sexta-feira, julho 28, 2006


Porquê não concordar com a regulamentação da profissão de designer

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posted by Iris • IFD @ 2:10 PM

7 Comments:

Anonymous Marcel said...

putz... não concordo...

mas td bem....
espaço democrático é assim mesmo..
só não vejo diferença entre profissões, bom... que tal estimularmos a contratação de médicos sem diplomas pra ver oq ue ia dar...

é uma questão polêmica.

7:11 PM

 
Anonymous Thiago Ribeiro said...

logicamente que a organização é importante, mas se você não regulamentação as coisas andam para trás... acompanhe os fatos... entao veja bem: se um fulano projeta uma cadeira..e voce compra esta cadeira... e esta quebra.. e se voce fica paraplegico... a culpa seria de quem?
se outro fulano designer projeta a asa de um boeing.. e o material nao aguenta.. e as 569 pessoas à bordo morrem.. a culpa é de quem?
se um "micreiro" escreve uma palavra errada em um cartaz e 10 mil pessoas leram aquele cartaz e ficaram confusas com a certeza da palavra.. e se uma dessas pessoas procurasse no dicionario e tivesse certeza que a palavra estivesse errada.. e esta pessoa processasse a empresa que estivesse fazendo sua propaganda.. de quem seria a culpa?
ou melhor.. quem seria punido nisso tudo?
é lógico que este negocio de regulamentação é uma discussão que não vale a pena.. mas não pra ler só um lado da moeda.. se você não pune tudo fica a msm coisa.. assim como Brasília.. ninguém é punido e tá todo mundo se f*dendo...

10:17 AM

 
Anonymous Víctor Palheta said...

Rafael,

Acho que o grande problema trata-se não de regulamentar, mas sim de legalizar a profissão de design. Todos os seus pontos são válidos com relação à qualidade, mas eles também não tratam o problema. Não acho que devemos restringir quem pode atuar ou não na área, mas trata-se de dar nomes aos bois. Eu quero utilizar o nome designer e ter o direito a isso assim como um publicitário e um arquiteto podem usar seus nomes e eu não. Mas, infelizmente, todos o que agoram trabalham ná áreaa do design são designers, e os quatro anos de faculdade de design não vão continuar me servindo, porque, segundo alguns: "eu posso fazer arquitetura, que aí eu posso trabalhar como arquiteto e designer!" Você acha isso realmente justo? Eu, enquanto bacharel em design, poderia, neste caso, dizer: "eu posso fazer design, que aí eu posso trabalhar como designer e arquiteto?" Logicamente que não, porque viria o CREA e com certeza eu seria punido. Então, quando você fala em liberdade, tá falando em uma liberdade unilateral? Éramos para sermos livres? Pra sermos todos construtores, projetistas, Da Vinci? Seria ótimo, mas esse mercado não é mais livre e nem justo. Na Imprensa, acabou de ser votado a liberdade de atuação de outros profissionais que não os jornalistas, acho justo, mas os outros profissionais não podem se proclamarem "jornalistas". É isso que eu quero pro design, é egoísmo, é protecionismo? Sim, mas não tou pedindo algo que já não foi pedido antes pelos outros, pelos concorrentes. Outra coisa, a formação em design já existe há muito tempo, o que já deu pra formar um contingente suficiente para alimentar o mercado. Se existe falta de qualidade no trabalho do design, porque não podemos pensar o mesmo de outras áreas onde atuam apenas profissionais formados para ela? Sempre vai existir isso e não podemos culpar o design ou a publicidade/arquitetura/engenharia/design de interiores, mas pelo menos, vamos ter um subisidio mínimo por trás de cada designer, uma faculdade, agora discutir se a faculdade forma designers competentes ou não, aí já é outro papo.

11:02 AM

 
Anonymous Tereza Jardim said...

Rafael Frota está de parabéns. Ainda não tinha visto alguém tocar no assunto de forma tão incisiva e determinada.

O artigo conseguiu me convencer da importância de voltar nossos esforços, como profissionais, para a organização da área, ao invés de ficar brigando para ter leis cômodas nos amparando.

4:26 PM

 
Anonymous Anônimo said...

sem comentários..."nome disso é FASCISMO" "5 anos de atividade profissional">"4anos de faculdade"??????? Sem comentários... "Ao Estado cabe somente supervisionar aquelas profissões que coloquem a população em risco, e todos sabemos que, apesar de tudo, o design não faz parte deste âmbito."sobre isso tenho comentário
Se você não acredita que o design de algo possa influenciar alguma atividade, logo ele não precisaria nem existir.

Abraços!

9:46 PM

 
Anonymous Anônimo said...

Bom, é como eu sempre digo: se você quer é ganhar um trocado vendendo cachorro quente, não precisa estudar gastronomia nem administração. É só montar uma barraquinha na calçada. Se alguém comer e passar mal, azar, que vá procurar o guarda e torça para ele não seja tio do barraqueiro.

Então design não coloca ninguém em risco? Rapaz, de que design você está falando? Cake Design? Hair Design? Fala sério... design de avisos, advertências, projeto de postos de trabalho, mobiliário doméstico e profissional, rotulagem de alimentos, remédios e cosméticos, design hospitalar...

Livre concorrência é ótimo, principalmente quando favorece quem foi preguiçoso, fugiu da raia e preferiu ganhar mercado na base do preço baixo, não é? Um mercado aviltado, em que qualquer prego sai dizendo que é "desainer", favorece quem faz baratinho, rapidinho e sem questionar nada. Regulamentar não eleva o piso de remuneração? Não melhora o marcado de trabalho? É o caso de perguntar aos jormalistas, que não só melhoraram de situação como já estão "crescendo o olho" sobre ilustradores, fotógrafos, diagramadores... se regulamentar fosse ruim, não acontceria o contrário?

A comparação do "diplomado" com o tempo de experiência é outra falácia. Um bacharelado sai pelo MÍNIMO de quatro anos, o que é relativamente pouco comum. Além disso, nada garante que os dias de trabalho tiveram a mesma freqüência e duração dos dias de aula. É querer comparar coisas diferentes. Acontece que é necessário adotar-se um prazo de experiência que acomode o período de transição. Quatro anos? Cinco anos, Seis anos? Tanto faz.

Se o problema é a venda de diplomas, pela lógica do missivista deveria ser melhor desregulamentar o ensino... assim só os melhores professores dariam os melhores cursos, não é isso? O nome do jogo é resposabilização. O ensino é ruim? Reclame a quem de direito. Faça passeata, faça um movimento dentro de sua escola (eu mesmo participei de ações assim). Brigue. Só não venha com esse papinho bobo de que as escolas não ensinam nada e que qualquer um aprende mais fazendo.

Aproveitando: fascismo é outra coisa, não diga bobagem.

Ninguém quer "aniquilar" os coitadinhos dos micreiros. Menos, cara, menos... daqui há pouco vai começar a falar em companheiros micreiros. Como eu disse, se quiser vender uns cachorros-quentes para fazer um trocado, fique à vontade, só não venha se auto-intitular de "chef de cuisine".

Pode-se argumentar também que o esforço contra a regulamentação poderia ter sido usado por melhores associações. Isso é bobagem.

"Profissional Liberal" não tem nada a ver com essa "liberdade" que você apregoa aí, tem a ver com "livre de qualquer subordinação a um patrão ou chefe".

Sabe do que mais? Vai estudar, garoto...

12:45 PM

 
Anonymous Anônimo said...

Nunca li tamanha ignorância em toda minha vida. Com certeza você nunca frequentou algum meio intelectual, como uma faculdade, e teve alguma oportunidade de trocar informação e conhecimento com várias pessoas diferentes, acrescentando à sua vida. Sem dúvida, alguém que tem a coragem de "pensar" e "escrever" como você só pode mesmo reclamar do tempo de estudo e trabalho estipulado. Vai sempre se conformar com subempregos? Bobão....

10:50 AM

 

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