quarta-feira, março 08, 2006


Mulheres são o alvo

Será que, apesar de 55 por cento dos lares brasileiros, hoje, serem chefiados por mulheres, elas estão sendo corretamente focadas e atingidas pelos meios de comunicação, anunciantes e agências de propaganda?

Nas últimas décadas, a mulher deixou de ter um papel exclusivamente de dona de casa, para lançar-se na disputa do mercado de trabalho. A propaganda sempre esteve, cautelosamente, um passo atrás dessas conquistas, mostrando a mulher, em seus anúncios, ainda como a responsável pela limpeza e organização do lar. Nos anos 80, a mulher continuava segundo a propaganda dividida entre a casa e o trabalho e a mídia somente passou a tratá-la como um ser em igualdade com os homens nos anos 90, quando o próprio conceito de família (e os papéis da esposa e do marido) passou a ser revisto. Um detalhe curioso: quem, desde o início, procurou captar o interesse das mulheres que se emancipavam e esteve atento ao crescimento desse mercado foram os bancos, os quais, por meio de anúncios diferenciados, convidavam o público feminino a abrir contas em suas agências.

Hoje, no início do século XXI, a mulher trabalha fora sem sentimento de culpa, que foi substituído pelo da frustração, pois é impossível fazer tudo o que se deseja num só dia. Portanto, não há mais limites entre a vida profissional e pessoal e o lazer e a espiritualidade passaram a ser valorizados, bem como a praticidade, pois, assim como os homens, elas carecem de tempo livre. E deixa de ser apenas uma mera consumidora para, conscientemente, passar a questionar o papel de uma determinada marca: o que ela está fazendo pela sociedade? E a cobrar das empresas uma postura de responsabilidade perante a comunidade.

Todas essas mudanças estão trazendo a seguinte indagação: como falar com a mulher de hoje, que tem novos interesses e necessidades? Essa é uma preocupação mundial e nos Estados Unidos, por exemplo, hárevistas extremamente segmentadas, como a Real Simple e a Working Mother, a primeira destinada a mulheres que procuram soluções para simplificar sua vida e a segunda voltada para as mães que trabalham e precisam cuidar dos filhos. Naquele país, grandes magazines dedicam seções inteiras onde a mulher encontra soluções integradas para viver bem, melhor e com mais facilidade.

É fundamental saber o significado das palavras para que possamos nos comunicar melhor. Ele separou cinco palavras como exemplo, que devem nortear programas de comunicação, sejam eles de marketing direto, de marketing de relacionamento ou de propaganda. A primeira é respeito: hoje a mulher é informada e por isso é preciso abandonar o tom paternalista e deixar de comparar o universo masculino e o feminino. Não devemos achar que as mulheres, que estão comprando 50% dos automóveis e 30% das motos comercializados no país, com seu próprio dinheiro, não entendem um discurso técnico. É somente uma questão de se encontrar as palavras certas, enfatizou.

Outra questão: individualidade. É preciso reconhecer os diversos papéis que a mulher exerce na sociedade atual. Saiba com quem está falando e reconheça a sua multiplicidade, aconselhou Rui Piranda. Da mesma forma, deve-se usar a marca para ajudá-la a organizar sua vida, contribuindo para o alívio do stress. Quem fabrica automóveis poderia pensar em acessórios que facilitem o transporte de bebês e crianças, por exemplo. Não só a comunicação tem de corroborar essa nova imagem, como produto e a marca têm de estar juntos, explicou.

Outro fator importante é como a mulher estabelece uma conexão com a marca: isso se dá com mais rapidez e de maneira emocional, pois é emotiva por natureza. Mostre o que a marca faz pela vida dela, pela sua família, com o meio ambiente e com a comunidade, ensinou. Da mesma forma, é preciso estabelecer uma rede de relacionamento entre o fabricante ou fornecedor de serviços e elas, pois essa via de mão dupla irá demonstrar que a marca é confiável.

O marketing de relacionamento com as mulheres deveria seguir a fórmula dos antigos armazéns, onde o dono conhecia suas freguesas individualmente, sabia do que gostavam, separava produtos, facilitava o pagamento e se oferecia para entregar em casa. Temos a obrigação de fazer com que as grandes marcas se comportem da mesma maneira. Temos de estar no caminho das mulheres, pois elas não tem mais tempo de sair do seu percurso, alertou. Uma mala-direta, por exemplo, tem que ser personalizada, com o nome da cliente, com um texto que traga de forma clara tudo o que for relevante. No final, é indispensável que tenha o nome e o cargo de quem assina, pois essa assinatura éque dará o aval de credibilidade.




SOMOS ÓTIMAS... (MULHERES)

Não broxamos...

Não ficamos carecas...

Não sofremos de fimose...

Temos um dia internacional...

Sentar de pernas fechadas não dói...

Podemos usar tanto rosa quanto azul...

Sempre sabemos que o filho é nosso...

Temos prioridade em botes salva-vidas...

Pés femininos têm direito até a fã clube...

Uma greve de sexo consegue qualquer coisa...

Não pagamos a conta. No máximo, rachamos...

Somos os primeiros reféns a serem libertados...

A idade não atrapalha nosso desempenho sexual...

Podemos ir pro trabalho de bermudas e sandálias...

Seguro de automóvel é mais barato para mulheres...

Podemos ficar excitadas sem que ninguém perceba...

Podemos fazer sexo quantas vezes por dia quisermos... -

- E as vezes fazemos mesmo...

Somos nós que somos carregadas na noite de núpcias...

Se formos traídas, somos vítimas...

Se traímos, eles são cornos.

Podemos dormir com uma amiga sem sermos chamadas de lésbicas...

Somos capazes de prestar atenção em várias coisas ao mesmo tempo...

Mulher de Embaixador é Embaixatriz, marido de Embaixadora não é nada...

Mulher de Presidente é Primeira Dama; marido de Presidenta é um zero à esquerda, mesmo que ele seja de direita...

Você não precisa ser perfeita para ouvir assobio na rua...

-- Basta pôr uma saia mais curta...

Somos monogâmicas (embora precisemos testar vários homens para achar um que valha a pena)...

Nosso cérebro dá conta do mesmo serviço, mesmo com 3 bilhões de neurônios a menos, ou seja, nossos neurônios são mais eficientes...

Se resolvermos exercer profissões predominantemente masculinas, somos "pioneiras", mas se um homem resolve exercer uma profissão tipicamente feminina, é bicha...

E por último:

Fazemos tudo o que um homem faz, e de SALTO ALTO!!!

posted by Iris • IFD @ 6:21 PM



 

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