &lt;/a&gt; no prórpio site do skype tem várias informações que você pode facilmente consultar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;.........&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;img src="http://www.graphxkingdom.com/graphics/miniature/mini49.gif" /&gt; &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Dicas&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;ul&gt;&lt;li&gt;O skype possui um blog no Brasil completinhu com altas dicas. O Blog vale a pena ser acompanhado diariamente - clique e veja o &lt;a href="http://share.skype.com/sites/brasil/" target="_blank"&gt;Blog Skype Brasil &lt;font&gt;&lt;font&gt; &lt;img alt="http://www.ispag.ch/cmslight/isp/img/external_link.gif" src="http://www.ispag.ch/cmslight/isp/img/external_link.gif" /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;/li&gt;&lt;/ul&gt;&lt;ul&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;li&gt;além disso o blog também esta fazendo testes e encontros semanais usando o Skypecast, eu ainda não participei mas na proxima vou garantir minha presença pq o Skypecast promete!!! &lt;a href="http://share.skype.com/sites/brasil/2006/07/tutorial.html" target="_blank"&gt;veja aqui o tutorial do Skypecast do Blog Skype Brasil&lt;font&gt;&lt;font&gt; &lt;img alt="http://www.ispag.ch/cmslight/isp/img/external_link.gif" src="http://www.ispag.ch/cmslight/isp/img/external_link.gif" /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;/li&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;li&gt;ah e o melhor quem participa dos skypecast do blog Skype Brasil ganha premios ;) - &lt;a href="http://share.skype.com/sites/brasil/2006/07/premios_a_vista.html" target="_blank"&gt;leia mais &lt;font&gt;&lt;font&gt; &lt;img alt="http://www.ispag.ch/cmslight/isp/img/external_link.gif" src="http://www.ispag.ch/cmslight/isp/img/external_link.gif" /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;/li&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/ul&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6979951-115213387640163906?l=ifdcom.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://ifdcom.blogspot.com/feeds/115213387640163906/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6979951&amp;postID=115213387640163906&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6979951/posts/default/115213387640163906'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6979951/posts/default/115213387640163906'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://ifdcom.blogspot.com/2006/07/skype-para-o-trabalho_115213387640163906.html' title='Skype para o trabalho'/><author><name>Iris | IFD</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_u6V07yMPncY/TSJ6zwha1mI/AAAAAAAAAnU/ucuRJ_1uzrI/S220/iris_ifd.png'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6979951.post-115210693201951264</id><published>2006-07-05T10:42:00.000-03:00</published><updated>2006-10-23T12:38:51.000-03:00</updated><title type='text'>Havaianas ganham status e deixam de ser vistas como um produto de baixo custo</title><content type='html'>&gt;&gt; entre no novo endereço do &lt;a style="font-weight: bold;" href="http://www.ifd.com.br/blog/"&gt;IFDBlog&lt;/a&gt; clicando na imagem acima, lá você encontrará todos os posts que estavam aqui. Obrigada pela compreensão.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6979951-115210693201951264?l=ifdcom.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://ifdcom.blogspot.com/feeds/115210693201951264/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6979951&amp;postID=115210693201951264&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6979951/posts/default/115210693201951264'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6979951/posts/default/115210693201951264'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://ifdcom.blogspot.com/2006/07/havaianas-ganham-status-e-deixam-de.html' title='Havaianas ganham status e deixam de ser vistas como um produto de baixo custo'/><author><name>Iris | IFD</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_u6V07yMPncY/TSJ6zwha1mI/AAAAAAAAAnU/ucuRJ_1uzrI/S220/iris_ifd.png'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6979951.post-115204135212111043</id><published>2006-07-04T16:29:00.000-03:00</published><updated>2006-07-11T22:57:32.666-03:00</updated><title type='text'>Permission Marketing - uma estratégia que veio para ficar</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Fala-se muito ultimamente em Permission Marketing que significa pedir permissão aos clientes antes de lhes enviar mensagens de marketing. Trata-se, sem dúvida, de uma nova estratégia de marketing e uma regra de boas maneiras nos relacionamentos comerciais da Nova Economia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O Permission Marketing baseia-se em pedir permissão aos clientes para receberem e responderem à promoção de produtos através da Internet. A publicidade e os banners tradicionais encaixam-se num modelo de marketing baseado na interrupção de um programa de televisão ou de uma visita a um site, por exemplo. Neste novo paradigma são os consumidores que nos concedem a permissão para lhes dirigirmos um marketing personalizado — ou seja, nós pagamos pela sua atenção. E a atenção, como sabemos, é o bem mais escasso da nova economia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Este modelo, designado por permission marketing (marketing de permissão), defende que os consumidores não hesitarão em ceder voluntariamente informações pessoais e dar permissão para que a empresa promova os seus produtos, se esta, em troca, lhe oferecer os incentivos certos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O marketing tradicional está dando lugar a um novo modelo, em que os consumidores se disponibilizam a ouvir a empresa falar de um produto ou serviço. Nesta relação existe uma troca em que a empresa informa sobre seus produtos e os clientes informam a respeito de si próprios. Com o tempo, estará solidificada uma relação entre eles.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pode-se dizer que esta seja em parte uma versão interativa do direct mail. Mas lembremos que o marketing direto é diferente. Não é antecipável, porque o alvo não deseja as mensagens. Não é personalizado, porque a mesma mensagem chega a várias pessoas. E não é relevante, porque o remetente não sabe se o destinatário está interessado nos seus produtos ou serviços. Já o marketing de permissão é antecipável, porque a pessoa sabe que ganhará uma recompensa. É personalizado, pois a mensagem difere de acordo com o destinatário. E é relevante, porque apenas contém a informação que a pessoa manifestou interesse em receber. Por isso, tem uma taxa de resposta de 36%, enquanto a do direct mail é de apenas 2%. Isto ocorre, porque as pessoas irão dar permissão às empresas para que estas enviem mensagens de marketing em assuntos de seu interesse e, principalmente, porque estarão recebendo algo em troca destas empresas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No entanto, o marketing de permissão não funciona somente online. Por exemplo, o programa de marketing de permissão mais bem sucedido até o momento, o do passageiro freqüente da American Airlines, foi realizado via correio. Em troca de milhas grátis, os clientes mantiveram-se fiéis à companhia e até subscreveram um cartão de crédito. Mas a grande vantagem da Internet e do e-mail é a de que a empresa obtém audiência gratuita. O custo de uma campanha de direct mail típica pode ser elevado e aumentar a medida que ampliarmos o seu alcance, enquanto na Internet uma campanha pode ser feita com baixos custos e alcance ilimitado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Existem quatro princípios básicos para conquistar a permissão dos consumidores. Primeiro, lembrar que as pessoas são egoístas e não querem saber da sua empresa e sim de seus próprios anseios. Segundo, nunca alugar ou ceder a permissão depois de a obter, ao contrário do que, por vezes, se faz no direct mail. Terceiro, a permissão é revogável — o consumidor pode terminar a relação a qualquer momento. E quarto, a permissão não é estática. Você pode ir avançando ou recuando no nível de permissão, em correspondência à relação de confiança que conseguir criar ao longo do processo. Todos estes princípios servem de referencial para a principal regra da Nova Economia: que diz que o cliente, seus desejos e expectativas são o centro absoluto de relações comerciais bem sucedidas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;&lt;br /&gt;autora:&lt;/span&gt; Rosane Severo&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;fonte:&lt;/span&gt; &lt;a href="http://www.mkt-fieo.hpg.ig.com.br" target="_blank"&gt;mkt-fieo&lt;/a&gt; &lt;img alt="http://www.ispag.ch/cmslight/isp/img/external_link.gif" src="http://www.ispag.ch/cmslight/isp/img/external_link.gif" /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6979951-115204135212111043?l=ifdcom.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://ifdcom.blogspot.com/feeds/115204135212111043/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6979951&amp;postID=115204135212111043&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6979951/posts/default/115204135212111043'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6979951/posts/default/115204135212111043'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://ifdcom.blogspot.com/2006/07/permission-marketing-uma-estratgia-que.html' title='Permission Marketing - uma estratégia que veio para ficar'/><author><name>Iris | IFD</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_u6V07yMPncY/TSJ6zwha1mI/AAAAAAAAAnU/ucuRJ_1uzrI/S220/iris_ifd.png'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6979951.post-115194728083148590</id><published>2006-07-03T14:21:00.000-03:00</published><updated>2006-07-11T23:14:29.980-03:00</updated><title type='text'>Atender ao cliente não é tirar o pedido.</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Clientes despreparados que não sabem pedir, não sabem como agir, não sabem como planejar e não sabem como funciona uma agência de propaganda. Essa é a realidade no dia a dia dos profissionais de atendimento de uma agência. É uma realidade complicada, que exige respostas rápidas e profissionais preparados no front dessa guerra diária. E daí vem a pergunta: será que não é a hora de reverter a posição quase secundária a que o atendimento foi relegado dentro da agência? Faço a pergunta porque, na minha peregrinação e conversa com outros profissionais, não vejo tal disposição. Ou seja, vejo cada vez mais um profissional gerenciador de tráfego interno de mídia e criação, tirando pedidos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ah, tá. É mais fácil (re)passar o problema para a mídia e para a criação. Só encontro essa resposta. Ok. Admito que, em alguns casos, devido ao excesso de trabalho, uma coisa ou outra nos escape, mas isso se tornar uma regra, não. Tirar pedido e acompanhar o processo é muito pouco para alguém que está no dia a dia da conta, numa posição estrategicamente tão importante.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Apesar de os clientes cometerem erros, sabemos bem que a cada dia eles estão com mais formação e informação, necessitando a interface de um profissional capacitado, integrado, dinâmico e criativo. Não é fácil. É preciso envolvimento e conhecimento do negócio. Saber de mídia, saber de criação, produção e faturamento são condições básicas para a formação de um bom profissional de atendimento.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Acabou a era do “contatão”, aquele que fazia lobby com o cliente almoçando e muitas vezes levando-o para sair depois do expediente. Esta é a era do profissional que pensa e age de olho nos resultados, dos comprometimentos. É a era do profissional aglutinador, aquele que tem a equipe na mão, aquele que conversa e dialoga com a criação e com a mídia com a propriedade de quem conhece o seu negócio e o do cliente, que vai colher dados relevantes para a criação, aquele que vai apontar caminhos estratégicos, aquele que a cada minuto vai estar sintonizado com os problemas do cliente e verificar oportunidades de negócios para sua agência.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É a vez daquele que vai pensar e não agir como se fosse um garçom, que tira o pedido para depois passar às outras equipes.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;autor:&lt;/span&gt; Flavio Martino.&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;fonte: &lt;/span&gt;&lt;a href="http://www.umacoisaeoutra.com.br" target="_blank"&gt;umacoisaeoutra&lt;/a&gt; &lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;font&gt;&lt;img alt="http://www.ispag.ch/cmslight/isp/img/external_link.gif" src="http://www.ispag.ch/cmslight/isp/img/external_link.gif" /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6979951-115194728083148590?l=ifdcom.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://ifdcom.blogspot.com/feeds/115194728083148590/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6979951&amp;postID=115194728083148590&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6979951/posts/default/115194728083148590'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6979951/posts/default/115194728083148590'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://ifdcom.blogspot.com/2006/07/atender-ao-cliente-no-tirar-o-pedido.html' title='Atender ao cliente não é tirar o pedido.'/><author><name>Iris | IFD</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_u6V07yMPncY/TSJ6zwha1mI/AAAAAAAAAnU/ucuRJ_1uzrI/S220/iris_ifd.png'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6979951.post-115176710288992386</id><published>2006-07-01T12:18:00.000-03:00</published><updated>2006-07-11T22:46:15.633-03:00</updated><title type='text'>Coca-Cola um produto globalizado com tradicionalidade</title><content type='html'>&lt;img src="http://www.ifd.com.br/blog/slices/selos_ifdblog/ifd_pod.jpg" title="" border="0" /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;escute o programa online clicando no&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-style: italic; color: rgb(74, 90, 168);font-size:85%;" &gt; ícone play&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;, ou clique no ícone&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-style: italic; color: rgb(74, 90, 168);font-size:85%;" &gt; ouça offline&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt; com o botão direito e em "salvar destino como.." e faça o download do podcast.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;img src="http://www.mnbpod.com.br/data/Image/entrevistas/luciana_feres.jpg" /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;Produto globalizado, até mesmo quando ninguém se valia desse termo para referir-se ao mercado mundial, a &lt;strong&gt;Coca-Cola do Brasil&lt;/strong&gt; trata de provar em suas ações de Marketing que a tecnologia é uma importante aliada; um fator que não se choca em momento algum com a forte tradição da marca. A diretora de Marketing da Coca Cola no país, &lt;strong&gt;Luciana Feres&lt;/strong&gt;, comenta com Deborah Izola o comportamento peculiar do consumidor do refrigerante e quais são os projetos da empresa para os próximos meses.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Fonte:&lt;/b&gt; &lt;a href="http://www.mnbpod.com.br/" target="_blank"&gt;mnbpod&lt;/a&gt; &lt;img alt="http://www.ispag.ch/cmslight/isp/img/external_link.gif" src="http://www.ispag.ch/cmslight/isp/img/external_link.gif" /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Locutora:&lt;/b&gt; Deborah Izola&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;object classid="clsid:D27CDB6E-AE6D-11cf-96B8-444553540000" codebase="http://download.macromedia.com/pub /shockwave/cabs/flash/swflash.cab" height="20" width="150"&gt;&lt;br /&gt;&lt;param name="movie" value="http://www.ifd.com.br/blog/podcast_ifd.swf?file=http://www.mnbpod.com.br/wp-content/plugins/podpress/web/aHR0cDovL3d3dy5tbmJwb2QuY29tLmJyL3BvZGNhc3RzL2x1Y2lhbmFfZmVyZXMubXAz/luciana_feres.mp3&amp;autoStart=false&amp;amp;amp;amp;amp;backColor=000000&amp;frontColor=ffffff&amp;amp;songVolume=90"&gt;&lt;br /&gt;&lt;param name="wmode" value="transparent"&gt;&lt;br /&gt;&lt;embed wmode="transparent" src="http://www.ifd.com.br/blog/podcast_ifd.swf?file=http://www.mnbpod.com.br/wp-content/plugins/podpress/web/aHR0cDovL3d3dy5tbmJwb2QuY29tLmJyL3BvZGNhc3RzL2x1Y2lhbmFfZmVyZXMubXAz/luciana_feres.mp3&amp;autoStart=false&amp;amp;amp;amp;ampbackColor=000000&amp;frontColor=ffffff&amp;amp;songVolume=90" type="application/x-shockwave-flash" pluginspage="http://www.macromedia.com/go/getflashplayer" height="20" width="150"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/object&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.mnbpod.com.br/wp-content/plugins/podpress/web/aHR0cDovL3d3dy5tbmJwb2QuY29tLmJyL3BvZGNhc3RzL2x1Y2lhbmFfZmVyZXMubXAz/luciana_feres.mp3"&gt;&lt;img src="http://www.ifd.com.br/blog/slices/bot/offline.jpg" border="0" height="19" width="132" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6979951-115176710288992386?l=ifdcom.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://ifdcom.blogspot.com/feeds/115176710288992386/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6979951&amp;postID=115176710288992386&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6979951/posts/default/115176710288992386'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6979951/posts/default/115176710288992386'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://ifdcom.blogspot.com/2006/07/coca-cola-um-produto-globalizado-com.html' title='Coca-Cola um produto globalizado com tradicionalidade'/><author><name>Iris | IFD</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_u6V07yMPncY/TSJ6zwha1mI/AAAAAAAAAnU/ucuRJ_1uzrI/S220/iris_ifd.png'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6979951.post-115167663099708571</id><published>2006-06-30T11:10:00.000-03:00</published><updated>2006-06-30T11:10:31.026-03:00</updated><title type='text'>Você precisa de emprego? As redes sociais podem ajudá-lo</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;img src="http://wharton.universia.net/images/archive//050504_onlinesupportgroups.jpg" /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Os serviços de networking online  — empresas de Internet que se oferecem como elo entre os seis graus que separam a amiga de uma amiga com quem talvez nos casemos, ou o colega de um colega que talvez nos contrate — são o negócio eletrônico mais quente do momento.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Friendster, Orkut, Tribe, Ryze and LinkedIn — além de cerca de dezenas de outras comunidades recém-criadas — recrutam furiosamente membros que, por sua vez, recrutam amigos, parentes, colegas de trabalho e praticamente qualquer um que gostaria de ser apresentado a alguém realmente influente, ou pelo menos conseguir dessa pessoa uma referência. Há redes cuja clientela chega a 100.000 pessoas, enquanto outras dizem ter entre 500.000 e  1 milhão de membros.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Esse tipo de serviço não se limita apenas a atrair novos usuários. As redes sociais ganham muito dinheiro com investimentos feitos por capitalistas de risco de São Francisco a Boston. A Sequoia Capital investiu US$ 4,7 milhões na LinkedIn. A Kleiner, Perkins, Caufield &amp;amp; Byers investiu US$ 13 milhões na Friendster. A Myfield e as gigantes da mídia Knight-Ridder e o Washington Post investiram US$ 6,3 milhões na Tribe.net.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para alguns especialistas em negócios, a explosão das redes com finalidade social lembra muito o fenômeno de ascensão e queda das pontocom: uma idéia interessante surge no horizonte,  empresas com modelos vagos de negócios se formam para explorá-la, os capitalistas de risco farejam lucro nelas, embora não tenham por enquanto receita alguma. “Criamos novamente essa pequena bolha inflando-a com preços altos e grandes expectativas”, disse ao Boston Globe no ano passado Andrew L. Anker, sócio da August Capital.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Seja como for, os serviços de networking online que quiserem se tornar negócios eletrônicos de sucesso não devem ser comparadas a empresas como a Pets.com, representante por excelência do estouro da bolha de Internet, segundo alguns observadores. Muitas das pontocom que faliram devem seu fracasso ao fato de que mantinham estoques elevados de bens reais que armazenavam em instalações físicas palpáveis no mundo não-virtual. O único estoque que os serviços de rede mantêm consiste em uma longa lista de nomes. Não há estoque de produto algum &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Além disso, nos idos da década de 90, quando a maior parte das pessoas não estava familiarizada com a Internet, as pontocom se viam obrigadas a gastar uma parte substancial do capital obtido com publicidade. Os serviços de networking online não precisam gastar um centavo sequer  com propaganda porque, por sua própria natureza, um assinante atrai o outro. “Os investidores sentem-se atraídos sobretudo pelo crescimento extraordinariamente contagioso desta redes”, observa Ross Mayfield, fundador e CEO da SocialText, uma fabricante de software utilizado nos serviços de networking online.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Konstantin Guericke, também fundador da LinkedIn, é vice-presidente de marketing, embora a empresa não tenha “orçamento e nenhum funcionário. Contudo, dos nossos 500.000 usuários, sabemos que 95% deles atenderam ao convite de outros usuários”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Praticamente todos os serviços de networking online que hoje existem acham-se em estágio inicial, o que significa que estão, em grande parte, mais preocupadas com a construção das redes e com a adesão de mais participantes do que com os lucros. Algumas, senão a maioria, ainda estão às voltas com a necessidade de tomar decisões difíceis e imediatas que lhes permitam obter mais capital. Contudo, ao menos uma rede, a Ryze, anunciou publicamente que teve lucro, embora não faça menção de valores.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Convite para jantar&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;De acordo com Peter Fader, professor de marketing da Wharton, os serviços de rede têm grande chance de se sair bem onde uma enorme variedade de empresas pontocom falharam por razões as mais óbvias possíveis. Em primeiro lugar, a Internet é hoje parte da vida diária de quase todas as pessoas e, em alguns casos, até mesmo da vida social delas. Uma segunda razão diz respeito ao fato de que em uma era em que a Internet tornou-se também ferramenta de comunicação, os serviços de rede têm efetivamente algo de palpável a oferecer — a possibilidade de nos colocar em contato com aquelas pessoas que talvez sejam efetivamente importantes para nós. Na verdade, diz Fader, ele mesmo experimentou o valor dos serviços de rede como membro que é do LinkedIn, um dos serviços de networking online mais requisitados do momento.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quando uma aluna lhe pediu recentemente uma referência sobre uma pessoa de cujo nome não se lembrava, Fader recorreu ao LinkedIn. Poucos segundos depois ele havia localizado a pessoa em questão, lembrou-se de quem se tratava, fez a recomendação que lhe haviam pedido e marcou um jantar para conversarem. “Esse tipo de coisa acontece diariamente”, diz Fader. “Estas novas plataformas vêm sendo usadas para suprir as necessidades genuínas dos usuários.”&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As plataformas — e mais especificamente, os modelos de negócios que as impulsionam — variam substancialmente. Alguns os serviços de networking online já pensam em veicular publicidade, em cobrar taxa de assinatura ou uma combinação das duas coisas que permitam, futuramente, a geração de receita. Outros, talvez preocupados com a possibilidade de que a cobrança de taxas de assinatura possa afastar os usuários, já pensam em permitir o acesso em todos os níveis, mas será cobrada uma taxa do participante se ele quiser entrar em contato com alguém que esteja, por exemplo,  a três graus ou mais de distância. Há quem espere ganhar dinheiro com serviços de suporte, como a organização de teleconferências ou trade shows para membros da rede com interesses comerciais comuns. O serviço online Ryze conta hoje com receitas oriundas da organização de eventos de rede no mundo não-virtual.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O LinkedIn, observa Guericke, pensa em cobrar pelas transações de importância fundamental. Cerca de 10% das pessoas que participam do LinkedIn querem entrar em contato com antigos colegas; 10% buscam um profissional da indústria disposto a fazer uma palestra; 30% querem encontrar um parceiro comercial e cerca de 50% querem contratar alguém. “Não deve ser difícil fixar preços para pesquisas relativas a parcerias comerciais e contratação de possíveis profissionais”, assinala Guericke, “uma vez que as pessoas já gastam dinheiro com isso, portanto não estamos pedindo a elas que façam um gasto novo”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Todavia, o mais interessante dos serviços de networking online não é o fato de que não solicitarão de seus clientes que façam uma despesa nova, observa David Flaschen, sócio-gerente da Flagship Ventures. Na verdade, seu apelo está no fato de que poderiam baixar significativamente o custo da busca por um executivo de talento ao eliminar agências de recrutamento que cobram milhares de dólares por este serviço — expandindo ao mesmo tempo o leque de profissionais para possível contratação. “A Monster.com pode ajudá-lo a encontrar essas pessoas em busca de emprego, ou pessoas desempregadas. As redes sociais, porém, podem ajudá-lo a localizar pessoas que não estão procurando emprego, mas que combinam perfeitamente com aquilo que você procura. As redes nos permitem transcender as conexões óbvias.”&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Embora modelos de negócios tais como os baseados em assinaturas ou publicidade sejam viáveis, algumas estratégias mais criativas deverão ser postas em prática, observa David Croson, professor de gerência operacional e administrativa da Wharton e atual professor visitante de ciência da administração no MIT. Os serviços de networking online, argumenta o professor, poderiam fechar um acordo pelo qual uma determinada companhia de telefonia celular, mediante o pagamento de uma taxa, teria acesso a alguns dos membros da rede. Os assinantes da rede, por sua vez, teriam direito a taxas de telefonia preferenciais. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ao divulgar sua política de privacidade, os serviços de networking online comprometeram-se a proteger a privacidade de seus assinantes. Apesar disso, especialistas em tecnologia como Esther Dyson alertam para possíveis invasões estimuladas pela adesão a redes. “Existe um perigo real de que todo o campo e seu potencial de suporte às inter-relações humanas possam ficar irremediavelmente prejudicados pelas políticas de privacidade — quer como resultado de políticas que deixam as pessoas incomodadas pela exposição a um grande volume de dados, quer por falhas de segurança decorrentes de algum tipo de transbordamento no nível das informações”, observou Dyson em artigo no New York Times no outono passado. “Por enquanto, nenhum serviço de networking online tem peso significativo. Tais questões, porém, surgirão inevitavelmente no momento em que os serviços se aproximarem de sua massa crítica.”&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;3.500 esquiadores&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para Croson, um merchandising muito bem dirigido pode também gerar lucros. Em um serviço de networking online, por exemplo, poderá haver um subgrupo de entusiastas de esqui nos Alpes. Um fabricante de equipamentos para esqui poderia “atingir de maneira eficaz, completa e direta estes esquiadores com informações detalhadas sobre seu produto”, ressalta Croson.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Observadores como Ross Mayfield, da Socialtext, acreditam que serviços de networking online deverão prosperar porque acham-se prontos para engolir sites de namoro e de busca de emprego, onde inúmeras pessoas já gastam milhões de dólares em busca de parceiros, amigos e um emprego melhor. Estes sites, assinala Mayfield, colocam as pessoas em contato com possíveis parceiros para um relacionamento afetivo, ou localizam empregos valendo-se de algoritmos arbitrários que determinam quem deve namorar quem e qual profissional encaixa-se melhor no perfil de um determinado empregador. Os serviços de networking online, porém, disponibilizam uma abordagem consagrada para as questões relativas ao amor e ao trabalho, onde um grupo de pessoas empenhadas em assegurar ao usuário que a pessoa localizada pela rede seja compatível com ele, que vale a pena levá-la para jantar ou colocá-la na folha de pagamento de sua empresa. Ainda segundo Mayfield, “se eu for a um encontro e fizer algo que não devia ter feito, esta informação ficará registrada na rede, portanto qualquer atitude da minha parte poderá pôr em risco meu capital social”. Essa regra informal, porém eficaz, gera um tipo de confiança que a Match.com ou a Monster.com são incapazes de reproduzir.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os serviços de networking online têm grande potencial de lucro, e aguardam apenas quem se disponha a explorá-los — seja para a comercialização de serviços plenamente desenvolvidos ou de softwares para criação de redes — em certos nichos especializados e de grande potencial lucrativo. Tanto Fader quanto Croson ressaltam que serviços de networking online podem ser imensamente úteis, por exemplo, para as universidades, isso para não mencionar instituições especializadas, tais como escolas de negócio que, de acordo com Croson, “não foram capazes de localizar ex-alunos e de pô-los em contato. A utilização de um software de networking online pode conferir uma dinâmica extraordinária a um grupo específico”. Os serviços de networking online, acrescenta Fader, poderiam ajudar a pôr diferentes grupos em contato, tais como os grupos de docentes, os  do setor de admissão e os de gerenciamento de carreira. Entre outras vantagens, colocar prováveis alunos em potencial em contato com esse componente poderoso de rede poderia ajudar a atrair para o seu campus os melhores candidatos aos cursos de MBA.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Grandes empresas com escritórios e equipes de vendas em localidades distantes são também um mercado de imenso potencial lucrativo para os serviços de networking online. Nas empresas de modo geral, com centenas de vendedores, as informações sobre contatos e relacionamentos ficam escondidas em centenas de fichas individuais de arquivo ou em um software de gerenciamento de informações pessoais. Há também um volume muito grande de informações confinadas em listas de contato dos gerentes, executivos e membros do conselho de administração.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A utilização de um software de rede social que unisse todas estas pessoas a seus respectivos contatos em uma rede corporativa produziria resultados fabulosos, observa Stowe Boyd, especialista em tecnologia da informação. Um vendedor que estivesse disputando um grande contrato com uma empresa de Washington, D.C., poderia acessar a rede e descobrir que alguém em Ohio tem uma ligação qualquer com ela. “No mínimo, esse vendedor poderia entrar em contato com aquele indivíduo de Ohio e descobrir qual seria a melhor maneira de se dirigir àquela empresa ou de ser apresentado a ela”. Este tipo de serviço prestado pela rede “pode se transformar em dinheiro de verdade”, assinala Boyd.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os serviços sociais corporativos podem modificar até mesmo as decisões de contratação e de demissão, acrescenta Boyd. “Se, por exemplo, você decide demitir o funcionário Joe Jones, sua decisão pode não parecer muito significativa. Mas se você analisar a questão do ponto de vista dos serviços de networking online, verá que ser trata de um sujeito muito bem relacionado, de enorme influência, responsável pelo fechamento de 25 contratos.”&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para Boyd, os serviços de networking online corporativos constituem um “aplicativo genial”, com o que parecem concordar os capitalistas de risco. Além dos contratos mencionados anteriormente, a Visible Path, fornecedora de software de serviços para redes sociais, recebeu US$ 3,7 milhões da Kleiner, Perkins, Caufield &amp;amp; Byers. A Spoke Software, outra novata neste mercado, conseguiu US$ 20 milhões em capital de risco com a US Venture Partners, Sierra Ventures, Partech International e DCM — Doll Capital Management —, entre outros investidores.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Subvertendo o sistema&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Apesar de todo o entusiasmo com os serviços de networking online e das negativas de que desta vez será diferente, o sucesso de tais empreendimentos está longe de ser garantido. Anker, da August Capital, vê com ceticismo, por exemplo, as redes sociais voltadas para empresas. O impacto da coleta e da análise das redes no âmbito das empresas, ressalta Anker, pode não produzir resultado algum durante 18 ou 24 meses, o que pode complicar muito a aceitação do sistema pelos CEOs sempre acossado por acionistas. Dan Keldsen, analista sênior da Delphi, identifica uma razão mais profunda para que os serviços corporativos da rede naufraguem: “Vendedores não costumam partilhar dicas ou contatos. Eles descobrirão uma maneira de subverter o sistema”, afirma.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os serviços de networking online de maior porte podem vir a constatar que é grande a procura pelos serviços oferecidos; que grande parte dos interessados em participar destes serviços não estão dispostos a pagar tarifa alguma por isso; e que, com a perda gradual de interesse pela novidade, os membros a abandonarão, sobretudo se ficar evidente que as redes oferecem menos do que prometeram.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Conseqüentemente, algumas redes desaparecerão. Há quem aposte que outras serão tragadas por peixes maus graúdos, interessados em usá-las como provedoras de benefícios secundários para uma clientela já existente. O Zero Degrees, um serviço de networking online com sede em Los Angeles, já foi engolido pela Interactive, de Barry Diller. Por outro lado, especialistas esperam também que os negócios baseados na Web incorporem os serviços de networking online aos seus, pressionando mais ainda desta forma as empresas iniciantes. A Monster.com — cujo negócio deverá ser engolido pelos serviços de networking online especializados na procura de emprego — passou a incorporar recentemente o serviço de rede em seu site com a informação aos assinantes de que ela pode ajudá-los a “se apresentar à pessoa certa”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No fim das contas, acredita-se que apenas alguns serviços de networking   continuarão ativos depois de transcorridos de 18 a 24 meses. “Não há espaço para mais de um serviço de networking online de grande porte, uma rede de negócios dominante e outra voltada para interesses especiais”, diz Croson.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;fonte: &lt;a href="http://wharton.universia.net/index.cfm?fa=viewArticle&amp;amp;id=782&amp;amp;language=portuguese&amp;amp;specialId=" target="_blank"&gt;universiaKnowledgeWharton&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6979951-115167663099708571?l=ifdcom.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://ifdcom.blogspot.com/feeds/115167663099708571/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6979951&amp;postID=115167663099708571&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6979951/posts/default/115167663099708571'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6979951/posts/default/115167663099708571'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://ifdcom.blogspot.com/2006/06/voc-precisa-de-emprego-as-redes.html' title='Você precisa de emprego? As redes sociais podem ajudá-lo'/><author><name>Iris | IFD</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_u6V07yMPncY/TSJ6zwha1mI/AAAAAAAAAnU/ucuRJ_1uzrI/S220/iris_ifd.png'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6979951.post-115155080639905843</id><published>2006-06-29T00:13:00.000-03:00</published><updated>2006-06-29T14:31:13.250-03:00</updated><title type='text'>Empresas que utilizam publicidade combativa podem acabar prejudicadas</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;a href="http://marketing.wharton.upenn.edu/people/faculty/zhang.cfm" target="_blank"&gt;John Zhang &lt;/a&gt;tem um recado para a Cingular Wireless e para a Verizon Wireless, mas que serve também para qualquer empresa que recorra à publicidade para atacar a concorrência: em vez de atrair a clientela do concorrente, talvez você esteja prejudicando a si mesmo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Zhang, professor de Marketing da Wharton, descobriu que a publicidade combativa — do tipo utilizado pelas fabricantes de cerveja, especialmente pela Anheuser-Busch e pela Miller, famosas por recorrerem a essa espécie de propaganda — pode ser um tiro pela culatra. Em vez de atrair o consumidor para o anunciante, essa espécie de publicidade pode tornar as pessoas indiferentes a todas as ofertas de uma determinada categoria de produtos. Isto, por sua vez, pode resultar em menos lucros para todos, na medida em que as empresas se vêem obrigadas a baixar os preços para atrair o consumidor.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“A publicidade combativa, típica dos mercados maduros, tem um estilo de propaganda que conquista a preferência do consumidor, mas não amplia a demanda da categoria”, assinala Zhang em uma pesquisa intitulada “Uma teoria da publicidade combativa”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Esse é exatamente o tipo de publicidade que têm empregado a Cingular e a Verizon, as maiores empresas de telefonia sem fio do país. Um ano e meio atrás, por exemplo, a Cingular veiculou uma lista em que comparava seus serviços, um a um, com os da Verizon. Na ocasião, a Cingular justificou a veiculação do anúncio alegando a necessidade de se defender de afirmações equivocadas feitas pela concorrente. “A melhor publicidade nesse segmento é aquela em que as empresas expõem suas vantagens”, disse Marc Lefar, diretor de marketing da Cingular, em entrevista a um jornal. “Não deixaremos, porém, de esclarecer qualquer anúncio veiculado pela concorrência que possa induzir o consumidor a erro.”&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Recentemente, as duas operadoras passaram a proclamar as virtudes de suas redes. A Verizon diz possuir “a rede mais confiável do país”, enquanto a Cingular insiste em reiterar que as “chamadas feitas por sua rede dificilmente caem”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;De acordo com o estudo de Zhang — feito em parceria com Yogesh Joshi e &lt;a href="http://marketing.wharton.upenn.edu/people/faculty/raju.cfm" target="_blank"&gt;Jagmohan Raju&lt;/a&gt;, ambos da Wharton, e Yuxin Chen, da Universidade de Nova York —qualquer empresa que se sinta tentada a recorrer a uma publicidade agressiva deveria pensar duas vezes. “No passado, as pessoas diziam que se você aumentasse seu volume de publicidade, não haveria mal nenhum nisso, salvo, talvez, um possível desperdício de dinheiro”, observa Zhang. “Fomos mais além e constatamos que tal prática pode culminar com o acirramento da concorrência de preços.” Sem reduções proporcionais de custos, a redução dos preços pode redundar em um volume menor de lucros&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A visão tradicional da publicidade reza que “o consumidor, bombardeado de tal forma pela propaganda, deixa-se convencer pela empresa onde faz suas compras a ponto de se tornar cúmplice ardoroso dela”, informa o estudo. Não há dúvida de que isso acontece em alguns casos. Em outros, porém, “o consumidor recebe uma dose significativa de publicidade, tanto de uma empresa quanto de outra, e avalia de uma maneira tal aquilo vê que as vantagens de comprar os produtos de uma ou de outra companhia, no fim das contas, tanto faz”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Zhang e os demais co-autores utilizam a metáfora do cabo de guerra para explicar seu raciocínio. De modo geral, as pessoas partem do princípio de que nesse tipo de disputa haverá apenas um vencedor. Contudo, duas equipes concorrentes em condições semelhantes de equilíbrio podem terminar a disputa empatadas, por mais que uma tente desequilibrar a outra. O mesmo acontece com a publicidade. Os dois lados podem despejar dinheiro em propaganda, mas sem ganho algum para quem quer que seja.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://share.skype.com/in/45/269030" target="_blank"&gt;&lt;img src="http://www.awltovhc.com/image-2062898-10386521" alt="null" border="0" height="60" width="120" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Observando a publicidade combativa&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os quatro pesquisadores criaram um modelo matemático para demonstrar de que maneira a publicidade combativa cria consumidores indiferentes e deprimem os preços de ambos os lados. O modelo chega a uma conclusão surpreendente: peças publicitárias caras, às vezes, ajudam as empresas que se sentem tentadas a recorrer a anúncios combativos. “Mostramos que, com custos mais elevados de publicidade por unidade, os níveis de equilíbrio da propaganda são menores, resultando em maiores lucros para as empresas concorrentes”, informa o estudo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em outras palavras, anúncios caros podem desestimular as empresas de anunciar e, portanto, impedi-las de aumentar a indiferença do consumidor. “Nos mercados em que a publicidade cria consumidores indiferentes, talvez fosse interessante para as empresas aumentarem os custos com publicidade, em vez de brigarem”, diz o estudo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os pesquisadores testaram seu modelo com estudantes universitários. Eles pediram a um grupo de jovens que observasse uma série de anúncios combativos veiculados por cinco pares de empresas em categorias que iam de carros alemães à pasta de dentes. Cada categoria tinha de ter pelo menos duas grandes companhias adeptas da publicidade combativa. No caso dos fabricantes de automóveis alemães, por exemplo, foram utilizados anúncios da BMW e da Audi. Para o segmento de pasta dental foram utilizadas propagandas da Aquafresh e da Colgate.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Antes de os alunos assistirem aos comerciais, foi pedido a  eles que alocassem às empresas de cada par um total de 100 pontos. Nesse sistema, um estudante cuja indiferença fosse total, alocaria 50 pontos para cada empresa. Depois de assistirem aos anúncios, os estudantes tinham de classificar as empresas novamente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em quatro categorias — carros, pasta de dentes, serviços de entregas por courier e cartões de crédito — os estudantes demonstraram uma indiferença maior depois de assistirem aos comerciais. Em uma categoria apenas — de pilhas — eles demonstraram uma preferência maior. (Recado para a Duracell e para a Energizer: vocês estão no caminho certo).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O que diferencia as pilhas das demais categorias? Zhang e seus colegas não exploraram esse filão. Os autores quiseram somente mostrar que o setor consegue sensibilizar mais o consumidor com seus anúncios. Eles arriscaram alguns possíveis fatores capazes de influenciar o público: “características do consumidor, características do produto e eficácia da mensagem.” Toda empresa deveria avaliar cada um desses elementos antes de lançar uma campanha combativa, diz Zhang. “Em nível de gerência, isto significa que não se deve confiar cegamente na eficácia da propaganda. Se você notar que os lucros começaram a cair depois que os gastos com publicidade aumentaram, talvez agora entenda por quê.”&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As agências de publicidade deveriam aconselhar seus clientes a evitarem a publicidade combativa, ou pelo menos incentivá-los a fazer uma investigação profunda de sua categoria de produto antes de recorrer a ela.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nem todo anúncio, naturalmente, tem a intenção de agredir a concorrência. A propaganda também pode ser informativa ou complementar. Os anúncios informativos fazem exatamente o que nome sugere: eles explicam as características e as vantagens de um produto ou serviço. São recursos que costumam funcionar melhor em categorias novas de produtos ou em categorias em crescimento, nas quais os consumidores recebem informações sobre um determinado produto e aprendem a conhecê-lo. A FedEx distinguiu-se por esse tipo de publicidade nos primeiros anos de funcionamento da empresa, diz Zhang. Ela enfatizou reiteradas vezes a confiabilidade do seu serviço. Conseqüentemente, diz o autor, o consumidor ainda hoje associa a marca à confiabilidade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os anúncios complementares “fazem com que as pessoas se sintam bem em relação ao produto e dispostas a pagar mais por ele”, observa Zhang. Isto se consegue por meio de uma aura de sedução — basta lembrar o homem do comercial da Marlboro — ou associando-se a oferta a uma estrela, mesmo quando a associação entre o produto e o conhecimento que tem sobre ele a pessoa que aparece no comercial pareça frágil. Catherine Zeta-Jones, por exemplo, que faz os comerciais da T-Mobile, é uma estrela de primeira grandeza, porém o que ela sabe sobre aparelhos celulares não é muito diferente do que sabe uma outra pessoa qualquer.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://share.skype.com/in/45/269030" target="_blank"&gt;&lt;img src="http://www.awltovhc.com/image-2062898-10386521" alt="null" border="0" height="60" width="120" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Rainha das cervejas, rainha dos carboidratos&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A Apple Computer utilizou anúncios complementares para criar uma certa aura em torno do seu tocador iPod, assinala Zhang. “Todos os tocadores de MP3 fazem a mesma coisa, mas nenhum deles tem esse fator de coisa fashion que o iPod tem. Ele é símbolo de status: quem tem um é jovem, descolado, tem energia.” A Nike é outra que se sai muito bem nesse nicho. A fabricante de acessórios atléticos há muito tempo associou sua marca aos maiores astros dos esportes, como o ciclista Lance Armstrong e o jogador de futebol americano Mia Hamm. Além disso, a empresa se vale de slogans (um tanto vagos, é verdade) que motivam e inspiram o consumidor, como Just do it (algo como Vá em frente, faça o que tem vontade de fazer), e There is no finish line (Não há linha de chegada).” A Nike tenta fazer o consumidor se sentir mais atlético; ela procura fazê-lo sentir-se co-participante da experiência, e até mesmo do próprio sucesso, de seus heróis. Talvez você não consiga marcar gols com a mesma perícia de Hamm, ou pedalar com a mesma velocidade de Armstrong, mas pode pelo menos usar o mesmo calçado que ele. Você nunca verá, porém, um anúncio da Nike gabando-se de que seus tênis são mais flexíveis e dão maior segurança do que os modelos concorrentes da Adidas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As principais cervejarias dos EUA, por outro lado, há anos se atacam nos comerciais. Em 2005, por exemplo, a Anheuser-Busch, que se refere a Budweiser como “a rainha das cervejas”, batizou a Miller Lite de “rainha dos carboidratos”. Além disso, cutucou a concorrente por ser “de propriedade de sul-africanos”, ao passo que a Anheuser-Busch pertence há anos a proprietários americanos. A Miller foi adquirida em 2002 por um grupo de cervejarias sul-africanas, e a matriz hoje é conhecida como SABMiller. Mas a Miller dá o troco no mesmo tom. Em um anúncio veiculado há algum tempo, a empresa retrucava que queria ser a presidente das cervejas, e não a rainha — o motivo: “Estamos na América! Não nos curvamos diante de glutões de tiara na cabeça.”&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Aliás, foram os presidentes, ou melhor, a campanha pela presidência, o que motivou Zhang a analisar mais detidamente os comerciais.  Ele começou a investigá-los seriamente há seis anos, quando George Bush e Al Gore preparavam-se para se enfrentar. Ele observou que a publicidade negativa, tão comum nas campanhas modernas, não o impelia necessariamente na direção de um dos candidatos; pelo contrário, ele se sentia incomodado com ambos. Isto o levou a imaginar se os textos dos comerciais não teriam o mesmo efeito. “A maior parte dos cientistas políticos diz que a propaganda não tem muita influência sobre a opção de voto das pessoas”, diz.  “Ela apenas reforça o que as pessoas já sabem, suas preferências e suas lealdades. Às vezes, porém, nós nos sentimos um pouco mais indiferentes aos políticos depois que assistimos aos seus programas.”&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;fonte: &lt;/span&gt;http://wharton.universia.net&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6979951-115155080639905843?l=ifdcom.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://ifdcom.blogspot.com/feeds/115155080639905843/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6979951&amp;postID=115155080639905843&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6979951/posts/default/115155080639905843'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6979951/posts/default/115155080639905843'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://ifdcom.blogspot.com/2006/06/empresas-que-utilizam-publicidade.html' title='Empresas que utilizam publicidade combativa podem acabar prejudicadas'/><author><name>Iris | IFD</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_u6V07yMPncY/TSJ6zwha1mI/AAAAAAAAAnU/ucuRJ_1uzrI/S220/iris_ifd.png'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6979951.post-115151968379274785</id><published>2006-06-28T15:34:00.000-03:00</published><updated>2006-06-28T23:03:07.033-03:00</updated><title type='text'>Todos querem ser algumacoisa.com</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Ter uma identidade própria na internet parecia uma coisa exclusiva de empresas. Domínios eram utilizados quase que exclusivamente por estas. Mas como tudo evolui cada vez mais pessoas tem acesso a esta personalização. Antes alguns profissionais que desejavam mostrar seus produtos e serviços usavam alguns espaços em seus provedores com sites de poucos recursos e apenas algumas informações e fotos e um endereço enorme sem nenhuma personalidade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Agora, mesmo sem ter a sua empresa registrada, eles já podem registrar um domínio internacional .com para começar a ter a endereço virtual próprio e dar início ao seu negócio. Outra vantagem é que quem tem um domínio próprio pode personalizar seu e-mail por exemplo: seunome@seudominio.com&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Assim como esses profissionais ou micro empresas em formação, algumas pessoas já começam a se movimentar para registrar o seu nome ou o nome de algum endereço virtual para comunicar eventos e idéias, podendo assumir uma personalidade própria na grande rede.&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.kqzyfj.com/click-2062898-10386521" target="_blank"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/a&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://www.kqzyfj.com/click-2062898-10386521" target="_blank"&gt;&lt;img src="http://www.awltovhc.com/image-2062898-10386521" alt="null" border="0" height="60" width="120" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;Registrar um domínio internacional pode ser um bom presente de casamento. Imagine toda a divulgação do evento sendo feita em um endereço virtual especial. Li hoje em um periódico a história de um casal que inovou montando um site do casamento www.monicaeale.com.br . Ou mesmo um presente para alguém mais próximo, registrando o seu nome como uma marca .com&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Imagino que no futuro nossas informações vão estar na Internet como num grande catálogo e o domínio passará a fucionar como a nossa carteira de identidade virtual.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para saber mais sobre como registrar o seu domínio .com visite o site &lt;a href="http://www.terraempresas.com.br/campanhas.php?page=capa_dominios" target="_blank"&gt;TERRA EMPRESAS&lt;/a&gt;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pois é... Eu ía falar dos gols e compactos que podemos acessar pelo celular, mas fica para a próxima... É que comecei a conversar com a Norma sobre os domínios e quando vi ela tinha preparado o material acima... Norma: os créditos são teus! Mas corram todos antes que alguém pegue o domínio dos seus sonhos...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;autora: &lt;/span&gt;Lonise Gerstner&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;fonte:&lt;/span&gt; Lonise Gerstner&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6979951-115151968379274785?l=ifdcom.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://ifdcom.blogspot.com/feeds/115151968379274785/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6979951&amp;postID=115151968379274785&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6979951/posts/default/115151968379274785'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6979951/posts/default/115151968379274785'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://ifdcom.blogspot.com/2006/06/todos-querem-ser-algumacoisacom_28.html' title='Todos querem ser algumacoisa.com'/><author><name>Iris | IFD</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_u6V07yMPncY/TSJ6zwha1mI/AAAAAAAAAnU/ucuRJ_1uzrI/S220/iris_ifd.png'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6979951.post-115144082260421036</id><published>2006-06-27T17:40:00.000-03:00</published><updated>2006-06-27T17:40:22.726-03:00</updated><title type='text'>A Força Interna do Marketing</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;At&amp;eacute; alguns anos atr&amp;aacute;s, o sucesso de uma empresa estava amparado em tr&amp;ecirc;s pilares: seu produto, seu marketing e sua forma de gest&amp;atilde;o. No entanto, com o advento da globaliza&amp;ccedil;&amp;atilde;o &amp;#8211; que alterou as expectativas das pessoas em rela&amp;ccedil;&amp;atilde;o &amp;agrave;s oportunidades existentes num mundo ao seu alcance &amp;#8211; este cen&amp;aacute;rio sofreu dr&amp;aacute;sticas transforma&amp;ccedil;&amp;otilde;es. E, hoje, o que faz o sucesso de uma empresa juntamente com o seu produto, o seu marketing e a sua gest&amp;atilde;o, &amp;eacute; a sua atitude perante o mercado. Porque &amp;eacute; a atitude que constr&amp;oacute;i a identidade da organiza&amp;ccedil;&amp;atilde;o e &amp;eacute; esta identidade que poder&amp;aacute; atrair ou n&amp;atilde;o os consumidores a comprar um produto/servi&amp;ccedil;o de uma determinada marca.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A identidade de uma empresa &amp;eacute; constru&amp;iacute;da atrav&amp;eacute;s da dissemina&amp;ccedil;&amp;atilde;o interna e externa de seus valores e da sua capacidade de criar v&amp;iacute;nculos afetivos tanto com o mercado como com seus funcion&amp;aacute;rios.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Isso implica em ultrapassar as fronteiras existentes entre o cliente externo e o cliente interno, tornando os funcion&amp;aacute;rios crentes e conscientes dos valores da empresa, comprometidos e co-respons&amp;aacute;veis pelo sucesso da organiza&amp;ccedil;&amp;atilde;o, pois somente assim estar&amp;atilde;o em sincronia com os desejos dos consumidores. Esta &amp;eacute; a forma que a empresa disp&amp;otilde;e de alinhar seu discurso com suas a&amp;ccedil;&amp;otilde;es, perante todos os seus p&amp;uacute;blicos, aproximando clientes, imprensa e sociedade do seu p&amp;uacute;blico interno. E &amp;eacute; neste contexto que devemos compreender a exist&amp;ecirc;ncia de um Marketing Interno como complemento e sustent&amp;aacute;culo das a&amp;ccedil;&amp;otilde;es e dos conceitos do Marketing como estrat&amp;eacute;gia de neg&amp;oacute;cio.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O Marketing Interno nada mais &amp;eacute; que a for&amp;ccedil;a interna do Marketing, que objetiva trabalhar as cren&amp;ccedil;as e os valores da organiza&amp;ccedil;&amp;atilde;o junto aos funcion&amp;aacute;rios, alinhando e sintonizando a estrutura organizacional com as a&amp;ccedil;&amp;otilde;es de Marketing voltadas para o mercado. Ou seja, &amp;eacute; fazer com que todos dentro da empresa falem a mesma l&amp;iacute;ngua e persigam o mesmo objetivo, criando uma identidade &amp;uacute;nica para a organiza&amp;ccedil;&amp;atilde;o, a qual ser&amp;aacute; transmitida de dentro para fora, at&amp;eacute; atingir o mercado. &amp;Eacute; atrav&amp;eacute;s do Marketing Interno que se aprimoram as trocas entre dire&amp;ccedil;&amp;atilde;o e corpo funcional, criando v&amp;iacute;nculos indestrut&amp;iacute;veis entre empresa e funcion&amp;aacute;rios, que v&amp;atilde;o propiciar melhorias na qualidade dos produtos e servi&amp;ccedil;os, aumento de produtividade e agilidade nos processos internos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ao envolver os funcion&amp;aacute;rios na dissemina&amp;ccedil;&amp;atilde;o das cren&amp;ccedil;as e valores da empresa, estar-se-&amp;aacute; despertando em cada um deles o senso de pertencer e de ser respons&amp;aacute;vel, aumentando seu valor como pessoa e criando la&amp;ccedil;os afetivos importantes. Feito isso, a empresa fecha o c&amp;iacute;rculo e est&amp;aacute; apta a oferecer ao mercado um pacote completo e indivis&amp;iacute;vel, onde o seu maior diferencial ser&amp;aacute; a unidade entre seu discurso e suas a&amp;ccedil;&amp;otilde;es. E este diferencial, que &amp;eacute; intr&amp;iacute;nseco e personal&amp;iacute;ssimo, jamais poder&amp;aacute; ser copiado pela concorr&amp;ecirc;ncia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O Marketing deste s&amp;eacute;culo somente sobreviver&amp;aacute; se houver intera&amp;ccedil;&amp;atilde;o entre estas duas estrat&amp;eacute;gias &amp;#8211; Marketing Externo e Marketing Interno &amp;#8211; as quais devem estar lado a lado, a servi&amp;ccedil;o do mesmo organismo e orientadas para a mesma dire&amp;ccedil;&amp;atilde;o.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;autora:&lt;/b&gt; Marjorie Moojen Canevese&lt;br /&gt;&lt;b&gt;fonte:&lt;/b&gt; http://www.adonline.com.br&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6979951-115144082260421036?l=ifdcom.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://ifdcom.blogspot.com/feeds/115144082260421036/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6979951&amp;postID=115144082260421036&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6979951/posts/default/115144082260421036'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6979951/posts/default/115144082260421036'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://ifdcom.blogspot.com/2006/06/fora-interna-do-marketing.html' title='A For&amp;ccedil;a Interna do Marketing'/><author><name>Iris | IFD</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_u6V07yMPncY/TSJ6zwha1mI/AAAAAAAAAnU/ucuRJ_1uzrI/S220/iris_ifd.png'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6979951.post-115108848582986244</id><published>2006-06-23T15:48:00.000-03:00</published><updated>2006-06-23T15:49:07.613-03:00</updated><title type='text'>A dinâmica da indústria do futebol</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt; Nesses tempos de grande movimentação no negócio futebol no Brasil, é comum ouvir de gente bem intencionada do mundo do futebol - bem como do dos negócios - afirmações do seguinte tipo: "Os clubes brasileiros não podem arcar com custos europeus (salários dos jogadores) tendo receitas que são 4 ou 5 vezes menores do que as dos clubes do velho continente. Portanto, os salários do futebol brasileiro precisam se adaptar à realidade das nossas receitas." Apesar do diagnóstico preciso, a conclusão é inteiramente equivocada e o entendimento desta questão é crucial para a evolução do negócio futebol no Brasil.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para entender o motivo do equívoco, é necessária uma análise microeconômica da inserção do futebol brasileiro na peculiar dinâmica da indústria do futebol no mundo. Os clubes de futebol têm como principais desembolsos os gastos com jogadores, tanto na forma de investimentos (aquisição de jogadores) como de despesas (salários e "bichos"). Trata-se, portanto, de uma indústria intensiva em mão de obra (jogadores). Esta mão de obra, por sua vez, é certamente mais móvel que em qualquer outra indústria, ou seja, um jogador brasileiro (Romário, por exemplo) pode se transferir para qualquer país (Holanda) e ser a grande estrela do campeonato local (como ocorreu no início da década de 90). Ora, em uma indústria intensiva em mão de obra e tendo a perfeita mobilidade geográfica como característica peculiar, as empresas (os clubes) têm seus principais custos determinados no mercado global, independentemente da qualidade da gestão dos clubes. Já as suas receitas, tais como direitos de TV, bilheteria, patrocínios e licenciamento de produtos,dependem inteiramente da dinâmica do mercado local onde esses clubes estão inseridos. Cada país tem, portanto, um potencial de geração de receitas que é determinado pelas seguintes características (i) tamanho e dinâmica do mercado de TV, aberta e paga; (ii) tamanho da população, nível de renda e sua paixão por futebol; (iii) atratividade do país para as empresas, afetando diretamente o mercado publicitário; e (iv) organização interna do futebol (calendário racional, segurança dos estádios, credibilidade dos dirigentes etc.).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A dinâmica da indústria é essencialmente a mesma desde a disseminação do futebol pelo mundo, mas a explosão das receitas dos clubes europeus (principalmente ingleses) na década de 90 criou um impasse para todos os países onde o futebol está presente. Ao contrário da visão comum apresentada no início do texto, apenas os países que tiverem as características internas que lhes permitam gerar as receitas necessárias para suportar os custos, que são determinados no mercado global, terão assegurado o desenvolvimento de uma indústria local de futebol, tendo o privilégio de assistir a jogadores de primeiro nível em seu próprio solo. Restarão, portanto, poucos centros onde o futebol será viável como negócio e os principais candidatos são Inglaterra, Alemanha, Itália, Espanha, França, Argentina e Brasil. Deverão ficar de fora desta lista países pobres e/ou pequenos apaixonados por futebol (e.g. Nigéria e Holanda respectivamente) e países grandes e ricos sem paixão pelo esporte (e.g. EUA e Japão).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O Brasil possui hoje, em diferentes graus, todas as características necessárias para figurar nessa lista, exceto a "organização interna do futebol". Caso o futebol brasileiro se organize, nossos principais clubes certamente serão ativos de valor comparável ao dos principais clubes ingleses negociados em bolsa (Manchester United - US$ 900 milhões; Chelsea – US$ 190 milhões Newcastle - US$ 190milhões). É esse potencial que atrai os investidores que hoje negociam parcerias com os clubes brasileiros. Os agentes que deverão transformar em alguns anos a indústria de futebol no Brasil serão liderados (a) pelos investidores, (b) pelas emissoras de TV, que pagam cada ano mais pela transmissão dos nossos campeonatos, (embora ainda sejam valores baixos em relação aos nossos competidores europeus), (c) por empresas que desejem associar suas marcas a um produto de qualidade, (d) pelos fornecedores de material esportivo, que gostariam de desenvolver um mercado de mais de 100 milhões de consumidores, e (e) pelo Governo, incentivado por motivos políticos e fiscais, através de legislação que crie e aperfeiçoe o ambiente institucional.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Depois de entender que os recentes movimentos no Brasil são conseqüência dos desenvolvimentos da indústria a nível global, resta explicar por que, após quase um século de evolução lenta e gradual até o final da década de 80, essa indústria global vem passando por uma verdadeira revolução, ainda em seu estágio inicial. Na verdade, a mencionada revolução é consequência da fantástica evolução da indústria de mídia televisiva. O crescimento dramático da quantidade de canais de televisão disponível, principalmente com o advento da TV paga, aumentou significativamente a demanda por programação, especialmente aquela como o futebol, capaz de atrair novos assinantes, pronta para veiculação e isenta de grandes produções. Assim, o valor dos direitos de transmissão de futebol explodiu no mundo (na Inglaterra, passou de US$ 5 milhões em 86 para US$ 450 milhões em 99), gerando significativas receitas adicionais para os clubes. Além do valor dos direitos de transmissão, o aumento da exposição dos jogos de futebol na TV (a Copa do Mundo se tornou o evento de maior audiência mundial), alavancou radicalmente as demais receitas dos clubes, relacionadas a patrocínios e venda de produtos associados às marcas dos clubes.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em um mercado de trabalho competitivo, em que os clubes disputam os jogadores, cada clube está disposto a pagar pelo jogador (em valor de transferência + salários) o equivalente ao valor presente da receita marginal que aquele jogador gerará ao clube, sob a forma de maior bilheteria, maior exposição da marca, maiores valores de TV etc. Embora essa receita marginal seja de difícil estimação, é certo que ela cresceu dramaticamente em função do aumento exponencial das receitas dos clubes europeus, sendo inevitável que grande parte disso tenha sido repassada aos jogadores, sob a forma de maiores salários e valores de transferência. Como discutido no início do texto, esse aumento de custos se espalhou pelos clubes brasileiros, além de os terem obrigado a vender seus grandes ídolos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Embora com diferentes graus de entendimento da dinâmica desta indústria tão peculiar, e por incentivos diversos, os agentes nela envolvidos (investidores, TVs, patrocinadores, imprensa e governo) estão se movendo na direção da organização e profissionalização do futebol brasileiro. Em período não superior a 5 anos, constataremos que ao contrário da equivocada conclusão apresentada no primeiro parágrafo, as receitas dos clubes brasileiros, sob a qual temos ingerência pois são determinadas no mercado local, terão se ajustado aos custos dos jogadores, que nos são dados, uma vez que são determinados no mercado de trabalho global. Assim, teremos o benefício de ter uma indústria do futebol como importante componente da indústria do entretenimento no Brasil e, conseqüentemente, o privilégio, restrito a poucos países, de apreciar jogadores de futebol de primeiro nível, brasileiros e estrangeiros, jogando em nossos gramados.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;autores:&lt;/b&gt;  Edgar Chagas Diniz e Leonardo Lenz Cesar&lt;br /&gt;&lt;b&gt;fonte:&lt;/b&gt; http://cev.ucb.br&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;table border="0" cellpadding="0" cellspacing="3" width="62%"&gt;&lt;tbody&gt;&lt;tr&gt;&lt;td height="15" valign="top"&gt;&lt;a href="http://ganhe-dinheiro-na-net.blogspot.com/" target="_blank"&gt;&lt;img alt="user posted image" src="http://www.ifd.com.br/blog/multiply/micro_blogdinheiro.jpg" border="0" height="15" width="80" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt; &lt;tr&gt; &lt;td valign="top" width="305"&gt;&lt;a href="http://feeds.feedburner.com/GanheDinheiroNaNet" target="_blank"&gt;&lt;img style="border-width: 0px;" alt="$$ Ganhe Dinheiro na Net $$" src="http://feeds.feedburner.com/GanheDinheiroNaNet.gif" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://www.publipt.com/pages/index.php?refid=tygra"&gt;&lt;img src="http://www.brumaximus.kit.net/Barrinhas/linha_46.gif" title="" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6979951-115108848582986244?l=ifdcom.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://ifdcom.blogspot.com/feeds/115108848582986244/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6979951&amp;postID=115108848582986244&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6979951/posts/default/115108848582986244'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6979951/posts/default/115108848582986244'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://ifdcom.blogspot.com/2006/06/dinstria-do-futebol.html' title='A din&amp;acirc;mica da ind&amp;uacute;stria do futebol'/><author><name>Iris | IFD</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_u6V07yMPncY/TSJ6zwha1mI/AAAAAAAAAnU/ucuRJ_1uzrI/S220/iris_ifd.png'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6979951.post-115092671487976364</id><published>2006-06-21T18:51:00.000-03:00</published><updated>2006-06-22T11:23:16.690-03:00</updated><title type='text'>Políticas de design no mundo</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;A necessidade por pol&amp;iacute;ticas de design &amp;eacute; t&amp;atilde;o antiga quanto a pr&amp;oacute;pria hist&amp;oacute;ria do desenho industrial. Ainda assim fica dif&amp;iacute;cil precisar o seu in&amp;iacute;cio. Se o design nasceu com a Revolu&amp;ccedil;&amp;atilde;o Industrial, em 1845 nascia tamb&amp;eacute;m o Svensk Form, estabelecido na Su&amp;eacute;cia e atualmente, a mais antiga organiza&amp;ccedil;&amp;atilde;o de design operante. Se assumirmos que o design j&amp;aacute; era explorado desde a cria&amp;ccedil;&amp;atilde;o do primeiro objeto, vamos, ao mesmo tempo, encontrar normas nas antigas civiliza&amp;ccedil;&amp;otilde;es de como desenvolver os objetos, de como vestir-se ou de como desenhar cidades.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;N&amp;atilde;o &amp;eacute; de agora que governos utilizam o design como estrat&amp;eacute;gia para o desenvolvimento econ&amp;ocirc;mico ou social. Mas, por causa do contexto hist&amp;oacute;rico, os programas de cada pa&amp;iacute;s diferem em maturidade. As caracter&amp;iacute;sticas tamb&amp;eacute;m s&amp;atilde;o contrastantes porque cada situa&amp;ccedil;&amp;atilde;o econ&amp;ocirc;mica dita suas pr&amp;oacute;prias prioridades e o cen&amp;aacute;rio pol&amp;iacute;tico nacional influencia estrategicamente na ado&amp;ccedil;&amp;atilde;o da pol&amp;iacute;tica de design.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em algumas na&amp;ccedil;&amp;otilde;es &amp;eacute; f&amp;aacute;cil reconhecer estas inter-rela&amp;ccedil;&amp;otilde;es e caracterizar a fun&amp;ccedil;&amp;atilde;o dos programas locais. Nos pa&amp;iacute;ses escandinavos, por exemplo, o design &amp;eacute; planejado como um fator para a qualidade de vida da popula&amp;ccedil;&amp;atilde;o. Propriedade industrial &amp;eacute; um t&amp;oacute;pico importante no mercado asi&amp;aacute;tico e assim enfocado por centros de design da Cor&amp;eacute;ia, Jap&amp;atilde;o e Cingapura. Na Inglaterra o est&amp;aacute;vel incentivo governamental ao setor permite o estabelecimento de programas de identidade corporativa at&amp;eacute; mesmo com as reparti&amp;ccedil;&amp;otilde;es p&amp;uacute;blicas. O contr&amp;aacute;rio acontece nos EUA, onde, fora das prioridades do governo, o design &amp;eacute; organizado por associa&amp;ccedil;&amp;atilde;o de profissionais, buscando atualmente, fixar la&amp;ccedil;os com o setor de neg&amp;oacute;cios.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No entanto, em alguns lugares, o relacionamento das conhecidas caracter&amp;iacute;sticas locais e das estrat&amp;eacute;gias adotadas n&amp;atilde;o fica t&amp;atilde;o claro. Barcelona, por exemplo, parece ter forte tradi&amp;ccedil;&amp;atilde;o no design. No entanto, o estudo recente de uma pol&amp;iacute;tica para a Catalunha mostrou a necessidade de partir do b&amp;aacute;sico e esclarecer o que &amp;eacute; design para a ind&amp;uacute;stria local. Uma outra revis&amp;atilde;o de estrat&amp;eacute;gia est&amp;aacute; levando o Jap&amp;atilde;o, um pa&amp;iacute;s de  377 mil  km2, a abrir m&amp;atilde;o de um centro de design nacional e estabelecer 212 centros locais/setoriais (duzentos e doze!).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas onde se fundamentam estas estrat&amp;eacute;gias? Certamente no perfeito entendimento do contexto destas na&amp;ccedil;&amp;otilde;es. De entender que um dos motivos para a resist&amp;ecirc;ncia ao uso do design pelas pequenas empresas catal&amp;atilde;s &amp;eacute; a sua limitada percep&amp;ccedil;&amp;atilde;o do que &amp;eacute; design, resultado da forte influ&amp;ecirc;ncia de movimentos art&amp;iacute;sticos como o Art Noveau de Gaudi naquela regi&amp;atilde;o. Ou de perceber que em um pa&amp;iacute;s do tamanho do estado de Goi&amp;aacute;s - o Jap&amp;atilde;o - um suporte personalizado para cada agrupamento de empresas ou regi&amp;atilde;o, pode ser mais eficaz que um programa de &amp;acirc;mbito nacional.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Jap&amp;atilde;o, Espanha, Inglaterra e Cor&amp;eacute;ia, Let&amp;ocirc;nia e Est&amp;ocirc;nia (mais recentemente) s&amp;atilde;o exemplos de pa&amp;iacute;ses que vem investindo em programas de design. A responsabilidade destes programas &amp;eacute; preparar a base, instigar e assegurar o crescimento do design no pa&amp;iacute;s. Fortalecidas as empresas, servi&amp;ccedil;os e seus produtos, a economia nacional &amp;eacute; beneficiada com diferenciais competitivos no mercado internacional.&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;No entanto, esta f&amp;oacute;rmula n&amp;atilde;o &amp;eacute; t&amp;atilde;o simples quanto parece e tampouco de f&amp;aacute;cil execu&amp;ccedil;&amp;atilde;o. N&amp;atilde;o h&amp;aacute; uma solu&amp;ccedil;&amp;atilde;o pronta, que seja comum a dois pa&amp;iacute;ses. O que se adota na Escandin&amp;aacute;via n&amp;atilde;o se aplica &amp;agrave; Cingapura nem ao Brasil. Sendo economia e sociedade pr&amp;oacute;prias de cada na&amp;ccedil;&amp;atilde;o, a pol&amp;iacute;tica de design ter&amp;aacute; primeiramente que atacar as defici&amp;ecirc;ncias do seu pr&amp;oacute;prio contexto, que s&amp;oacute; poder&amp;atilde;o ser identificadas com uma compreens&amp;atilde;o apurada dos fatores que o influenciam.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E quando tudo parece complicado, com vari&amp;aacute;veis s&amp;oacute;cio pol&amp;iacute;tico econ&amp;ocirc;micas, torna-se necess&amp;aacute;rio buscar a ess&amp;ecirc;ncia deste desafio. Percebe-se ent&amp;atilde;o que a cria&amp;ccedil;&amp;atilde;o de uma pol&amp;iacute;tica de design requer o mesmo processo de qualquer outro projeto: gerar solu&amp;ccedil;&amp;otilde;es criativas, operacionais e efetivas para os problemas identificados. Se o produto final ser&amp;aacute; um programa de desenvolvimento de novos produtos, uma s&amp;eacute;rie de palestras, incentivos fiscais a empresas, um projeto de brand para a imagem do pa&amp;iacute;s, ou uma proposta in&amp;eacute;dita, isso depender&amp;aacute; muito da necessidade de priorizar a&amp;ccedil;&amp;otilde;es. Mas acima de tudo depender&amp;aacute; dos recursos dispon&amp;iacute;veis, do apoio obtido e, logicamente, da criatividade do designer.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&lt;b&gt;autora: &lt;/b&gt;Gisele Raulik &lt;br /&gt;&lt;b&gt;fonte:&lt;/b&gt; http://www.designbrasil.org.br&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6979951-115092671487976364?l=ifdcom.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://ifdcom.blogspot.com/feeds/115092671487976364/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6979951&amp;postID=115092671487976364&amp;isPopup=true' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6979951/posts/default/115092671487976364'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6979951/posts/default/115092671487976364'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://ifdcom.blogspot.com/2006/06/polticas-de-design-no-mundo.html' title='Pol&amp;iacute;ticas de design no mundo'/><author><name>Iris | IFD</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='32' src='http://2.bp.blogspot.com/_u6V07yMPncY/TSJ6zwha1mI/AAAAAAAAAnU/ucuRJ_1uzrI/S220/iris_ifd.png'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-6979951.post-115081827391578720</id><published>2006-06-20T12:44:00.000-03:00</published><updated>2006-06-20T14:26:15.230-03:00</updated><title type='text'>Afinal, quanto cobrar?</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;i&gt;Quanto vale o meu trabalho? Quanto posso cobrar do meu cliente? Como devo cobrar? Uma das questões mais recorrentes das listas WD, finalmente vira artigo.&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em quase 10 anos de listas WD Brasil, onde centenas de profissionais de todo o país discutem diariamente assuntos da profissão (e falam bobagem e brigam e se entendem, como em toda boa lista de “discussão”), pelo menos uma vez por mês aparece a mesma pergunta: “Socorro! Me pediram pra fazer um trabalho e eu não sei como ou quanto cobrar”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em todas estas vezes, alguma alma caridosa e mais experiente sempre estende a mão e explica para o(a) jovem pupila(o) o caminho das pedras.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Hoje de manhã, novamente, foi a minha vez. E como de tanto falar a mesma coisa, vamos aprimorando o discurso, no final do e-mail pensei que já estava na hora de transformar essa resposta em artigo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O que segue, portanto, é basicamente o que eu coloquei na resposta para esse nosso jovem amigo pupilo, cujo nome não vem à questão (afinal, todos já fizemos essa mesma pergunta).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;span class="textocorpo" style="font-family: verdana; font-size: 100%;"&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 128, 0);"&gt;&lt;img src="http://www.brumaximus.kit.net/Barrinhas/linha_46.gif" height="7" width="280" /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;cálculo do valor da hora, quanto o job vai custar, não é uma questão de “feeling”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Se você sair cobrando por aí de acordo com o seu “feeling”, pode ser que no final do mês você acabe “feeling” no bolso o estrago de não ter o dinheiro que você precisa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“E se eu cobrar demais? Melhor pra mim!”. Se você for pelo feeling e cobrar demais, suas chances de perder o cliente para alguém que cobrou corretamente e MENOS do que você são bastante grandes.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pelo sim, pelo não, cobre direito e vamos ser todos felizes.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Vamos lá?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;De acordo com a minha própria experiência (desde 95 fazendo isso) e o que vejo como sendo a prática de mercado, a melhor maneira de se cobrar um trabalho, seja como pessoa física ou como empresa, é baseando seu preço com base na estimativa de horas necessárias para desenvolver o projeto.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não há tabela de preços, valor de mercado, média que possa responder corretamente a essa pergunta. Cada profissional, cada empresa e cada projeto, vão ter valores diferentes.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na minha experiência, a saída é mesmo o preço baseado na estimativa de horas necessárias para a execução do projeto.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Portanto se vamos cobrar por hora, precisamos, antes de tudo, estabelecer o quanto vale essa nossa HORA. Para isso, antes e acima de precisamos saber o quanto você (ou sua empresa) CUSTA por mês.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Vamos levar em consideração os seguintes itens. A lista abaixo é apenas uma sugestão, feita para pessoas físicas. Procure fazer a que melhor se adapte à sua realidade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Mora sozinho? Qual é o seu custo fixo para MORADIA (luz, gás, água, comida, supermercado, aluguel, TUDO).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Tem carro? Quanto gasta com ele? Não tem? Quanto você gasta para TRANSPORTE?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Some o que você gasta com plano de saúde, dentista, quanto você gasta com SAÚDE.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Quanto você gasta pra se DIVERTIR (cinema, balada, comer fora, viajar).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Você tem plano de previdência? Quanto você economiza por mês para sua aposentadoria? Lembre-se de economizar sempre alguma coisa para aqueles dias sem trabalho. Quanto você planeja ECONOMIZAR por mês.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Adicione aqui todo e qualquer outro gasto fixo que você conseguir lembrar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Lembre-se dos IMPOSTOS que você precisa pagar e que serão descontados do que você cobrar (a carga varia de cidade pra cidade, mas coloque como base algo perto de 25% se você for pessoa física, ou 20% se for pessoa jurídica, empresa).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Some tudo isso. Não se preocupe com o valor final. Isso é, realmente, o que você PRECISA e QUER pra viver todo mês.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Agora pegue este valor e divida ele por 160. Oito horas por dia é a média de horas trabalhadas no Brasil. 8 x 20 dias por mês (5 dias por semana x 4) é igual a 160. A idéia é simples: se você tiver trabalho durante o mês inteiro, você vai ter dinheiro para tudo o que você precisa. Pronto, você tem o valor da sua hora de trabalho.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O último passo: estime quantas horas você vai levar para fazer determinado trabalho e multiplique pelo valor da sua hora. Parabéns! Você acaba de fazer um orçamento!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mais algumas dicas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Poucos clientes gostam de receber a conta depois. Eles querem PAGAR depois, mas querem saber quanto vai custar ANTES. Portanto, como é difícil a gente estimar corretamente quantas horas vamos levar para um projeto, coloque uma margem de segurança de uns 10 ou 20% a mais no número de horas que você imaginou.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Lembre-se também que, em toda negociação, é importante haver alguma margem para o 'choro' do cliente. Esse desconto que o seu cliente vai te pedir, não pode ser muito maior do que 10%. Se você oferecer mais do que isso e trabalhar as horas que propôs, no final do mês você vai ter menos dinheiro do que precisa pra viver. Lembra?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“E se o cliente ainda estiver achando caro? Não vou pegar o job?” Nesse caso, apresente uma 'redução de escopo'. Ofereça uma solução que leve menos horas e que, portanto, vai sair mais barata para o cliente. Se você trabalha menos horas pelo mesmo valor hora, o job vai sair mais barato e você poderá vender o resto das suas horas do mês para outro cliente. Sem prejuízos para nenhum dos lados...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;autor:&lt;/b&gt; Michel Lent Schwartzman.&lt;br /&gt;&lt;b&gt;fonte:&lt;/b&gt; http://webinsider.uol.com.br&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;span class="textocorpo" style="font-family: verdana; font-size: 100%;"&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 128, 0);"&gt;&lt;img src="http://www.brumaximus.kit.net/Barrinhas/linha_46.gif" height="7" width="280" /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="textocorpo" style="font-family: verdana; font-size: 100%;"&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 128, 0);"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;img src="http://www.graphxkingdom.com/graphics/miniature/mini106.gif" border="0" /&gt;&lt;span style="color: rgb(74, 90, 168);"&gt;&lt;b&gt;Dica de Matéria: &lt;/b&gt;&lt;/span&gt; &lt;span class="txt"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://ifdcom.blogspot.com/2004/07/quanto-cobrar-pelo-seu-trabalho-parte.html"&gt; Quanto Cobrar pelo seu Trabalho&lt;/a&gt; - diversas tabelas que podem ser usadas como referência para formulação de seu preço.&lt;br /&gt;&lt;span class="textocorpo" style="font-family: verdana; font-size: 100%;"&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 128, 0);"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6979951-115081827391578720?l=ifdcom.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://ifdcom.blogspot.com/feeds/115081827391578720/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6979951&amp;postID=115081827391578720&amp;isPopup=true' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6979951/posts/default/115081827391578720'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/6979951/posts/default/115081827391578720'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://ifdcom.blogspot.com/2006/06/afinal-quanto-cobrar.html' title='Afinal, quanto cobrar?'/><author><name>Iris | IFD</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image
